Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A Natureza leva sempre a melhor

IMG_20210225_085408cópia.jpg

 

Hoje, no caminho para o trabalho, olhei para a estrada.

O alcatrão está cheio de falhas, de rachas, provavelmente provocadas, em parte, pela chuva.

Por entre essas rachas brotam, agora, ervas.

 

E isto fez-me pensar que, no duelo entre o Homem e a Natureza, por muito que o primeiro acredite, muitas vezes, que está em vantagem, no fim, será a segunda a sair sempre vencedora.

O Homem alcatroa as ruas. A chuva destrói, e a flora volta a manifestar-se.

Tal como nas calçadas, nos ladrilhos, nos muros de pedra.

O Homem desrespeita a Natureza, através de diversas construções, que as intempéries acabam por destruir.

O Homem polui, mas sofre com os efeitos dessa poluição.

O Homem esgota os recursos naturais mas, no fim, é ele que fica a perder sem eles.

O Homem, mais cedo ou mais tarde, parte.

A Natureza, fica... e ainda se rirá da sua petulância, da sua prepotência, da sua ousadia em crer que poderia, de alguma forma, e em algum momento, vencê-la.

Quando já deveria saber que a Natureza leva sempre a melhor.

Somos, de uma forma geral, um povo brando e passivo

Só há um poder: o emanado do povo

 

Aquilo que temos de sobra, em valentia, coragem, revolta e crítica sobre o que está mal no país e no mundo, esgota-se em meia dúzia de linhas, em comentários nas redes sociais, em meia dúzia de palavras, numa qualquer conversa de café ou de circunstância, num desabafo que nos é permitido, mas que só serve mesmo para nos aliviar o stress momentâneo.

 

No fundo, acabamos por acatar, contrariados, tudo o que os outros decidem por nós, e nos impõem.

Acabamos por agir como cordeirinhos. Alguns, desviam-se do caminho só para provocar, mas logo voltam. Os poucos que realmente querem deixar o rebanho são isso mesmo, muito poucos.

E acabam por ser arrastados de volta, ou por ser ostracizados pelos demais.

São os poucos que lutam por todos, mas de quem todos se desmarcam, na hora de os apoiar.

 

Quantas dessas pessoas transpõem essa linha, para transformar aquilo que estão a sentir, e aquilo que querem ver mudar, em manifestações que produzam algum efeito real?

Se virmos bem, aquilo que hoje temos, que alguns conseguiram para todos nós, temo-lo, porque se fizeram revoluções, porque meia dúzia de pessoas ousou sair para as ruas, manifestar-se, expressar aquilo que queria, e lutar pela mudança.

Não foi, ficando sentados no sofá, enquanto bebem uma cervejinha na esplanada, ou a criticar tudo e todos nas redes sociais.

Aí, são todos valentes.

Já no terreno, muitos enfiam o rabinho entre as pernas, e saem de mansinho, para que ninguém dê por eles. Afinal, não querem problemas para o seu lado.

 

Pois, é verdade.

As revoluções acarretam consequências, para quem se envolve nelas e as leva a cabo, mas é também por elas que somos o que somos, temos o que temos, e conhecemos o mundo que hoje conhecemos.

Não terá valido a pena?

 

 

 

 

Da descida do preço do gás

Gás de garrafa | Casa Galp

 

Tenho uma pontaria incrível!

Na passada 5ª feira encomendei uma garrafa de gás.

Nesse mesmo dia, ouço falar sobre a baixa de preços no mesmo.

Fico na expectativa, para saber se já vou pagar o novo preço, até porque entregaram o gás, mas esqueceram-se de deixar a factura.

No domingo, vi que já a tinham deixado na caixa do correio.

O mesmo preço de sempre.

Vou pesquisar o despacho. Foi publicado na sexta, dia 17, e só entra em vigor, três dias depois da publicação, pelo que percebi.

E pronto, lá tive que pagar quase 30 euros, quando poderia ter poupado uns euros!

 

Medicamentos genéricos versus medicamentos de marca

generico-igual-marca-farmaw-99.jpg

 

 

Estamos a optar cada vez mais pela compra de medicamentos genéricos que, como afirmam, fazem o mesmo efeito que os de marca e custam muito menos.

Esta tem sido, de facto, a regra, e eu confirmo. Mas, como em tudo na vida, também há a excepção à regra. 

E a prova é que, ao tomar um medicamento genérico (porque na farmácia onde fui não tinham, naquele dia, o da marca que sempre utilizei), sofri efeitos secundários, efeitos que nunca tinha sentido com o medicamento de marca.

Por isso, podem até ser mais baratos, e actuarem da mesma forma mas, neste caso, alguma diferença deve existir para isto ter acontecido.

Pelo sim, pelo não, da próxima vez que precisar, ou compro os que já estou habituada, ou prefiro não tomar e aguentar as dores!