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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Quando os casais fazem vida conjunta mas com carteiras separadas

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Será assim tão estranho?

 

Longe vão os tempos em que o marido trabalhava para sustentar a família, enquanto a mulher ficava em casa a cuidar dos filhos, e a gerir a casa, bem como tudo o que com ela estava relacionado, nomeadamente, as despesas.

E parecem estar a passar de moda os tempos em que ambos trabalham e, no final do mês, juntam os ordenados, e vão gastando do mesmo "saco".

 

A tendência é para, cada vez mais, sobretudo quando já passaram por mais do que uma relação, os casais fazerem vida conjunta, mas com contas e despesas separadas, como quem diz: "amor, amor,  carteiras à parte".

 

Isto não significa que não acabem por contribuir, de igual forma, para as despesas comuns. 

O que acontece, muitas vezes, é ficar estipulado o que cada um fica responsável por pagar, dividindo os gastos conjuntos. Quanto ao resto, cada um pode fazer o que bem entender com o dinheiro, e gasta onde quiser, sem ter que dar justificações.

Não são raras as vezes em que maridos e mulheres implicam com o que o outro membro do casal compra, ou com o que gasta dinheiro. Ou vê-se obrigado a estar sempre a pedir, se for só um a gerir o mesmo. 

Também acontece, quando um gasta mais do que devia, o outro precisar e não ter.

 

Pode parecer mentira, mas uma das razões que mais levam ao divórcio/ separação dos casais, são precisamente as questões financeiras.

E, numa altura em que até o IRS, por exemplo, pode ser declarado em separado, não é de estranhar que as carteiras também o sejam.

 

Eu funciono assim com o meu marido, e não mudaria.

Por aqui, cada um recebe o seu ordenado, em contas bancárias separadas, paga as contas que tem a pagar, e fica com o resto para fazer o que entender.

Da minha parte, estou encarregada de pagar a renda da casa e, recentemente, a prestação da Netflix.

O meu marido, em compensação, fica com as despesas de água, luz, gás e tvcabo.

Eu compro a areia para as gatas. Ele, a ração. 

Ambos compramos coisas que todos utilizamos em casa, mas cada um compra para si aquilo que quer ou gosta, e o outro até nem quer.

Se há gastos extra, vemos que tem mais possibilidades de pagar no momento mas, normalmente, gastos relacionados com o carro ficam para ele, e com a casa, para mim.

Tudo o que cada um de nós queira gastar a mais, é problema seu.

Mas acabamos por, em várias situações, irmos alternando as despesas, do género, hoje pago eu o cinema, para a próxima pagas tu.

 

E aí desse lado, consideram que é uma prática que não faz sentido, e pode até revelar falta de gestão e organização, bem como de confiança no parceiro, ou uma alternativa igualmente válida nos tempos modernos?

 

Sonhos estranhos que parecem reais

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No outro dia tive um daqueles sonhos estranhos que, volta e meia, me visitam.

Algo estava a substituir a pessoa que sou, por qualquer outra coisa que estava a entrar dentro de mim e a transformar-me, sem que eu pudesse fazer nada para o impedir.

Senti essa coisa a entrar em mim, e acordei, com o corpo completamente dormente, sem me conseguir mexer, tal como no sonho. Só ao fim de alguns minutos percebi que ainda era eu, e o meu corpo voltou ao normal.

Obsessão online

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Sinopse:

"Estamos constantemente ligados através dos nossos telefones, laptops e da Web. Contudo, enquanto olhamos para os nossos ecrãs, quem olha para nós? Conheça Emma, uma bela estudante universitária do Midwest que acabou de chegar a Nova Iorque, entusiasmada por estar sozinha na grande cidade. Contudo, quando um perseguidor consegue entrar nos seus dispositivos, ele destrói as ilusões de Emma de privacidade e ela descobre quão frágil pode ser a nossa noção de segurança. Ashley Benson protagoniza este thriller psicológico inovador que explora um mundo em que as câmaras estão sempre ligadas e alguém está sempre a ver."

 

Vimos este filme no sábado à noite. O meu marido, que já estava com sono, ia adormecendo!

É um filme estranho, parado, não é daqueles com acção, que nos assusta a ponto de nos fazer saltar do sofá, mas não deixa de ser assustador.

Em determinados momentos, torna-se aborrecido mas, ao mesmo tempo, sinistro.

Embora com temáticas totalmente diferentes, lembrou-me um pouco o "Projecto Blair Witch", uma espécie de gravação amadora. Poderia ter sido, dentro do caminho escolhido, muito melhor explorado e com maior credibilidade. Parece muitas vezes uma tentativa falhada.

 

 

Mas, continuo a dizer, é assustador! 

Assustador quando vemos aquele vulto preto a deambular pela casa. Quando percebemos que alguém anda a vigiar. Que alguém consegue ter controlo sobre as nossas conversas, sobre o nosso telemóvel, sobre a nossa vida.

Assustador quando essa pessoa está a uns passos de nós enquanto dormimos, sabe tudo sobre nós, mesmo aquilo que não era suposto.

Assustador porque, no final, Emma, que já está em pânico e aterrorizada, vai mesmo ser atacada, enquanto conversa com a mãe no pc, e vamos permanecer na incógnita sobre o que lhe aconteceu, e quem esteve por detrás de toda aquela perseguição e obsessão.

Não daquela forma em que os sustos são momentâneos, mas passam. É mais aquele receio que se infiltra no nosso subconsciente.

 

As cenas que me fizeram mais confusão foi a que Emma chega a casa e se depara com o seu gato morto. E a cena em que, durante segundos, se vê uma sombra preta passar pela porta interior.

No meio de todo este mistério, há uma frase bem real, e que acho que ainda não percebemos bem as consequências que daí poderão resultar:

 

"Na internet, consegue-se encontrar tudo..."

Uma questão de economia

 

Fui atendida por um médico, no Serviço de Atendimento Permamente de Mafra, que usava uma bata de um hospital da Guarda!

A isto se chama economia de dinheiro e roupa. Porquê ter uma bata diferente para cada um dos serviços, quando pode aproveitar a mesma?!

Mandou-me recolher a urina, para verificar se se comprovava o meu diagnóstico mas, ainda não tinha visto o resultado, e já tinha a receita impressa! A isto se chama economia de tempo (embora tenha passado mais tempo a conversar com uma enfermeira do que a atender-me).

Receitou-me um antibiótico de apenas duas tomas (não sou muito apreciadora de antibióticos deste género, cuja eficácia nem sempre é a melhor), por economia de medicamentos talvez! 

E, por economia de palavras, se não fosse eu a perguntar-lhe se sempre tinha uma infecção, tinha-me dado apenas a receita e mandado embora!

Foi uma consulta, no mínimo, estranha. 

Visão estranha e assustadora

 

Já não é novidade que a maior parte dos meus sonhos são pesadelos e autênticos filmes de terror mas, de vez em quando, também saem uns sonhos mais leves, engraçados ou emocionantes.

No entanto, o sonho de que vos vou falar hoje foi estranho e, de alguma forma, assustador. Por muito que goste de ver imagens do nosso planeta, não aprecio muito a ideia de o fazer ao vivo e a cores. E foi isso que aconteceu no sonho!

Eu, em pleno espaço (sozinha, sem estar dentro de nenhuma nave), a ver o planeta terra surgir, enorme, à minha frente! E ter a noção que eu não estava lá, nem ia voltar para lá.

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