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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Ver filmes em DVD é algo ultrapassado?

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Talvez...

Mas, para mim, continua a ser intemporal, e diferente, sobretudo, quando falamos de filmes de animação.

Eu ainda tenho aquela espécie, cada vez mais rara, que é um leitor de DVD/CD, comprado há uns bons anos, quando o meu anterior avariou. Ainda funciona, apesar da porta partida.

Passam-se dias e até meses, em que ninguém lhe dá uso. Mas, quando nos apetece, lá pegamos num dos DVD's da colecção que a minha filha tem. E vêmo-lo!

 

 

Hoje em dia, tudo se saca da net, tudo está disponível num qualquer canal de tv ou plataforma de streaming. Mas não é a mesma coisa!

Falta a interactividade, os jogos, os quizz's, as músicas, que vêm com o DVD, de bónus.

Ainda me lembro das montagens que dava para fazer com as várias personagens, no DVD do Shrek, por exemplo. 

 

 

 

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Ontem, a minha filha foi recordar os momentos de infância com um DVD da Barbie. Já nem me lembrava de como as músicas desses filmes eram tão bonitas. E das mensagens que cada um deles transmitia. No final, lá estava o menu, com as várias opções à escolha: um botão para pentear o unicórnio, outro para ouvir a música principal, cantada pela artista, e por aí fora.

 

 

Por isso, enquanto durar, lá vai ficar o leitor, e a colecção de DVD's!

E por aí, ainda costumam ver filmes em DVD, ou já se deixaram disso?

 

Não podemos evitar o inevitável

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Muitas vezes, são tão bons os momentos que passamos em determinadas situações ou fases da nossa vida, ou com determinadas pessoas, que nos habituamos e acomodamos.

Pensamos que são permanentes, que estão garantidas, que nada mudará e, talvez por isso, acabemos por não viver e aproveitar ao máximo, por não perceber o valor desses momentos e pessoas, e o quanto devemos guardar na memória, para quando tudo mudar e deixar de existir.

E, um dia, de repente, o mundo dá uma volta, tira-nos tudo o que tínhamos, coloca-nos noutro cenário, e ficamos sem rumo.

Lutamos entre as saudades e a vontade de que tudo volte ao que era antes, e a adaptação a esta nova realidade que não tem que trazer, necessariamente, momentos ou pessoas piores, mas apenas diferentes, às quais nos acabaremos por habituar e acomodar, até que o mundo decida dar outra volta, arrancar-nos daquele cenário, e testar a forma como encaramos a vida, o diferente, o desconhecido, o presente, o futuro e o passado.

 

O nosso maior erro é pensar que tudo na vida permanecerá eternamente igual. Mas o mundo gira, e a nossa vida também. E não haverá nada que possamos fazer para evitar o inevitável!

A arte de irritar alguém!

 

Há pessoas que são peritas nesta arte! 

E gostam tanto de o fazer.

 

Há as que percebem, e o fazem de propósito só para nos tirar do sério.

Há as que o fazem sem saber, mas têm o mesmo efeito.

Há as que nos irritam assim que soltam a primeira palavra, e as que nem precisam de abrir a boca!

 

Há as que gostam de ser do contra só porque sim!

Há as que se limitam a rebater as afirmações dos outros, porque não têm as suas próprias para proferir.

 

Há as que escolhem a vítima do momento, e as que disparam contra tudo e todos!

 

Se o mundo seria diferente sem estas pessoas? Ser até seria...

Mas depois como é que treinávamos a nossa paciência, a nossa calma, a nossa capacidade de ouvir e ignorar?

Não seria a mesma coisa, pois não?!

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