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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Dicas para quem se quer dedicar ao voluntariado

 

“A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma.”, já dizia John Ruskin.

 

Decerto já procuraram, muitas vezes, um novo sentido para a vossa vida, um novo objetivo ou, simplesmente, uma ocupação. É nesses momentos que pode surgir a ideia do voluntariado. Porque não?

No entanto, enveredar pelo voluntariado não é uma decisão que devam tomar, e levar adiante, no calor do momento.

Há que ter em conta alguns aspetos fundamentais, antes de seguir adiante com esse desejo:

- não se devem tornar voluntários a pensar que vão receber, em troca, alguma recompensa material ou notoriedade por isso;

- devem entrar no mundo do voluntariado com a mente e o coração abertos, livres de qualquer preconceitos, e dotados de sensibilidade em relação à situação daqueles que pretendem ajudar;

- aquilo que vos move tem que ser, acima de tudo, a vontade de ajudar, de ser útil, de fazer a diferença, de dar o vosso contributo para um futuro melhor, de oferecer amor ao próximo e, em troca, tornarem-se pessoas emocionalmente mais ricas;

- é necessário terem disponibilidade – vão assumir um compromisso e têm que ter a certeza de que o podem honrar e cumprir;

- devem ter algum amadurecimento emocional e psicológico, uma vez que não sabem com que situações se podem vir a deparar;

- devem identificar-se com a missão para a qual se vão voluntariar;

- devem ter, igualmente, em conta que, para determinados tipos de voluntariado, será necessária formação específica.

Se consideram que preenchem todos estes requisitos, e que estão aptos a ingressar no mundo do voluntariado, então sigam em frente, e tenham em conta que, quando falamos de voluntariado, este não se refere apenas a ajudar outras pessoas, mas também os nossos amigos animais, que precisam, igualmente, de dedicação, cuidados e muitos mimos!

 

Texto elaborado para a primeira edição da revista online BLOGAZINE.

O Diário da Nossa Paixão

 

"Sou um homem vulgar,com pensamentos vulgares, e vivi uma vida vulgar. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome em breve será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e isso, para mim, é que contou."

 

Ainda existem amores como este?

Quero acreditar que sim!

 

O primeiro livro, de tantos que já li que, verdadeiramente, me emocionou!

Destaco os sentimentos que cada carta carrega, e que transmite a quem lê de uma forma única.

A dedicação, a generosidade e a simplicidade, em contraste com as imposições sociais, a riqueza e o poder.

A velhice, e tudo o que a ela está associado.

A doença de Alzheimer, a frustração de que a tem e sofre com ela, e a da família, que se sente impotente.

A importância da amizade, daquilo que podemos fazer para tornar a vida do próximo um pouco melhor, dos pequenos gestos.

E, acima de tudo, o amor verdadeiro, único, incondicional e intemporal, que sobreviveu a tudo!

Será que os milagres acontecem? Como dizia Noah "a ciência só pode explicar até determinado ponto, depois disso, fica por conta de Deus".

O filme é bonito, também emociona, mas não há comparação possível com o livro que, para mim, foi uma das melhores histórias de amor que já li. 

   

 

Sobre os casais que adoptam crianças…

…e depois as querem devolver!

 

 

Tenho uma única filha. Biológica. Até aos dois anos, sempre foi uma criança sossegada. A partir daí, mudou. Com a separação dos pais, ficou pior. Entre os 4 e os 7 anos, foram várias as birras que fez, só para testar os meus limites. Eu era a mãe, era comigo que vivia, era eu que lhe dava educação, que impunha regras, que não lhe satisfazia todas as vontades. O pai era um aliado! E eu, a má da história!

As birras começavam por nada em especial, mas começavam, e quase sempre acabavam mal. Muitas vezes a tive que arrastar de casa dos meus pais até à nossa, muitas vezes atirou com coisas, deu pontapés no que lhe aparecia à frente, tentou bater-me…Muitas vezes me disse que não gostava de mim, que eu era má, que queria ir viver com o pai, que preferia que eu morresse… Muitas vezes me enervei, chorei e pensei em lhe fazer a vontade, porque já não aguentava mais…

Mas não o fiz. Procurei ajuda para saber como lidar com toda essa situação, e aprendi a impor-me, a controlar-lhe as birras, a não mostrar o quanto isso me afectava. Hoje, com 9 anos, ainda tem uma ou outra birra, comum a todas as crianças, mas nunca voltou a ter aquele comportamento agressivo e revoltado.

Afinal, e como eu costumo dizer na brincadeira, “um marido podemos sempre despachar, mas um filho é para a vida”!

É esse pensamento que deve ter em mente quem pretende adoptar uma criança. O problema, é que nem sempre os casais que adoptam vêem essas crianças como seus filhos biológicos. Não é que os pais biológicos não abandonem os filhos, porque muitos o fazem. Mas, por norma, os “verdadeiros pais”, aqueles que sabem o real significado dessa palavra, nunca abandonariam um filho. E conheço pais adoptivos que foram mais “pais” que os biológicos.

O que acontece é que, não raras vezes, quem adopta, não está realmente preparado para esse passo, embora o pense. E só se apercebe disso depois de já ter a criança consigo. Ou não se apercebe. Provavelmente consideram-se óptimos pais. A culpa será da criança que é mal comportada, que tem problemas, que não teve uma infância fácil, que não é perfeita, que não é de todo o que tinham imaginado. Mas isso é algo que se resolve com facilidade: já que é um período experimental, devolve-se a criança. Ou troca-se por outra. Já que têm essa possibilidade, porque não aproveitá-la?!

E assim se reduz, de certa forma, uma criança a uma mercadoria, a um peso, a um objecto que afinal chegaram à conclusão que não querem e trocam por outro. Algo que, possivelmente, nunca fariam com um filho biológico. Escolhem o caminho mais fácil.

Mas que disse que ter um filho seria uma tarefa fácil. Nunca o foi, e nunca o será! Talvez para alguns casais não seja tão difícil do que para outros mas, definitivamente, fácil não é. E, se não estiverem cientes disso, então é preferível não iludir estas crianças que, tal como as outras mas, normalmente, mais sofridas, apenas querem uma família que as aceite como são e que as ajude a minorar ou ultrapassar os traumas do passado. Isso implica uma luta diária constante. E implica determinação, perseverança, educação, apoio, regras, limites, dedicação e, acima de tudo, amor!

Notas do 3º Período

Aqui estão os resultados de todo o nosso esforço e dedicação:

 

 

Língua Portuguesa - BOM

 

Matemática             - MUITO BOM

 

Estudo do Meio       - BOM

 

Inglês                      - MUITO BOM (embora não conte para nota, por ser uma actividade extra-curricular)

 

 

Para quem esteve um mês sem ir à escola, sendo que o restante tempo foi a primeira semana do 3º período e as duas semanas de fichas e provas, penso que tanto a professora como a médica e, claro, a minha filha, estão bastante satisfeitos com estes resultados.

Já a mãe, conhecida por ser um bocadinho exigente, estava à espera de melhor nota a Estudo do Meio, para que ela conseguisse, quem sabe, repetir a avaliação final do ano passado - Muito Bom - 95%.

Assim, não posso esperar mais do que uma avaliação final de Bom, apesar de saber que ela poderia ter feito melhor.

De qualquer forma, é de salientar a reviravolta da Matemática, pela qual fiquei muito feliz!

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