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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Férias - expectativa versus realidade

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A cada ano que passa, com umas férias não muito bem aproveitadas, nos convencemos de que, no ano seguinte, será melhor.

Talvez para o ano haja mais dinheiro.

Talvez para o ano o tempo esteja melhor.

Talvez para o ano consigamos mais dias juntos.

Talvez para o ano possamos ir aqui ou ali.

E é com esse pensamento que nos resignamos com o que não foi possível, na esperança de que possa ser concretizado nas próximas férias.

 

Mas, quando o ano seguinte chega, a realidade é muito diferente da expectativa.

Não há mais dinheiro, porque parece que cada vez há mais coisas para pagar, e menos dinheiro disponível.

O tempo continua a ser uma incógnita, com a maior parte dos dias frios e ventosos e, só por sorte, um ou outro de verão.

Continuamos com a maior parte das férias desencontradas, em dias e meses diferentes.

Este ano, com a pandemia, e outros contratempos, palpita-me que serão umas férias caseiras.

 

E assim, em vez de melhorarem, as férias acabam por ser cada vez mais decepcionantes, valendo apenas por não ter que cumprir horários, desligar do trabalho e aproveitar o pouco tempo todos juntos.

 

 

 

Sobre o final de Absentia

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Alguém por aí viu? Gostaram?

 

Eu confesso que estava bastante entusiasmada para o ver, até porque os últimos episódios estavam ao rubro, mas fiquei com a ideia de que a série começou bem, piorou, recuperou, e acabou por não ter um final à altura. Num todo, apesar de a ideia ser boa, a história perdeu-se um pouco - acabamos por não perceber bem o papel de determinadas personagens, e qual a ligação a tudo aquilo. 

Faltavam algumas cenas mais explicativas ao longo de toda a série, e algo que fizesse com que as personagens se interligassem melhor umas com as outras, e com os acontecimentos em si.

Não me parece que tenha sido uma aposta bem sucedida e, no meu caso, a expectativa foi defraudada.

A destacar, no entanto, está a última cena, em que percebemos que a Emily não era assim tão inocente, e nem sempre foi totalmente sincera. 

 

 

Confirma-se o que li há tempos, no site http://cinemametropolis.com/:

"Contra si, Absentia tem-se a si própria. Com uma ideia tão ambiciosa, a maior ameaça ao sucesso da série é não ser capaz de responder às exigências que cria logo no primeiro episódio. Além disso, o facto de o elenco ser genericamente "esquecível", à excepção de Stana e do vilão anunciado Conrad Harlow (Richard Brake) – e de alguma surpresa que surja entretanto –, enfraquece o argumento e as interações entre as personagens."

Um Gato de Rua Chamado Bob

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No passado fim-de-semana vi, finalmente, o filme sobre a história do gato Bob e o seu dono, James Bowen.

A expectactiva era alta, sobretudo depois de ter lido os dois primeiros livros.

 

As conclusões a retirar são as seguintes:

- o gato Bob é lindo e único, sem dúvida o grande protagonista

- o actor que deu vida a James foi muito bem escolhido, e gostei muito da sua prestação no filme

- o filme em si, deixou muito a desejar, estava à espera de muito mais, de muitas emoções como as que os livros provocaram, e a única cena que se aproximou de algum tipo de emoção foi aquela em que o Bob fugiu e esteve uns dias sem aparecer

 

Foi, de certa forma, uma desilusão.

Sobre o Festival da Canção - A final

Foto de RTP - Festival da Canção.

Estava na expectativa para ver o Festival da Canção, até ao momento em que a Catarina e a Sílvia dizem que o voto do público só iria contar 50%, e que os restantes 50% seriam atribuídos por jurados em vários pontos do país. 

 

 

Foto de RTP - Festival da Canção.

A partir daí, percebi que nunca iria vencer a minha preferida, nem tão pouco uma das menos más. O programa já estava feito para isso não acontecer. Os responsáveis não iriam deixar os portugueses escolherem uma música, e tinham que encontrar uma forma de travar o poder do público. Conseguiram!

Nem me dei ao trabalho de ficar acordada até à uma da manhã, a assistir a um espetáculo dois em um, que para além da escolha da música representante de Portugal, ainda serviu para celebrar os 60 anos da estação.

Vi os resultados hoje.

Antes disso, já a minha filha me tinha perguntado um palpite, e respondi-lhe que talvez tivesse vencido o Salvador Sobral. Acertei. 

No entanto, quis perceber qual tinha sido a votação do público. Embora não tenham dado a pontuação máxima à minha favorita, e que pensei mesmo que seria a mais votada do público, continuo a achar mais justa a votação do público, do que a dos jurados.

 

 

 

Foto de RTP - Festival da Canção.

Está escolhida a música e não há nada a fazer. Agora é esperar que "Amar Pelos Dois" se transforme num "Amar por Todos", e consiga conquistar o maior número de votos, para ficarmos bem classificados. E quem sabe os restantes países não achem piada à forma singular como o Salvador interpreta a música.

Até porque uma coisa é certa: para uma música que não é festivaleira, já tem lugar garantido em Kiev! E provou a todos os que diziam que esta música até era bonita, mas não para um festival, que afinal até vai à Eurovisão!

 

 

Na minha opinião, continuo a preferir a música do Pedro Gonçalves ou até mesmo os Viva la Diva.

Há 3 semanas que Quantico recomeçou...

 

...e ninguém me disse nada!

Estava eu ontem a ver as gravações que tinha na box, para apagar o que não interessava quando, de repente, vejo gravações da série "Quantico" em Abril.

O quê? Estarei a ver bem? Pára tudo.

Último episódio gravado em Dezembro de 2015, e 3 novos episódios gravados em Abril deste ano (a 7, 14 e 21).

Finalmente! Quatro meses depois, lembraram-se de dar seguimento à série. Ao que parece, agora às quintas-feiras.

Continuo a achar um total absurdo a pausa que fizeram. Se tivesse terminado uma temporada, ainda se aceitava. Agora deixá-la a meio, deixar o público na expectativa, e fazê-lo esperar 4 meses, não se admite. Quem é que ainda se lembra de tudo o que deu antes, quem é que consegue seguir a história e o ritmo, sem ter que voltar um pouco atrás? 

Enfim, posso sempre ver o lado positivo: agora tenho 3 novos episódios para ver enquanto espero pelo desta semana, e posso vê-los seguidinhos, sem pausas ou interrupções!