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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

TPC's online - um método inovador!

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O professor de história da minha filha, como já anteriomente tinha referido, foi meu professor quando andei na escola, por volta do mesmo ano em que ela está agora.

Quando mencionei isso, alguém comentou que era uma boa forma de avaliar se os métodos se mantinham, ou acompanhavam as novas tendências.

E, na verdade, este é um bom exemplo!

Logo no início, informou que iria enviar os trabalhos de casa por email. Fiquei apreensiva, porque nem todos têm email, nem todos têm sequer computador ou outra forma de aceder à net. Já para não falar que os alunos nem sempre vão verificar o email. Mais depressa os vemos nas redes sociais.

Nas primeiras semanas, nada de trabalhos. Depois, avisou que iria enviar um trabalho. Era apenas um formulário para preencher com os dados do aluno.

 

 

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Na passada semana enviou outro, para os alunos fazerem para esta semana. Avisou-os de que iria enviá-lo. Estive a ver o trabalho com a minha filha, e posso-vos dizer que gostei deste método!

É inovador, sem dúvida. Não é massacrante. Entusiasma os alunos a fazer e procurar a informação porque só têm que preencher um formulário. A maior parte das respostas é por cruzinhas, letras de correspondência e por aí fora. 

Só acho que o professor deve ter o dobro do trabalho que teria se, simplesmente, pedisse aos alunos para fazer a ficha "x" ou "y" do livro. Porque, no fundo, as imagens e muitas das perguntas são as que constam do livro, e que o professor transforma em formulário online. Mas vale bem a pena o esforço!

Que mais professores sigam este exemplo!

 

 

 

O momento de partir

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Durante cerca de ano e meio ocupei um lugar que veio a ser meu, por mero acaso.

No início, nem sequer estava disponível. Depois, o meu nome foi sugerido e passei a ocupar um dos lugares que estavam livres.

Mês após mês, as ideias foram surgindo, a motivação era grande e adorei fazer parte daquele projecto que me proporcionava uma das coisas que mais gosto de fazer - escrever.

Ao longo desse tempo, houve problemas, dissabores, e colegas a sairem pouco a pouco, dando lugar a outros que foram chegando, cheios de entusiasmo.

Durante esse tempo, passámos da total bandalheira, para uma quase ditadura. Ninguém nega como foram importantes algumas das medidas e como foram necessárias algumas decisões, em prol de um bem maior.

Mas o que começou por ser um projecto conjunto, passou a ser um projecto de duas ou três pessoas, que passaram a mandar e desmandar e ter a única palavra possível, recusando qualquer sugestão, opinião ou ideia que fosse contra as suas próprias.

Deixámos de ser todos colegas, para quase termos que obedecer a um déspota que não sabe falar com os outros de outra forma que não seja arrogante, e sempre com uma critica pronta a atirar. 

Muitos se insurgiram contra isso, muitos abandonaram o barco, muitos desafiaram e foram corridos. Entre azedas trocas de palavras, expulsões, implicâncias e parvoíces, porque gostava do que fazia, fui ignorando no que a mim me tocava, e continuando o meu trabalho.

Mesmo quando a vontade já não era a mesma, continuei. E novas ideias foram surgindo. Mas, se umas, pouco a pouco, foram cortadas, outras nem sequer tiveram luz verde.

E foi assim que dei por mim a estar envolvida em algo que já não me motiva, que não me deixa ser criativa, que já não me inspira. Todos nós, ao longo da nossa vida, chegamos a um ponto em que percebemos que é preciso partir, e dar o nosso lugar a outros.

Agora, depois de ver várias colegas a fazê-lo, chegou a minha vez de saltar deste barco. Prefiro nadar sozinha para onde bem me apetecer, do que continuar num barco cujo rumo não quero seguir.

Chegou o meu momento de partir, com muita pena minha, porque esperava chegar tão longe quanto este projecto pudesse chegar, e estar lá para celebrar o seu sucesso.

Mas a vida é mesmo assim! Tudo tem um começo, e tudo tem um fim. E eu coloco aqui o meu ponto final...  

Este Amor Maior não me convence!

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Uma telenovela, ou capta a atenção e prende logo de início, por vezes até mesmo antes de começar, ou não diz nada, e é melhor esquecer. 

Se, com Coração d'Ouro aconteceu a primeira situação, com a nova telenovela da SIC - Amor Maior, estou mais inclinada para a segunda.

Já ouvi falar bastante desta aposta, mas não me entusiasmou. Vi 0909um bocadinho do primeiro episódio, enquanto esperava pelo Coração D'Ouro, que resolveram dar a seguir e em episódios curtíssimos, e não me convenceu.

 

Talvez para isso contribua o facto de não gostar da actriz principal - Sara Matos.

Também não gostei muito da actuação do actor Jean-Pierre Martins. Não me parece natural.

Apesar do acidente trágico do primeiro episódio, que ditou a morte de Laura (eu gostava que não tivessem encontrado o corpo, e que ela voltasse a reaparecer perto do final), simplesmente não houve aquele "click". 

Acaba por ser mais do mesmo.

E já que assim é, aproveito o tempo que iria perder a ver esta telenovela para fazer algo de mais útil aos serões!

 

Ler e caminhar ao mesmo tempo

 

Sim, pode dar mau resultado, se não estivermos atentos. 

Ir contra algo, ou alguém, ou desviar da berma para o meio da estrada sem dar por isso, não ver algum buraco e torcer um pé, muita coisa pode acontecer a quem vai com os olhos postos num livro, e totalmente absorvido na história.

Mas eu sou dessas pessoas que, tendo em conta o pouco tempo que tenho livre para a leitura, e se o livro for mesmo muito interessante e não quero parar de ler, me arrisco em cada caminhada casa-trabalho/ trabalho-casa, para adiantar algumas páginas!

Serei a única doida por aqui a ler enquanto caminha pelas ruas?

Ainda a meio do livro?!

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Estou a ler um livro de quase 500 páginas.

Um daqueles livros que, mal li a sinopse, disse logo que ia gostar de certeza!

Comecei a lê-lo ainda antes das férias de verão! O entusiasmo foi-se. A cada página que virava, menos me apetecia ler.

Depois, um pouco por falta de tempo e porque, só de pensar no livro, não me apetecia nada pegar nele, foi ficando na estante.

Há poucos dias, enchi-me de coragem. Voltei a lê-lo, do ponto onde tinha parado.

À semelhança da própria história - uma investigação que parece estagnada, sem qualquer pista, também eu me senti um pouco assim. Lia, e lia, e parecia que estava sempre no mesmo sítio. Ainda nem a meio tinha chegado. Até que, finalmente, lá consegui! 

Agora sim, a história começa a aquecer, e eu a sentir aquela vontade compulsiva de ler a cada bocadinho livre que tenha, para saber como tudo se vai desenrolar até ao fim.

Mas, de qualquer forma, pergunto-me se haveria necessidade de a autora ter esperado tanto tempo para me cativar? É que foi por pouco que não desisti dele de vez.

Assim que o terminar, logo vos digo que livro é, juntamente com a minha opinião final!

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