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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

É possível desligar das redes sociais por uns dias

A importância das redes sociais no mundo empresarial

 

Quando se tem algo para fazer, que nos ocupe o tempo e seja mais útil ou prazeroso.

Em duas semanas de férias, raros foram os momentos em que peguei no telemóvel ou no computador, em que vi notícias ou o que quer que fosse na televisão.

No meio de tudo o que havia para fazer, a prioridade no tempo sobrante era dormir.

 

Mas se senti alguma falta daquela incursão pelas redes, o que mais se destacou foi a falta de escrever.

Não que tivesse muito para escrever.

Mas é um hábito que não se perde (nem quero) facilmente.

E, ao fim de alguns dias, a vontade surge.

Ainda que a falta de assunto continue a travar a escrita.

 

As férias estão a terminar.

Como referi no último post, estando a praia posta de lado, a escolha entre passar os dias sentada num sofá a não fazer nada, ou levar a cabo as pinturas que vinham há anos a ser adiadas, foi fácil.

Trabalho feito, senti que precisava de uns dias para descansar, e assim dei um presente a mim mesma de um dia a mais de férias.

Para pôr a leitura e a escrita em dia. E descansar o corpo.

 

Do que vou mesmo sentir mais falta, é de poder acordar sem despertadores. Naturalmente.

Reparei que acordar cedo e com hora marcada não me dá saúde, mas uma dor de cabeça no resto do dia.

Talvez seja até voltar a habituar-me à rotina.

Amanhã é o último dia em casa.

Setembro marca o regresso.

 

 

A todos aqueles que fazem inquéritos/ questionários por telefone...

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... e a quem os obriga a seguir um longo guião pré definido:

 

Debitar uma grande quantidade de informação de uma só vez, no sentido de explicar o que estão a fazer, não vai captar a atenção de quem está do outro lado. Pelo contrário, a pessoa vai perder-se e deixar de prestar atenção ao que lhe estão a dizer. E, às tantas, querer desligar a chamada!

 

 

Assim, para aqueles que ainda atendem essas chamadas, e que até se predispõem a ouvir ou a responder às questões colocadas:

 

- Ao invés de debitarem de uma só vez a informação, notando-se que estão a ler o guião, é preferível o improviso, explicar a informação de forma interventiva com quem está do outro lado, para que não perca o fio à meada, nem adormeça pelo meio

 

- Sejam claros e objectivos - estar com muita conversa que não serve para nada, para chegar a algo que se poderia dizer de forma sucinta, cansa

 

- Nem sequer tentem fazer inquéritos/ questionários com dezenas de questões - as pessoas até podem ter boa vontade e querer colaborar, mas isso é um abuso e, por certo, não conseguirão que muitas aguentem até ao fim, sem se desculparem com a falta de tempo e paciência, e desligarem a chamada

 

A ficar sem bateria...

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Como um telemóvel viciado, com algum tempo de uso, acho que já não consigo alcançar a bateria completa, representada pela cor verde. 

Mas há-de ser no laranja que ando desde o regresso das férias do ano anterior, até ao início do ano seguinte, altura pela qual passo a andar ali pelos dois tracinhos de bateria, com tendência a reduzir, à medida que o ano vai avançando.

Quando chega à vespera de ir de férias, ao invés de a energia aumentar, sinto ela a escapulir-se por entre os dedos pelo que, hoje, estou apenas com um traço de bateria, e já a começar a apitar, a avisar que é preciso recarregar brevemente, correndo o risco de chegar amanhã, último dia de trabalho, e desligar-me completamente, logo agora que a primeira semana de férias está à porta.

 

Depois, é tentar que na semana de férias (muito pouco para tantos meses de trabalho) consiga voltar ali à meia carga, para sobreviver a mais um mês de trabalho, até voltar a ter férias, e conseguir a proeza de subir para o estado laranja, e repetir todo o ciclo!