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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Um azar nunca vem só

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Como um azar nunca vem só, depois do problema com os CTT Expresso, chegou a vez da Coprel.

Comprei ontem uma garrafa de gás na loja, que ficaram de entregar à tarde. Não o fizeram.
Hoje, ao ligar para lá, informam-me que a entrega foi feita!

 

Ah sim? E foi feita onde?
Na minha casa não foi, porque quando cheguei à noite, a garrafa vazia, continuava lá, à espera da troca.

Ficaram de ir ver...

Aguardam-se os próximos capítulos!

 

Quem por aí já entregou o IRS?

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Ontem foi o primeiro dia oficial para a entrega da declaração de IRS.

Foram vários os avisos de que, apesar de a aplicaçãojá estar disponível nos últimos dias de Março, não seria aconselhável a entrega antes de 1 de abril, uma vez que poderia não estar a funcionar a 100%, e acarretar problemas não só com a entrega, como com o posterior reembolso.

 

Assim, ontem, primeiro dia do prazo para a entrega, pela manhã, lá fomos nós experimentar.

Ainda não estava a 100%. 

Não conseguimos enviar nem à primeira tentativa, nem à segunda. 

Foi preciso encerrar e reiniciar sessão algumas vezes, para conseguir enviar, o que implicou o preenchimento repetido, com falhas pelo meio quando se fazia, por exemplo, a simulação.

Também na validação das senhas a operação foi repetida.

 

Com as declarações finalmente enviadas, resta agora esperar pela validação e reembolso, talvez no próximo mês.

 

E por aí, quem já enviou a declaração de IRS?

 

 

 

Imagem Dinheiro Contado

Chocada e Desapontada

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Sobre as últimas notícias só tenho a dizer que me sinto:

 

Chocada com a eleição de Donald Trump - sempre pensei que vencesse a Hillary. A eleição de Barack Obama trouxe, na altura, uma onda de esperança e de mudança para melhor. Esta, traz uma onda de receio pelo futuro, e um regresso a tempos que julgávamos nunca mais voltar.

 

Desapontada com a entrega de Pedro Dias - pensei que ele demorasse mais tempo a fazê-lo,ou que nem se entregasse sequer. Não que prefira que ele ande à solta, mas foi uma boa prova de que a polícia, em determinadas situações, nada consegue fazer e os criminosos brincam com ela. 

 

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Pedir algo em troca de ajuda é ajudar?

imagem visao.sapo.pt

 

Esta semana fui à escola da minha filha entregar as facturas dos livros e material escolar, com vista ao reembolso de uma parte do valor, de acordo com o escalão. 

Para o 2º ciclo, e escalão B, tenho direito a 59 euros de reembolso em livros, e 8 euros em material escolar. Não é muito, tendo em conta o valor total que gastei, mas é uma pequena ajuda, à qual tenho direito e, por isso mesmo, é bem vinda.

Já o ano passado tinha feito o mesmo, e devolveram-me ao fim de alguns dias o valor. Nunca, em momento algum, pediram algo em troca.

Este ano, a funcionária avisa-me que, no final do ano lectivo, terei de entregar dois livros do 6º ano à escola, que constituem o valor que me irão reembolsar!

Será que sou eu que estou a fazer um filme, que não tem razão de ser, com esta "obrigação"  ou isto é completamente descabido?

Então nós compramos os livros, temos direito a uma ajuda para compensar o custo dos mesmos, mas depois, para poder usufruir desse direito, temos que ficar sem os livros no final do ano? É quase como se a escola nos estivesse a comprar os livros.

Então e se os livros não estiverem em bom estado, ficam com eles na mesma? E se não entregarmos, não nos concedem a ajuda no ano seguinte? E se os livros não servirem para os alunos que forem para esse ano, devolvem-nos?

Eu sei que sou muito picuinhas com as minhas coisas e, por norma, gosto de guardar os livros todos. Talvez por isso esteja a ser difícil assimilar esta norma. Mas não podiam encontrar outra maneira de sustentar o Banco de Livros?

É que eu gosto de ajudar de livre vontade, e não porque me obrigam a fazê-lo. 

 

Porque não existem famílias disponíveis para Acolhimento Familiar?

 

Se a ideia é boa ou não, não sei. Cada caso é um caso, e é muito difícil prever o futuro.

Por norma, uma criança estará sempre melhor se acolhida por uma família, que reproduzirá exactamente o ambiente familiar que era suposto ter, do que numa instituição, com outras crianças.

Mas nem sempre as famílias que acolhem as crianças são recomendáveis. Assim como existem instituições onde o risco é maior do que aquele que em que viviam até serem retiradas à família biológica.

Em Portugal, a nova lei prevê, até aos seis anos, o acolhimento familiar de crianças que tenham sido retiradas aos pais

O objectivo, ao querer integrá-las em famílias de acolhimento em vez de irem para instituições, é proporcionar-lhes um ambiente acolhedor, enquanto aguardam uma solução para o futuro, que pode passar pelo regresso a casa ou pela adopção.

No entanto, torna-se difícil concretizar esta medida, uma vez que não existem famílias disponíveis.

Em 2013, apenas 374 crianças estavam integradas em famílias de acolhimento, a maioria delas situada no norte do país. Em Lisboa, nem uma! Segundo a Segurança Social, 90% dos menores que em 2013 estavam à guarda do Estado, viviam em lares e centros de acolhimento, instituições com dezenas de menores e onde o acompanhamento é feito por técnicos.

Mas porque é assim tão difícil encontrar famílias disponíveis?

Em primeiro lugar, porque o acolhimento familiar exige um grande compromisso da parte dessa família de acolhimento para com a criança acolhida.

Depois, os casais temem afeiçoar-se à criança que mais tarde, vão ter de entregar e são pouco receptivos a uma das missões da família de acolhimento que é facilitar, e até mediar, a relação da criança com a família de origem. 

Outro dos factores é não saberem que criança virá, quando e por quanto tempo porque, apesar de a lei dizer que é uma medida transitória, na prática as crianças acabam por ficar mais tempo, na maioria das vezes mais de cinco anos. 

Também não ajuda o facto de, sendo família de acolhimento, não se poder candidatar à adopção.

Tudo isto leva a que as pessoas optem por outros caminhos, que não o do acolhimento familiar, afinal, é preciso ter uma grande preparação psicológica, uma grande entrega mas, ao mesmo tempo, um grande desprendimento ao relação à criança. Quem é que está na disposição de aceitar uma criança em sua casa por alguns anos, promover nesse tempo o contacto com a família de origem e saber que a qualquer momento ela pode ir embora?

 

 

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