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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Por vezes, também é preciso saber desistir

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Há quem desista muito facilmente, e quem teime em não desistir.

Há quem leve a vida toda a desistir, e quem não tenha essa palavra no seu dicionário.

 

Há quem diga que desistir é para os fracos. 

Mas, por vezes, desistir pode ser a decisão mais acertada.

E não torna ninguém mais fraco. Apenas, mais sensato.

 

É aí que as coisas se complicam.

Nem toda a gente sabe desistir. Há quem confunda persistência, com teimosia. Determinação, com irresponsabilidade.

Há quem insista naquilo que sabe que será uma luta perdida, por puro orgulho.

Há quem esteja tão agarrado, tão focado, que não consiga abdicar, abrir mão, tomar a decisão mais acertada.

 

Por vezes, insistir é insensato. Ainda que pareça ser aquilo que nos faz mais felizes hoje, pode não ser o que nos trará felicidade, amanhã.

Para algumas pessoas, desistir será a decisão mais difícil que alguma vez tomaram na vida.

Mas é preciso aprender a fazê-lo, a saber fazê-lo, e a aceitar que, o que achamos que estamos a perder hoje, pode ser aquilo que nos levará a ganhar, amanhã.

 

Há uma grande diferença entre não querer ter filhos e não poder ter filhos

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Não querer ter filhos, implica uma escolha. Uma escolha feita livremente, que naquele momento é válida mas que, a qualquer momento, pode ser revertida.

Quantas mulheres não dizem, durante anos, que não querem ter filhos. Que ser mãe não faz parte dos planos. Que não estão reunidas condições para tal. Ou não sentem esse apelo da maternidade. Ou acham que não serão boas mães.

Ainda assim, de um momento para o outro, tudo pode mudar, e dar lugar ao desejo de ter um filho.

 

 

Não poder ter filhos, significa que essa liberdade e poder de escolha nos foi vetado. Que algo decidiu por nós, e só nos resta aceitar uma decisão que não temos qualquer forma de reverter.

 

 

Quando era mais nova, meti na cabeça que nunca iria ter filhos. Não era nada muito pensado. Era apenas aquela ideia de que não teria paciência para aturar bebés e crianças birrentas.

Depois, tive a minha filha, e jurei que nunca mais voltaria a ter filhos.

Primeiro, porque não queria passar novamente pela experiência do parto. Depois, porque à medida que a minha filha ia crescendo, achei que não queria passar por todos os receios, angústias e preocupações outra vez. Nem mudar fraldas, nem passar noites sem dormir e todas essas coisas que um bebé implica. Sobretudo agora, que a minha filha já vai para os 16 anos.

E, porque até hoje, não têm existido condições para voltar a ser mãe, tanto a nível financeiro, como psicológico.

Um filho implica disponibilidade, tempo, atenção, que estejamos lá para eles, e isso é, cada vez mais, algo difícil hoje em dia.

 

 

Por isso, não ter mais filhos tem sido, até à data, uma decisão minha.

Mas a idade vai avançando, os anos vão passando e sinto que, a qualquer momento, essa deixará de ser uma decisão minha, que posso mudar, se assim o desejar, e passará a ser uma realidade irreversível, de quem está a entrar na menopausa e, como tal, não poderá mais ter filhos, nem opção de escolha quanto a esse assunto.

Por muito que queiramos, ou não, ter filhos, é sempre difícil aceitar que estamos condenadas a um prazo de validade, que nunca sabemos quando chegará - para umas chega mais cedo que para outras - e que nos vai limitar em algo que deveria sempre ser uma hipótese a não descartar, até assim o entendermos.

 

 

Vacina da gripe: levar ou não levar?

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Todos os anos a situação repete-se: chegamos a esta altura do ano, e lá vão as pessoas vacinar-se contra a gripe.

Este ano, os alertas de que virá por aí um surto de gripe, e que todos devem prevenir-se, recorrendo à vacina está, mais uma vez, a levar muita gente a correr para as farmácias e centros de saúde, a fim de levar a vacina e assim evitar as gripes de inverno.

Como todos sabemos, existem grupos de maior risco, para os quais se recomenda esta medida preventiva. Os restantes, querendo, podem também fazê-lo.

 

Ora, eu nunca senti necessidade de levar a vacina contra a gripe. Normalmente, constipo-me várias vezes por ano. Uma ou outra vez devo ter tido mesmo gripe, mas acaba por ser algo tão normal que nunca me pareceu justificar a toma desta vacina.

Aliás, conheço pessoas que estavam bem, e ficaram doentes após levarem a vacina da gripe.

Este ano, continuo sem intenções de levar a vacina, tal como todos lá em casa.

Enquanto isso, vejo as pessoas à minha volta histéricas, com medo do que aí vem, a quererem levá-la. Cada um é dono de si, e faz o que bem entende pelo seu bem estar. Por isso, se o querem fazer, façam-no. Se se sentem melhor assim, mais descansadas, não hesitem.

Mas, será legítimo quererem arrastar todos os que as rodeiam consigo? Por muito que não queiram, a não ser que vivam numa concha, ou se restrinjam a conviver unicamente com pessoas que seguiram o seu exemplo, é impossível não estarem, em determinados momentos, no mesmo espaço que outras pessoas que não tomaram a vacina da gripe. E aí, o que vão fazer? Como saberão quem se preveniu e quem não o fez?

Seja como for, estando essa pessoa vacinada, mesmo que os outros não estejam, nada tem a temer, certo?

 

E nos locais de trabalho?

Podem as entidades patronais obrigar os seus funcionários a vacinarem-se contra a gripe? Será essa preocupação meramente laboral, por receio de que os funcionários adoeçam e prejudiquem as empresas?

Podem os funcionários recusar-se a fazê-lo?

 

No fundo, a questão que se coloca é: levar ou não levar a vacina da gripe? De quem é a decisão, e o que deve ter em conta no momento de decidir.

 

Por aí, costumam levar a vacina da gripe?

O que vos levou a tomar a vossa decisão?

 

 

 

 

 

A primeira gala do The Voice Portugal

No geral, senti que, de tanto quererem dar o seu cunho pessoal, acabaram por estragar a maior parte das músicas.

Não percebi muitos gestos feitos pelos concorrentes, numa clara imitação do Salvador Sobral. Será por estar na moda essa postura?

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Gostei da escolha da Diana, que até começou bem, mas depois descarrilou. Não sei explicar, mas não gosto da forma como canta. À excepção da prova cega, nunca mais me convenceu em nenhuma das atuações.

O Joaquim não esteve tão bem como das outras vezes, e fica a dúvida se terá sido uma boa escolha da mentora.

Desta vez, não gostei de ouvir a Cláudia Pascoal no tema que escolheu. Muitas das pelavras, nem sequer se perceberam. O que é diferente pode ser bom. Mas a diferença forçada, não. 

A Ana Paula canta num registo que não é o meu favorito, e cada vez me custa mais ouvir cantar neste registo, sem me doer os ouvidos, pelo que é difícil ouvir as prestações dela e, assim, avaliar.

Finalmente, a Aurea tomou a decisão acertada de mandar para casa a Diana.

Ana Paula e Cláudia Pascoal, por escolha do público, e Joaquim, salvo pela mentora, seguem para a próxima gala.

 

 

Foto de The Voice Portugal.

O Simão arriscou com um tema de Shawn Mendes que o favoreceu bastante no início, mas o levou a perder-se do meio para a frente.

A Salomé é daquelas concorrentes que oiço, mas não me diz nada.

O Fábio esteve bem melhor que nas atuações anteriores.

A Inês quis interpretar uma diva, mas a diva Inês ontem não apareceu. Espalhou-se ao comprido, com a escolha desta música, nem parecendo a mesma Inês que ouvimos nas outras atuações.

Desta equipa, foi eliminada a Salomé.

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Desta equipa, destaco a Vanessa, pelo progresso que mostrou na forma como canta. Desta vez, sem gritar, mostrando uma Vanessa mais contida, e com a voz a sair muito melhor e mais bonita. Ainda assim, gostei da escolha do Anselmo, de ficar com a Marta, depois de a Telma e a Kátia terem sido salvas pelo público.

 

 

Foto de The Voice Portugal.

A equipa da Marisa concentra alguns dos potenciais vencedores. Quem sabe este ano não lhe calha a ela a vitória.

Já vimos que o Tiago Nacarato tem um grande apoio do público. A sensação que tive, quando o ouvi, foi a de estar a ouvir uma música brasileira, cantada em português, e a não soar muito bem aos ouvidos. Só depois percebi que era uma música 100% portuguesa, do Rui Veloso.

O que é certo é que o Tiago já se encontra em estúdio a produzir o seu primeiro disco de originais, que deverá ser editado no final do próximo ano. Ainda hoje recebi um email com a divulgação das datas em que irá atuar no próximo ano, o que significa que já tem uma equipa encarregada de fazer a publicidade e divulgação do seu trabalho.

Pergunto-me se, mais uma vez, o programa está feito para ser ele o vencedor?

O Ricardo Neiva continua a fazer escolhas diferentes, mas nem sempre as melhores. Houve momentos em que gostei, outros em que me perguntei o que raio estava ele a fazer a uma música tão bonita, com tantas voltinhas para se descolar do original.

Tomás Adrião - não o suporto! Não gosto daquela mania, daquele ar de convencido que é o melhor, que é diferente, que sente a música. Há ali muita coisa forçada, muita preocupação com os gestos. Em sair da caixa. Mas por vezes, menos é mais. E mais, neste caso, foi menos.

O Ricardo Barroso fez uma boa atuação, como já nos tem habituado. Gostava de o ver agora noutros registos, ou ouvi-lo cantar em português.

 

E como, em nome das audiências, vale tudo, decidiram pôr-nos a todos em standby, à espera da decisão final da Marisa, que esta noite não esteve presente por motivos de saude.

Após os votos do público garantirem a presença na próxima gala do Tiago e do Tomás, ficou por decidir qual dos Ricardos ocupará a terceira vaga.

Espero, sinceramente, que a Marisa escolha o Ricardo Barroso.

 

 

 

Imagens The Voice Portugal

 

 

 

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