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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Welcome/ Goodbye - uma questão de perspectiva!

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Esta manhã, ao vir para o trabalho, passei por uma casa que tinha um tapete destes à porta, nesta exacta posição.

Pensei: o tapete está ao contrário, deveria estar o "welcome" virado para fora, como que a dar as boas vindas a quem chega, e o "goodbye" virado para dentro, como que a despedir-se de que sai de casa.

 

Mas, vendo bem as coisas e, na situação de pandemia e restrições em que nos encontramos, percebi que esta posição do tapete faz todo o sentido.

Numa época de isolamento social, em que nos é recomendado "fique em casa", quem ali se dirigir leva logo o recado "goodbye", ou seja, volta pelo mesmo caminho que vieste, que agora não podes entrar aqui. E quem está dentro de casa e se sentir tentado a sair percebe, ao se deparar com o "welcome" que é dentro de casa que é bem vindo, e por isso fica por lá.

Por outro lado, quando se acabar o isolamento, o "welcome" poderá ainda ser interpretado como "bem vindo de volta à rua" ou "bem vindo de volta ao mundo exterior"!

 

É tudo uma questão de perspectiva.

E para vocês, qual das posições faz mais sentido, e como a interpretam?

 

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Como Treinares o Teu Dragão: O Mundo Secreto

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Por norma, quando falamos de filmes para os quais são feitas sequelas, ou que fazem parte de triologias, ficamos sempre de pé atrás, quando o primeiro é bom, e eleva a fasquia para os próximos.

Por norma, os seguintes, quase sempre, desiludem.

 

 

"Como Treinares o Teu Dragão" não é um filme para todos os gostos. Penso até, que com poucos fãs, quando comparado com outros filmes de animação.

Deparei-me com o primeiro por acaso. Acho que foi uma oferta. Tínhamos que escolher e calhou este. Vimo-lo em casa. Adorei!

Não sei porquê, o dragão fez-me automaticamente associá-lo à nossa Tica (na altura, ainda entre nós).

Chorei, como uma boa lamechas que sou!

Esta é uma história de amizade, e superação de limitações.

 

 

Quando saiu o segundo filme, quis ir vê-lo ao cinema.

Fomos os três. Saí da sala a chorar baba e ranho.

Para grande surpresa minha, tinha conseguido superar o primeiro.

Foi uma montanha russa de emoções, em que senti tudo o que as personagens estavam a sentir.

Esta segunda história, é um reforçar de uma amizade, que sobrevive a tudo e todos os que a querem destruir.

É um crescimento conjunto, uma evolução conjunta, dois amigos inseparáveis, a tentar proteger os seus mundos, juntos.

 

 

De repente, fico a saber que estava a caminho o terceiro filme da saga.

Com o segundo filme a superar, e muito, as expectativas, e já com tudo o que havia para a acontecer, passado nos anteriores, o que poderia este terceiro filme trazer de diferente?

Desta vez, vimo-lo em casa.

Tirando uma vez, em que as emoções ameaçaram aflorar, a primeira hora do filme foi uma total desilusão.

Dragões e vikings aos molhos, um vilão pouco convincente, nada de novo...

Mas eis que, quando eu achava que ia escapar ao mar de lágrimas habitual, o raio do filme põe-me a chorar novamente!

Porque o que acontece, é aquilo que todos nós, em determinados momentos da nossa vida, também vivemos: decisões, amar os outros e, por isso, querer vê-los felizes, mesmo que isso implique ficarem longe de nós, aprender a viver e reconhecer que o nosso valor vem de nós, e não apenas de quem nos acompanha, embora nos complemente. 

É uma história de partida, de separação, de despedida, de fazer o certo, ainda que nos custe.

Mais uma vez, lembrei-me da nossa Tica.

 

 

Nesta última história, decidiram apostar numa nova personagem: a Fúria da Luz!

Ela é linda, e faz um belo par com o Fúria da Noite.

Mas, digo-vos, podiam tirar todos os restantes personagens, incluindo esta "dragoína", como lhe chamamos, que a história continuaria a fazer sentido porque, afinal, esta é a história do Hicup e do Desdentado!

 

 

Esta é a história dos pais, que cuidam dos filhos e os vêem crescer, para depois ganharem asas, voarem, e formarem as suas próprias famílias.

Esta é a história dos animais que cuidamos e, um dia, partem. Ou temos que deixá-los partir, ainda os quisessemos ter ao nosso lado, porque é o melhor para eles.

Esta é a história das amizades que, mesmo à distância, não se esquecem nem acabam, ainda que tenham seguido caminhos diferentes.

Esta é a história do amor incondicional, que nos guia para que possamos tomar as melhores decisões, não só para nós, mas também para os que amamos.

E é, também, a história sobre acreditarmos no nosso valor, nas nossas capacidades, na pessoa que somos!

 

 

Continuo a afirmar que o segundo filme foi o melhor dos 3. Porque foram emoções do início ao fim, e muito fortes.

Mas acabou por valer a pena ver o último!

Presentes de despedida para colegas e amigas de turma

Estamos a dois dias do final das aulas.

E este será um ano de despedida para a maior parte deles.

Escolas diferentes, cursos diferentes...

É certo que, para aquelas colegas/ amigas que vivem por perto, será mais fácil, mas o tempo para se verem ou estarem juntas será pouco. E depois, haverá aquelas que se mudam, para outros destinos.

Por isso, achámos que seria bom oferecer uma lembrança de amizade àquelas mais especiais. Para que nunca se esqueçam daquilo que viveram juntas.

A ideia era comprar umas caixas maiores, e as letras dos nomes da cada uma, para colar.

Mas não havia letras. E acabámos por comprar estas, mais pequenas.

Cada caixa tem uma decoração, que foi pintada em casa, com um significado para cada uma das amigas.

No interior da tampa, colámos uma foto da minha filha com a respectiva amiga e, dentro da caixa, mais fotos e uma mensagem para cada uma delas.

 

 

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A caixa escolhida para a amiga Iara.

No início, pareceram-nos pássaros. Depois, percebemos que não. 

Mas foi com essa intenção que a escolhemos.

Um espírito livre, que consegue mostrar a sua essência quando se solta e pode ser ela mesma, sem que isso a faça perder o rumo, sabendo que pode voltar para o seu poiso a qualquer momento, onde estará em segurança, protegida, e onde estarão sempre a família e os amigos. 

 

 

 

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Esta foi escolhida para a sua amiga Sara.

A árvore da vida, das conquistas, da amizade.

Porque é alguém que persegue os seus sonhos e que vai onde os mesmos a levarem. E, conforme vai realizando os sonhos, conquistando os seus objectivos, vai acrescentando experiências à sua vida e, com elas, também novas amizades por onde passa!

 

 

 

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E esta, para a amiga Bea.

Uma amizade que foi florescendo, tal como elas foram desabrochando, ao longo dos últimos 3 anos que passaram juntas.

Uma amizade que tornou a vida mais simples, mais alegre, mais especial, com a partilha de muitos momentos dentro, e fora da escola, que nunca serão esquecidos.

Que as flores não murchem, e continuem a abrilhantar o jardim da amizade.

 

 

Gostaram da ideia?

Por aí também costumam fazer estas coisas?

 

Inominável: 3º aniversário e despedida

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Tudo na vida tem um início e um final.

A Inominável celebra este mês o seu terceiro aniversário, e é em festa que se despede de todos os leitores que a acompanharam ao longo destes três anos!

 

Nesta edição de despedida, não faltam bons motivos para se juntarem à festa:

- a Agenda Inominável, com as melhores sugestões para os meses de Outubro e Novembro

- o "Cá por Casa" especial sobre o tempo, pela Magda Pais

- Musicalizando, com Bárbara Bandeira

- Combater a Diabetes, com a Margarida

- uma viagem até à Madeira, com a Ana

 

e muito mais, a não perder, na INOMINÁVEL!

 

Contagem decrescente para o início do novo ano lectivo

Resultado de imagem para 2018/2019 ano letivo

 

Setembro chegou.

Alguns dos professores colocados já entraram ao serviço.

O calendário escolar já está definido.

Aguarda-se a publicação de turmas e horários.

Os alunos já começam a fazer o aquecimento, e a direcionar-se para o ponto de partida.

A qualquer momento, pode soar o sinal que indica o dia certo no qual irão iniciar esta nova prova, e que marca o arranque de mais um ano lectivo.

Provavelmente, já há livros e cadernos plastificados e etiquetados em casa, prontos a ser descobertos, utilizados, preenchidos. Já há mochilas, estojos e material novo a aguardar a sua vez.

As agendas estão a postos para a marcação de trabalhos, testes e exames, para que não haja esquecimentos ou atrasos.

Fazem-se resoluções de que este será “o ano”: o ano em que se vão dedicar mais aos estudos, o ano em que vão estar mais focados, o ano em que tudo correrá melhor.

Para muitos, será o início de uma longa etapa. Para outros, a despedida, o derradeiro ano. Para alguns, um ano de transição, que marca o fim de um ciclo, para dar lugar a outra etapa. Entre aquilo a que já estão habituados e que terão de deixar para trás, e o desconhecido que virá no ano seguinte.

A bateria está carregada de determinação, entusiasmo, alegria por rever os velhos colegas, curiosidade para descobrir os novos, apreensão quanto aos professores que se mantêm, e os que pegarão na turma pela primeira vez.

Aproveitam-se, como podem, os últimos dias de férias para acabar aquela série, deitar e acordar tarde, e não fazer nada, porque falta mesmo muito pouco para o regresso à rotina.

Está oficialmente aberta a contagem decrescente para o início do novo ano lectivo!

Boa sorte a todos!