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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Querem ver que sou eu que estou errada?!

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Por certo já ouviram aquela história do condutor que ia muito bem na autoestrada, quando ouviu na rádio a notícia de que ia um veículo em contramão e comentou "Um não, muitos!".

Para ele, apesar de ser o dito condutor que ia em contramão, os outros é que estavam a ir em sentido contrário.

 

Esta semana, já por 3 vezes estou na passadeira, para atravessar, e os condutores, simplesmente, ignoram-me, como se eu fosse invisível ou transparente.

Um deles, ontem à noite, até abrandou e eu, parva, antecipadamente, agradeci. E não é que o parvalhão continua a andar, faz-me parar a meio da passadeira para ele passar, e ainda olha para mim como se eu tivesse acabado de cometer uma loucura!

 

E já não é o primeiro que olha para mim, quando atravesso a passadeira, com uma expressão entre o incrédulo e o assustado. Outros, fingem que não vêem e viram a cara. Outros ainda, depois de terem passado, pedem mil desculpas por não me terem visto!

 

Se calhar, sou eu que estou errada e, afinal, as passadeiras não foram feitas para os peões, mas sim para os carros!

Falha minha! Peço, então, desculpa a todos os condutores pelo transtorno de fazer das passadeiras o meu meio mais adequado para atravessar uma estrada!

Já cá faltavam as pérolas da professora de Matemática

 

Desde o ano passado que não fiquei com a melhor impressão da professora de matemática/ ciências naturais da minha filha.

Este ano, ainda não tinha havido nada. Estava a ficar admirada! Mas a surpresa durou pouco tempo.

A propósito das aulas de apoio para todos os alunos, nas disciplinas de Português e Matemática, foi explicado pelo director de turma que a oferta era para todos os alunos, mas não era de carácter obrigatório. Ou seja, só iam os alunos que quisessem, ou que os pais quisessem que fossem. Ao contrário das restantes aulas de apoio, que são para os alunos que têm mais dificuldades.

Foi-nos dito também que não ficássemos preocupados porque nessas aulas de apoio para todos, os professores não iriam dar matéria, nem fazer a correcção dos trabalhos de casa. Por isso, estávamos à vontade para não os pôr a frequentar as aulas de apoio. Seriam apenas aulas para retirar dúvidas e praticar exercícios.

No entanto, na última aula de apoio de matemática, a professora foi corrigir os trabalhos de casa que tinha mandado. Quando os alunos a alertaram para o facto de não estarem presentes todos os alunos da turma, a professora respondeu algo deste género:

 

"Eles que vão ver às soluções, ou então perguntem aos pais!"

 

E é assim o ensino, e alguns professores, que temos hoje nas escolas. Sem comentários...

A "estupidez" do ser humano

 

Será o ser humano “estúpido por natureza? Ou será algo que adquire ao longo da vida?

O que é certo é que, por vezes (muitas vezes), é mesmo estúpido! Principalmente no que respeita a relações, sobretudo relações amorosas.

Fala quando devia estar calado, cala-se quando devia falar…

Diz coisas que não sente, quando sente coisas que não diz…

Age (mal) quando devia estar quieto. Fica imóvel, quando o seu coração lhe ordena que lute…

Agarra-se aos mais perfeitos disparates (que para o ser humano são mais verdades incontestáveis) para justificar os seus actos de (pouca ou nenhuma) generosidade…

Toma decisões pelos dois, sem se importar com o que o outro pensa ou deseja…

Guarda os seus sentimentos, receios e preocupações para dentro, quando os devia pôr para fora…

Afasta quem mais ama, quando o que realmente queria era estar perto para sempre…

Complica demasiado aquilo que, afinal, é tão mais simples...

Se o faz intencionalmente? Penso que, a maioria das vezes, não. É algo que surge, e em que acredita piamente. A partir daí, sucede-se uma bola de neve de atitudes erradas que não consegue evitar. E não é, também, isso (os erros) que torna o ser humano, humano?  

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