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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Cada um é responsável pelas suas próprias decisões

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E não tem o direito de remeter essa responsabilidade para os outros, como se fossem os outros a tomar as decisões por si.

 

 

O que vejo cada vez mais, nos dias que correm, são pessoas indecisas, confusas, com dúvidas que, a determinado momento, pedem opinião a outras. 

Não há qualquer mal nisso. Por vezes, as opiniões podem ajudar-nos a encontrar o rumo certo, ou a perceber se estamos no bom caminho, ou a resvalar para caminhos sinuosos. Em qualquer dos casos, a decisão final é sempre nossa.

 

 

Mas o que as pessoas pedem, nunca é apenas isso - uma opinião. Querem mais! Querem quase que lhes digamos o que devem fazer. Ou então, não querem a nossa opinião, mas apenas obter a nossa concordância e aprovação.

E depois, ou ficam aborrecidas porque aquilo que ouvem vai contra a ideia que tinham e, chateadas, acabam por descartar essas opiniões porque não têm que seguir o que os outros dizem, e sim o que querem e pensam.

Ou seguem essa opinião e, caso as coisas não resultem, acusam os outros de as terem induzido em erro.

 

 

Pior ainda, é quando essas pessoas tomam as decisões por vontade própria, mas apercebem-se de que estavam errados, e tentam culpabilizar os outros, que nem sequer se manifestaram, ou o fizeram, mas em sentido contrário.

Se não querem ouvir, ou acham que não vão gostar do que os outros têm a dizer, não lhes perguntem. 

 

 

Mas se, de alguma forma, envolvem os outros nas decisões que têm que tomar, seja através do pedido de opinião ou com constantes conversas sobre o assunto, sobretudo se essas decisões têm impacto sobre os outros também, as pessoas têm que estar preparadas para ouvir.

Por vezes, aquilo que aos seus ouvidos soa como crítica, parecendo que lhes queremos mal, não é mais do que uma chamada de atenção, que um alerta, precisamente pelo contrário, porque queremos o bem da pessoa e, quer queiramos quer não, pela proximidade e pela forma como nos envolveu no assunto, temos o direito de o fazer. 

 

 

 

Porque temos, tantas vezes, medo de assumir compromissos?

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Porque temos, tantas vezes, medo de assumir compromissos? De aceitar desafios?

 

De chegar à frente e dizer "eu faço", "eu aceito", "vamos a isso", com entusiasmo, preferindo um dúbio e pouco seguro "posso tentar", "é complicado", ou "sem compromisso" assumindo, à partida, que não o vamos conseguir fazer?

 

Porque temos tanto receio de dizer um "não" bem claro, ou um "sim" convicto, ficando-nos, tantas vezes, pelo "vou pensar", "tenho que ver", "talvez", deixando para depois uma decisão que, no fim, já está totalmente tomada no nosso pensamento?

 

Porque temos tanto medo de afirmar as nossas vontades?

Porque nos deixamos invadir tantas vezes pela insegurança acerca das nossas capacidades?

Porque receamos tanto aquilo que os outros pensarão de nós, ou de que forma receberão as nossas decisões?

 

 

 

Reflexão do dia

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Que peso tem a família, nomeadamente a mais próxima (pais, avós, irmãos), no que respeita às decisões amorosas do familiar?

 

Será que, no momento em que avaliamos se a pessoa por quem estamos apaixonados e amamos, é a aquela com quem queremos partilhar a nossa vida, temos em conta o que a nossa família acha dessa pessoa?

 

A opinião da nossa família terá alguma influência na decisão que eventualmente tomarmos?

 

É possível uma união, seja ela qual for, sobreviver no meio de guerras entre familiares de ambos os lados, e desaprovação da relação por parte das famílias?

 

Devemos abdicar do amor, em prol da união da família, ou devemos lutar por este, ainda que se percam, pelo caminho, pessoas que julgámos que estariam sempre ao nosso lado, a apoiar a nossa felicidade? 

Os grandes impulsionadores das mudanças

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Se repararmos bem, percebemos que as tragédias, as perdas, as dificuldades e os maus momentos, acabam por ser os maiores impulsionadores e responsáveis pelas grandes mudanças da nossa vida. 

Porque será que, nesses momentos, descobrimos forças que não sabíamos que tínhamos? Determinação que estava escondida? Vontade de agir, que permanecia inactiva até então? Coragem que nunca antes demos por ela?

Precisamos de "coisas menos boas" na nossa vida, que nos obriguem à acção e à mudança, porque de outra forma nunca o faríamos? Estas provações são uma espécie de "empurrão", que nos leva a tomar decisões que, de outra forma, nunca viriam?

O que é certo é que, muitas vezes, essas mudanças acabam por ser o que de melhor nos acontece na vida!

Serão essas situações, que nos obrigam a mudar, a chave que nos abre portas para novos caminhos que tínhamos que descobrir e que, de outra forma, nunca iríamos percorrer?

Precisamos da tristeza, para encontrar e valorizar a felicidade?

Fará tudo parte do equilíbrio da vida?

The Voice Portugal: quando o público troca as voltas aos mentores

A gala de ontem foi um desastre que, como não poderia deixar de ser, terminou de forma desastrosa!

O público deu o seu contributo, trocando algumas voltas aos mentores, os concorrentes fizeram a sua parte, e os mentores finalizaram com o que acharam melhor, dentro do que lhes sobrou.

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Equipa do Mickael - o próprio mentor admitiu que o público baralhou a sua decisão. Para bom entendedor, meia palavra basta :) É óbvio que, se fosse ele a decidir, levaria a Inês e o Simão. Tendo o público escolhido o Fábio, um dos seus preferidos teria que ficar para trás.

Confesso que, nas galas, não estou a gostar de ouvir a Inês, embora tenha estado menos mal nesta segunda gala. Talvez tenha valido o facto de o Simão já ser repetente, e querer dar oportunidade à Inês, ou porque acha que ela tem grandes hipóteses de vencer. Mas não percebo como é que ele pôde ficar tão entusiasmado com a actuação dela, a ponto de fazer certos comentários.

Foi também a primeira vez que ouvi o tema "Espera" do Fernando Daniel, e confesso que não gostei muito.

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Equipa da Aurea - mais uma mentora a quem o público trocou as voltas. Aposto que, se fosse a Aurea a decidir, teria ficado com a Cláudia e o Joaquim. Mas o público, pela segunda vez, votou na Ana Paula, que está cada vez mais perto de se tornar finalista. Apesar de, como a própria afirma, a sua página ter ainda poucos seguidores, a público está com ela!

Restou à Aurea optar por dois dos seus mais fortes concorrentes, sendo que um deles teria que ficar de fora do Top 8. Decidiu salvar a Cláudia. Qualquer dos dois esteve à altura, e merecia seguir em frente.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Equipa do Anselmo - era óbvio que o público iria, mais uma vez, votar na Kátia, que será a mais provável finalista desta equipa.

Entre a Telma e a Marta, preferi a Marta. E, ao que parece, o Anselmo achou o mesmo, porque foi para ela o voto de confiança.

Gosto da voz da Telma, mas não na música que escolheu ontem, que estragou por completo.

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Equipa da Marisa - não percebi porque foi, novamente, a última a actuar. Será por ter três meninos bonitos e assim, manter as meninas todas à espera para os ver?! Será por ter três fortes concorrentes, que todos querem ver, e assim manter as audiências?

O que quer que tenha sido, aqui por casa resultou! Estávamos a torcer pelo Ricardo Barroso, que começou bem, com a decisão da Marisa de o manter nesta gala.

Não gosto do Tomás, mas não posso negar que ele será o pontencial vencedor desta edição do The Voice. Foi prometida à Marisa a vitória, e não pode agora falhar! A verdade é que já foi, por duas vezes, o mais votado pelo público.

E se a vitória não chegar com ele, há sempre um Tiago Nacarato à mão. A prestação que mais gostei dele foi a primeira, na prova cega. Desde então, pouco tem mostrado. Não canta mal, tem o seu estilo próprio e o seu caminho bem definido, disso não há dúvidas.

Prova disso é um email que ainda há pouco tempo recebi, a promover o Tiago Nacarato:

 

"Tiago Nacarato é um cantautor portuense de 27 anos, com raízes brasileiras.
Com um contacto com a música desde cedo, estudou na Escola de Música Valentim de Carvalho e participou em alguns projetos, tendo integrado - a convite de Pedro Cardoso (Peixe de Ornatos Violeta), seu professor na altura - uma orquestra de guitarras e baixos elétricos, que pisou palcos como Serralves em Festa, Hard Club ou Casa da Música.
Atualmente é uma das vozes habituais da Orquestra Bamba Social, que junta músicos luso-brasileiros residentes no Porto e que presta tributo a vários clássicos da música brasileira, recriando-os e acrescentando novas sonoridades.
De momento é um dos finalistas do “The Voice Portugal”, na RTP. 
A par do percurso no The Voice, Tiago Nacarato encontra-se em estúdio a produzir o seu primeiro disco de originais, que deverá ser editado no final do próximo ano.
As primeiras datas para 2018 começam a surgir, estando já confirmadas passagens pelo Cinema Passos Manuel, no Porto, por Estarreja e pelo Funchal."

 

Posto isto, e sabendo que ele participou a convite da produção, pergunto-me "o que está ele ali a fazer?"

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Se o público tivesse votado no Tiago, tinha a certeza que a Marisa escolheria o Tomás. Tendo o público votado no Tomás, para mim era óbvia a escolha do segundo semi finalista - o Ricardo!

Só quando ela começou com aquele discurso dos caminhos definidos, é que comecei a ver a coisa a descambar, e acabou por se verificar o pior - a Marisa optou pelo Tiago.

Em todos os comentários que tenho lido, vejo vários a favor e contra os vários concorrentes, à excepção do Ricardo, que reune consenso, quanto a ser um dos melhores concorrentes do programa.

Só por isso, e porque sou mazinha, era bem feito que a Marisa voltasse a perder mais uma edição!

 

 

Imagens The Voice Portugal 

 

 

 

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