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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Kate e Meghan - amizade para a vida ou nem por isso?

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Numa entrevista conjunta, estavam ambas sorridentes e animadas.

Todos acreditam que as duas podem vir a ser, se já não o são, grandes amigas, para além de cunhadas, e que Kate será uma ajuda preciosa para a integração de Meghan na família real e nas tradições e regras que Meghan terá que passar a cumprir.

Sendo Harry considerado por Kate como um irmão mais novo, e sendo Kate, o marido e o cunhado muito unidos, nada mais natural que essa cumplicidade se estenda a Meghan.  

 

 

 

 

No entanto, se antes do casamento de Harry e Meghan, tudo fazia crer que assim fosse, parece começar a haver alguma especulação quanto à amizade das duas, nomeadamente, se Kate não estará a passar por uma crise de inveja e ciúmes, pela maior liberdade e escrutínio menos apertado sobre a cunhada, ao contrário dela própria. E pelo facto de se sentir ameaçada quanto à eventual preferência dos britânicos pela sua cunhada, que foi considerada a mulher mais atraente da realeza britânica, superando Kate, que ficou assim em 2º lugar.

 

 

 

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E neste primeiro ato oficial da duquesa de Sussex após a lua-de-mel, em que se estreou na famosa varanda do Palácio de Buckingham, Kate ocupou a dianteira do plano, parecendo querer roubar-lhe o protagonismo.

O que não é fácil.

Kate parece assumir e levar o seu papel cada vez mais a sério. Ela própria está a surgir com uma expressão séria nas últimas fotografias. Casada há vários anos, mãe de 3 filhos, e com um papel importante a desempenhar, Kate parece carregar todo o peso da responsabilidade nas costas, aparentando estar cansada e sem brilho.

Já Meghan, surge como uma lufada de ar fresco, um espírito mais livre e descontraído, que brilha por onde passa, e cativa naturalmente. A fazer lembrar a Kate de há uns anos atrás.

 

 

 

Algumas pessoas não percebem...

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...que quando perguntamos "Como está?", a uma pessoa que mal conhecemos, é apenas por uma questão de educação, e não com a intenção de abrir um portal para todo um desfiar de problemas e aflições, de pessoa a quem perguntámos!

 

É que se a resposta se fica pelo "estou bem", "vai-se andando" ou algo do género, sem entrar em pormenores, ainda se compreende.

Mas ver aí a oportunidade para falar com alguém dos males da vida, vai uma grande distância.

E se a pessoa for daquelas que fala, fala, fala, sem parar, é mais que certo que, do outro lado, estará alguém que só captará, basicamente, o início da conversa, e o final, sem ter prestado qualquer atenção a tudo o que foi dito pelo meio.

Portanto, não percam o vosso tempo, e não façam perder o tempo, a educação e a paciência, dos outros!

Pessoas com quem me vou deparando por aí

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Os "nobres"

Pessoas que agem como se fossem da nobreza real, cheios de manias. Que tentam exibir a sua imensa cultura, e gostos refinados. Pessoas que gostam de levar uma vida de luxo. E que sabemos que não têm onde cair mortos, e estão atolados em dívidas. Mas nem assim perdem a pose, e abandonam o personagem! 

 

Os "palhaços" (sem ofensa para os verdadeiros)

Pessoas que se mostram, falsamente, simples e sem manias, quando basta abrirem a boca para se perceber que estão cheios delas. Pessoas que, pela educação que tiveram, deveriam agir de outra forma mas acabam por parecer apenas palhaços, sem noção dos disparates que dizem.

 

Os "simples"

Educação é um princípio que praticam diariamente, porque assim foram habituados. Apesar dos títulos e condição financeira acima da média, relativamente ao comum dos mortais, não deixam que isso afecte a forma como agem, e interagem com as pessoas, revelando verdadeira simplicidade.

 

 

 

Porque deixamos que os outros condicionem o nosso comportamento?

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A propósito deste post, e de uma questão que foi abordada num seminário sobre parentalidade positiva, a que assisti há pouco tempo:

 

Porque condicionamos o nosso comportamento em relação aos nossos filhos, na presença ou perante o olhar de terceiros?

Porque nos preocupamos tanto com o que os outros possam pensar ou dizer?

 

No que respeita à minha filha, sempre tentei agir de acordo com aquilo que eu penso ser o melhor, e não segundo o que os outros achariam que deveria fazer. Como eu costumo dizer, da minha filha cuido eu. É muito fácil dar conselhos ou sugestões, quando não se está por dentro das situações, quando se analisa à distância, de fora. É muito fácil criticar a forma como agimos, enquanto pais. E a única coisa que eu respondo é: quando estiverem na mesma situação, voltamos a falar!

 

E sempre tentei não dar importância àquilo que os outros pensam ou possam dizer da forma como educo a minha filha, principalmente aquelas pessoas que se metem só porque sim, sem qualquer verdadeira intenção de ajudar, mas apenas de se meterem na vida dos outros, à falta de vida própria e melhor coisa para fazer.

 

Mas a verdade é que, hoje em dia, somos obrigados a condicionar o nosso comportamento, somos obrigados a pensar duas vezes, porque esses terceiros podem, de facto, prejudicar-nos.

 

E dou-vos um exemplo muito simples: a minha filha, quando era pequena, ficava com a minha mãe. Volta e meia, fazia birras e desafiava-a, e a minha mãe gritava com ela. Soube mais tarde, já não me lembro como, que uma vizinha esteve para fazer queixa da minha mãe, por suspeitar de maus tratos! 

 

Dizia uma mãe, nesse seminário, e eu confirmo, que hoje em dia, os pais preferem fazer a vontade aos filhos, para eles pararem a birra e deixarem de ter cem olhos postos neles, à espera de os ver arrastar a pobre criança, do primeiro grito, ou da primeira palmada, para os recriminar ou denunciar. 

E sei de casos em que essas queixas resultaram em sinalização, e visitas de assistentes sociais (pena que não actuem em situações onde realmente fazia falta).

 

Ninguém nasce ensinado, os filhos não vêem com manual de instruções, os pais não são sábios que detêm toda a arte da educação. Acaba por ser uma constante aprendizagem, em que temos que ir experimentando várias formas, para perceber aquela que mais resulta, para o bem de todos.

 

Sim, já houve momentos em que simplesmente me rendi e fiz as vontades, para não me chatear e não ter um hipermercado inteiro a olhar para nós. E momentos em que não me importei minimamente com os outros, e fiz o que tinha que fazer. E sim,também já houve momentos em que dei umas boas palmadas, em que gritei, em que conversei, em que agi da forma correcta, e em que agi de forma errada. De qualquer forma, acabamos sempre por ser "presos por ter cão e por não ter". 

 

Também já assisti a uma cena em que uma mãe deu umas estaladas à filha num café, e não gostei da atitude dela.

Mas caberá a mim intrometer-me nessas situações, que não me dizem respeito?

 

Caberá a nós intrometer-mo-nos ou interferir na forma como os outros pais educam os seus filhos, por muito que tenhamos vontade e, muitas vezes, razão?

 

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