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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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RX - The Codfish Band

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The Codfish Band apresentaram, a 13 de julho, “Kings and Queens”, o single de avanço do álbum sucessor de “Devil’s Tongue”, a sair no final do ano.
O tema foi um dos primeiros a surgir, e conta com a participação de Elda Frias.

O novo álbum encontra-se em fase de produção, e os The Codfish Band afirmam que "começa calminho mas adiantamos desde já aos nossos fãs que podem aguardar por um álbum com muito RockPower".

 

Fiquem a saber mais, neste RX:

 

 

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De que forma se descreveriam através das seguintes palavras?

Fusão – The Codfish band

Rock - Amor

Blues – Paixão

Dueto – Novidade

Cumplicidade – The Codfish band

Emoção – Música

Paixão – Tocar

Palco – Êxtase

Público – Juiz

 

 

“Kings and Queens” é o single de apresentação no novo álbum em que estão a trabalhar. Quem são os Reis e Rainhas dos The Codfish Band?

Reis e Rainhas são todos aqueles que nos apoiam, que nos seguem, que nos amam.

Todos aqueles que lutam ao nosso lado e acima de tudo são as nossas caras metade.

Que continuam a apoiar esta nossa inocência, demência, vicio pela música. Sem elas nada disto seria possível, elas sim são as nossas verdadeiras Queens.

 

 

Como surgiu a colaboração de Elsa Frias neste tema?

Através do Vítor Bastos, fotógrafo, músico e amigo comum.

Quando ouvimos pela primeira vez a voz da Elsa Frias ficámos logo impressionados.

Em breve todo o País vai ficar a conhecer o poder/força e especialmente a alma e emoção que a Elsa transmite em cada tema.

Soubemos na hora que era exactamente a voz que encaixava.

A cumplicidade foi imediata e a magia começou. Tínhamos finalmente a nossa “Sweet Queen”

 

 

Do que nos fala esta música?

Acho que pela primeira pergunta a Marta percebeu do que fala.

Fala de Amor, Fusão, Rock, Blues, Dueto, Cumplicidade, Emoção, Paixão

 

 

Estão neste momento a preparar o sucessor de “Devil’s Tongue”. Vai ser um álbum, de alguma forma, diferente do anterior, ou pretendem seguir a mesma linha?

O sucessor de Devils Tongue está quase pronto, está com o nome provisório de “Primal Addiction”.

 

 

Já têm alguma data prevista para o lançamento no segundo álbum?

Estamos a apontar para Janeiro de 2019.

 

  

Como vai ser o verão dos The Codfish Band – em estúdio, ou em concerto?

Em estúdio.

O single Kings and Queens estava previsto sair só em Setembro, mas por motivos alheios à banda, perceberão lá para Dezembro o que quero dizer, teve que ser lançado a correr. Nem video tínhamos.

Este acontecimento fez com que tivéssemos que acelerar a saída do álbum, por isso estamos em estúdio a concluir o sucessor de Devils Tongue.

 

 

Que objectivos gostariam de ver concretizados, a nível musical, num futuro próximo?

Tem que ser bem próximo, já não vamos para novos 😊

Conseguir actuar em um ou dois festivais de renome e, com isso, fazer chegar o nosso som a um público cada vez maior.

 

Muito obrigada!

 

 

Obrigado Marta, pelo apoio

The Codfish Band

Miguel Ros Rio

 

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também a imagem e o audio. 

RX - Patinho Feio

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Os Patinho Feio estão de volta, dois anos após o lançamento de “Para Não Se Estar Calado”, dando continuidade à estória deste "ser buliçoso e de sangue quente", com “A Verdade Que Convém”, o novo álbum da banda, composto por 12 temas, cantados em português, e carregados de intervenção.

 

"De verdades que são mentiras e de mentiras que são verdades convenientes...

De um fado que não é fado …

De um ladrão que pede perdão ou talvez não …

O que resta?

Chiu! Calem-se, planeia-se o palco!

É que o sentinela disparou e fez que se enganou!"

 

 

Aqui fica o RX aos Patinho Feio: 

 

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De que forma se descreveriam através destas palavras?

 

Silêncio – Ponto de partida.

Verdade – Ilusão.

Busca – Inquietação.

Português – Identidade.

Recomeço – Circulo vicioso.

Indagação – Gestação.

Música – Inevitabilidade.

Rock – Forma de estar.

 

 

Há cerca de dois anos, lançaram o álbum de estreia. Que diferenças poderá o público encontrar entre esse trabalho, e o novo que agora apresentam?

“A Verdade Que Convém” vem no seguimento do “Para Não Se Estar Calado”, o novo disco tem mais faixas, está mais maduro e deve ser ouvido como um livro.

 

 

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"A Verdade Que Convém" é o vosso mais recente álbum. Na vossa opinião, a "verdade que convém" é sempre uma mentira?

Não necessariamente, mas quase sempre.

 

 

"Indagando" é o single de apresentação do álbum. Que indagações movem os Patinho Feio?

A busca da verdade e da mentira como faces da mesma moeda.

 

 

Este novo trabalho conta com produção de Hugo Correia, e a participação de JP Freire no introdutório de "Avenida dos Capitães". Como surgiram estas colaborações?

Ao contrário do primeiro disco, em que foi tudo feito de forma caseira (as captações) tirando a mistura e masterização, neste trabalho decidimos convidar alguém para produzir o disco.

O Hugo Correia surgiu pela amizade, e pelas capacidades técnicas e musicais. É um músico de excepção.

A voz do J.P. Freire, escritor e músico nosso conterrâneo, surgiu por amizade, estética, e como uma homenagem à cena “underground” Ilhavense.

 

 

Se pudessem escolher algum artista/ banda para partilhar o palco, quem escolheriam?

Existem muitos artistas e bandas com quem gostaríamos de partilhar o palco, assim de repente, talvez os Mão Morta.

 

 

Por onde vão andar os Patinho Feio nos próximos meses?

Nos próximos tempos vamos andar pelo país a promover “A Verdade Que Convém”.

 

 

Para além do lançamento do novo álbum, que objectivos gostariam de ver concretizados a nível musical em 2018?

O nosso principal objectivo é que a música do Patinho Feio chegue ao maior número de ouvidos possível.

 

 

Muito obrigada!

Marta Segão

 

 

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo. 

À Conversa com Carlos Santos

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Carlos Santos tem, enquanto músico, múltiplas facetas. Para além de cantor, é compositor, multi-instrumentista e produtor musical. 

Integrou bandas como os Expensive Soul, Three Angle e Morpheu, e é detentor do Record Mundial da maior maratona de bateria. 

Influenciado por diversos estilos musicais, que vão do Rock ao Blues, do Jazz ao Funk, e até MPB,  fruto da heterogeneidade de experiências que foi tendo ao longo da vida, apresenta-se agora a solo. 

O tema “Se Tu Me Amas”, disponibilizado nas plataformas digitais a 29 de junho, é o primeiro single de Carlos Santos, que assina também a composição e produção.

Para ficarem a conhecê-lo melhor, aqui fica a entrevista:

 

 

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Quem é o Carlos Santos?

Sou uma pessoa apaixonada pela música desde que me conheço, quando era mais novo não conseguia passar muito tempo sem ouvir música, sempre fiz um esforço por estar ligado à música, e felizmente a vida foi-me permitindo explorar diversas vertentes mesmo dentro dela, como instrumentista, letrista, compositor, produtor, não só de conteúdos musicais como também de multimédia, que é aliás o que tenho vindo a fazer ao longo dos últimos tempos, produção musical e audiovisual.

 

 

Como é que a música surgiu na sua vida?

Se calhar a memória mais remota que tenho da música na minha vida é mesmo quando tinha cerca de 3 anos e ia com a minha avó à igreja, ficava fascinado com o piano, e acabava sempre perto do pianista a ver o que ele fazia.

Desde pequeno que tentava replicar o que ouvia na igreja ou na rádio no piano que tinha em casa.

Entretanto na minha adolescência comecei a integrar projetos musicais, o que hoje chamam de bandas de garagem até começar a fazer parte de projetos mais sérios e começar a trabalhar com a música de uma forma mais profissional.

 

 

O Carlos já integrou diversos projetos musicais. Que aprendizagem lhe trouxe cada um deles?

Integrei projetos musicais com ondas musicais bastante diversas e também com formações instrumentais variadas. Em todos eles aprendi muito tanto musicalmente como também em termos pessoais e profissionais.

Acho que é fundamental, para um músico, esta diversidade, poder passar por diversas experiencias para poder integrar a diversidade e definir o que é a sua própria personalidade musical.

Como instrumentista, essas experiências fizeram-me aprender a comunicar musicalmente com outros músicos, já passei por experiencias de bandas muito bem organizadas em que o papel musical de cada um era muito restrito e delimitado, assim como projetos em que a musicalidade dependia muito da interligação dos membros e da sua capacidade de improvisação sobre uma base.

Acho que todas elas nos fazem adicionar valor ao nosso ser musical. Por um lado fazer parte de um todo que conta com uma participação mais mecânica da nossa parte obriga-nos a desenvolver a memória e capacidade técnica de execução, enquanto algo mais livre dá asas à nossa criatividade do momento, todas estas valências são extremamente importantes.

Há componentes não musicais nos projetos que também vamos aprendendo e que fazem parte da organização de palco e fora dele, tudo isso são mais-valias que vamos adicionando à medida que vamos tendo essas experiencias.

 

 

Como artista, o Carlos divide-se entre as facetas de cantor, compositor, produtor e instrumentista. Em qual destas vertentes se sente mais à vontade?

Nunca penso nisso dessa forma, faço o que tiver de fazer na altura em que é necessário, as dificuldades que vou tendo num ou noutro aspecto vou tentando aprender a resolver.

Um músico hoje em dia tem de desenvolver essas aptidões para poder demorar cada vez menos a ver o seu trabalho feito, em adição a essas valências também tem de saber vender o seu produto, publicitá-lo, se produzir os próprios conteúdos de imagem também tem de saber um pouco de fotografia e vídeo, porque hoje em dia tudo isso é importantíssimo.

Se calhar tenho um à vontade natural com os instrumentos que foi constituído com mais tempo uma vez que a parte técnica de som só surgiu mais tarde na minha vida, de qualquer dos modos sempre fui bastante interessado por tecnologia e por equipamento de som, não só para tocar mas também para gravar.

 

 

No que respeita a instrumentos musicais, a bateria tem um lugar especial?

A bateria tem um lugar imensamente especial na minha vida, além de ser um dos principais ginásios, tanto a nível físico como mental, é o instrumento que escolhi para defender uma causa que me é muito próxima que é a alienação parental, igualmente para tentar alertar a sociedade para uma guerra que continua a causar muitas dificuldades a muitas pessoas inocentes nomeadamente a muitas crianças que passam por imensas dificuldades neste momento na Síria.

De todos os instrumentos, foi aquele que sempre mais me uniu a outras pessoas, e a música tem essa valência muito especial que é a de unir as pessoas e de as fazer sentir parte de algo de que nos transmite muita paz e bem-estar.

 

 

Quais são as suas grandes referências a nível musical?

Os meus gostos musicais são muito variados e é algo injusto estar a nomear alguns artistas sem percorrer uma longa lista de músicos e bandas que aprecio em diversos aspetos, seja a nível de timbre ou som, composicional, ou em termos de ritmo, alguns também não tanto pela parte musical mas pelo que representaram em termos do papel que tiveram como pessoas para o mundo, e pela mensagem que foram deixando nas suas músicas.

Gosto bastante entre outros estilos de Rock, Blues, Soul, Jazz, Raggae música brasileira especialmente MPB e Bossa, alguns dos artistas que mais fui ouvindo e influenciaram ao longo da vida foram Stevie Wonder, Tom Jobim, Sting, Bob Marley, Queen, Seu Jorge, Prince, Cazuza, Jimmy Hendrix, Led Zeppelin, U2, Pat Metheny, Dave Weckl Band, James Brown, Ed Motta, Aretha Franklin, Radiohead, Michael Jackson, Elvis Presley, Beatles, Nina Simone, Etta James, David Bowie, Alva Noto, Bruno Mars, entre um montão de outros artistas cujo trabalho aprecio.

 

 

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“Se Tu Me Amas” é o primeiro single a solo de Carlos Santos. Considera-se uma pessoa romântica?

Considero-me uma pessoa bastante emotiva e apaixonada sim. Sempre foi parte da minha personalidade ser assim nas coisas que faço, seja nos relacionamentos ou seja nos projetos que vou fazendo na vida. Acho que o Amor é a maior força criadora.

 

 

Sobre o que nos fala este tema?

Este tema fala de um amor vivido numa distância muito próxima entre duas pessoas apaixonadas que por força das circunstâncias não o podem viver de uma forma livre e completa.

 

 

O single foi lançado a 29 de junho. Que feedback tem recebido por parte do público que já o ouviu?

Toda a gente que me tem falado relativamente ao tema diz que gosta bastante do estilo do tema, da voz, algumas pessoas que estão mais habituadas a ver-me na bateria dizem-me que é uma boa surpresa saber que afinal também canto, acho que tem tido uma boa aceitação.

 

 

Quais são os objetivos do Carlos, a nível musical, para este ano de 2018?

O meu principal objectivo musical para este ano é conseguir gravar e produzir todos os temas que tenho já concretizados, em termos de composição, para antes do final do ano conseguir lançar os restantes temas, apesar de conseguir tocar, gravar e produzir todos eles prefiro contar com a participação de algumas pessoas que considero especiais, o que me vai levar um pouco mais de tempo a concretizar.

 

 

Onde é que o público poderá ver, ouvir e acompanhar o Carlos Santos?

Vou tendo concertos semanalmente, em vários locais. O lançamento do single ocorreu em Aveiro com os restantes membros que integram o projeto, mas vou tendo atuações em zonas dispersas do País num formato a solo ou em dueto.

Estou a dar mais atenção ao término do trabalho em termos de gravações no decurso deste tempo, para poder mostrar os restantes temas a par do lançamento dos mesmos, excepcionalmente foram tocados no lançamento do “Se tu me amas” os restantes temas que integrarão o EP, mas até que o mesmo esteja pronto, prefiro mantê-los como novidade.

 

 

Muito obrigada, Carlos!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

 

 

À Conversa com Diogo Divagações

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Diogo Divagações entregou-se às palavras aos 14 anos, e desde cedo se apercebeu que havia ali - naquele emaranhado de formas e num aliterar de imagens em linhas – uma segurança e um conforto sem igual. Foi acolhido pela comunidade de hip-hop que existia não só na sua escola secundária, mas na sua cidade de origem (Santa Maria da Feira) e desde logo se empenhou em não descurar de se superar como artista enquanto se conhecia como pessoa.

 

Em 2018 reune-se de pormenor, num ato de confissão pessoal, ao viver-se em “FILIGRANA”, um curto grito à eternidade onde se funde cada vez mais no que é a mensagem de crença divagante.
“Capricho” é o single de apresentação.

 

Conheçam melhor Diogo Divagações, nesta entrevista:

 

 

 

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Quem é o Diogo Divagações?

É o terceiro apresentado nesta jornada de criação que se iniciou com 14 anos. "Já fui Dig, Diogo Dias, sempre puro nas criações, nomes dados, mesma vida, as eternas divagações".

 

 

 

Em que momento é que a música entrou na tua vida?

A música sempre esteve presente na minha família.

Da parte do meu pai sempre houve uma ligação a bandas filarmónicas, na organização das festas da freguesia tratavam de contratar os artistas que vinham ao arraial, um tio meu é músico...

Mas eu fazer música, ou entregar-me a ela para compor, surge quando decidi aprender percussão.

Daí para a frente tudo foi muito natural, o ouvir, o pesquisar, o identificar-me. Crescer com música e aprender através dela.

 

 

 

O que te levou a enveredar pelo Hip Hop?

Foi uma natural travessia. As pessoas com quem me dava eram assumidamente hip-hop.

Foi uma altura que o hip-hop estava a respirar muito bem com muita coisa a surgir e a emergir.

Havia uma liberdade de comunicação muito boa neste estilo e sempre quis dizer muita coisa e sempre quis poder agarrar a atenção das pessoas e entretê-las. Acho que tudo se complementou muito bem na altura.

 

 

 

Fizeste parte da crew TriboZoo. Como foi essa experiência?

Foi uma experiência bonita. O grupo da segunda vaga, que é quando entro - porque houve uma primeira fase só com os mais velhos: o Kappah Oh aka Kevin Oakes, o Bel… - era tão completo e versátil que sempre tudo era aprendizagem e crescimento.

Toda a gente se transportou para dentro daquele projecto. Toda a gente queria que aquilo desse em algo produtivo. Foi uma escola bonita, quer humana quer artistica.

 

 

 

O teatro também faz parte da tua vida. Como é que o teatro e a música se conjugam?

Nada é indissociável. O teatro surge na minha vida mais directamente com o workshop de La Fura del Baús, a música em mim já existia nesta altura.

Como tudo o que acrescenta completa e transforma, acabei a transportar linguagens do teatro para as minhas performances musicais.

Acho que é sempre objectivo quebrar a distância de artista para com o público, o teatro deu-me isso. 

 

 

 

As tuas músicas refletem, de alguma forma, as tuas divagações?

Claramente.

No fundo a minha escrita começou assim: a divagar.

Gradualmente vem-se instalando o ser mais concreto. Eu quero dizer coisas e sinto que estou no caminho de fazê-lo e como sempre e em tudo o querer é de fazê-lo melhor. Mas sim, eu viajo muito.

Adoro desbravar florestas mentais. E converso muito com a música esperando que quem me ouça possa pegar nisso como referência para conversas… já aconteceu e é belíssimo.

 

 

 

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“Filigrana” é o teu mais recente trabalho. O que o diferencia dos anteriores? Existe, neste, uma maior atenção aos pormenores?

Acho sobretudo que este EP é uma forma de anunciar o que virei fazer com o álbum, que já está gravado e praticamente pronto.

É um ponto de viragem na minha exposição. As minhas músicas têm-se tornado mais musicais, eu arrisco a cantar e acima de tudo estou num formato muito mais pessoal no que toca a fazer refrões e a trabalhar melodias.

Antes convidava muita gente para vozes principais, agora simplesmente tenho harmonias… Este projecto serve exactamente esse propósito: ser curto mas claro na intenção.

 

 

 

Do que nos falam as músicas que compõem este EP?

Falam de muita coisa. Às vezes falam de tantas coisas quantos os ouvidos que as recebam.

Eu escrevo sempre por causa de algo mas desejo sempre que me digam que um verso em particular refere-se a alguma coisa que nem sequer havia pensado.

Enfim, as músicas deste trabalho abordam sobretudo a minha ânsia de futuro artístico, a eterna dúvida do que é a realidade, o que é a existência, o que é ser humano e ser sendo tudo isto há o que basta para a felicidade e a compreensão bela da vida(?).

 

 

 

“Capricho” é o single de apresentação. Qual é o teu maior capricho?

Boa pergunta. Fiquei a pensar um tanto nesta. Acho que é mesmo a forma como penso em executar e levar a cabo projectos. Sou muito crente na minha loucura e convicto da mesma. Arrasto muita gente para dentro da minha caminhada porque sei e sinto que isto fará sentido e vale a pena (sendo que a pena há-de ser leve).

 

 

 

De que forma te definirias através destas palavras:

 

Palavras – (sou) uno com elas para unir com elas.

Observação – absorção do que sou parte neste todo.

Renovação – ouvir um tema meu saber que consegui melhorar-me

Espelho – é sempre gentil quando sorris num tom de olá

Busca – pela elevação mental. a superação do meu ego. o atingir do meu propósito celeste.

Existência - um quadro vivo em tons de magia.

 

 

 

Por onde vai andar o Diogo Divagações nos próximos meses?

A trabalhar. Muito, e em muitas frentes. Continuarei sempre dedicado de alma à música mas, à parte disso, tenho um trabalho hoteleiro, que me faz também ter uma constante capacidade de renovação... assim essencialmente espero acima de tudo conseguir conciliar, conjugar e conviver de perto com a realização pessoal.

 

 

 

Que objetivos queres concretizar ainda este ano?

Lançar o disco e poder esquematizar uma tour para o próximo ano.

 

 

Muito obrigada, Diogo!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

 

À Conversa com Carolina Cardetas

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Carolina Cardetas ficou conhecida do grande público quando, aos 9 anos, participou no programa “Uma Canção Para Ti”, sendo finalista, tendo ainda participado no programa “A Tua Cara Não Me é Estranha Kids”.
A música é a sua paixão e, para além de estudar Jazz no Conservatório de Música de Coimbra integra, desde 2012, os concertos da Orquestra Smooth.

 

A preparar o seu primeiro álbum, que será editado ainda este ano, Carolina Cardetas apresentou, no dia 15 deste mês, o single “Amor de Verão” em formato digital.
O álbum, será um trabalho cujas raízes remontam ao estilo swing dos anos 20 e que é trazido para a atualidade através do uso de uma linguagem pop contemporânea.

 

A Carolina é a convidada de hoje, a quem desde já agradeço pela disponibilidade!

 

 

 

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Quem é a Carolina Cardetas?

Por onde começar? Há tanta coisa que posso dizer. Sou uma miúda que gosta muito de musica, desde muito pequena, gosto de estar com os meus amigos, sou um bocado teimosa, acho que sou divertida, gosto de dormir, prefiro o frio do que o calor, só gosto de manga se for verde…

 

 

Como é que a música surgiu na tua vida?

A música surgiu na minha vida muito graças ao meu pai, porque ele é musico e desde muito pequena que fui cantando, primeiro em casa e depois também para público, muito por influência dele.

 

 

Quais são as tuas principais referências a nível musical?

Esta é uma pergunta difícil.

Talvez a Camila, Ed Sheeran, Shawn… mas há imensos. 

 

 

Com apenas 9 anos, participaste nos programas “Uma Canção Para Ti” e “A Tua Cara Não Me É Estranha Kids”. Como foram essas experiências?

Adorei participar em ambos os programas porque tive conhecimento de como é o mundo do espectáculo e o mundo por detrás das câmaras e aprendi desde pequena a lidar com o facto de as pessoas me reconhecerem, ou com o facto de fazerem comentários negativos, mas faz tudo parte e gostei bastante de participar.

 

 

Nessa altura, costumavas cantar com o teu pai em bailes e festas de casamento. Ainda o acompanhas?

Acho que hoje em dia é mais ele que me acompanha a mim, acompanhamo-nos um ao outro, digamos assim.

 

 

Desde há alguns anos, tens sido convidada para integrar os concertos da Orquestra Smooth. Há algum momento em especial que te recordes e que te tenha marcado em particular?

Uma das coisas que marcou foi ter a possibilidade de tocar no salão Preto E Prata do Casino do Estoril, não só pela beleza do espaço, mas também pelas condições e por tudo o que o este representa. 

 

 

 

 

“Amor de Verão” é o teu single de apresentação. Quais são os teus “amores de verão”?

Os meus amores de verão… bem, a praia, piscina, festas de verão, a fruta, porque eu adoro frutas de verão, o facto de estar de férias e a minha irmã, porque como passamos o verão todo juntas é quando estamos mais próximas.

 

 

Como defines o teu estilo musical?

Este estilo musical é eletro-swing, que é uma junção do swing dos anos 20 com pop contemporâneo.

 

 

Estás neste momento a trabalhar no teu primeiro álbum. Já tens alguma data prevista para a edição do mesmo?

Ainda não há data prevista, não. Mas talvez lá para setembro/outubro, se tudo correr bem.

 

 

Se pudesses fazê-lo, que artista/banda escolherias para partilhar uma música, ou até o palco, contigo?

Tenho muita dificuldade em responder a estas perguntas porque há tantas pessoas com quem eu adorava partilhar o palco ou de ter uma musica com, de várias gerações ou estilos musicais. Mas vou dizer talvez o Ed Sheeran.

 

 

Que objetivos gostarias de ver concretizados, no futuro, a nível musical?

Gostava de poder pisar palcos em todo o país, e adorava fazer festivais, mas claro que o sonho era mesmo pisar palcos do mundo.

 

 

De que forma é que o público te poderá acompanhar e ouvir-te?

Para o público me acompanhar e me ouvir basta seguir-me nas minhas redes sociais, facebook, twitter e Instagram, onde vou pondo novidades e podem estar a par do que se vai passando! 

 

 

Muito obrigada, Carolina!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.

 

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