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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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"Agarra a Música" não me agarrou de todo!

Foto de Agarra a Música-SIC.

 

Estreou ontem a nova aposta da SIC para os serões de domingo - Agarra a Música - com apresentação de João Paulo Rodrigues e Cláudia Vieira.

Não tinha intenções de ver mas, como a minha filha queria, lá ficámos na sala, ela a ver, eu a dar uma espreitadela enquanto acabava de ler um livro.

 

 

 

Acho que os apresentadores estiveram bem e descontraídos, a Cláudia talvez mais habituada a este formato, e eu a habituar-me a ver o João neste registo.

 

 

 

Foto de Agarra a Música-SIC.

 

Em primeiro lugar, e depois de um Vale Tudo em que os concorrentes eram basicamente os mesmos, não achei muita piada à escolha dos capitães residentes, e respectivos convidados. Parecem que não há mais ninguém para convidar, ou então que mais ninguém se quer sujeitar a isto.

Acho cada vez menos piada ao João Manzarra. A Luciana até esteve melhor do que esperava.

 

 

 

 

Na equipa do Rui Unas, também nada de novo, à excepção do Ricardo Pereira.

 

Penso que seria um bom jogo para os amigos ou família se entreterem em casa, num serão divertido. Como programa de televisão, acho que está muito fraquinho.

Talvez com concorrentes desconhecidos, prémio para os vencedores, e outro tipo de provas, fosse diferente.

Valeu pelos convidados musicais - Nelson Freitas e Kika Cardoso - que animaram o programa e até tiveram direito a uma participação no jogo.

Mas, definitivamente, o "Agarra a Música" não me agarrou, de todo, ao ecrã, nem me irá fazer deitar tarde aos domingos à noite!

 

Imagens Agarra a música

Começou mais um The Voice Portugal

 

Começou no passado domingo mais uma edição do The Voice Portugal.

Os apresentadores mantêm-se, tal como os mentores e as disputas entre eles para ficar com os concorrentes na sua equipa.

Fiquei admirada por a Marisa, desta vez, ter mais mulheres na sua equipa. Eu e a minha filha até brincámos, a tentar adivinhar em que equipa cada candidato ficaria, e há alguns padrões que se repetem.

 

Por exemplo, o concorrente Bruno, conseguiu virar as quatro cadeiras mal abriu a boca, tal como tinha acontecido anteriormente com o Alfredo.

 

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Curiosamente, ambos ficaram na equipa da Marisa!

 

 

Depois, veio a Inês. Disse eu para o Mickael "vá, vira lá a cadeira, assim ficas com outra Milene na tua equipa". E ele virou, e ela escolheu-o!

 

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Curiosamente, ambas cantaram, embora em fases diferentes, a música "Read All About It".

Claro que temos sempre a ideia de que a grande maioria dos concorrentes, se tiverem oportunidade, querem ficar com a Marisa, mas há alguns que, pelo estilo, conseguimos perceber com quem querem ficar.

 

 

E aqui está uma cara que não me era estranha! Sabia que já a tinha visto em algum programa, e descobri que foi na final do "A Tua Cara Não Me É Estranha Kids", cujo mentor era o FF. Nessa edição, acabou por vencer a Diana Martins. Grande voz a da Catarina!

 

 

A Alexandra é outra concorrente cheia de talento, e desta vez a Marisa não deixou escapar.

 

 

A Hélia foi, para mim, uma boa surpresa! Ela estava ali a cantar tão serena e descontraída, como se estivesse a fazer a coisa mais simples do mundo. E se calhar até é, para quem gosta e sabe!

 

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No seu estilo lírico, e tendo escolhido a Marisa, mais um padrão se repete, já que na edição passada tivemos o Sérgio.

 

 

Ponto positivo: a actuação da Marisa, que quis experimentar todo o percurso do concorrente desde os bastidores até ao palco.

 

Ponto negativo: o destaque dado às histórias de vida, à perda de familiares, às dificuldades, aos problemas, num apelo exagerado ao sentimentalismo, ao invés de o foco se centrar no talento de cada um.

 

Para a semana há mais uma prova cega!

 

 

Imagens The Voice Portugal | Facebook

Porque nunca hei de participar num trail

 

Ultimamente tem vindo a ganhar bastantes adeptos, e parece que se tornou mesmo uma moda, paralelamente à corrida de estrada.

O meu marido, que costuma participar em algumas corridas, há muito desejava experimentar correr um trail.

E sobre isso, tenho uma opinião muito própria, que pode ser completamente absurda tendo em conta que se trata de uma competição, mas que para mim faz todo o sentido:

- o trail deveria ser algo para se participar em grupo (duplas ou equipas maiores), em que uns se ajudam aos outros e mantêm-se unidos, a ultrapassar os obstáculos e a derrubar barreiras, até à meta;

- o principal objectivo deveria ser a experiência, um momento diferente passado com amigos, um desafio a superar mas sem a preocupação ou pressão da vitória, ou de uma boa classificação;

- apesar de se escolher, propositadamente, terrenos acidentados, de difícil acesso e que exigem uma excelente forma física, e as condições serem totalmente diferentes de uma estrada de betão, ainda assim deveria haver mais segurança e mais meios à disposição dos participantes;

- quem quiser experimentar um trail, deve treinar antes para isso, e não se aventurar sem qualquer preparação;

- pode ser péssimo para quem, como eu, não tem o mínimo sentido de orientação, ainda mais se os meios disponíveis para orientação forem escassos ou nulos; 

- deveria haver alguém ligado à organização em pontos estratégicos do percurso;

- deveria ser fornecido aos participantes um contacto de emergência para o caso de alguma eventualidade;

 

É por tudo isto, que nunca hei de participar num trail! Além, claro, da minha pouca vontade de correr. 

Porque para mim não faz qualquer sentido ir cada um por si, preocupado com uma medalha ou prémio, e arriscar-se a ficar pelo caminho, sem qualquer recurso à disposição. 

Até pode ser um perfeito disparate o que estou para aqui a dizer, mas a mim não me apanham a subir montanhas, nem a atravessar rios, nem qualquer outra actividade radical ligada ao trail!

 

É oficial - Paulo Fonseca deixa o FCP

OM - FC Porto - Valais Cup 2013 - Paulo Fonseca.jpg

 

 

Tendo passado por equipas como o Pinhalnovense ou o Desportivo das Aves, Paulo Fonseca ganhou notoriedade pela época brilhante que fez, em 2012/ 2013, ao comando do Paços de Ferreira, que se classificou em terceiro lugar na liga.

Como é óbvio, o sonho de qualquer treinador é "voar mais alto", e a oportunidade surgiu com o convite para treinar os Dragões.

Mas, por vezes, é preciso ponderar se é o momento certo, se o "voo" é benéfico ou se ainda é cedo para determinadas ambições.

Treinar o Futebol Clube do Porto não é a mesma coisa que treinar o Paços de Ferreira - a responsabilidade e a pressão são maiores, os objectivos totalmente diferentes. Para mim, a decisão de Paulo Fonseca de aceitar o desafio não terá sido acertada. Penso que ele não estava ainda preparado para o desafio. E parece que ele se terá apercebido agora disso.

Mas a responsabilidade pelos maus resultados não se deve exclusivamente ao treinador. Como se costuma dizer, não se podem fazer "omeletas sem ovos". Uma equipa não é apenas o treinador. Os jogadores também fazem parte e têm a sua quota parte de responsabilidade.

O treinador pode orientar, definir estratégias, planear ataques ou defesas, mas são os jogadores que estão em campo, são eles que possuem a bola e a possibilidade de fazer a diferença. Claro que os jogadores não devem agir contra as instruções do seu "mister". Mas não me parece que haja instabilidade ou divergências a esse nível.

 

Para já Luís Castro, da equipa B, irá assumir o comando, embore pense que será uma solução temporária, a curto prazo. Veremos o que conseguirá fazer pela equipa.

Mas o futebol é mesmo assim. Há épocas felizes, e outras não tão felizes. Acontece a todas as equipas, até mesmo às melhores. E aos melhores treinadores também!

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