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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

RX - Dona Elvira

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"Se Eu Disser" que os DONA ELVIRA estão de volta, acreditam?

Pois é verdade!

A banda de Sintra, formada por Paulo Lawson, Tiago Caldeira, Francisco Durão, Fané Elias e António Oliveira, "Quis Acreditar" que conseguiria criar novos horizontes musicais.

E, assim, assumiu o "Compromisso" com todos aqueles que sempre a apoiaram, do "Moleiro" à "Mondadeira" e, até mesmo, "Contigo", público, editando um álbum que pudesse levar ainda mais longe, e a mais pessoas, que o seu antecessor.

"Mais Uma Vez", como não poderia deixar de ser, os temas que compõem o novo trabalho são cantadas em português.

"Procurei" saber se era desta que haveria uma Dona Elvira a colaborar com a banda mas, em jeito de "Confissão", mulher, só mesmo a "Cindybella", que é o single de apresentação do álbum, e a Célia Lawson, que colabora num dos temas.

Para ficarem a saber mais sobre os Dona Elvira, e este novo trabalho, aqui fica o RX à banda, a quem desde já envio "Um Beijo" de agradecimento, pela participação!

 

 

 

 

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De que forma se descreveriam através das seguintes palavras:

Em primeiro lugar, os Dona Elvira querem agradecer à Marta Segão, a oportunidade de estarmos aqui no Blogue O Meu Canto três anos depois do nosso primeiro trabalho discográfico “Histórias e Segredos”. Teremos sempre muito gosto em conversar com quem nos ajuda a divulgar os Dona Elvira e a sua música. Já agora, permitam-nos enaltecer a introdução que o Blogue “O Meu Canto” fez ao novo álbum: fabuloso e muito obrigado!

 

Rock – é o estilo musical que nos define e que, desde o princípio, nos propusemos a fazer.

Público foram os principais “culpados” da génese dos Dona Elvira. Foi igualmente o público que decidiu a continuidade do projeto.

Horizonte – queremos criar vários horizontes que nos deem a oportunidade de levar o nome dos Dona Elvira e a sua música, o mais longe possível.

Desafio – foi o que nos aliciou a formar os Dona Elvira. Compor e tocar as nossas próprias músicas, gravá-las em álbuns e tocá-las em concertos.

Dedicação – desde que assumimos que iriamos ser uma banda de originais, teve de haver uma mudança de atitude. Isso implicou mais tempo e dedicação ao projeto, passando a estarmos mais tempo juntos e isso obviamente reforçou os nossos laços de amizade.

Compromisso – em primeiro lugar, entre nós, como banda. O assumir ainda mais esta cumplicidade entre os elementos dos Dona Elvira. Em seguida, transmitir o respeito e o agradecimento a todos aqueles que desde sempre nos apoiaram, acreditaram e incentivaram a prosseguir com este sonho.

Acreditar – que ainda é possível concretizar o sonho de adolescentes em ter uma banda de originais e levar a nossa música o mais longe possível.

Palco – para nós é o local sagrado! É onde vemos materializado todo o esforço, a dedicação e a realização pessoal e coletiva pela causa que nos move. Acho que é um sentimento transversal a todos os artistas.

 

 

O segundo álbum da banda, "Compromisso", chega 3 anos depois do vosso disco de estreia "Histórias e Segredos". Por onde andaram os Dona Elvira nos últimos anos?

Os últimos três anos foram de reflexão, aprendizagem e composição. Achamos, sobretudo, que foi um amadurecer das nossas ideias e objetivos como banda.

Houve uma reestruturação com a entrada de um novo elemento e foi necessário também efetuar o acolhimento dentro do “espírito Dona Elvira”. A sua integração nos Dona Elvira foi fácil e trouxe um enorme valor acrescentado ao projeto.

Por outro lado, embora tivessem havido alguns concertos, a banda focou-se mais em compor os temas para um segundo trabalho discográfico e ao mesmo tempo ir testando a recetividade deles nos concertos. Acabaram por ser escolhidos os temas que tiveram melhor aceitação do público.

Basicamente, estes três anos serviram para refletir e tentar corrigir alguns erros, reestruturar a banda, compor os temas para o álbum “Compromisso” e testar a sua recetividade perante o público.

No entanto, há que realçar que para além de tudo isto, houve um amadurecimento das nossas ideias e, fortificamos ainda mais o espírito de união entre nós.

 

 

Existem semelhanças entre os dois álbuns, ou quiseram fazer algo diferente, em "Compromisso"?

Podemos dizer que sim. Existem algumas semelhanças entre os dois álbuns.

Houve temas que não foram integrados de forma propositada no álbum anterior, “Histórias e Segredos”. Sabíamos de antemão que alguns desses temas iriam ser integrados num outro trabalho. Poderia ser neste ou num outro à posteriori.

No entanto, um dos fatores determinante deste novo álbum foi fazer com que os temas e a sua temática estivessem devidamente enquadrados quer no espírito, quer na sonoridade, dos Dona Elvira.

Achamos que isso foi conseguido e a essência musical dos Dona Elvira manteve-se.

 

 

 

 

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Em que consiste o "espírito Dona Elvira"?

O “espírito Dona Elvira” é algo que se sente de uma forma natural!

Ele traduz toda a energia positiva que a banda transmite a quem os ouve e a quem os vê.

Os Dona Elvira são uma espécie de montra de emoções e vivências que muitas pessoas já experienciaram e que se identificam.

Ao se deixarem envolver neste turbilhão de sentimentos que transmitimos através da nossa música, as pessoas acabam por se sentir cúmplices, sentindo-se de tal forma integradas como se já fossem parte da banda Dona Elvira.

E na verdade acabam por ser! É o nosso público que nos incentiva a cumprir este “compromisso” para com eles. A grande constatação sobre o “espírito Dona Elvira” por ser experienciada em cada concerto. Normalmente quem vê pela primeira vez, volta para o concerto seguinte.

Em jeito de brincadeira, costumamos dizer nos concertos: “Muito obrigado por terem vindo a esta enorme reunião de amigos!”. Isto é o “espírito Dona Elvira!”.

 

 

No dia 28 de setembro, deram a conhecer o vosso novo álbum, com um concerto de apresentação no Clube da Praia das Maçãs. Quais eram as vossas expectativas, e de que forma foram, ou não, superadas em termos de recetividade do público presente?

Sem qualquer tipo de presunção, os Dona Elvira sabiam que iriam ter muita gente para o lançamento do álbum.

O local do lançamento do álbum não foi escolhido ao acaso. Os Dona Elvira, assumem-se como a banda de Sintra! É em Sintra que está a nossa maior falange de apoio. Queríamos muito que o dia do lançamento do “Compromisso” fosse mais uma data e um momento memorável!

Tínhamos como objetivo principal “reunir os amigos”, fazer um concerto intimista onde deixaríamos fluir os nossos verdadeiros sentimentos. O dia do lançamento superou sem sombra de dúvidas as nossas expectativas.

Tivemos uma recetividade excelente e foram muitas as pessoas que estiveram connosco a viver esse momento de partilha, comunhão e cumplicidade, imbuído no verdadeiro “espírito Dona Elvira”!

 

 

Neste novo trabalho, contam com a participação de Miguel Castro e Célia Lawson. Como surgiram essas colaborações?

A ideia de termos dois convidados para participarem neste álbum surge um pouco antes de entrarmos em estúdio.

Queríamos muito trazer algo de novo para além da produção e dos novos temas. A ideia dos convidados teve por objetivo ser uma mais-valia e uma surpresa para o público dos Dona Elvira.

Quisemos fazer uma nova versão do tema “A Mondadeira”, onde seria incluído um instrumento tradicional, neste caso, um “Ukelele”. O músico nosso amigo que melhor executa este instrumento é o Miguel Castro. Fizemos-lhe a proposta e ele sem hesitar teve a generosidade de ir para estúdio connosco.

Por outro lado, houve sempre uma vontade enorme de querermos fazer um dueto com uma voz feminina. Nem foi preciso procurar ou pensar muito. Ninguém melhor do que a Célia Lawson para o fazer. No cômputo geral, achamos que as duas participações foram bastante enriquecedoras para o álbum e contribuíram para trazer o fator surpresa ao álbum.

 

 

Sobre o que nos falam as músicas de “Compromisso”?

Este álbum tem 10 temas originais novos, cujos temas são um pouco mais abrangentes em relação ao primeiro álbum.

As temáticas incidem sobre sentimentos, emoções, comportamentos e, imaginem, até há uma homenagem!

Temos a vertente marota herdada do álbum anterior, com a “Cindybella”. A visão introspetiva com “Quis Acreditar” e “Confissão”. O romantismo com “Procurei”, “Um Beijo”, “Contigo” e com a única balada deste álbum, “Se Eu Disser”.

O comportamento descontraído e descomprometido com “Mais Uma Vez”. A vertente conselheira com “Compromisso”. E por fim, a grande homenagem a Luís Vaz de Camões, com “O Moleiro”. O maior poeta português que faleceu como um sem-abrigo e praticamente incógnito. Podemos encontrar uma amálgama de sentimentos e emoções, novamente.

 

 

Que objetivos gostariam de ver concretizados num futuro próximo, a nível musical?

Este trabalho pretende traduzir o compromisso, a cumplicidade com todos aqueles que desde sempre acreditaram e incentivaram os Dona Elvira a gravar as suas músicas, e sobretudo, aqueles que estiveram sempre presentes nos concertos, ou tiveram sempre uma palavra de motivação para a continuidade deste projeto.

Como dizemos na nossa sinopse de apresentação: pretendemos criar novos horizontes!

Levar este álbum ainda mais longe e a mais pessoas através da sua difusão junto dos meios de comunicação social, das plataformas digitais, as redes sociais, as apresentações da banda através dos concertos, enfim, tudo o que possa servir para divulgar o projeto será a nossa grande prioridade num próximo.

Contudo, teremos que manter a janela da inspiração aberta para dar continuidade ao trabalho que temos vindo a desenvolver até agora, isto é, deixar em perspetiva matéria para um terceiro álbum.

 

 

Por onde vão andar os Dona Elvira, até ao final do ano?

Após o lançamento do álbum “Compromisso”, os Dona Elvira irão passar à fase de promoção até ao final ano.

O objetivo será preparar a agenda de espetáculos para 2020, em Portugal Continental, nas Regiões Autónomas dos Açores da Madeira e, quiçá, no estrangeiro.

A curto prazo poderão encontrar-nos em algumas lojas FNAC da grande Lisboa e em alguns eventos que contribuam para os aspetos promocionais dos Dona Elvira.

Por fim, resta-nos agradecer novamente à Marta Segão e ao Blogue “O Meu Canto”, pela oportunidade de podermos falar novamente sobre o projeto Dona Elvira, que se tornou uma das coisas mais importantes na vida de cinco amigos que, um dia, decidiram embarcar numa aventura em busca do seu sonho de adolescentes: fazer a sua própria música e levá-la o mais longe possível!

 

Eu é que agradeço pelas vossas simpáticas palavras e participação, e desejo que esse vosso sonho se concretize e vos leve longe!

 

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens. 

 

À Conversa com Dona Elvira

 

Formada por Paulo Lawson, Tiago Caldeira, Francisco Durão, Sérgio Martins e António Oliveira, esta banda de rock 100% português, lançará amanhã, dia 26 de Fevereiro, o seu álbum de estreia, intitulado “Histórias e Segredos”.

“Devoção” é o single de apresentação, de um álbum que fala daquilo que todos nós temos em comum, como amores correspondidos, alegrias, malandrices e sonhos, e onde poderemos encontrar ainda temas como “Anoitece Devagar” ou “Recomeçar”.

 

 

Falo-vos dos Dona Elvira, que aceitaram o convite para estar aqui hoje na rubrica “À Conversa com…”, e nos vêm falar um pouco mais do seu projeto!

 

 

 

Como é que surgiram os Dona Elvira?

Em finais de 2014, para gozo pessoal de todos, o Francisco Durão (teclados) formou uma banda de covers com o Paulo Lawson (voz), António Oliveira (bateria), Sérgio Martins (baixo) e Tiago Caldeira (guitarras). A experiência foi excelente porque, apesar de estarmos a tocar covers, as nossas vivências e experiências, tão distintas entre si em termos de géneros musicais, resultavam em covers de tal forma personalizados e com um carácter tão peculiar que não podiam ser mais chamados covers… eram interpretações e divagações muito curiosas. Pouco a pouco começámos a perceber que a nossa enorme mistura de estilos estava a conjugar-se tão bem que começámos a controlá-la e a direccioná-la para um caminho muito nosso e passado muito pouco tempo começámos a compor temas originais. Nasceram os Dona Elvira. Da sala de ensaios para o estúdio de gravação foi um instantinho e o Verão de 2015 foi passado em estúdio a gravar “Histórias e Segredos”.

 

Que “Histórias e Segredos” contam neste vosso álbum de estreia?

O disco canta sentimentos que todas as pessoas já sentiram de uma forma ou de outra, aquelas aventuras que nos recordam algo que já vivemos ou que ainda não mas que queremos viver… e também de coisas que tememos que venham a ser realidade. Narra várias histórias, com personagens que podem ser qualquer um, paixões daquelas que não conseguimos esquecer nunca, ou daquelas fugazes que nos marcaram e teimam em ficar em nós (aqueles segredos por vezes revisitados que nos fazem sorrir e ninguém percebe porquê…), o que nunca se conta a ninguém e que cada pessoa guarda no seu íntimo com carinho, aquelas malandrices que nos fazem felizes e que ninguém sabe. É um disco sobre pessoas, sobre sentimentos mais ou menos profundos, sobre todos nós.

 

Quais são as vossas principais referências a nível musical?

Sem sombra de dúvida, o rock português é a nossa referência, todos os géneros do rock que surgiram ao longo dos anos até à actualidade em Portugal. Estas referências representam um espectro amplo e isso está bem patente em “Histórias e Segredos”. Juntamos os gostos individuais de cada membro da banda, estilos bem diferentes e por vezes até quase antagónicos e fluímos juntos para obter aquele toque Dona Elvira, a nossa personalidade musical própria.

 

Como é que veem o rock português na atualidade? Que diferenças notam relativamente ao rock das décadas de 80 e 90?

O lançamento do single “Devoção” veio comprovar uma tendência curiosa e, para nós, até um pouco surpreendente. A adesão tem sido óptima e é perfeitamente claro que em Portugal o rock é apreciado. Estamos a descobrir que o rock tem público e há um certo vazio no panorama musical actual no nosso País e na nossa língua que as pessoas querem ver preenchido. Sabemos isso agora e estamos ainda mais motivados para continuar o caminho traçado, que no fundo não é mais do que criar e tocar aquilo que nos faz sentir felizes e bem com nós próprios. Relativamente ao rock dos anos 80 e 90, talvez hoje haja menos necessidade de grandes excessos cénicos, de produções muito caras, ou estereótipos exacerbados. O acesso generalizado à tecnologia tem contribuído para isso e o encolher das grandes estruturas da indústria também.

 

Apesar de serem uma banda portuguesa, alguma vez pensaram em cantar em inglês? Ou cantar em português foi sempre a única opção válida?

Cantar em português foi desde sempre a única opção válida. A nossa língua adequa-se tão bem, permite fazer tanto e, quando bem utilizada, canta por si. Todos nós sentimo-nos muito portugueses e queremos transportar a nossa cultura, aquele elemento que nos distingue, tanto em Portugal como para fora.

 

“Devoção” é o single de apresentação. Este primeiro álbum é também uma forma de expressarem a vossa devoção à música?

Sim, é uma devoção à música e também a tudo o que nos inspira a fazer música. São aqueles detalhes mínimos que nos trazem uma melodia à cabeça ou um poema que nos obriga a parar e escrever rapidamente um esboço de letras e notas. Portanto, à beleza, àquilo que provoca a nossa alma, ao que nos faz sentir bem. A letra refere a lua, o vídeo-clip vai confundir a lua com a beleza serena de uma mulher estonteantemente linda, mas são sempre metáforas para muito mais…

 

Que feedback têm recebido por parte do público?

Fomos apanhados desprevenidos pela rapidez com que surgiram as boas críticas, pensámos que iria demorar mais tempo. Criámos a nossa música com o intuito de ela ser ouvida, muitas vezes descomplicámos para ela ser mais facilmente aceite e desfrutada por muitos mas é sempre impactante quando de um palco vemos as pessoas a reagir e a manifestar que gostam. Ver o público a saltar, a dançar, a aplaudir, tem sido muito reconfortante e está a dar-nos uma energia muito, muito forte. Há poucos dias foi impossível não manter um sorriso rasgadíssimo quando entrámos numa loja e alguém estava a testar uma coluna com o seu smartphone, precisamente com o tema “Devoção”. Foi um daqueles momentos!

 

Apesar de utilizarem o nome de uma mulher como denominação da banda, os Dona Elvira são uma banda formada exclusivamente por membros do sexo masculino. É assim que se pretendem manter?

Os Dona Elvira não pretendem manter nada, somos aquele tipo de espírito que se mantém muito aberto às muitas surpresas que a vida nos pode dar. Se surgir uma oportunidade para partilhar um palco com artistas femininas teremos o maior gosto em experimentar, ou até gravar com alguém que queira gravar connosco e participar no próximo álbum. Nada do que aconteceu até aqui foi forçado ou empurrado, as coisas estão todas a cair no lugar certo, e estamos certos que ainda muito mais está por vir.

 

Como é que vai estar a vossa agenda em 2016?

Boas novidades a anunciar brevemente. O single Devoção está a ser muito acarinhado, estamos a receber várias propostas de vários pontos do País com base neste primeiro single, o que é bom sinal. Queremos tocar por Portugal fora e parece que é isso mesmo que vai acontecer. Está a correr bem.

  

Muito obrigada pela vossa participação!

 

Saibam mais sobre os Dona Elvira em:

https://www.facebook.com/bandadonaelvira/

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens. 

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