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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Primeiro dia de Agosto e eu...

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... ainda só consegui apanhar duas tardes razoáveis de praia

... ainda não consegui largar o casaco durante o dia (por vezes até dois)

... ainda durmo com a mesma roupa de cama que tinha no inverno, e tapada até ao pescoço 

 

 

Estamos em Agosto, meados do verão, e nem parece que ele chegou.

Longe vão os tempos em que vínhamos da praia quase às 20h, e havia apenas aquele ventinho fresco. E os dias pareciam maiores.

Este ano, parece que ainda estou algures entre o outono e a primavera envergonhada, às 18h já quase não se pode andar na rua e os dias parecem mais pequenos.

 

E se, há uns anos, nesta altura, as nossas gatas andavam por todos os cantos da casa à procura de um sítio fresco para se deitar, ainda na noite passada, uma delas quis ir para dentro da cama dormir!

Fiz um teste de personalidade e...

Teste de personalidade

 

... foi este o resultado, tendo em conta que a primeira diferença que vi na imagem foi as "Flores":

 

"Tens uma visão muito especial da vida. Dás importância para as coisas mais simples, que muitos optam por ignorar, e trazes uma nova perspectiva para todas as situações da tua rotina.

Consegues fazer o dia de alguém mais feliz com apenas algumas palavras ou um abraço, e tens uma grande capacidade de entender as pessoas apenas olhando nos olhos.

Além disso, também és muito forte e motivado. Dás o seu melhor em tudo aquilo que fazes e não vês os outros como competidores, mas como parceiros, e sempre te mostras presente para oferecer apoio àqueles que mais precisam. A tua natureza criativa e a tua dedicação são qualidades realmente especiais."

 

 

Penso que, de uma forma geral, combina comigo mas, verdade seja dita, à excepção do sol, qualquer um dos outros resultados tem aspectos com os quais me identifico!

 

Podem fazer o vosso AQUI

 

 

 

 

 

Será consequência da idade?

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Pensar que a vida é curta demais para nos deixarmos contagiar pelo mau humor dos outros, para deixar que alguém, cujo dia não está a correr bem, consiga afectar o nosso dia, descarregando em nós aquilo que os frustra?

 

Dar cada vez menos importância a coisas e situações em que, antes, ficávamos a matutar e a remoer o tempo todo?

 

Ver determinadas pessoas com outros olhos e perceber que, algumas dessas pessoas com as quais antes até nos identificávamos, e poderiam fazer parte das nossas vidas, são aquelas que hoje, quereríamos bem longe e não têm nada a ver connosco, nem com a nossa forma de ser e estar na vida?

Queremos mesmo pessoas iguais a nós ao nosso lado?

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Ouvimos, muitas vezes, no que respeita ao amor, a afirmação de que os opostos se atraem. Mas será mesmo assim?

São as diferenças entre as duas pessoas, que fazem com que se encaixem uma na outra, e a relação resulte?

Até que ponto serão, as diferenças, algo de positivo para a relação? Até que ponto elas condicionam o sucesso ou o fracasso da mesma? Até que ponto deixam de ser aceitáveis?

 

 

Por outro lado, será que procuramos, do outro lado, alguém exactamente igual a nós? Que pense da mesma forma, que aja da mesma forma, que tenha os mesmos gostos, ideais, feitio? Que seja uma "cópia" de nós?

Até que ponto isso não tornará a relação monótona, aborrecida, sem nada de novo a acrescentar? Até que ponto conseguimos conviver com alguém com as mesmas qualidades mas, também, com os mesmos defeitos?

Até que ponto as semelhanças funcionam melhor que as diferenças, numa relação?

 

 

Dizia a Graça, concorrente do Casados à Primeira Vista, em resposta à pergunta sobre se queria ao seu lado uma pessoa como ela mesma, que isto de que os opostos se atraem é coisa do século XX, e não do século XXI.

Mas, será que queremos mesmo pessoas iguais a nós, ao nosso lado?

 

 

Correndo o risco de mais um "lugar comum", penso que o segredo está num meio termo, entre as diferenças e as semelhanças.

Se, no início, até podemos ficar encantados com as diferenças, com o tempo, podemos perceber que elas nos afastam mais do que juntam. No entanto, há diferenças que nos fazem falta, para nos equilibrar. Por exemplo, se um é demasiado sério, o outro equilibra com a sua alegria; se um é mais gastador, o outro equilibra ao poupar mais; se um é mais infantil, o outro equilibra com a sua postura mais adulta; se um é pessimista por natureza, o outro equilibra com o seu optimismo, e por aí fora.

Por outro lado, se até nos identificamos de imediato com as semelhanças e tudo corre bem pode acontecer, com o tempo, deixar de existir novidade, ser tudo sempre igual, sem surpresas, sem o inesperado. E e, para o bem, pode ser fácil resultar. Já para o mal, afundam mais depressa.

 

 

E por aí, o que vos une mais?

Para qual dos lados da balança se inclinam mais? Preferem ter alguém igual a vocês, ou diferente, ao vosso lado?

 

Deixa-Me Odiar-Te

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"Porque estou muito mais habituada a isso, e é bem mais seguro, do que amar-te, percebendo que estou completamente apaixonada e rendida, e não sei minimamente como lidar com isso!"acrescentaria eu! 

 

Tenho muitos thrillers na minha lista de livros a comprar e ler, mas estou numa fase em que preciso de histórias mais leves, descontraídas, românticas. Daí, andar a dar prioridade aos romances que também fazem parte da lista.

Mas, depois de ler tantos romances, fica a dúvida se, a esta altura, não serão quase todos a repetição do mesmo: amores proibidos, relações complicadas, menina pobre com principe encantado, princesa com plebeu, alguém a partir e sofrer, ou a morrer, e por aí fora.

 

Deixa-me Odiar-te, de Anna Premoli, dá a resposta: NÃO!

Ainda há romances que podem surpreender!

 

Foi dos melhores livros de romance que li até agora, não pela intensidade dos sentimentos que estão presentes, ou pelo drama em si, mas pela forma diferente como ocorre a história, com muito humor, que deixa qualquer leitor com um sorriso nos lábios e bem disposto, só de imaginar as cenas que estão a ler!

 

Revi-me na teimosia e casmurrice da Jenny, bem como na parte em que as coisas lhe correm sempre da pior maneira, proporcionando as cenas mais caricatas e divertidas (não muito para ela, mas para quem assiste) que se possam imaginar, sem querer dar o braço a torcer, ainda que todas as evidências à sua frente lhe mostrem que não tem razão.

Gostei da postura do Ian, e da sua forma de lidar com a Jenny, até mesmo a parte em que atiram farpas um ao outro sem parar provocando, ao mesmo tempo, mal estar no local de trabalho, mas também aguçando a curiosidade dos colegas, tornando esses dias mais animados.

 

E tudo começou com a escolha de um deles para um cargo na empresa, e um soco no nariz. A partir daí, cada um trabalhou em casos separados, para se manterem na linha e não se arriscarem a perder o trabalho no qual são os melhores.

Até ao dia em que um cliente os volta a juntar enquanto parceiros, para um trabalho comum, o que lhes vai custar a sanidade mental, e dar que falar a todos os que com eles convivem.

 

Dizem que há uma linha muito ténue entre o ódio e o amor, e que são sentimentos que, apesar de opostos, estão muito próximos um do outro.

Acabará este romance com um amor assumido, ou com alguém numa cama de hospital?!

 

É um romance que fala muito em diferenças, de formas de estar na vida, de atitudes, de classes, de posturas, de pensamentos, mas que mostra que, por vezes, não somos assim tão diferentes quanto acreditamos ser, e temos mais um comum do que pensamos, mesmo que isso pareça impossível. 

 

E que nos mostra que, o facto de a família se preocupar e querer a felicidade, não lhe dá o direito de se intrometer, de decidir, de escolher, de se achar dona da verdade. 

 

 

SINOPSE


"Jennifer e Ian conhecem-se há sete anos e nos últimos cinco só têm discutido. Chefes de duas equipas no mesmo banco, entre eles sempre houve um confronto aberto e declarado. Detestam-se e dificultam a vida uma ao outro. Até que um dia são obrigados a cooperar na gestão da conta de um cliente aristocrata e abastado.

Na vida e no amor há sempre uma segunda oportunidade?

Um romance moderno, divertido e terno, uma história atual e muito cinamatográfica com todos os ingredientes de uma bela comédia romântica."

 

Ler excerto AQUI

 

 

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