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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Boas notícias, e outras não tão boas!

 

Lembram-se de vos ter dito que gostava de editar um livro?

Pois bem, o livro que vos falei ainda estou, aos poucos, a escrevê-lo e não sei quando é que estará pronto. Mas, entretanto, peguei naquelas histórias que publiquei no blog "Histórias e Contos", e decidi enviar para uma editora, para ver o que diziam.

A resposta chegou hoje:

 

"Após verificar a sua obra, encontrámos um enorme potencial na mesma não só em Portugal mas também no Brasil. Achamos que o enredo das obras está bastante bem escrito, com uma excelente dinâmica. A nossa sugestão será compilar os textos enviados num só exemplar. Achamos que será uma excelente forma de a apresentar ao mundo literário."

 

O menos bom é a proposta que me fizeram para edição, que implica que um autor tenha capital inicial para investir! Assim sendo, vou sondar outras editoras que também analisam obras, para ver se tenho mais sorte!

 

PS: E acabou agora mesmo de chegar mais uma resposta, de outra editora "Depois de termos realizado a análise literária e comercial, reconhecemos na sua obra potencial editorial."

Esta já fica um pouco mais em conta, mas mesmo assim...

Um Livro Num Dia - Volume II

 

Para celebrar o Dia Mundial do Livro 2016, e após o sucesso da edição do ano passado, a editora Chiado volta a repetir a iniciativa "Um Livro Num Dia", no próximo dia 23 de Abril!

O objectivo é a edição de um livro de contos, num só dia, em plena baixa lisboeta!

 

Qualquer pessoa pode participar nesta iniciativa. Apenas têm que apresentar os vossos textos originais, no dia indicado, a partir das 09h00, no escritório móvel que a Chiado Editora irá montar, na Praça Luís de Camões, em Lisboa.

Os contos devem ser entregues em formato digital (pen), com um limite de 2.000 caracteres, até às 12h00. Nenhum texto será admitido antes das 9h de dia 23 de Abril. Todas as etapas do processo de Edição de um livro terão lugar a 23 de Abril, e à vista de todos.

Todas as fases de construção do livro podem ser acompanhadas no local, desde a revisão à paginação e design da capa e, ao final da tarde, depois de vir da gráfica, regressa ao mesmo local onde serão distribuídos, gratuitamente, ao público, 1000 exemplares da obra.

O livro ficará então disponível para compra em www.chiadoeditora.com e, no dia seguinte, entrará no circuito comercial podendo ser adquirido junto das maiores lojas.

Durante a tarde, o escritório mantém-se aberto, em modo OPEN OFFICE DAY, proporcionando a todos os que passem pelo espaço a oportunidade de conhecer os meandros do trabalho editorial, conversar com os nossos editores e colocar todas as suas questões, dúvidas, sonhos, projetos, etc.

 

Deixo aqui o programa, para quem tiver interesse em participar e queira aparecer por lá:

 

Edição ao vivo de “Um livro num dia” – Chiado Editora

23 de Abril, Dia Mundial do Livro

Praça Luís de Camões, ao Chiado, Lisboa

 

09h00-12h00 :: Entrega de textos originais, revisão, paginação e design de capa

13h00 :: Livro dá entrada na Gráfica

14h00-18h00 :: Open Office Day

18h30 :: Lançamento do livro e distribuição gratuita de 1.000 exemplares do livro.

Fotógrafo profissional?

 

Que isso aconteça comigo, que tenho uma máquina fotográfica das mais baratas e pouco mais percebo do que carregar no botão para tirar a fotografia, e ligar ou desligar o flash, ainda se compreende.

Mas ir a um fotógrafo, supostamente profissional, tirar meia dúzia de fotografias tipo passe, e ele dizer-me, ao as entregar, que apenas ficou um pequeno reflexo da luz da máquina nos óculos, não se admite!

Sendo ele profissional, como é que não conseguiu evitar esses reflexos? Tendo tirado várias fotografias, porque é que não optou por uma em que isso não acontecesse (a não ser que tivessem todas o mesmo problema)? E tendo conseguido, na edição, apagar as borbulhas na cara, não poderia ter feito alguma coisa a respeito do reflexo?

Foi a primeira vez que tal coisa me aconteceu. Em tantas fotografias que a minha filha já tirou com óculos, tanto na escola como no fotógrafo onde normalmente vou, nunca tal aconteceu. Mas, logo por azar, naquele dia estava fechado e tive que ir a um alternativo. 

Mas podem crer que foi a primeira e, provavelmente, a última vez que lá fui!

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