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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

É o que dá meter-me nestas coisas

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No meu quintal, na zona onde tenho o estendal, as ervas crescem enquanto o diabo esfrega um olho.

Nos últimos tempos, já eu tropeçava nelas, e já a roupa andava sempre lá a roçar.

Era para ter arrancado tudo no fim de semana no ciclone, antes de saber que ele vinha. Adiei a tarefa.

Calhou no passado fim de semana.

 

Munida apenas com sacos do lixo, e uma faca, lá fui eu, dar início aos trabalhos.

Enchi dois sacos com ervas (e isto só do lado do estendal).

Fiquei com as unhas pretas. E um pico espetado no dedo!

É o que dá meter-me nestas coisas, sem estar devidamente equipada.

À noite, lá andei eu a tentar extrair o dito cujo, sem espatifar o resto do dedo.

 

Mas também vos digo: foi tão produtivo como uma ida ao ginásio, dada a dor que tenho nos músculos todos!

E agora sim, consigo andar por ali à vontade, sem rasteiras herbáceas, e sem roupa enfeitada.

Já não há respeito

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Há cerca de um mês, andava o pessoal da Câmara, suponho, a cortar as ervas daninhas na rua onde temos que passar para ir trabalhar.

Nessa altura, uma das ervas acertou-me na cara. Nada de especial. Mas não é agradável.

No outro dia, ia para cima com a minha filha e, numa zona onde passamos para o trabalho dela, andava um homem a cortar ervas. Dessa vez, foi a minha filha que levou com elas no peito.

 

E parar o trabalho enquanto estão pessoas a passar, já não se usa?

É que eles, a cortar as ditas cujas, estão todos equipados e protegidos.

Mas nós não!

E se alguma daquelas ervas salta para a vista?

 

Antigamente, ainda tinham consideração pelas pessoas.

Agora, já não há respeito.

Como se uns segundos de pausa lhes causassem muito transtorno, ou atraso, no trabalho.

 

Há chás que sabem a chá... e outros a água quente!

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Nestes dias de frio, bebo sempre, à noite, uma chávena de chá.

Comprei algumas embalagens, de ervas diferentes, e fui experimentando um cada dia.

São daquelas saquetas de infusão.

A maioria, a pouco mais me sabia que a água quente, pouco se notando o efeito e aroma das ervas que lhe deram o nome. O de lúcia lima ainda se notava o odor, mas pouco sabor. O de flor de laranjeira, muito amargo. O de chá verde e jasmim, escapa.

 

Mas, sem dúvida, aprecio muito mais os chás solúveis e o da imagem acima, dos últimos que comprei para experimentar, é daqueles que, quando se prova, sabe realmente a chá, tem um sabor intenso, e bom.

Até a minha filha, que não é jovem de beber chás, gostou deste.

É mais um a acescentar à lista dos preferidos e, no próximo fim de semana, vou ver se descubro outras variedades também solúveis, para experimentar porque os outros, é para esquecer.

 

 

 

Aquele momento em que chegamos a casa...

Imagem relacionada

 

...e nos deparamos com o estendal rebentado, e a roupa toda no chão,por causa do vento maluco que se faz sentir por estas bandas.

E o problema maior nem é o ter de apanhar a roupa, e pô-la a lavar outra vez porque ficou suja, nem tão pouco o ter que consertar o estendal.

O pior, é ter que andar a tirar as ervinhas secas que se agarram, qual carrapatos, à roupa, e teimam em não sair, ou então a sair para os dedos, e ficar lá espetadas.

Já vos aconteceu?