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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Quando o despertador não toca...

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...o corpo é que paga!

 

É suposto levantarmo-nos, no máximo, às 7 horas, para as 08h/ 8h10m sair de casa.

Hoje, o despertador não tocou. Estava acordada, mas estava à espera que tocasse. Como estava a demorar, lembrei-me de ver as horas.

Eram 7h20m!

Chamei logo a minha filha e disse-lhe para se despachar, que eu ia fazer o mesmo.

Entre a higiene, o vestir, comer, tratar das gatas, fazer a cama, e ainda fritar douradinhos para o almoço, conseguimo-nos despachar até uns minutos antes do habitual, e deixei-a mais cedo que o costume na escola.

 

Na brincadeira, até lhe disse: se calhar o melhor é começarmos a acordar sempre a esta hora!

Coisas que só me acontecem a mim IV

 

Num dia, acordar com o despertador a tocar às 6 horas, e perguntar-me por que raio está a tocar tão cedo? Depois lá me lembrei que tinha razão, sim senhor. Estava a tocar a essa hora porque está programado para isso nesses dias em que a minha filha entra mais cedo na escola e, por isso, também eu tenho que me levantar mais cedo.

No dia seguinte, desligar o despertador, adormecer, acordar e ficar à espera que ele toque a segunda vez. Como estranhei nunca mais tocar e parecer ter passado tanto tempo, decido olhar para o telemóvel para ver as horas. E levantei-me mais depressa que um foguete! Tinha que me ter levantado quase uma hora antes! O que vale é que, a correr, consegui despachar-nos a tempo e horas!

Noite Agitada

 

 

Diz-se que as noites foram feitas para dormir, mas por vezes é difícil pôr em prática essa teoria!

E o problema nem foi o de me deitar tarde. Até me deitei relativamente cedo.

O que aconteceu é que não me deixaram aquecer o lugar na cama. Estava eu no meu primeiro sono quando acordei, ao som da minha filha a soluçar, e tive que me levantar para ir ver o que se passava.

Embora desconfiasse que era do joelho, que ela tinha esfarrapado na escola, não era desse mal que ela se queixava, mas sim do ouvido. Pensando que era de estar sempre deitada naquela posição, disse-lhe para se virar para o lado oposto e tentar dormir. Voltei para a cama.

Minutos depois, ouvi-a novamente! Levantei-me e pus umas gotas que a médica tinha receitado a semana passada (e cujo tratamento já tinha terminado), para ver se resolvia a questão. Voltei para a cama.

Como não há duas sem três, mal tinha acabado de me deitar, já ela chorava com dores! Levantei-me e, desta feita, dei-lhe uma colher de Brufen.

Eram quase 2 horas e, dali a pouco mais de quatro, estaria o despertador a tocar. Prevendo que ia ser uma noite a saltitar de um quarto para o outro, resolvi praticar uma noite de co-sleeping!

Peguei nela ao colo, levei-a para a minha cama, e foi remédio santo! Adormeceu agarrada a mim e só acordou de manhã, quando a fui chamar!

Já a mesma sorte não tive eu, que além de ter demorado a adormecer, ainda tive que aturar um despertador maluco que teimou em me acordar de 3 em 3 minutos!

Está mais que visto que era uma noite predestinada a não dormir!

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