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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Fui "hackeada"!

Fique atento aos 11 sinais para saber se você foi hackeado | Go2web

 

No fim de semana passado, de um momento para o outro, deixei de conseguir aceder ao meu email no telemóvel. Supostamente, tinha detectado actividade suspeita. Pedia-me para alterar a password. Com receio, achei melhor experimentar no computador. Dava a mesma mensagem. Lá fiz a alteração.

 

Ontem, saio do trabalho à hora de almoço. Quando volto, tento aceder ao facebook. 

Dizia que estava a usar uma password antiga. Tentei de novo, para ver se não me tinha enganado.

A mesma mensagem.

Alguém acedeu à minha conta, e alterou a password, logo após eu ter saído para almoçar.

No email, aparecia essa actividade na zona de Santarém.

Tive que proteger a conta, que entretanto tinha sido bloqueada, e mudar a senha de acesso. 

 

Entretanto, fiquei a saber que alguém criou um perfil no Goodreads, com o meu nome, ou então já existia, e copiou uma opinião que eu tinha partlhado aqui no blog, palavra por palavra.

Ou se tentou fazer passar por mim, ou limitou-se a fazer copy paste, como se a opinião fosse sua.

 

E é isto!

Espero não ter mais surpresas nos próximos dias 

Sobre os pedidos de recomendações em grupos do Facebook

ícone Dedo, mão Livre de iOS7 Minimal Icons

 

Já me foram úteis.

Foi através deles que consegui alguém que me viesse substituir umas tomadas.

Foi através deles que consegui alguém que me viesse substituir os vidros partidos.

 

Por isso, ontem fiz um novo, desta vez, para fisioterapeuta ou osteopata, para o meu pai.

Percebi que há pessoas que nos facilitam o trabalho, outras que tentam ser prestativas, e ainda outras que estão noutra frequência, e só atrapalham.

Para este pedido em concreto, houve recomendações de pessoas com o respectivo contacto, ou página de facebook, que ajudaram muito.

Houve recomendações de nomes, sem mais nada. Ou em forma de identificação, mas a cujo perfil não dá para aceder, porque a pessoa não faz parte do grupo. Valeu, mas não deu...

 

E, depois, pasmem-se:

uma recomendação de cabeleireiro (não sabia que se dedicavam também à medicina)

uma recomendação de empresa ferroviária (estarão a sugerir alguma coisa?!) 

uma recomendação de negócio local (que nem dava para saber que negócio era)

uma recomendação de um centro de cuidados pré natais (eu frisei que era um idoso de 79 anos, não uma grávida!)

 

Ainda assim, já fiquei com alguns contactos e uma consulta marcada.

Vamos ver.

 

Teorias da conspiração

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Por vezes, quando ando pelo facebook, vejo publicações de outras pessoas, com resultados de testes engraçados, sobre aquelas curiosidades que todos temos, e que nos levam a querer fazer também, para ver o que nos calha a nós.

 

Há os que não pedem nada, e que adiro mais rapidamente, e os que informam que, ao jogar, estaremos a dar autorização para acesso às nossas informações de perfil e afins. Com esses, fico de pé atrás. Na maioria das vezes, não chego a entrar.

 

Mas, que nuns, quer noutros, apercebo-me de que, directa ou indirectamente, estamos, disfarçado de brincadeira inofensiva a dar, constantemente, informações sobre nós.

 

Entre aquilo que já foi pedido, deixo aqui estes exemplos:

 

  • Data de nascimento
  • Sobrenome
  • Nome dos filhos
  • Data de nascimento dos filhos
  • Apelido dos filhos

 

E pensei "E se, por detrás de um jogo inofensivo, estiver alguém a recolher o máximo de informação que nós, ingenuamente, vamos dando, para outros fins, não tão inofensivos?"

 

Pois, eu sei que parece mais uma teoria da conspiração mas, nunca fiando...

 

 

O facebook e a descoberta de coincidências curiosas

Sem Título.jpg

 

Diz-se tanto mal do facebook, mas ainda há coisas curiosas que ele ainda nos vai dando.

Uma delas, são as coincidências.

Através de uma partilha de memórias, de publicações nossas, noutros anos, é curioso perceber como certas coisas tendem a repetir-se, nos mesmos dias, nos anos seguintes.

 

Por exemplo, num determinado dia, de um ano anterior, tinha feito uma publicação sobre o frio extremo aqui na vila. Anos depois, no mesmo dia, o frio repete-se.

Também já me aconteceu com a chuva.

Há 3 anos, andava a chupar Halls de mel e limão para a garganta. Hoje, cá estou eu de novo com eles.

 

Pena é que algumas coisas boas não se repitam também.

Era sinal que hoje, em vez de vir trabalhar, estaria a assistir a um qualquer concerto, na Altice Arena!

Um acaso, sensibilidade, o poder do facebook e uma história com final feliz

(ou assim esperamos)

Resultado de imagem para ajudar animais"

 

Seria uma tarde como outra qualquer.

Eu a trabalhar, e a minha filha nas aulas.

 

 

Quis o destino, o acaso, ou o que quer que tenha sido, que a minha filha não tivesse tido a aula. E que tivesse ido com as colegas até àquele local.

Viram um cão por ali, e acharam-lhe graça. O cão ia a andar, quando um carro lhe bateu.

Ouviram o estrondo e, logo em seguida, o cão a ganir.

Ficou deitado no passeio, sem se mexer.

 

 

A pessoa que o atropelou não fugiu. Ficou por lá. Embora mais preocupada em não se molhar por causa da chuva, e a desculpar-se que não era de cá, que tinha sido um acidente e que, como tal, não se podia responsabilizar. "Ah e tal, eu vi-o mas achei que ele ia conseguir passar antes de eu chegar." Estava também preocupada com a possibilidade de a mandarem fazer o teste do balão..

Não sei se foi a senhora que ligou para a GNR mas, enquanto esta não chegava, ainda aproveitou para ir ao café.

 

 

A minha filha ligou-me logo, a perguntar se podíamos ligar a alguém, que fosse recolher o cão e ajudá-lo. Conhecendo as autoridades e entidades, por experiências anteriores, duvidei que fizessem algo. Por isso, pedi-lhe para ela tirar foto, e partilharmos no facebook.

Ela assim fez. E enviou-me.

Fez-me lembrar um cão que tinha visto num anúncio, nessa manhã, a pedir ajuda para o encontrar, porque tinha fugido de casa, aqui na vila.

 

 

Publiquei a foto e a informação num grupo de ajuda animal daqui da zona. Com a pressa de que alguém pudesse reconhecer, nem referi que o cão estava vivo.

Na verdade, também não sabia tudo ao pormenor, porque a urgência da situação passou por cima desses detalhes.

Foi uma sorte, poucos minutos depois, alguém me dizer que o cão tinha dono, chamava-se Buddy, e andavam à procura dele.

Facultaram-me o contacto, e o link do tal anúncio. No anúncio não falava em chip, apenas numa coleira verde que a minha filha me confirmou que o cão tinha.

 

 

Liguei de imediato para o dono.

Em seguida, liga-me a minha filha, a dizer que já lá estava a GNR. Com receio que levassem o cão, antes do dono chegar, a minha filha acabou por passar o telemóvel à agente, a quem dei o nome e contacto do dono. 

Soube mais tarde que a agente ligou para o dono.

 

 

O dono deve ter chegado pouco tempo depois, e o cão foi levado para o Hospital Veterinário, onde ficou internado. Ontem, estava estável, segundo me informou, mais tarde, o dono.

Agora, resta aguardar que tudo corra bem e o Buddy recupere do acidente. Para já, pode-se dizer que o dono recuperou o seu cão.

 

 

Não se sabe se como se teria desenrolado tudo isto, noutras circunstâncias.

Teria alguém partilhado o acidente? Teria sido possível encontrar o dono? Teria alguém levado o cão ao veterinário? O que faria a GNR com o cão?

Talvez até tivesse tido igualmente um final feliz. Ou talvez não...

O que sei é que um acaso, alguma sensibilidade, e o poder incontestável de uma partilha no facebook, a par com aqueles que também por lá andam, uniram-se em prol do Buddy.

 

 

Independentemente de tudo, valeu pela atitude.

Dizem que os filhos, por norma, tendem a seguir o exemplo dos pais, para o bem e para o mal.
E foi isso mesmo que se viu, neste caso, para o bem de um animal.
Há coisas que não se aprendem na escola, e esta, é uma delas. E tem muito mais valor uma acção como esta, que uma qualquer nota menos boa num teste.