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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

"Ganda rocha", diria a minha filha!

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No outro dia, liguei a televisão para programar uma gravação. 

No canal, estava a dar um filme ou série à qual nem prestei atenção, até que me surgiu uma cara conhecida.

Digo ao meu marido: "Este aqui entrava no CSI". Olho novamente e recordo-me: "Espera, não é CSI, é Investigação Criminal LA".

Surge outra cara conhecida: "Olha, este também entrava lá".

 

Dois segundos depois, faz-se luz: "Espera lá, mas isto é a série Investigação Criminal LA"!

E o meu marido: "Só agora é que percebeste?! Está ali escrito em cima!"

Momento insólito na farmácia

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Sou chamada, e dirijo-me ao balcão.

Entrego o meu telemóvel à funcionária para que veja os dados da receita.

 

 

Funcionária: Quer genéricos, ou de marca?

Eu: Pode ser genéricos.

Funcionária: Olhe, deste não dá, porque não há. E deste também não. Tem que levar os de marca.

Eu: Ok, não há problema.

 

 

A funcionária passa o leitor pelas embalagens. Faz algo que eu não percebi, e pede desculpa.

Funcionária: Peço desculpa, isto não era para si. É que estava a passar as caixas e não estava a registar nada.

Eu: Não se preocupe.

Funcionária: Tem 50 pontos no cartão, quer descontar 2 euros, ou continuar a acumular?

Eu: Pode descontar já.

Funcionária (passado uns segundos): Olhe, enganei-me aqui, e agora não dá para descontar. Tem que ficar para a próxima.

Eu: Está bem, não há problema.

 

 

A receita ia em nome da minha filha. A funcionária retira a factura e pergunta-me:

Funcionária: A factura vai no seu nome?

Eu: É melhor ficar em nome da minha filha.

Funcionária: Então vou fazer nova factura.

Eu: Mas veja lá, se não der jeito, deixe ficar assim.

Funcionária: Não. Eu fecho já a factura e corrijo.

 

 

Pede-me, então, o nome da minha filha.

Dou-lhe o primeiro e o último.

Funcionária: É melhor dar-me 3 nomes, para não se confundir com outras pessoas.

Assim fiz.

Pergunta-me o número de contribuinte.

Digo-lhe uma vez.

Estava mal.

Repito uma segunda vez.

Não percebeu.

Repito uma terceira vez. Confirmo que está correcto.

Funcionária: O número que me deu está a dar erro. 

Dou-lhe o cartão para a mão.

Funcionária: Ah, pus um espaço entre dois números, por isso é que não estava a dar.

 

 

Pelo meio, queixa-se do cansaço, do barulho, e desculpa-se pela distracção.

Finalmente, entrega-me o saco com os medicamentos, a factura e o troco.

Vou a meio, quando percebo que falta dinheiro. Volto para trás.

 

 

Eu: Olhe, peço desculpa mas penso que se enganou no troco.

Funcionária: Quanto é que lhe dei?

Eu: Deu-me noventa cêntimos, tinha que me dar um euro, faltam 10 cêntimos.

A funcionária pega nas moedas que me deu, faz contas de cabeça, guarda as moedas e dá-me uma de 1 euro. Pede mais uma vez desculpa pela confusão.

 

 

Já eu, rezo para não voltar lá tão cedo! Perdi mais tempo ali, que a minha filha a ser vista pela médica!

Algumas pessoas não percebem...

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...que quando perguntamos "Como está?", a uma pessoa que mal conhecemos, é apenas por uma questão de educação, e não com a intenção de abrir um portal para todo um desfiar de problemas e aflições, de pessoa a quem perguntámos!

 

É que se a resposta se fica pelo "estou bem", "vai-se andando" ou algo do género, sem entrar em pormenores, ainda se compreende.

Mas ver aí a oportunidade para falar com alguém dos males da vida, vai uma grande distância.

E se a pessoa for daquelas que fala, fala, fala, sem parar, é mais que certo que, do outro lado, estará alguém que só captará, basicamente, o início da conversa, e o final, sem ter prestado qualquer atenção a tudo o que foi dito pelo meio.

Portanto, não percam o vosso tempo, e não façam perder o tempo, a educação e a paciência, dos outros!

Em modo "recuperação de emails"

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Ontem, sem querer, carreguei em eliminar, na caixa dos emails enviados. 

Quando tentei anular, o outlook bloqueou, eu enervei-me e carreguei, mais uma vez sem querer, no botão para experimentar a versão beta e foi o pânico geral!

Como é que eu saio daqui? Após várias tentativas falhadas, e cada vez mais baralhada, uma pesquisa rápida mostrou-me que era só voltar a clicar no mesmo botão,para voltar à versão antiga.

Ufa, menos mal!

Agora só tenho 7 anos de emails para recuperar! Coisa pouca, portanto!

 

 

 

Ser mãe de meninas

 

Começa a ser cada vez mais complicado à medida que elas vão crescendo e se tornando pequenas mulheres!

Eu que o diga!

Ainda ontem fomos os três a uma festa popular aqui da zona. Como gostamos os três de dançar, costumamos dançar à vez, ou seja, eu danço uma música com o meu marido, outra com a minha filha, e assim sucessivamente.

Mas acabo por nunca estar descontraída porque os meus olhos estão sempre postos na minha filha. É certo que não podemos estar sempre a pensar no pior, mas basta uma distracção para o pior acontecer. Nunca nos afastamos mais que uns metros dela, mas mesmo assim, é preferível estar sempre com atenção.

Ontem, por exemplo, numa dessas músicas que estava a dançar com o meu marido, a minha filha sentou-se no banco, à espera da sua vez. Quando olho para lá, vejo um rapaz com um aspecto não muito recomendável, a fumar, sentado ao lado dela. Disse logo ao meu marido - "fica de olho nela", e fomos imediatamente dançar para o lado onde ela estava. 

Já depois de termos saído da festa, o meu marido disse-me que o tal rapaz já tinha feito sinal a outro e apontado para a minha filha. O que isso quereria significar, não sei nem quero saber. 

 

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