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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Atraso nos reembolsos de IRS 2015

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Entregar a declaração de IRS via internet, logo nos primeiros dias, será sinónimo de receber o reembolso de IRS a que se tem direito, mais cedo que os restantes? Nem por isso!

Que o diga o meu marido! E, pelo que tenho ouvido por aí, muitos mais portugueses que, por esta altura, já fazem contas à vida, porque o dinheiro lhes pertence por direito, lhes faz falta, e tarda em chegar.

Este ano, o prazo para entrega das declarações foi antecipado para 26 de março. Foi dito que o Ministério das Finanças queria acelerar os reembolsos de IRS, de quem tivesse tudo em ordem.

Foi também dito que, em meados do mês de Abril, já tinha sido efectuados reembolsos a milhares de portugueses. No entanto, só os começaram, supostamente, a fazer no dia 22 de Abril.

E têm demorado a chegar à conta bancária dos contribuintes, não se percebe muito bem porquê, porque as declarações foram consideradas correctas e liquidadas mas, pagamento, nem vê-lo.

Aqui em casa tivemos as duas situações: duas declarações entregues no mesmo dia, com uma diferença de 4 ou 5 horas, tiveram reembolsos em datas totalmente distintas.

A primeira, liquidada e a aguardar confirmação de transferência para o NIB a 22 de Abril, foi reembolsada a 24 de Abril. Aliás, comentei com o meu marido que não me lembro de ter recebido tão cedo em outros anos. 

Já a outra declaração, só foi liquidada a 24 de Abril, esteve até dia 4 de Maio a aguardar confirmação, e só foi paga a 5 de Maio!

Se a culpa é dos serviços tributários ou das entidades bancárias, não faço ideia. Mas alguma coisa se passa para que haja esta discrepância tão grande entre reembolsos, e quando os contribuintes até foram cumpridores e sensatos, não deixando para o último dia o cumprimento das suas obrigações! 

 

Como passar de bestial a besta num passe de mágica!

 

É impressionante como, durante anos, os/as ex companheiros/as foram excelentes maridos/ mulheres, pais/ mães excepcionais, pessoas dedicadas, amorosas, carinhosas, enfim, o sonho de qualquer mulher/ homem. 

E de repente, de um dia para o outro, as mesmas pessoas que antes teceram rasgados elogios, proferem agora duras críticas contra os/ as seus/ suas parceiros/ as.

Não digo que as pessoas não mudem com o tempo ou que, pelo contrário, sempre tenham sido assim. Mas, em primeiro lugar, não há necessidade de informar toda a sociedade de algo que só diz respeito aos envolvidos. Mais ainda quando existem filhos. Em segundo lugar, se alguém mudou e, com isso, originou a separação, o problema foi resolvido com a separação. Se, pelo contrário, a pessoa sempre foi assim, porque é que só ao fim de vários anos, quando se separam, falam nisso? E porque é que, a ser assim, estiveram tanto tempo juntos?

Isto tudo vem a propósito das novas declarações (ainda duram) de Manuel Maria Carrilho sobre Bárbara, depois do divórcio:

 

“A Bárbara (Guimarães) não sabe o que é educar. Para ela, educar é não haver limites. Tudo deve ser permitido, porque o que interessa é que eles gritem, se exprimam, saltem, berrem. Tudo deve ser natural. É aquilo a que chamo ‘o culto estúpido da espontaneidade’. Eu acho que não, que as crianças devem ser educadas no culto inteligente dos valores, e aprender a respeitar. A Bárbara não faz a mais pequena ideia do que é a educação, nunca fez”.

 

Será que só agora é que ele se preocupou com a educação dos filhos?! Talvez!

É típico de alguns pais, depois da separação, armarem-se em pais presentes, preocupados, zelosos, amigos e companheiros. Para "ficar bem na fotografia", tentar "ganhar" mais amor dos filhos ou, simplesmente, colocá-los contra o outro progenitor. 

Por isso, não é de admirar que Carrilho se tenha até "deixado convencer a ir ao McDonald’s, que é uma coisa que o filho só tinha conseguido fazer uma vez, no Dia do Pai”!

Mas, no final de contas, quem fica a ganhar são as crianças! Ou talvez não...

E, entretanto, enquanto vão reduzindo pessoas bestiais em bestas, transformam-se as bestas em pessoas bestiais, assim...num passe de mágica! 

Sobre as infelizes de declarações do arcebispo Jozef Michalik...

...acerca dos padres pedófilos da Polónia!

Porque será que determinadas pessoas tentam sempre sugerir que as vítimas dos mais variados crimes são sempre culpadas pelo que lhes aconteceu?

Se alguém é assaltado, a culpa é da vítima, porque tinha algo que os ladrões queriam!

Se alguém é atropelado, a culpa é sua, porque não viu o carro, porque não esperou, porque estava onde não devia!

Se uma mulher é violada, a culpa é dela. Deve ter tido algum comportamento que motivou o violador a fazê-lo!

Se o país está em crise, a culpa é do seu povo, que não se esforça para o pôr a andar para a frente!

Por isso já não me espanta que o arcebispo Jozef Michalik, líder do Episcopado na Polónia, ao comentar as revelações sobre padres pedófilos no seu país, tenha sugerido que as crianças eram parcialmente responsáveis pelos abusos sexuais sofridos por padres.

É óbvio que as crianças, na sua inocência e busca de atenção, afecto e carinho, seduzem os pobres padres e lhes pedem para cometer tais actos de carácter sexual. E os pobres padres, coitados, no cumprimento da sua missão de ajudar o próximo, ou porque antes de serem padres são homens e a carne é fraca, satisfazem assim tão nobre e inocente vontade.

É um perfeito absurdo! Mas é este o mundo em que vivemos. Aqueles em que é suposto nós confiarmos e que supostamente nos deveriam proteger de alguma forma (membros da igreja, polícia, instituições, família, amigos, etc.), são aqueles que cometem, muitas vezes, os piores crimes.

O arcebispo terá mais tarde pedido desculpa, e dado o dito pelo não dito, mas ninguém esquecerá, tão cedo, as suas infelizes declarações.

Feliz Dia de São Valentim

 

Hoje comemora-se o Dia de São Valentim, também conhecido por Dia dos Namorados!

E todos os anos, no dia 14 de Fevereiro, os casais trocam presentes e mensagens de amor, e planeiam surpresas para agradar a sua "cara-metade".

É muito comum os apaixonados, envolvidos no espírito romântico que simboliza este dia, fazerem as mais belas declarações de amor e até pedidos de casamento!

Claro que também há quem seja pouco dado a comemorações românticas e, para esses, será mais um dia igual a todos os outros.

Na minha opinião, o Dia dos Namorados é um dia tão especial como os outros dias especiais que inventaram para comemorar alguma coisa que, afinal, deveria ser lembrada e celebrada todos os dias.

Temos dias para todos os gostos - Dia da Mãe, Dia do Pai, Dia da Criança, Dia da Mulher e tantos outros, que no fim só servem para valorizar aqueles que se encaixam em algum desses dias, e relembrar os outros que ainda não podem celebrar porque não se enquadram no motivo da celebração.

E depois, há uma tendência a transformar estes dias numa operação de marketing, em que publicitam todo o tipo de bens materiais, cada vez mais sofisticados e financeiramente dispendiosos. Como que se o valor monetário do presente oferecido revelasse a grandeza dos nossos sentimentos e do nosso amor.  

Sou uma eterna romântica e, tendo namorado, também gosto de celebrar datas especiais como esta. Desde que a manifestação dos sentimentos, que levaram à celebração, seja constante e esteja igualmente presentes todos os dias, e não apenas neste...

 

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