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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Qual é a pressa para o Natal?!

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Estávamos, ainda, em Outubro quando esta loja (suponho que a primeira da vila), surgiu com decoração natalícia, luzes como manda a tradição, e os típicos pinheiros de Natal à venda.

Vinha aí o Halloween, mas abóboras e afins, nem vê-las.

No fim de semana, fui ao supermercado e, ei-los: vários pinheiros de Natal, das mais diversas cores, tamanhos e feitios, as habituais renas e outros produtos alusivos à quadra.

Nos canais de televisão, já começam a surgir anúncios sobre a festa de Natal, o espírito natalício e, com sorte, sugestões de presentes.

Esta semana, deparei-me com as iluminações natalícias da via pública já montadas.

 

Mas que pressa é esta?!

Ainda vem aí o verão de São Marinho (que de verão não sei se terá muito).

Ainda falta mais de um mês, com dois feriados e fins de semana prolongados pelo meio.

Eu sei que o tempo passa a correr e que, num instantinho, estaremos lá.

Mas, calma.

O mundo não deve acabar até lá, e o Natal não foge por entre os dedos!

 

Chegou Setembro!

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Chegou Setembro!

Mês de regressos.

Mês de recomeços.

 

De transformação. E mudança.

De despedida. E de boas vindas.

Alegre para uns. Triste para outros.

 

Tudo é novo.

E, ao mesmo tempo, tudo é o mesmo de sempre.

O que, antes, voltou, parte. 

O que tinha partido, volta.

 

É apenas um mês.

Pequeno, por sinal.

Mas é daqueles que, ou se ama, ou se odeia.

 

Setembro não é de meios termos.

É um estado de espírito.

E cabe, a cada um de nós, vivê-lo como assim o decidirmos.

Quando o Universo conspira contra nós!

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Sábado de manhã, estava a limpar os óculos, parte-se a armação nas minhas mãos!

Ora bolas. Uma pessoa escolhe armações baratas e, depois, não prestam. Esta já era a segunda. A primeira, partiu-se nas mãos do optometrista, quando os levei para apertar um pouco, duas semanas depois da compra.

Agora é esperar que mandem vir uma terceira armação, que não sei se está coberta pela garantia e, enquanto isso, desenrascar-me com a partida, colada com fita cola, e à espera que a lente não caia senão, daqui a pouco, é mais essa que tenho que trocar.

 

Depois, devemos ter lá por casa algum espírito com falta de roupa porque, por três vezes, em diferentes momentos do dia, sem ninguém lhe tocar, toda a roupa que estava pousada em cima de umas caixas, caiu ao chão. De uma das vezes, até as caixas caíram.

 

Sábado à noite, o marido a trabalhar e nós a dormir, parte-se a estante dos livros, e tomba tudo o que lá estava.

Sempre se disse que o barato sai caro, e a verdade é essa. Material barato nunca dá bom resultado. Já a do lado, cara, e madeira resistente, continua de pé, firme e hirta, após vários anos.

 

Segunda de manhã, estou na cozinha a preparar o meu pequeno-almoço quando, ao ir buscar um croissant, percebo que não há saco dos croissants. Onde raios foi parar? Terá caído no carro, e não demos por isso? Afinal, não. Soube, mais tarde, que os mesmos foram parar a casa do meu pai, por engano, e servidos ao lanche.

E lá tive eu que me desenrascar com umas bolachas.

 

Esta semana, começou com exames.

Ontem foi dia de colocar o holter. Se uma pessoa pudesse adivinhar o dia em que os sintomas iam aparecer, era fantástico. Assim, suspeito que terá sido tempo, e exame, desperdiçado.

Hoje, prova de esforço. Já que não vou ao ginásio, de livre vontade... Mas, ao que parece, estou apta!

Isto porque, apesar do cansaço normal da prova, não tive qualquer sintoma.

Até lhe disse que, quando vou buscar a minha filha ao trabalho, a pé, em modo acelerado, me sinto pior do que naqueles 15 minutos de prova. E a técnica disse que até puxou mais, dado estar a ser monitorizada, porque no ginásio não aconselharia tanto esforço.

Ou seja, o meu corpo está sujeito a mais esforço no dia a dia e tarefas habituais, do que estaria no ginásio.

Mas pronto, aguardando o resultado no holter, no que respeita à prova de esforço, está tudo bem.

 

 

O estranho caso da lente de contacto misteriosa

Dúvidas Comuns Sobre as Lentes de Contato - Tua Saúde

 

Ontem, ao final do dia, estava eu na casa de banho, quando olho para o chão e vejo uma lente de contacto.

A única pessoa que usa lentes de contacto, lá em casa, sou eu. E, que desse por isso, ainda tinha as duas postas nos olhos!

A lente não estava seca, nem rígida, como seria de supôr, uma vez que é o que acontece quando ficam algumas horas fora do líquido. Dava a entender que tinha sido usada recentemente.

 

Olhando melhor para a lente, e confirmando que não poderia ser minha, porque efectivamente tinha-as postas, e são de um diâmetro ligeiramente maior que aquela perdida, suspeitei que pudesse ser uma lente que comprei uma vez para a minha filha, e que ela nunca chegou a usar.

 

Mas o mistério permanecia?

Ainda que fosse essa lente, ela já tinha ido para o lixo há uns valentes meses, senão mesmo mais de um ano.

E, ainda que tivessemos mandado para o lixo e ela, por milagre, tivesse caído fora do saco, como é que se mantinha assim, intacta, durante tanto tempo?

Como é que, em todas as semanas que varro e lavo o chão, nunca apareceu? E ontem pareceu estar ali, estrategicamente, à vista?

 

No dia anterior, a minha filha tinha ouvido uns barulhos estranhos.

Num dos dias anteriores, a nossa gata parecia agior de forma estranha, inquieta, como se estivesse a ver alguma coisa que mais ninguém via.

 

Portanto, a minha mente só conseguiu conjecturar duas hipóteses:

a) Temos um espírito zarolho a vaguear lá por casa 

b) Temos um possível ladrão vesgo que deixa provas incriminatórias

 

Ainda tive para guardar a dita lente num saquinho de provas, e enviar para análise laboratorial!

Mas depois, acabei mesmo por deitar no lixo.

Acho eu...