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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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À Conversa com o Coro do Seminário Maior de Cristo-Rei dos Olivais

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A Associação Monsenhor Pereira dos Reis, sediada no Seminário dos Olivais, em Lisboa foi criada para ajudar à formação, a nível espiritual e litúrgico, dos seminaristas, bem como, dos fiéis da Igreja. 

Procura também divulgar o magnífico espólio de cantos litúrgicos existente em Portugal.

Nesse contexto, o Coro do Seminário Maior de Cristo-Rei dos Olivais apresenta o seu mais recente álbum, "Bendita Sois, Virgem Maria", um álbum que dá a conhecer o espólio de cânticos marianos compostos pelo Padre Manuel Luís.
São 37 temas que integram este álbum, sendo alguns de caráter popular.

Para ficarem a conhecer melhor a missão da associação, e a importância dos cantos litúrgicos em Portugal, aqui fica a entrevista a Miguel Rodrigues, Seminarista do 6º Ano de Seminário, em representação do Coro do Seminário Maior de Cristo-Rei dos Olivais.

 

  

 

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Que objetivos levaram à criação da Associação Monsenhor Pereira dos Reis, sediada no Seminário dos Olivais?

A Associação Monsenhor Pereira dos Reis é uma associação privada de fiéis, com estatuto jurídico reconhecido pelo direito canónico, e surge com o principal intento de promover a qualidade da liturgia, segundo a tradição do Seminário dos Olivais. Esta promoção do gosto e do conhecimento litúrgico estende-se também a toda a diocese de Lisboa. A divulgação da música sacra, e de outros documentos de aprofundamento da ciência litúrgica, é também um dos itens que pertence aos fins desta Associação. Esta pretende ainda cuidar também da formação sacerdotal dos alunos do Seminário dos Olivais. Os fins desta associação podem ser lidos na íntegra nos estatutos próprios da Associação aprovados pelo Ordinário do lugar. (Cf. http://monsenhorpereiradosreis.pt/quem-somos/estatutos/)

 

 

Que papel desempenha a música na Igreja?

A música teve, desde sempre, um papel fundamental na vida litúrgica da Igreja. Tal deve-se ao carácter espiritual próprio desta forma de expressão, considerada por muitos como a mais espiritual das expressões artísticas pela não-materialidade que a caracteriza. A música é extremamente valorizada no contexto da oração comunitária da Igreja pela riqueza que acrescenta aos ritos e gestos celebrados. A sua dimensão emocional ajuda os fiéis a coadunarem os seus corações com os mistérios celebrados, permitindo a experiência de uma única assembleia celebrante que, num mesmo coração e numa só alma, louva o seu Deus. No entanto, a música na ação litúrgica não tem o valor mais importante. Este é atribuído à Palavra, estando a composição musical ao seu serviço. Dado o valor que a Palavra tem para a vida eclesial, a composição musical deve ajudar a anunciá-la da melhor forma, contanto que a Palavra não seja subjugada às exigências ilegítimas da composição musical.

 

 

Consideram que as pessoas, de uma forma geral, tendem a sentir-se mais próximas da Igreja, e a perceber melhor a mensagem que esta pretende transmitir, através da música?

Sem dúvida que a música é um elemento fundamental, e que embeleza de forma única as celebrações da Igreja. Apesar do seu carácter ornamental, ela deve não só ajudar a uma mais profícua escuta da Palavra e de uma consonância com o espírito próprio de cada celebração, mas também contribuir para que todos participem da ação litúrgica que se desenrola. É esta participação que contribui para uma experiência celebrante de um mesmo Corpo, que se reúne para celebrar a mesma fé. São de evitar, neste sentido, as formas musicais que induzam a uma compreensão errónea das celebrações, como se de um concerto se tratassem.

 

 

Portugal é um país rico em cantos litúrgicos?

A riqueza do canto litúrgico em Portugal é imensa, mesmo quando o comparamos com outras realidades europeias. Primeiro, é de sublinhar o valor dos cantos tradicionais e populares, de cariz religioso, que sempre foram uma importante fonte de evangelização e de transmissão da fé de geração em geração. Depois do Concílio Vaticano II, e com o implemento da Reforma Litúrgica, também o canto litúrgico precisou de ser reformado. Portugal foi, sem dúvida, um dos países de vanguarda nesta matéria, procurando compor música litúrgica que se coadunasse com o espírito do Concílio e com as exigências da contemporaneidade. O trabalho do padre Manuel Luís foi imenso nesta matéria, associado ao Seminário dos Olivais, qual sede da aplicação da Reforma Litúrgica na diocese de Lisboa, mas também o pe. Carlos Silva, na diocese de Leiria-Fátima, entre tantos compositores que marcaram o século XX, deixando um manancial de cânticos e antífonas especificamente compostos para a ação litúrgica, segundo a vida espiritual e a tradição eclesiais.

 

 

 

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A 5 de outubro, o Coro do Seminário Maior de Cristo Rei dos Olivais apresentou o álbum “Bendita Sois, Virgem Maria”. Como surgiu esta iniciativa?

Esta iniciativa surge na continuidade de outras publicações da Associação, que pretendem dar a conhecer a obra do Padre Manuel Luís e contribuir para a sua difusão nas paróquias e meios eclesiais. O conhecimento destas composições são certamente uma mais-valia para uma melhor vivência das celebrações, não só pela beleza musical da qual são dotadas, mas também da adequação das mesmas à espiritualidade própria de cada celebração. De facto, há uns anos tinha sido publicado um CD com os temas referentes à Virgem Maria, mas este esgotou-se. Ao pensar se seria importante reeditá-lo, a Associação achou por bem fazer uma gravação e edição toda nova, de modo a melhorar a qualidade da execução dos cânticos, acrescentando algumas vozes em determinados cânticos e, acima de tudo, aumentando significativamente o número de composições musicais cantadas, o que torna muitos dos temas nele presentes inéditos para muitos.

 

 

O álbum é composto por 37 temas, compostos pelo Padre Manuel Luís. É, de certa forma, uma homenagem que lhe quiseram prestar?

A homenagem está certamente presente na publicação deste CD. Porém, a melhor homenagem, mais do que a publicação em si, é a possibilidade destas composições servirem o

intento para o qual foram compostas, ajudando muitas assembleias a louvar e a celebrar melhor, de forma mais bela, e muitos a aproximarem-se de Cristo.

 

 

Como descreveria o Coro, esta experiência de gravar um disco de cânticos marianos?

Foi uma experiência exigente pela quantidade de faixas e o pouco tempo dado à gravação em si. No entanto, há algo que abona a nosso favor, pois estamos habituados ao canto litúrgico, presente em todas as celebrações comunitárias do Seminário dos Olivais. Há uma forma própria de cantar que já foi apreendida pelos alunos do seminário, e isso facilita a interpretação dos vários cânticos.

 

 

O Coro do Seminário Maior de Cristo Rei dos Olivais costuma participar em eventos religiosos ou dedicados à música, onde a população em geral o possa ouvir?

Normalmente, alguns dos seminaristas colaboram com o coro diocesano de Lisboa, que canta nas missas diocesanas, nos tempos litúrgicos mais fortes ou nas festas mais relevantes para a vida da diocese. Procuramos também dar a conhecer o canto litúrgico pela venda dos CD’s publicados pela Associação, quer pela internet, quer por algumas livrarias católicas e paróquias que vendem os nossos produtos.

 

 

“Bendita Sois, Virgem Maria” terá sucessores, que continuem a divulgar o espólio de cantos litúrgicos em Portugal?

Esperamos que sim, na certeza de que a própria Associação procurará ter esse papel de divulgação.

 

 

Muito obrigada!

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

RX - Cambraia

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Os Cambraia surgiram em 2007, com o intuito de explorar tradições da música portuguesa, e usar o fruto dessa exploração na composição da chamada música moderna.
Na música dos Cambraia há espaço para quase tudo: o cómico, o sonho, a dor, a alegria, o espanto, a intervenção... a vida. Em português. Sempre. 

É essa diversidade de energias que a banda procura passar para o público, a cada atuação, à medida que descobre e é descoberta por esse mesmo público.
Em 2015 lançaram o álbum “Concordar Com Gente Grande”.
Agora, estão de regresso com um novo single: “Nua e Crua”.

 


Conheçam melhor os Cambraia, através deste RX à banda:

 

 

 

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De que forma se descreveriam através das seguintes palavras?

 

 

Verdade toda a música e letras que escrevemos, bem como a forma como as executamos, é feita com toda a nossa verdade, é exactamente aquilo que queremos dizer. Nunca cedemos à tentação de alterar uma palavra, juntar mais um refrão, retirar um solo, para eventualmente tornar esta ou aquela canção mais vendável. Isso não faz parte do nosso ADN.

 

Tradição acreditamos que tudo o que nos identifica como portugueses e que consideramos como tradição deve ser preservado e de certa forma, se possível, reciclado, ou seja, vestido com as roupas de hoje. O bom e o menos bom, entenda-se.

 

Música – todos os géneros que ouvimos e vamos descobrindo cabem nas canções de Cambraia e fazem delas objectos de fruição e de reflexão muito apetecíveis, esperamos nós. Enquanto sentirmos que assim é, existe razão para existirmos.

 

Diversidade – todas as culturas e etnias e orientações de que Portugal é feito serão sempre celebradas pelos Cambraia com maior ou menor grau de ironia. Português – é uma das mais belas e faladas línguas do planeta e é a nossa. É para o Ricardo (autor das letras) um desafio constante que ele vai vencendo, alcançando assim poemas bem singulares.

 

Vida – é tudo. Depois dela, não há provas (que conheçamos, pelo menos) de haver mais nada. Por isso é nascer, renascer e crescer e ser um pouco melhor de um dia para o outro. Tudo isto está na obra de Cambraia. Vão ouvir.

 

Energia – é a fonte da vida, do movimento e da transformação constante de tudo e de todos. É aquilo que os Cambraia trocam em doses industriais com o nosso público nos concertos. É o que percorre as nossas canções. É um vício bom. E tanto a boa como a má energia são essenciais.

 

Público – é a razão pela qual queremos existir. E queremos ter sempre cada vez mais. E o público português é um dos melhores do mundo (até segundo várias vedetas internacionais). Temos muita sorte nesse capítulo.

 

 

 

Em 2015, os Cambraia lançaram o álbum “Concordar Com Gente Grande”. O que têm feito desde então?

Em 2016 e 2017, sobretudo, tocámos o disco em alguns palcos nacionais e fomos sempre bem recebidos pelo público. Conseguimos que a canção “Apenas Um Sorriso” fosse ouvida constantemente na telenovela “Belmonte” da TVI. Ficámos em segundo lugar no prestigiado Festival Cantar Abril com uma versão muito nossa do tema “Balada de Outono” do Zeca Afonso.

Fizemos parte de várias colectâneas da nossa editora, a Farol. Foram anos de crescimento como banda ao vivo. Foram anos em que a cumplicidade entre todos cresceu e ajudou a formar a identidade de Cambraia.

 

 

Uma das características que atribuíram, nessa altura, à banda foi um certo tom irónico e jocoso. É algo que ainda se mantém?

Não só se mantém como sai reforçado nas novas canções. De certa maneira pode-se dizer que este novo trabalho é mais divertido embora não necessariamente mais leve.

 

 

 

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“Nua e Crua” é o novo single dos Cambraia, lançado a 26 de outubro. Na vossa opinião, a verdade deve ser sempre nua e crua?

Para nós ela não o é se assim não fôr. Muitas vezes é difícil lidar com a verdade, enfrentá-la. Mas para nós não existe outra maneira de andar neste planeta.

Há que ser corajoso para se ser verdadeiro. Há que errar, corrigir, melhorar e, sobretudo, respeitar o outro, por mais difícil que possa parecer e ser.

De uma vez por todas temos que ser responsáveis pelo que pensamos e fazemos. Só assim as coisas melhoram. Acreditem. Ouçam Cambraia que ajuda.

 

 

“Os Cambraia são sempre verdade”, afirmam. É esse o “compromisso” que assumem, através dos vossos temas e da vossa postura, para com o público que vos segue?

Sim. Ninguém é perfeito mas temos sempre esse compromisso em mente quando escrevemos, cantamos, tocamos, gravamos, quando pisamos o palco ou quando damos entrevistas, por exemplo.

 

 

Para quando um novo álbum?

Por enquanto estamos ainda no processo de gravação de mais 4 canções e a escrever mais uma. Teremos algumas colaborações interessantes. Uma delas julgamos que nunca aconteceu no panorama musical português (pelo menos procurámos e não encontrámos).

Não sabemos ainda se será um álbum ou um EP. Veremos. Estejam atentos. Sigam-nos nas redes sociais e afins.

 

 

Quais são os objectivos a concretizar até ao final do ano, e em 2019?

Até final do ano estaremos na toca a gravar as novas canções. Quanto a 2019, queremos que seja o ano de Cambraia, com muitos concertos ao vivo em todo o lado para mostrarmos a nossa música contagiante a todo o país e comunidades portuguesas no estrangeiro.

Preparem-se que estamos quase a chegar!

 

 

Muito obrigada, Cambraia!

Nós é que agradecemos a oportunidade de responder a perguntas tão interessantes, o que nem sempre acontece. Parabéns!

 

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens. 

À Conversa com Ivo Dias

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Ivo Dias é um cantautor luso-brasileiro que lança, a 9 de Novembro, o segundo álbum enquanto artista a solo - #Guerreiro.
Este será um disco que faz a ligação do clássico ao contemporâneo, do antigo ao moderno, do passado ao presente, em que Ivo se propõe expor a sua própria inspiração, a sua história e evolução.
O álbum #Guerreiro é composto por temas inéditos, cantados em português, e com a participação de André Rosinha (contrabaixo), Carlos Garcia (piano), Diogo Duque (trompete) e Iuri Oliveira (percussão).

 

Ivo Dias é o convidado de hoje, que podem ficar a conhecer melhor nesta entrevista:

 

 

 

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Quem é o Ivo Dias?

Sou um músico que desde muito cedo me apaixonei pelo estudo da guitarra e pela composição. Tento expressar através da música as minhas vivências e sensações. Sou também professor de música e o contacto com as crianças é para mim fundamental para um dia a dia saudável. Sou também apaixonado pelo desporto e nutrição.

 

 

Como surgiu a paixão pela música?

A paixão pela música surge através da influência dos meus pais que sempre me motivaram a ouvir discos de vinil desde que me lembro de ser gente. Depois passou para a cassete, CD e por fim MP3. A paixão foi acordada para um sentido mais prático quando recebi a minha primeira guitarra, deveria ter uns 12 anos e comecei a praticar como autodidata com a ajuda de uns amigos da escola.

 

 

Quais são as suas principais referências, a nível musical?

São muitas mesmo. Gosto muito de pop/rock dos anos 60, 70 e 80. Gosto muito de Bossa Nova, Samba e MPB também dessas épocas. Música Clássica foi muito importante para mim. Passei uma fase de Grunge nos anos 90 e Reggae que também me marcou imenso. Considero que tenho influências bastante ecléticas, fruto de ter ouvido música a minha vida toda e ter sempre tentado experimentar coisas novas.

 

 

O Ivo tem como mote na sua carreira, fazer várias fusões musicais e culturais. O single “Fado Blues” representa uma dessas fusões, até mesmo no título?

Sim, eu considero que estamos cada vez mais conectados e é interessante aproveitar isso para fazer fusões. O Fado Blues é consequência disso sim, bem como toda a música que faço. O Blues é uma música que está estruturalmente

ligada com muitos estilos talvez por estar na gênese de vários daqueles que ouvimos hoje em dia.

 

 

 

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“#Guerreiro” é o seu segundo álbum a solo. O Ivo considera-se um guerreiro?

Creio que sim, todos temos uma luta! Eu não sou diferente. Este disco embora em nome próprio representa um pouco de todos nós e todos nós somos guerreiros.

 

 

Cerca de um ano depois do lançamento do primeiro trabalho, “Se7e”, chega agora este novo disco. Quais são as maiores diferenças entre ambos?

Eu lancei o álbum “Se7e” em 2017, foi há um ano atrás. No entanto as diferenças são bastantes. Foi um CD gravado totalmente com o sotaque do Brasil, terra na qual tenho uma ligação. Foi também gravado em one take (voz e violão). Tentei retratar um pouco a minha vivência de músico de bares e restaurantes onde se faz muito esse tipo de trabalho. Neste novo disco já tenho uma equipa de músicos para defender o disco comigo, que são super talentosos e que muito me deixam orgulhoso. Para além de serem amigos e parceiros. O disco está com o sotaque de Portugal e tem outros perfumes que o anterior não tinha. Acho que está mais ligado com Portugal.

 

 

O Ivo é um cantautor luso-brasileiro. A influência destas duas culturas está presente nos seus temas em igual medida, ou existem momentos em que uma sobressai mais que a outra?

Nesta fase creio que se encontram bastante ligados ao Brasil, a Portugal e Cabo-Verde. Tenho um projecto de versões chamado Bossa & Morna e tocamos muito por esse Portugal. Isso acaba por influenciar bastante as minhas composições.

 

 

Do que falam as músicas deste novo álbum?

As músicas falam sobre tudo um pouco. É na verdade o que me vai na alma no momento. Gosto muito de “brincar” com a sonoridade e a rítmica das próprias palavras e por vezes isso é o que me guia quando estou a compor. O fio condutor dos temas por vezes só se define quando fecho o tema. Posso dizer que são reflexões sobre a vida.

 

 

“#Guerreiro” será apresentado, em concerto, no próximo dia 9 de novembro, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa. Quais são as expectativas relativamente a à apresentação?

As expectativas são boas. Tanto eu como os meus colegas e amigos estamos a fazer tudo ao nosso alcance para que seja um sucesso e que estejam criadas as condições para uma grande noite. Mas só na própria noite poderemos saber.

 

 

Quem o acompanhará em palco, nesse dia?

Nesse dia teremos no piano o Carlos Garcia, que também vai liderar comigo na direção musical. Na percussão Iuri Oliveira. No contrabaixo André Rosinha. No trombone Eduardo Lala. Na parte técnica teremos Diogo Caetano e Gustavo Franco no som, o concerto vai ser gravado em vídeo e áudio para registo. Nas câmeras Dewis Caldas e Aline Camargo.

 

 

Que objectivos gostaria de ver concretizados, no que respeita ao percurso musical, num futuro próximo?

Desejo muito que o trabalho tenha continuidade, desejo gravar mais discos. Para tal gostava de ter mais público e mais concertos para poder proporcionar essa continuidade com um esforço cada vez mais equilibrado.

 

  

De que forma é que o público o poderá acompanhar?

O público pode acompanhar-me nas redes sociais: a minha página de artista @ivodiasoriginal; o meu instagram @ivomdias e no meu canal de youtube. De momento encontro-me também a trabalhar em parceria com o Pedro Guimarães dos estúdios Acoustic Box Sessions num projecto chamado “Desafios” onde convido todos os meses um artista, ou vários para se juntarem a mim e lançamos um vídeo no meu canal de youtube que está bem interessante e está a ser um verdadeiro desafio.

Para além disso, com a ajuda da Farol Música tenho o meu trabalho disponível - a partir de dia 09 de Novembro - nas principais plataformas de streaming e nas lojas online um pouco por todo o mundo, portanto convido todos a ouvir e a conhecer um pouco este #Guerreiro.

 

 

Muito obrigada, Ivo!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

RX - Banho Maria

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"Mais Um Fado no Fado" é o mais recente single apresentado pelos Banho Maria, e representa uma saudosa gratidão a uma voz do fado vadio, a quem devem a inspiração do rearranjo deste tema.


O sentimento de perda está bem patente na expressão musical deste fado, de tal forma que se confunde o sentimento original de amor profundo, com a imensa saudade de quem parte muito antes do tempo.


O contributo do quarteto feminino de cordas, Pizzicato, é a base da tonalidade desta versão produzida por Nuno Roque.

 

Querem conhecer melhor a banda?

 

 

Aqui fica o RX aos Banho Maria: 

 

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De que forma se descreveriam através das seguintes palavras? 
 
Fado -  Um dos estilos que influencia a nossa música e caracteriza em parte o som dos Banho Maria. 
 
Amor – Temática predileta da escrita dos Banho Maria. 
 
Música – Algo que adoramos fazer, é o nosso pretexto para nos reunirmos e passar bons momentos entre amigos mas igualmente aquilo que criamos para chegar ao maior número de pessoas. 
 
Palco – Arrepio bom na barriga e o nervoso miudinho antes de começarmos a atuar. Adoramos, sem dúvida, estar em cima do palco e mostrar o que fazemos. 
 
Público – É o que nos move, sem eles não cresceríamos, nem seriamos desafiados e fazer mais e melhor. 
 
Gratidão – Podemos dizer que a gratidão é um sentimento unânime no grupo, somos muito gratos pelas oportunidades que nos são dadas, pelo carinho das pessoas, e pela força que nos dão para continuarmos. 
 
Saudade -  Falamos muito desta palavra tão portuguesa. É um sentimento que todos nos conhecemos de alguma maneira. E sendo um sentimento nada melhor que a música para expressarmos a nossa saudade a alguém ou algo. 
 
Escrita – É um dos nossos meios de comunicação, sem ela não teríamos forma de nos expressar tão claramente. 
 
Emoções – São a nossa principal inspiração para a composição e criação artística As emoções fazem parte da nossa individualidade mas também de um coletivo que vivemos nos Banho Maria 
 
Inspiração – Procuramo-la a cada momento mas não está sempre “ali à mão”. 
 
 
 
Como surgiu a colaboração do Quarteto Pizzicato, no single “Mais Um Fado no Fado”? 
As Quarteto Pizzicato já tinham colaborado anteriormente em concertos, com os seu magníficos arranjos e acabou por ser natural a sua participação neste tema. Deram profundidade e sentimento à canção. 
 
 
 
 

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Este novo single foi lançado a 12 de outubro. Já tiveram algum feedback a esta nova versão do tema? 
Tivemos a oportunidade de o apresentar no dia 13 de Outubro ao vivo, com o Quarteto, e foi muito positiva a reação do público, extremamente gratificante. 
 
 
 
Quem gostariam de convidar, no futuro, para colaborar noutro tema vosso? 
Passam-nos vários nomes na cabeça ao longo do tempo mas para já vamos manter segredo. 
 
 
 
O que têm feito os Banho Maria, desde o lançamento do primeiro álbum “Casa do Castelo”? 
Fizemos alguns espetáculos, showcases e ensaios abertos, a apresentar este primeiro trabalho. Participamos em programas de tv e fomos divulgados em rádios locais e nacionais. 


 
Quais são os objetivos, a nível musical, para os próximos meses? 
Estamos a trabalhar em novos temas tendo em vista a edição de um novo trabalho em 2019 e mantemos o nosso espetáculo preparado pois tocar ao vivo é uma das nossas vocações e um enorme prazer. 
 
 
Muito obrigada!
 
 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens. 

À Conversa com Hugo Torres

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Hugo Torres lançou o seu primeiro álbum de originais - "Trilhos" - em 2013.
Desse trabalho, caraterizado pela sonoridade pop/rock, saiu o seu single "Mãos", que fez parte da banda sonora de "Doida Por Ti" (TVI).

 

Agora, em 2018, a preparar um novo trabalho, que se encontra em fase de gravação, e que se irá intitular "Cores", Hugo apresenta o single "Lugar Perfeito".

 

Para ficarem a conhecê-lo melhor, aqui fica a entrevista a Hugo Torres, a quem desde já agradeço pela disponibilidade:

 

 

 

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Quem é o Hugo Torres?

Cantautor de Braga, apaixonado pela música e pela vida.

 

 

Como é que nasceu a tua paixão pela música?

Desde muito cedo que, em casa dos meus pais, ouvi muita música e o gosto foi crescendo naturalmente.

 

 

No teu primeiro trabalho, lançado em 2013, tiveste a colaboração de músicos como Manuel de Oliveira, Yami Aloelela e Marito Marques, entre outros. Como surgiu essa colaboração?

Ao longo do crescimento fui-me cruzando com diversas pessoas e músicos e quando surgiu a vontade de gravar um álbum de originais, não hesitei em trabalhar com estes músicos por ser um admirador do seu trabalho.

 

 

Ao longo do teu percurso musical, participaste em diversos programas de televisão, e atuaste em vários palcos, inclusive, na Suiça. Como descreves essa experiência, e em que é que a mesma se reflecte agora no novo trabalho em que estás a trabalhar?

A nossa vida é feita de cores, as minhas cores, são a vida que eu fui pintando, umas claras, outras mais escuras, mas assim é a vida e nós somos reflexo dessa mesma vida.

Todas as experiencias são maravilhosas, basta-nos a nós, sabermos tirar o melhor delas.

 

 

 

 

“Lugar Perfeito” é o teu novo single. Qual é o teu lugar perfeito?

O meu lugar perfeito é junto das pessoas que amo e que me trazem a paz que preciso para ser feliz.

A paz é um bem muito precioso que nem sempre sabemos valorizar.

Procuramos incessantemente a felicidade e, por vezes, nem damos conta de que ela mora em nós e nas coisas simples que a vida nos dá.

 

 

Este tema fará parte do segundo álbum de originais, intitulado “Cores”. De que cores pintarias a tua vida?

Pintaria com muitíssimas cores, umas negras mas outras muito claras e brilhantes.

Assim é com todos.

Mas, hoje, se pudesse escolher uma cor, escolheria o vermelho, pois entendo que só ao entregarmos muita paixão no que fazemos, é que conseguimos atingir o sucesso e por conseguinte, a felicidade.

 

 

De que forma te descreverias através das seguintes palavras:

Hoje – Determinado

Trilhos – Longo

Amor – Maria Torres

Felicidade – Vida

Amanhã – Melhor que hoje

Mãos – Esperança

Natureza – Nós

Palco – Lugar perfeito

 

 

 

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Em que é que este novo trabalho difere do álbum anterior?

Penso que é um trabalho mais maduro, mais ponderado. Reflete as experiencias de uma vida já com muitas histórias para contar.

 

 

Yami Aloelela assina a produção de “Cores”, colaborando contigo mais uma vez. É uma parceria a manter?

Sim, admiro o yami tanto como músico, como pessoa.

É uma inspiração para mim e um grande prazer partilhar tantas coisas com ele.

O Yami tem uma visão da vida, muito especial e muito inspiradora.

 

 

Quais são os teus objectivos, a nível musical, para 2019?

Que a minha música chegue ao maior número de pessoas possível e que as toque no coração.

 

 

De que forma poderá o público acompanhar-te?

www.hugotorres.pt

www.facebook.com/hugotorres.12914216

www.facebook.com/hugotorresband/

hugotorres.band@gmail.com

 

 

Muito obrigada!

 

Muito obrigado,

Hugo Torres.

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o video.

 

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