Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Menos pressão, mais responsabilidade

Resultado de imagem para lisa simpson

 

No 10º ano, o número de disciplinas é menor, bem como o número de disciplinas a que têm testes, que diminuiu de 8 para 6. 

E, dessas 6, uma delas - Filosofia - só tem um teste por período.

Isto significa que, à partida, os testes poderão ser mais espaçados, e haverá mais tempo para estudar para cada um, e concentrar-se melhor em cada um deles, sem aquela pressão de ter que estudar para 2/3 testes na mesma semana.

 

 

No entanto, essa vantagem acarreta uma maior responsabilidade.

Se há mais tempo para estudar, há mais motivos para saber melhor a matéria, e mais expectativas para tirar uma melhor nota, sem grandes desculpas.

Vamos ver como correm os primeiros testes desta nova etapa.

Hoje, é o primeiro, de História - o seu "calcanhar de Aquiles"!

Coisas que aprendemos a estudar com os filhos

Resultado de imagem para wwf logo

 

 

No outro dia, estive a ajudar a minha filha num trabalho de espanhol que ela tinha que fazer sobre uma ONG.

Calhou-lhe a ela o WWF - World Wide Fund for Nature - que, pessoalmente, não conhecia nem nunca tinha ouvido falar.

Fiquei a saber que, em Portugal, actuam em colaboração com ANP - Associação Natureza Portugal.

 

Ontem, por curiosidade, tive conhecimento de um evento, um festival de música organizado pela marca H&M, em que as receitas dos bilhetes serão entregues, precisamente, para a associação ANP|WWF!

As vantagens de estudar com a minha filha

Sem Título.jpg

Não, não vou dizer que ela aprende melhor, que tem melhores notas, e que o estudo conjunto se reflete numa melhor avaliação.

Mas, por vezes, ter olhado para a matéria que ela anda a dar nas aulas, ajuda a responder acertadamente a algumas perguntas a que, de outra forma, eu nunca saberia:

 

Qual é a capital do Lesoto?

 

Antananarivo

Dodoma

Maseru

Paramaribo

 

Ora, uma das coisas que a minha filha mais teve que fazer, a geografia, foi identificar países e capitais em mapas. Sabia que esta tinha sido uma delas, e apenas as duas últimas me diziam algo. A minha filha inclinava-se mais para Paramaribo. Eu, disse-lhe que ia mais para Maseru.

Se estivesse lá a jogar, tinha acertado!

Começa hoje o 2º período escolar

Resultado de imagem para 2º período

 

Hoje de manhã estava a ouvir nas notícias, a propósito do início do 2º período escolar, que começa hoje com o regresso dos alunos após as férias de Natal, a jornalista afirmar que este é o período mais longo do ano lectivo e, como tal, aquele em que os alunos podem tentar recuperar as notas.

Não sei se, na prática, será bem assim. Nos tempos em que eu estudava, o 2º período tinha precisamente o efeito contrário e, na maioria dos casos, os alunos baixavam mesmo as notas nesta altura. Talvez por ser o período mais longo, por haver mais matéria para estudar, por começarem já a ficar fartos de tanto tempo de escola. 

Porque no início do ano lectivo eles vão, por norma, entusiasmados, e as coisas até correm mais ou menos bem, com alguns deslizes. Claro que também se pode dar o caso de ainda não terem ganhado ritmo, e isso reflectir-se nas notas.

No 2º período, pode dar-se o caso de começarem então a aplicar-se a sério, e lutar por melhores notas. Mas, regra geral, costuma ser o período mais negro.

É no último período, o mais pequeno, que a maioria dos alunos tenta então dar "tudo por tudo" para que a nota final seja a melhor possível, surpreendendo muitas vezes pela positiva, e pondo pais e professores a pensar "não poderias ter feito isto mais cedo?!".

 

E por aí, qual é a vossa opinião? 

 

Pesquisar também é uma forma de estudar?

Resultado de imagem para pesquisar

 

Eu diria que sim. E de aprender.

Ainda que seja algo a que não devemos recorrer por sistema, há trabalhos em que alguma pesquisa pode ser útil, e transmitir-nos conhecimentos que não possuíamos.

No caso específico dos trabalhos de casa dos alunos, há alguns em que os professores pedem mesmo para eles pesquisarem.

Mas, quando não é o caso, será correcto o aluno ir pesquisar a informação que não sabe? Ou é preferível não fazer o trabalho, e esperar pela correcção e explicação na sala de aula?

Eu sou a favor da pesquisa desde que, dependendo das situações, os alunos não se limitem a copiar a informação. E desde que, na sala de aula, digam aos professores que não sabiam, mas que foram pesquisar, mostrando interesse.

A minha filha trouxe na primeira semana um trabalho de inglês, que consistia em identificar capitais e cidades em Inglaterra e EUA, moeda de cada país e locais característicos. Ora, nas aulas do 5º e 6º ano, não tinham falado sobre isso, e no manual deste ano também não.

Eu sabia uma ou duas coisas, mas o resto não. Então, fizemos uma brincadeira: cada uma de nós dava uma resposta, e depois ela ia pesquisar para ver se tínhamos acertado ou não. Se calhar hoje, se lhe fizerem as mesmas perguntas, já sabe.

Ontem foi a vez de português. Tinha umas palavras cruzadas. Fez algumas, outras não sabia. Tentei ajudá-la. Mas nem a mim me ocorriam algumas palavras como, por exemplo, um conjunto de camelos. Claro que a curiosidade nos dá para ir pesquisar. E assim descobriu que se tratava de uma cáfila. E por aí fora.

Se é errado? Talvez os professores não gostem. Mas eu prefiro a atitude curiosa, à indiferente que diz "não sei, não faço" e trabalho arrumado!

  • Blogs Portugal

  • BP