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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Vem aí mais um ano lectivo!

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Começa esta semana mais um ano lectivo!

Nestes derradeiros dias de férias, pais e alunos dirigem-se às escolas para ver as turmas e os respectivos horários, marcar refeições, confirmar cacifos.

A contagem decrescente já começou.

A maior parte dos alunos estão ansiosos por rever os antigos colegas, por conhecer os novos colegas e professores. Sim, é isso o que mais os faz querer que as aulas recomecem, e não propriamente o voltar a estudar.

Parece que ainda há pouco tempo estavam a ir de férias, e três meses parecia tanto tempo...E já estão de volta à escola. A opinião é unânime: estas férias foram as que mais depressa parecem ter passado!

Uma nova etapa para uns, uma continuação para outros, ele está aí. E, por mais que queiramos, não podemos fugir dele, não podemos adiá-lo.

O ano lectivo 2016/2017 está mesmo à porta. Resta-nos abri-la, deixá-lo entrar, e tentar encará-lo com optimismo e serenidade.

Um excelente ano para todos os estudantes!

 

Mais um ano lectivo começou

 

Quantas vezes desejámos que o tempo andasse para trás, ou para a frente? Que andasse mais lentamente, ou acelerasse? Ou, simplesmente, ficasse parado?

Era o que eu mais queria, neste momento, parar o tempo!

Mas o tempo não para, não quer saber o que desejamos e anda sempre à mesma velocidade, restando-nos apenas acompanhá-lo o melhor que pudermos, e como melhor soubermos.

E assim se inicia, hoje, mais um ano lectivo. Um dia que, para muitos pais, acredito, já há muito devia ter chegado mas que, por mim, não havia pressa em começar.

Porquê?

Porque este ano se adivinha um ano difícil, em que o número de aulas reduziu, e o de férias aumentou. As actividades de enriquecimento curricular diminuíram para que o tempo útil de aulas (para toda a matéria que têm que saber) compense o corte de dias de aulas.

Porque este é um ano de provas para a minha filha.

Porque é o último ano desta etapa do seu percurso escolar que, apesar de tudo, é a menos dura de todas.

Porque este ano, com a mudança de horário, vão acabar os momentos a duas pela manhã. Não a vou poder levar mais à escola, não vamos mais conversar pelo caminho, fazer as “nossas telenovelas”. Porque vamos voltar a não estar juntas à hora de almoço.

E para o ano, tudo será diferente. Nova escola, nova turma, novos colegas, nova etapa, novas rotinas, mais disciplina, mais estudo, mais tudo…

É a minha filha a crescer, a viver a sua vida à medida que o tempo vai passando por ela, acompanhando a evolução e ordem das coisas. É normal.

Mas por mais que eu o saiba, por mais que eu perceba que também eu já passei pelo mesmo e que agora chegou a sua vez, ainda assim custa…e muito!   

Para além das normas

Quando estamos perante uma situação nova na nossa vida, temos a tendência a procurar informação sobre o assunto, a pedir conselhos, a dar ouvidos a quem já passou por uma experiência semelhante, e a nos guiarmos por aquilo que é considerado a norma, a regra, o padrão.

E não digo que seja, de todo, errado. Afinal, se tivermos uma referência, algo que nos possa ajudar ou elucidar, sentimo-nos mais preparados para atravessar essa nova etapa, e menos preocupados com as inúmeras dúvidas que nos pudessem atormentar.

No entanto, há que ter em conta que cada caso é um caso, e que as ditas normas, regras, padrões e referências, não são verdades absolutas. São apenas um mero registo ou indicador daquilo que é usual. Mas como em tudo na vida, existem excepções. Excepções essas que se traduzem em, perante situações idênticas, acontecerem factos diferentes, haver várias alternativas e acções distintas que se podem pôr em prática.

E que não podem, de forma alguma, ser consideradas anormais, menos apropriadas, indesejadas ou até evitáveis, apenas porque não correspondem à norma.

Por isso mesmo, embora possa informar-me e esclarecer-me sobre determinado assunto, e ouvir conselhos de alguém, nenhuma outra pessoa que não eu poderá decidir as minhas acções. Ninguém tem o direito de condenar determinado acontecimento ou facto, só porque não se encaixa nos padrões.

 

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