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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Música puxa música

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A minha filha estava a cantar uma música de uma série que vê. E eu, a detreminado momento, ao ouvi-la, lembrei-me de outra.

O problema, é que só me lembrava do ritmo, não da letra. E não fazia a mínima ideia de quem a cantava, a não ser que era um homem, e em português.

E, com essas premissas, só me vinha à mente o Fernando Daniel. Mas não era nenhuma das dele.

Se à coisa que me deixa danada e inquieta, é não descobrir quem é que canta uma música que gosto, mas não podia fazer nada com tão pouca informação.

 

 

Fui às compras.

Enquanto estava a ser atendida, por coincidência, toca a música!

Para meu azar, mal se ouvia e só apanhei 3 ou 4 palavras o que, para uma pesquisa, nem sempre basta.

 

 

Já pelo caminho, lá ia pensando no ritmo, naquelas palavras, e comecei a inventar algo que me soava bem, surgindo a palavra "longe". E veio o clique!

"Longe" é um tema do Nuno Ribeiro. Será que é dele? Ou eu estou a inventar o longe?

Mal cheguei a casa, pedi à minha filha para pôr essa música e, voilá, era mesmo essa! 

Mas como só a ouvi 2 ou 3 vezes, e só uma parte, nem me lembrei. Estava com a cabeça às voltas com o Fernando Daniel que, para mim, só podia ser ele!

Livros: aquele momento em que parece que nos saiu a lotaria!

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Sabem aquele momento em que achamos que já lemos os livros todos que temos em casa e, por mero acaso, descobrimos que, afinal, ainda existe por lá um livrinho pronto a ler, de que já nem nos lembrávamos?

É quase como descobrir que o nosso bilhete da lotaria tem prémio, ainda que pequeno!

 

Foi essa a sensação que tive quando, ao ler um post de uma blogger aqui no Sapo, me lembrei de que tinha comprado esse livro de que ela falava, que ainda estava dentro da caixa onde tinha vindo, e eu já nem me lembrava que o tinha. Para mim, já tinha lido todos os livros novos.

 

Agora, é arranjar um tempinho para usufruir deste inesperado "prémio"!

Eu e as novas tecnologias

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Primeiro dia: 

Aquilo toca e eu, surpresa e assustada, olho para aquilo como se estivesse perante um extra-terrestre!

Nem pensar em lhe pôr a mão em cima. Deixa estar, que se há-de calar.

 

Toca de novo, e eu lá me encho de coragem, carrego num botão de lado, e funciona! Consegui tirar o som!

 

 

Segundo dia:

Aquilo toca, e eu já sei como se tira o som. Mas convém atender a chamada. Por isso, muito a medo,lá me aventuro a tocar naquilo, a ver se resulta. Nada. Continua a chamar. Paciência.

 

Ideia brilhante - vou à net ver se encontro o manual de instruções da coisa. E quando voltou a tocar, atendi a chamada! Yeah :)

 

 

Terceiro dia:

Aquilo tem um som altíssimo. Dou mais um passo na minha descoberta, e consigo baixar o volume de toque. E, milagre, também consegui fazer chamadas!

Recapitulando - já consigo atender e fazer chamadas, e tirar o som. Só falta aventurar-me na escrita de mensagens. E, pronto, para mim é o suficiente!

Tudo o resto é supérfluo e desnecessário.

 

 

E quando se acabar a bateria, e tiver que o ligar? 

Pois, não faço ideia! 

Mas até lá, tenho tempo para ir descobrindo :)

 

 

 

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