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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Da euforia à desilusão em escassos segundos!

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Antigamente, aqui na clínica, o horário das análises era das 08h às 10h, e por ordem de chegada, o que significava ter que acordar cedo para chegar cedo e despachar cedo, até porque não tínhamos muitas opções.

 

A minha filha tem que fazer análises, e queremos aproveitar que está de férias da Páscoa, para não faltar. Ao mesmo tempo, a ideia é eu própria não ter que faltar ao trabalho.

Portanto, apesar de a clínica ter mudado de instalações, para mais perto de casa, ainda assim sabíamos que teríamos que acordar cedo no dia escolhido. De qualquer forma, liguei para lá a confirmar o horário, e se era necessária marcação.

 

 

A euforia:

O horário das colheitas é das 07.30h às 15.30h.

"Que fixe! Dá para ir lá à hora de almoço, e não é preciso acordar cedo.", pensei eu. 

 

A desilusão:

Não funciona por marcação, é por ordem de chegada, mas para fazer essas análises tem que vir em jejum.

 

 

Lá se foi a felicidade de não ter que acordar cedo!

O Boneco de Neve - o filme

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Um dia, por acaso, calhei abrir uma daquelas revistas do Lidl na página de entrevista, ao actor Michael Fassbender, que desconhecia.

No espaço de poucas semanas, também por mero acaso, já vi dois filmes com o actor! E fiquei a saber que até mora cá em Portugal.

 

O último filme que vi com este actor foi Boneco de Neve.

Nunca li o livro, mas sempre me chamou a atenção e, quando soube que ia dar o filme, pus a gravar e estava com uma grande expectativa para o ver.

Foi uma total desilusão.

 

O filme é aborrecido, sem grande acção, sem grande suspense. As cenas que deveriam ser mais chocantes, não provocam grande coisa.

O boneco de neve é um mero acessório.

Há momentos em que é fácil nos perdermos, por não captar a nossa atenção e nos virmos, de repente, com novas personagens introduzidas que não sabemos que papel, ou interligação com toda a história, têm.

 

Fiquei também chocada com o estado do actor Val Kilmer, e a dificuldade com que o mesmo falava (dizem que é devido ao cancro que tem, que ainda está a tratar).

 

Diz quem leu o livro, que o filme "assassinou" a história do mesmo. Que o livro é muito melhor, e nada tem a ver com o que transpuseram para o grande ecrã.

Quanto a isso, não posso falar, mas sei que o filme vai ser apagado das gravações, sem deixar saudades!

Como Tudo Acaba

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"Como Tudo Acaba" é o novo filme da Netflix, que estreou na passada sexta-feira, e que conta com a participação de Theo James e Forest Whitaker nos principais papéis.

O trailer não desvendava muito, tanto poderia ser um filme cheio de acção, como nem tanto, por isso, nada como ver o filme e tirar as teimas.

 

 

O filme é enorme, e perde tempo a mais com cenas que nada acrescentam ao filme, nem contribuem para nada específico, a não ser preencher o tempo.

Temos o casal apaixonado, futuros papás que acabam de fazer a primeira ecografia, e despedem-se logo em seguida, tendo ele o papel ingrato de ir falar com o sogro, com quem tem uma relação difícil, e pedir a mão da filha em casamento.

O jantar não corre bem, com acusações mútuas e palavras que não deveriam ter sido ditas. No dia seguinte, durante uma chamada entre Will e Sam, algo acontece.

Sem qualquer informação sobre o sucedido, mas com a energia cortada e sem poder viajar de volta, acaba por embarcar com o sogro numa aventura pela estrada, para salvar a sua amada grávida.

 

 

Um filme que pouco explora os acontecimentos que estão a ocorrer, preocupando-se mais com as picardias entre genro e sogro, com os perigos nas estradas desertas.

E com a introdução de uma personagem que não se percebe bem que objectivo tinha na trama.

Vale pela mudança de Will, de menino betinho para homem de garra, capaz de enfrentar o perigo quando nem acreditávamos que fosse capaz de cometer uma infracção mínima. Vale pela relação que se vai desenvolvendo entre ele e o sogro. Mas pouco mais. 

 

 

Como tudo acaba?

Acaba sem sabermos o que aconteceu, sem sabermos o que vai acontecer, sem saber para que serviu todo o filme.

Provavelmente, acaba com toda a humanidade extinta. 

Mas, para isso, teremos que fazer nós o final que acharmos mais provável.

Chegamos à parte mais emocionante de todo o filme e, quando pensamos que é naquele momento que as coisas vão aquecer, acaba.

 

 

Será que é essa a lição a tirar: que tudo o que é bom na vida acaba quando está na melhor parte?

Do cinema do fim de semana #1 - Baywatch

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Vi o filme Baywatch.

Gostei do filme, diferente do que estou habituada a ver ultimamente, mais leve, mais divertido.

Mas da série Baywatch tem muito pouco, ou mesmo nada. E esse foi um dos factos que me desiludiu.

 

O que gostei:

A exclusão, de um candidato a recruta, das provas de selecção, por ter gozado com outro candidato.

Algumas lições que o Mitch quis dar a Matt sobre trabalho de equipa, entreajuda, sobre não achar que se sabe tudo, e que se pode passar à frente de tudo, por conta de uma cunha e de um passado brilhante, antes da decadência. E sobre como,para se salvar alguém, não se deve colocar os outros em perigo.

 

O que não gostei:

De uma forma geral, terem utilizado pos nomes de personagens da série para dar às personagens do filme. Não havia necessidade, poderiam ter optado por novas personagens até porque, ao fim de tantos anos, seria normalíssimo que os nadadores salvadores e até o tenente Mitch tivesse deixado de trabalhar naquela praia.

 

Estou habituada a ver a Pryanka Chopra noutro registo, e não me convenceu muito como mulher fútil e criminosa.

 

O Zac Efron parece mais um bimbo caído ali de paraquedas, do que propriamente aquele tipo de nadador salvador atraente, charmoso e de fazer derreter corações, a que estava habituada na série.

 

A participação especial da Pamela Anderson e do David Hasselhoff, da forma como a inseriram no filme, era desnecessária e não acrescentou nada. Só serviu para ver como envelheceram.

 

Queria ter visto mais salvamentos e cenas relativas à vida na praia, ao verão, ao trabalho dos nadadores salvadores, ao romance e até, um maior tempo de antena à selecção dos novos recrutas.

 

A determinada altura, já estou como a personagem que interpreta o polícia: deixem o trabalho da polícia, para a polícia. É que, basicamente, parece que os nadadores salvadores trocaram o fato de banho, as torres de vigia, as boias e as técnicas de salvamento, para vestirem a pele de detectives, e se dedicarem ao serviço de investigação, espionagem. E, para isso, poderiam ter feito um filme qualquer, com quaisquer personagens.

 

Baywatch, o filme, decididamente, nada tem a ver com a série que quiseram homenagear e perpetuar.

Um raio nunca cai duas vezes no mesmo sítio

Festival da Canção: Diogo Piçarra é o grande vencedor da segunda semifinal (e já são conhecidos todos os finalistas)

 

(imagem SAPO24)

 

O que me apraz dizer sobre esta segunda semifinal do festival da canção?

De uma forma geral, cada música era pior que a outra, daquelas que dá vontade de andar para a frente, não fosse o facto de estar a ver em directo, um impedimento.

 

Ouvi a música do Diogo Piçarra e, logo no início, na parte instrumental, veio à minha mente outra música, o que me deixou com a sensação que ele teria ido "roubar" essa parte a algum lado. Era a música sobre a qual eu tinha maior expectativa, e acabou por ser uma decepção.

 

Ouvi a música da Isaura, na voz da Cláudia Pascoal, e percebi que a Cláudia canta, de uma forma geral, todas as músicas da mesma forma, e com algum excesso de teatralidade. Se em algumas músicas resulta, noutras estraga. Ainda assim, a música não é má.

 

Ouvi a música do Armando Teixeira, na voz da Lili, e foi a única que me ficou na cabeça, o que quer que isso queira dizer. Gostei da música, e da forma como a Lili a interpretou.

 

Finalmente, Peter Serrado, um lusodescendente que quis vir participar no festival português, e acabou por interpretar a música mais "comercial", de todas as que passaram nesta edição. Foi a que mais gostei, independentemente de ser cantada em inglês, e de não ser, de todo, uma potencial favorita a representar o nosso país.

 

Como se costuma dizer, um raio nunca cai duas vezes no mesmo sítio, por isso, qualquer que seja a escolha, não vamos vencer novamente. E se a inovação do Salvador resultou, não quer dizer que a fórmula volte a funcionar nos anos seguintes. Por isso, poderiam ter escolhido melhores músicas.

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