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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Cozinhar em casa ou comprar refeições fora?

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Quem não gosta de, em ocasiões especiais, ou em dias em que o tempo escasseia, ou o cansaço é grande demais para cozinhar, ir comer fora?

 

 

Depois, há quem faça as suas refeições fora por sistema, porque a sua vida assim o obriga, ou porque não tem jeito nenhum para cozinhar ou, simplesmente, tem mais com que ocupar o seu tempo que a cozinhar, e tem o capital necessário para sustentar esse hábito.

 

Há quem prefira cozinhar as suas próprias refeições, porque são mais saudáveis e mais saborosas, ou porque não há dinheiro para fazer grandes extravagâncias diárias.

 

Algumas pessoas preferem cozinhar para si próprias, ou para duas ou três pessoas, e evitá-lo quando se trata de grupos maiores, pelo trabalho que isso acarreta.

 

Outras, sentem maior prazer em cozinhar para um grupo de convidados, e preferem optar por algo mais prático quando é só para eles, ou para o casal.

 

 

Eu confesso: cozinho por obrigação. Não é coisa que goste. Cozinho pratos básicos, para o dia a dia, até porque não me posso dar ao luxo de comprar as refeições fora, ou ir comê-las a restaurantes todos os dias. Mas também admito que, à excepção de dois ou três pratos, que prefiro comer fora, a minha preferência vai, sem dúvida, para a comidinha feita em casa.

 

Por isso, mesmo que pudesse manter esse estilo de vida de ir tomar o pequeno almoço, almoçar ou jantar fora frequentemente, não o escolheria para mim.

Mas, para quem gosta e pode, acho bem, e não condeno.

 

 

 

 

Domingo de excepções

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Desde os meus 18 anos, idade em que adquiri o direito de votar, ontem foi a segunda vez em que o fiz.

A primeira, tinha sido por ocasião do referendo do aborto.

Aqui em Mafra, já se sabia quem ia ganhar. No entanto, fui votar (não nesse partido) porque, pela primeira vez, houve um partido que me disse alguma coisa, e com o qual me identifico em alguns aspectos.

 

 

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E porque ontem pareceu ser o domingo das excepções, comi um bolo que já não comia talvez há uns 2/3 anos - um croissant de doce de ovos!

Estava bom, como sempre, e soube bem, embora a determinada altura já achasse que tinha doce de ovos a mais. 

Agora posso passar mais uns anos sem comer outro!

Constatações

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Nem toda a gente tem jeito para monólogos, nem para cativar os outros com eles.

Eu não sou apreciadora de monólogos, e isso ficou provado neste domingo, quando fomos ao teatro!

 

Há excepções, claro! De entre uma dezena de artistas, poderá haver (e houve) um que teve piada, que nos fez rir (afinal era uma comédia), e que poderia, bem feitas as coisas, ter interpretado todas as personagens da peça, com muito mais sucesso do que teve.

 

Mas, voltando um pouco atrás, num domingo em que o meu marido não queria ficar fechado em casa, o tempo não convidava a praia ou grandes passeios, e em que o nosso corpo, e a minha cabeça, pediam descanso, entre ficar uma eternidade na fila para assistir a uma recriação histórica no Convento de Mafra, ou ir ao teatro, onde podíamos estar sentadinhos, ver uma comédia, optámos pela segunda opção.

 

Só quando lá chegámos, percebemos que a comédia consistia em vários monólogos, das várias personagens. Tudo à volta de uma noiva que nunca aparece. Na primeira parte, há duas personagens que ainda nos fazem esboçar um sorriso, mas houve uma que quase nos fez dormir! Valeu a tal excepção, que fez jus à classificação da peça - comédia!

 

A segunda parte foi melhor, com mais momentos engraçados mas, claro, sem ninguém conseguir bater o tal artista que, desta vez, fez mais uma personagem, para animar o público. A destoar, só mesmo um senhor que foi ao palco, literalmente, debitar, o texto conforme o tinha decorado, a tentar não enganar-se numa única palavra, para não fazer má figura. Saiu-lhe o tiro pela culatra. Fez péssima figura.

Antes um engano, numa cena natural, que tanta perfeição, sem alma.

 

Como comédia, deixou muito a desejar, embora na parte crítica tenha cumprido o seu propósito. Teria ganho muito mais se houvesse interação entre as diversas personagens, ao invés de estarem a falar com pessoas imaginárias, ainda mais porque algumas das personagens tinham artista para as interpretar.

Mas, também, não se pode pedir muito, tendo em conta que o bilhete custou apenas 3 euros. 

O recibo electrónico para rendas

 

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Mais uma "brilhante" medida deste governo!

Nem sei que diga, tais são os disparates associados a esta nova medida!

Todos os senhorios "que recebam, no conjunto do ano, rendas superiores a 838,44 euros - o equivalente a perto de 70 euros por mês - terão de passar recibos eletrónicos mensais aos seus inquilinos, emitidos através do Portal das Finanças".

Qundo ouvi falar sobre isto a primeira vez, perguntei-me: então e aqueles senhorios que não têm acesso à internet? Mas será que o governo pensa que ter um computador em casa e, ainda mais, ligação à internet, é algo banal? 

Não! E por isso criaram esta "importantíssima" excepção: "os senhorios com 65 ou mais anos, que poderão não ter facilidade de acesso à internet, não são obrigados a passar recibos electrónicos, mas apenas umam declaração anual".

Que bom, isso quer dizer que consideram todos os outros senhorios, abaixo dessa idade, com boas condições de acesso à internet! Somos um país muito à frente!

Depois, temos este valor mínimo a partir do qual se torna obrigatório emitir recibo electrónico. Qual é a finalidade deste tecto?

E qual é, no fundo, a finalidade da medida? Se é evitar a fuga ao fisco, porque razão isentam uns, e obrigam outros?

Se é para que tudo seja feito legalmente, de forma mais prática, e com vantagens para inquilinos e senhorios, porque é que nuns casos continuam a ser admitidos os recibos em papel, e noutros já é necessário o recibo electrónico? Não deveria ser uma medida igual para todos? Ou então, não ser obrigatória?

Quem vai lucrar, e muito, com isto são esses senhores das agências de documentação, e empresas de contabilidade, a quem muitos irão recorrer para preencher estes novos recibos!

Calçado sem qualidade

 

É o que cada vez mais se encontra por aí.

Ah e tal, isso é porque é feito de material que não presta e é mais barato. Se comprarmos calçado de qualidade superior que, por norma, sai caro, não temos esse problema.

Pode até ser. Mas a verdade é que já comprei calçado mais caro e fiquei mal servida na mesma.

Há muitos anos atrás, comprei umas botas pretas de salto alto, que me duraram até há 3 anos atrás. Foram caras, na altura, mas valeram o dinheiro que dei por elas. Nessa altura, comprei umas botas castanhas em pele (segundo a dona da sapataria) que estavam em saldo, e também nunca tive problemas com elas.

Mas foram as únicas excepções à regra! Tanto para mim, como para a minha filha, chego a comprar por ano aos 4 e cinco pares de botas para o inverno. Ao fim de dois ou três dias, precisam de capas. Ao fim de pouco mais de um mês, já estão descoladas e, à primeira chuvada, deixam entrar água!

E não são assim tão baratas quanto possam pensar. Os sapatos, começam a esgaçar todos. No último verão, comprei umas sandálias de cunha. No primeiro dia, a sola ficou cheia de buracos porque as pedrinhas pequeninas da rua ficaram lá espetadas e agarradas!

E não me venham com desculpas que determinado calçado não foi criado para determinadas condições. Que me digam que um guarda-chuva não foi feito para o vento, ainda compreendo. Mas a função básica de qualquer calçado é proteger os pés e, sinceramente, cada vez mais me convenço que isso anda longe de ser cumprido.

A ser verdade a teoria de que o que é bom é caro (para mim  nem sempre é verdade), quando as nossas carteiras não podem pagar em dinheiro a qualidade, pagam os nossos pés! 

 

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