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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Wook não percebo na wook!

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"Devido ao fenómeno meteorológico extremo que se abateu sobre a Região do Porto no dia 14 de março de 2018, o Centro Logístico do Grupo Porto Editora encontra-se encerrado desde essa data. 

Os danos verificados impedem o funcionamento deste nosso Centro Logístico durante as próximas semanas, não nos sendo, ainda, possível prever a data da sua reabertura. 
Por este motivo não nos é possível, neste momento, processar novas encomendas. 
 
A WOOK lamenta o incómodo daqui decorrente e está a envidar todos os esforços para que os nossos serviços sejam normalizados o mais rapidamente possível."
 
 
Este é o aviso que podemos ler, sempre que acedemos ao site, e tentamos fazer uma encomenda de livros.
No entanto, nesse mesmo site, continuam a divulgar promoções e descontos ao longo dos dias e, inclusive, enviam newsletters aos leitores, para que não percam as novidades e celebrações, como a de ontem, Dia Nacional da Poesia.
Mas, se acham que é por já estar tudo operacional, enganam-se. No final, podemos ler:
 
 

"Devido ao encerramento temporário do Centro Logístico, ainda não é possível o registo de novas encomendas na Wook. Contamos em breve retomar a atividade normal e servir os nossos clientes. Gratos pela compreensão."

 

Pergunto-me eu, que sentido faz promover descontos e ofertas, se não poderemos, nem nesses dias, nem tão cedo, usufruir dos mesmos?

Das promoções do Continente

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Num dia da semana passada fomos ao Continente comprar material escolar.

Aproveitei que lá estava, e comprei uma embalagem de croissants integrais, que já há meses não comia, e que estavam em promoção. A minha filha levou também uma embalagem de pão, e paguei estas duas coisas à parte, para não juntar com o material escolar, nem com a roupa.

Na altura achei caro, mas com três contas e vários sacos, nem liguei. Só em casa, ao ver o talão, e comparando com a embalagem dos croissants, percebi que tinha pago o preço normal, de € 3,20, e não o da promoção, de € 2,04. 

 

As operadoras de caixa dizem sempre, quando perguntamos pelo desconto, que os mesmos são no fim. Mas, mesmo assim, é preciso muita atenção. Ainda assim, aquilo intrigou-me, apesar de as máquinas também falharem.

No sábado, ainda antes de me dirigir ao Continente para reclamar, voltei a olhar para a embalagem, e então percebi o que se passou.

Na etiqueta da embalagem, com os ingredientes, validade e preços, vinha também a menção de que a promoção era válida até 22 de agosto. Eu tinha comprado os mesmos a 23, daí não ter assumido a promoção.

 

De qualquer forma, sendo uma promoção válida apenas até ao dia 22, o Continente não deveria ter aquelas embalagens à venda, no dia seguinte, com aquela indicação de promoção, fazendo publicidade enganosa. Deveria ter colocado nova etiqueta, com actualização do preço.

 

Felizmente, nem questionaram, e devolveram prontamente a diferença do valor pago a mais.

 

 

Com fantásticos descontos e omissão de informações, se enganam as pessoas!

 

Ontem chego a casa e o meu pai pergunta-me: "Conheces uma loja perto do restaurante X que tem lá na montra PAGAQUI"? Respondo-lhe que não.

Ah e tal, esteve cá hoje um senhor da Quercus e agora vamos passar a ter 15% de desconto na factura da luz, e paga-se nessa loja.

E dizia a minha mãe: "ah, mas o senhor disse que isto é sério, não estão aqui a enganar ninguém, tanto que logo em seguida comunicou para a colega e ela ligou para cá a confirmar".

Ora, toda esta conversa me soou muito estranha. O que é que a Quercus tem a ver com a EDP, e com essa tal loja onde se podem fazer pagamentos, e quem é que ia oferecer esse desconto, e por que motivo?

Mais estranho ainda me pareceu quando o meu pai disse que tinha assinado um contrato. Quando ele me passa os papéis que assinou para a mão, encontro a explicação!

Tinha acabado de mudar de companhia fornecedora de electricidade sem saber! Diz-me ele: "então mas eu disse que tinha a EDP Comercial e o senhor disse que não havia problema, que isto não ia interferir em nada, que não tinha nada a ver e que não ia perder nada"!.

Pois, digo-lhe eu, mas isto que tu assinaste é um contrato de fornecimento de electricidade com a Endesa!

Ligo para o contacto que o senhor tinha deixado ao meu pai, explico-lhe que não informaram correctamente o meu pai e que ele não percebeu que ia mudar de companhia, e que queria cancelar o contrato, ao que ele me responde que não tinha que fazer nada porque o contrato não tinha nenhuma fidelização, nem nenhum vínculo, e que quando recebesse uma nova chamada da Endesa era só dizer que não queria.

Desculpe? Um contrato por si só já é um vínculo, senão não seria necessário. E aqui no contrato assinado diz que para resolver o mesmo temos 14 dias, e é preciso ligar para um determinado número, ou enviar carta.

Ah, mas não é preciso porque o contrato, a partir da assinatura, leva 30 a 45 dias a ser activado, por isso quando lhe ligarem pode dizer que não quer.

Então e o que é que me serve de prova em como resolvi o contrato? A gravação telefónica? É porque vocês têm um contrato assinado pelo meu pai. Quem me garante que, daqui a uns tempos, não vêm dizer que o contrato está válido. Que garantia é que tenho que o contrato fica sem efeito?

A esta altura, já o homem estava a ficar passado, a querer ver-se livre de mim! Ele só dizia que o contrato ainda não era válido, e se dissesse que não queria ficava sem efeito. Depois, deu-me um outro número para eu ligar. E entretanto ficou de me enviar não sei bem o quê para o email porque a chamada estava muito má.

"Ah e tal, o que eu disse ao seu pai é que nós tínhamos vencido o leilão da DECO e estávamos a oferecer um desconto de 15%, mas se o seu pai não quer, não quer"!

Pois, mas em nenhum momento lhe explicaram que eram da Endesa, e que ao assinar o contrato convosco estaria a deixar de ser fornecido pela EDP Comercial, para passar a ser por vocês!

Claro que o logotipo da Endesa estava no contrato e nas restantes folhas que o meu pai assinou, e ele deveria ter visto e percebido o que estava a assinar. Ainda mais ele, que está sempre a aconselhar os outros a terem cuidado. Mas não o fez. Foi na boa conversa de vendedor, nos descontos, na omissão daquilo que não interessava falar, no não ter que se preocupar que nada muda, e foi bem enganado! 

Por isso, se vos aparecer (ou a familiares vossos) à porta, senhores como estes, informem-se bem antes de assinarem o que quer que seja. Principalmente pessoas mais idosas, que são mais susceptíveis de serem ludibriadas.

Não digo que o serviço não seja bom, que o desconto não compense ou que a pessoa não mude de companhia. Mas tem que estar ciente e bem informada do que está a fazer.

 

Mercado liberalizado de electricidade - questões a ter em conta

Como já referi num post anterior, o prazo para aderir ao mercado liberalizado de electricidade foi prolongado, dando aos utilizadores do actual serviço mais tempo para fazer uma escolha mais vantajosa.

No meu caso, porque estava satisfeita com a EDP Serviço Universal, e porque já tinha ouvido falar de pessoas que aderiram a outros serviços com a promessa de vantagens e descontos que não se vieram a verificar, não tive dúvidas em optar pelo serviço EDP Comercial.

A mudança foi muito cómoda – apenas tive que me dirigir a uma loja, que por acaso fica aqui a uns metros do meu trabalho, representante da EDP, e levar a minha identificação, a última factura e a contagem actual. A funcionária preencheu o formulário e recebi, uns dias depois, o contrato para assinar.

No entanto, para aqueles que só agora ou mais tarde vão pensar no assunto convém, em caso de dúvida, terem em conta alguns aspectos, antes de tomarem uma decisão.

As companhias eléctricas mais conhecidas, actualmente à disposição no mercado liberalizado, são a EDP Comercial, a Galp Energia, a Endesa, a Iberdrola e a Enat Electricidade.

O primeiro passo é comparar as diversas companhias comercializadoras de electricidade, nomeadamente quanto:

  • à qualidade e transparência do serviço prestado
  • às tarifas praticadas, e eventuais descontos
  • à oferta relativamente à sua situação económica (há empresas que poderão não ter a chamada tarifa social para famílias carenciadas)
  • potência que pretende contratar

Deixo-vos aqui alguns links que poderão ser úteis, com informação detalhada sobre as várias ofertas disponíveis, descontos praticados e conselhos sobre comparação e escolha de companhias eléctricas.

http://lojaluz.com/

http://lojaluz.com/faq/como-mudar-de-companhia-eletrica-luz

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