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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Vis a Vis: El Oasis, na Netflix

Vis a Vis, El Oasis: Todo sobre su esperado estreno | Minuto Colombia

 

Quando soube que iria haver este spin-off da famosa série, fiquei entusiasmada porque, de facto, era uma série da qual tinha gostado bastante, e queria ver mais.

Depois, veio a frustração, quando finalmente estreou, mas não estava disponível em Portugal.

Há umas semanas, recebi a tão esperada notícia de que o spin-off iria ser disponibilizado na Netflix Portugal, no mês de Abril.

 

E, agora que comecei a ver, total desilusão!

Não tem grande acção.

Cria ligações e situações forçadas, e vai repescar pessoas que já era suposto estarem enterradas.

A Zulema e a Maca, em vez de aprimorarem as suas habilidades, parece que perderam umas quantas fora da prisão. É o que acontece quando se fica muito tempo longe da escola!

 

Vis a Vis: El Oasis, vê-se.

Mas não tem nada a ver com as temporadas anteriores.

E não deixa saudades.

 

 

 

Começaram os Tira-Teimas no The Voice Portugal

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Começou ontem, ao vivo, a fase dos Tira-Teimas, no The Voice Portugal.

E, se as novidades foram muitas, tal como as alterações à dinâmica desta fase, nem por isso surpreenderam pela positiva.

 

O Conguito foi um daqueles erros de casting que de vez em quando se cometem.

Muito forçado, muitas vezes parecia que não sabia o que dizer ou perguntar. Parecia alguém que andou a estudar o guião mas, em directo, se esqueceu de algumas partes e ficou à nora. As tentativas de ter piada também não resultaram da melhor forma.

Nada a ver com a Mafalda de Castro, nas edições anteriores.

 

Equipa Marisa

Quanto às actuações, com a equipa da Marisa a apresentar todas as suas apresentações, esta deveria escolher os quatro que ficavam nas cadeiras no "tudo ou nada", ficando os restantes a votos, para o público escolher mais dois.

Como é óbvio, as primeiras quatro actuações ocupam as cadeiras e, depois, é substituir uns pelos outros. A Marisa começou, bem, por tirar a Rafaela e a Sara. Mas depressa descambou, ao tirar a Laura, para dar lugar à dupla Luciana e Pri. Tal como tirou o João, para dar lugar à Favela.

Relativamente à Laura, que é uma das concorrentes mais fortes da sua equipa, disse a Marisa que "sabia" que ela iria ter muitos votos e, por isso, seria salva.

Quando ela percebeu que assim não foi...

A cara de choque que a Marisa fez quando percebeu que a Rafaela tinha sido salva pelo público. E que, com a escolha do João, perdeu aquela que era uma das suas concorrentes mais fortes, e que ela achou que ia ter muitos votos. Terá ela percebido, naquele momento, o tamanho do erro que cometeu? Para mim, os seis justos seriam João, Laura, Susana, Carina, Luís e Favela. A Rafaela esteve bem melhor ontem, mas ainda assim não a via nas galas. A Luciana e Pri não foram felizes na sua actuação. A Sara Leite nunca me conquistou e acho que nem aqui devia ter chegado.  

 

Equipa Zambujo

Já na equipa do António Zambujo, parece que ninguém percebeu o que aconteceu ao seu concorrente Márcio Gonçalves, que não esteve presente e, ao que parece, ficou desde já de fora do lote dos 6 apurados para as galas, tal como os Talita Cayola e a Patrícia Pratas. Com a repescagem da Mariana, acabou esta por ganhar um lugar nas galas.

Apesar das boas vozes que tem na equipa, palpita-me que o Zambujo este ano vai levar o Tiago à final.

 

 

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Ficam agora por apurar os concorrentes da Aurea e do Diogo.

Mas a sensação que fica, já desde a fase das batalhas, é a de que estão a querer apressar o programa, não sei se para chegar às galas, ou se para acabar mesmo.

E não estou a gostar muito da forma como está tudo a ser despejado de enfiada, em cima de quem está, deste lado, a acompanhar.

 

 

Imagem: The Voice Portugalholofote

 

Fala-me de Um Dia Perfeito

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Existem dias perfeitos?

Ou dias imperfeitos, vividos por pessoas imperfeitas, que resultam em momentos perfeitos para cada um de nós, ainda que possam ser imperfeitos aos olhos dos outros?

 

 

 

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Numa destas semanas, recebi um email da Wook a anunciar o livro "Fala-me de Um Dia Perfeito". Li a sinopse, gostei, e adicionei à minha (cada vez maior) lista de livros a comprar.

Uns dias depois, recebo um email da Netflix a informar sobre a estreia do filme "Fala-me de Um Dia Perfeito". Vi que era sobre adolescentes mas, pelo resumo, não dava para ver muito mais. No final do dia até sugeri o filme à minha filha.

E foi nessa altura, ao pesquisar mais sobre o filme, que percebi que era a história do livro que eu tinha na minha lista. Embora com ligeiras diferenças.

 

 

 

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Como o filme não me custava nada, acabei por vê-lo antes de ler o livro.

Tinha lido que, no fim de semana anterior, este tinha sido o filme mais visto na Netflix. Queria perceber se, realmente, valia a pena.

E, sinceramente, não correspondeu às expectativas. Foi um filme, para mim, muito imperfeito, apesar das intenções perfeitas que lhe terão dado origem.

 

Se a intenção era alertar para a dificuldade em lidar com a perda de alguém que amamos e perceber como é difícil utrapassar essa perda, tudo isso foi muito mal explorado, e pareceu demasiado simples.

Se a ideia era consciencializar para a dificuldade em lidar com traumas do passado, e ultrapassá-los, também esse aspecto foi pouco desenvolvido e aprofundado.

Se pretendiam mostrar um pouco da beleza do estado de Indiana, também não foi um objectivo muito bem conseguido.

Se este era para ser um filme romântico, não se viu por ali muito romance, nem uma grande história de amor.

Se era suposto tocar-nos, emocionar-nos, a mim, não conseguiu.

Em certas partes, estava a dar mais sono, que outra coisa.

Parece que estavam com alguma pressa, juntaram ali tudo o melhor que conseguiram para fazer o mínimo sentido e pronto.

Como um puzzle, em que algumas peças não são bem dali mas, com jeitinho, até cabem e, à distância, ninguém percebe que não estão no sítio certo.

 

 

 

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O meu destaque vai para a interpretação de Justice Smith, que conhecemos de outro filme do género (bem melhor que este) - A Cada Dia - na pele de Theodore Finch.

Um jovem de 17 anos, com um passado ainda por resolver, que ele não consegue esquecer nem lidar com, e que o faz parecer, aos que o rodeiam e não o conhecem verdadeiramente, o "anormal".

Será ele o responsável para voltar a fazer Violet sorrir, e ultrapassar os seus problemas, após a morte da sua irmã.

E é ele que me leva a uma questão: "Podemos ajudar os outros, ainda que não nos consigamos ajudar a nós próprios? Servirão os conselhos que damos aos outros, apenas para eles, e não para nós? E porque, apesar de fazermos tudo para ajudar os outros, não nos permitimos, de forma alguma, ser ajudados?"

 

 

Ready or Not - O Ritual

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O filme tinha uma boa premissa:

Uma família louca, com uma estranha tradição de integrar os novos membros da família através de uma sessão de jogos de tabuleiro, e com uma crença vincada de que, se não cumprirem o ritual, morrerão.

 

Grace é a noiva, que de um modo subtil é aconselhada a não levar avante o casamento. No entanto, achando que é uma daquelas coisas que todos dizem aos noivos no dia do casamento, ignora, e casa-se com o herdeiro milionário da família.

Como manda a tradição, Grace é obrigada a participar, saindo-lhe a pior de todas as cartas. Agora, ela terá que jogar às escondidas, contra toda a família.

 

Os Le Domas têm até ao nascer do dia seguinte, para a matar, evitando a maldição que poderá cair sobre eles.

Grace, por sua vez, terá até ao nascer do dia para escapar com vida a todos os membros da família, ou morrerá.

 

 

A expectativa:

Ao longo do filme, assistimos a dois irmãos com atitudes distintas.

Alex, o noivo, que agora tenta ajudar a amada a escapar à tradição da família, afastou-se dessa mesma família porque não queria fazer parte destes jogos doentios e mortais, embora compreenda porque o fazem.

Já Daniel, cumpre a sua missão, embora não concordando e, sempre que possível, deixando para os outros os actos que ele não tem por que cometer, enquanto houver quem o faça por ele. 

São várias as vezes em que achamos que Daniel vai ceder, e ajudar a cunhada Grace. Será que ele vai mesmo fazê-lo, ou os laços de sangue, e a vontade de salvar a sua própria pele falará mais alto?

E Alex, conseguirá ele resistir à sua verdadeira natureza, ao legado que a família lhe está a transmitir?

 

 

A surpresa:

Grace dá luta do início ao fim, mas é apenas uma, contra todos.

Ainda assim, o filme reserva-nos duas surpresas, uma positiva e outra negativa. 

É a prova de que nem tudo o que parece, é.

 

 

A desilusão:

Quando se chega ao fim, o final é tão absurdo que acaba por ridicularizar e descredibilizar todo o filme.

E ficamos a pensar: "uau, que treta de filme"! 

Se era para acontecer o que aconteceu, mais valia fazê-lo com garra, com realidade, com luta, não com uma fantasia ultrapassada.

Da euforia à desilusão em escassos segundos!

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Antigamente, aqui na clínica, o horário das análises era das 08h às 10h, e por ordem de chegada, o que significava ter que acordar cedo para chegar cedo e despachar cedo, até porque não tínhamos muitas opções.

 

A minha filha tem que fazer análises, e queremos aproveitar que está de férias da Páscoa, para não faltar. Ao mesmo tempo, a ideia é eu própria não ter que faltar ao trabalho.

Portanto, apesar de a clínica ter mudado de instalações, para mais perto de casa, ainda assim sabíamos que teríamos que acordar cedo no dia escolhido. De qualquer forma, liguei para lá a confirmar o horário, e se era necessária marcação.

 

 

A euforia:

O horário das colheitas é das 07.30h às 15.30h.

"Que fixe! Dá para ir lá à hora de almoço, e não é preciso acordar cedo.", pensei eu. 

 

A desilusão:

Não funciona por marcação, é por ordem de chegada, mas para fazer essas análises tem que vir em jejum.

 

 

Lá se foi a felicidade de não ter que acordar cedo!