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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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RX - Pedro Vicente

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Depois de se ter revelado com o primeiro álbum de originais "Espera", Pedro Vicente regressa com um novo trabalho que não vai deixar ninguém indiferente.
Acompanhado por um videoclipe apaixonante,"Tu És Tudo o Que Eu Preciso" é o novo single de Pedro Vicente, uma canção marcante que vem reafirmar a sua qualidade enquanto letrista, compositor e intérprete.

Aqui fica o RX a Pedro Vicente:

 

 

 

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Pedro, de que forma te descreverias através das seguintes palavras:

 

Histórias – sinto-me mais confortável a cantá-las do que a contá-las

Preconceito – prefiro conhecer primeiro e conceptualizar depois; tento encarar o que é novo/desconhecido sempre de forma aberta e otimista

Barreiras – são para ultrapassar, guardando essa experiência como lição

Palavras – ficam mais belas quando acompanhadas de ações correspondentes

Espontaneidade – a palavra que melhor define a forma como componho

Cognição – ainda há tanto para aprender e para conhecer

Movimento – essencial para descobrir o mundo e deixar nele a nossa marca

Música – um facilitador de relações humanas e um regulador de emoções

Amor – acredito que o ponho em tudo o que faço

Paciência – sinto que já esperei muito na vida e de forma inconsciente a “Espera” é um tema recorrente nas minhas letras. Sinto também, que agora me custa mais esperar, por isso tento cada vez melhor aproveitar o que está a acontecer e esperar menos o que poderá vir no futuro.

 

 

“Tu És Tudo o Que Eu Preciso” é o teu mais recente single. Em que(m) te inspiraste para escrever/ compor este tema, e sobre o que nos fala o mesmo?

Não seria justo escolher apenas uma fonte de inspiração, e nomear todas originaria uma resposta demasiado longa. Até certo ponto é um tema autobiográfico e fala sobre a capacidade de valorizar cada momento e cada pessoa das nossas vidas, da importância de encontrar realização em cada passo do caminho e não desesperar na esperança de uma situação ideal que pode nunca chegar. Sorrir por ser feliz, sorrir para ser feliz e sorrir para fazer alguém feliz.

 

 

O single foi lançado a 7 de junho. Cerca de um mês depois, que feedback tens recebido relativamente ao tema e respetivo videoclip?

Pela primeira vez sinto que a minha música está a transformar a vida das pessoas. Tenho recebido mensagens de pessoas de várias partes do mundo, não apenas a elogiar a música e o videoclip, mas a partilhar comigo como este tema as fez sorrir, chorar (em vários casos as duas coisas em simultâneo) e principalmente acreditar, acreditar que o amor pode vencer todas as barreiras, que o mundo se pode tornar um lugar melhor e que vale a pena continuar a lutar por ele. Tem sido muito reconfortante saber que em conjunto, este single e videoclip, se tornaram uma mensagem de esperança e alento para muitas famílias.

 

 

 

 

O tema foi produzido por João Só e Ricardo Ferreira. Como surgiu essa colaboração?

Conheci o Ricardo Ferreira através de uma amiga. Houve de imediato uma grande empatia e tendo em conta o impressionante currículo do Ricardo e o facto de ele ter montado um novo estúdio, extraordinariamente equipado e muito perto de onde moro, decidimos avançar para a produção deste tema. Quando começámos a pensar no arranjo o Ricardo disse-me que tinha uma pessoa que poderia dar um grande contributo. Apresentou-me o João Só, que surgiu logo com boas ideias para a produção e assim avançámos com a produção feita por esta parceria de sucesso.

 

 

Esta música fará parte do teu próximo álbum? Para quando esse novo álbum?

Sem dúvida, estou a planear começar a gravar já no início de 2020 e o “Tu És Tudo o Que Eu Preciso” fará indiscutivelmente parte do alinhamento.

 

 

Quais são os objectivos a concretizar, a nível musical, em 2019?

Ter o single a passar nas principais rádios nacionais e conseguir muitas datas para levar esta e outras canções o mais próximo possível do público.

 

 

De que forma é que o público te pode ir acompanhando?

O mais fácil será através das redes sociais, pedrovicentemusic no Facebook ou Instagram.

 

 

Muito obrigada!

Eu é que agradeço 😉

Pedro Vicente

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também a imagem e o vídeo. 

RX - Belarmino

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Belarmino ou, simplesmente, BN, é angolano e reside em Portugal há 10 anos.
Decidido a apostar exclusivamente na sua carreira a solo, prepara-se para nos presentear com um novo álbum, onde predominará um estilo pop, com as influências dos estilos e sonoridades mais atuais.

Para já, "Feiticeira" é o single de avanço do novo trabalho.

E aqui fica o RX ao artista convidado de hoje!

 

 

 

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Belarmino, de que forma te descreverias através das seguintes palavras:

 

Direito – Um mundo. Uma área do saber onde só não estou por não ser muito amigo da formalidade mas que, se calhar, um dia possa ainda vir a exercer.

 

Instrumentos – Flauta. A flauta africana, por ser o único instrumento que o meu pai me ensinou a tocar antes mesmo de ir ter aulas para tocar no grupo da igreja.

 

Voz – Um instrumento. Um instrumento que deve ser muito bem explorado e saber colocá-lo a nosso favor. A escola existe para dar mais um acrescento na forma como podemos mobilizar a voz a nosso favor, de resto, é um instrumento que já nasce pronto.

 

Ritmo – É o tic tac do nosso relógio, é o bater do nosso coração, é o som da vida ao mesmo passo que é o tempo. Sem ritmo não há vida.

 

Humildade – Prefiro não falar nela, hoje toda gente diante de objectivos por alcançar diz-se humilde e só de pensar nisso decidi não mais falar no assunto. Chego ao ponto de colocar a humildade, o direito e a justiça no mesmo prato, se tiver que justificar terá de ser com muito blá, blá.

 

Igreja – Foi o meu jardim de infância, foi lá onde aprendi o que se aprende nas cresces e jardins de infância, mas refiro-me a igreja do meu tempo, por isso, se me perguntar se gostaria que o meu filho andasse também na igreja como eu andei, diria: só com vigilância reforçada e para de lá aprender aqueles princípios que são benéficos para toda a humanidade, mas nada de lhe ensinarem a discriminar outras religiões, muito menos incutirem-lhe coisas pouco concretas e que, muitas delas, só fazem mesmo sentido no mundo do imaginário.

 

Angola – Minha alma.

 

Rimas – Quando surge esse questão viajo logo para a minha realidade de anos atrás, penso logo no Belarmino rapper. O rap foi a escola onde não tive que cumprir formalidade para me sentar na carteira, mas que obrigou-me a ler livros para soltar frases ricas na hora do freestyle com os outros MCS. Foi também através do rap que me tornei a pessoa que sou hoje, e enquanto compositor, mundo hip hop aliado ao rap, foi a escola onde dei os primeiros passos.

 

 

“Feiticeira” é o single de avanço do teu próximo álbum. Sobre o que nos fala este tema?

É o retrato não fiel de uma história real, não fiel porque acabei por alegorizar a composição. Foi uma história que aconteceu comigo, foi um namoro de dois estudantes de direito que acabou mal e, por ter me sentido a parte mais lesada, passei a tratar a outra parte por feiticeira.

A situação mexeu comigo, até chegar ao ponto de afectar também o meu amigo, e ele concordou comigo quando passei a tratar a pessoa em causa por feiticeira.

 

 

 

 

 

 

A música pode ser, também ela, uma “feiticeira”?

Olha! Se for será um bom sinal, as pessoas ficarão bem marcadas, mas tem que ser pela positiva.

 

 

Se te fosse dada a oportunidade de escolher um feitiço para ti, qual seria a tua escolha? E para outra pessoa?

De curar pessoas. Para outra pessoa, o de amar o próximo enquanto ser humano.

 

 

Ao longo do teu percurso, já enveredaste por diferentes estilos, como hip-hop, regaetton e, agora, neste novo trabalho, pop. Consideras-te um músico versátil?

Essa palavra "versátil", no mundo da música, às vezes acaba por parecer algo que não é carne nem peixe é uma incerteza absoluta, não me vou socorrer dela na medida em que tudo o que eu faço na música é o que realmente sinto que tenho que fazer no momento, ou seja, não gosto de me sentir limitado, daí estar a fugir da conotação a um estilo e ser apenas um artista pop. Óbvio que, nas minhas músicas, estarão sempre extratos do rap, e dos ritmos africanos em particular os angolanos, e o tema feiticeira é antevisão do que será o meu futuro trabalho compilado.

 

 

Depois de alguns projetos realizados em dupla tens, mais recentemente, apostado exclusivamente numa carreira a solo. O que te levou a tomar essa decisão?

Tendo o projecto BN&LG ficado suspenso, porque o LG decidiu tirar um tempo para estruturar coisas pessoais da vida dele, achei ter chegado a altura de finalmente trabalhar duro no meu projecto a solo.

 

 

Estás neste momento a preparar o próximo álbum. Podes desvendar um pouco do que por aí vem?

O que vem aí é um trabalho pop, ou seja, as pessoas vão ouvir temas que não conseguirão remeter directamente à Kizomba, ou ao rap, mas sim música com essas influências todas onde as pessoas poderão dançar ou sentir como quiserem. A ideia é dar a ouvir bom som e fazer dançar.

 

 

Podemos contar com o novo trabalho ainda este ano?

Sim, sim. Vou em breve disponibilizar um segundo single e só depois me vou concentrar nos restantes temas.

 

 

De que forma pode o público acompanhar-te, e ficar a par de todas as novidades sobre o teu trabalho?

O público em geral e pessoas interessadas em apoiar na estrutura do meu trabalho, uma vez que hoje é difícil trabalhar sozinho, podem contactar e acompanhar via facebook e instagram e ainda no perfil spotify.

Aproveito para agradecer à FAROL MÚSICA por ter, mais uma vez, me dado a oportunidade para editar os meus trabalhos, e a ti Marta Segão pela entrevista.

 

Muito obrigada!

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também a imagem e o vídeo. 

À Conversa com: Maria Sem Pecado

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Depois de vários anos de experiência, e divididos entre projetos de covers e originais, Fernando Vilela, Jorge Alves, Aksana Ivanova, Diana Murta e Hugo Corwi surgem com a banda de rock Maria Sem Pecado.

Maria Sem Pecado são do Porto e lançam hoje o primeiro álbum, "SIMBIOSE".

Aqui fica a entrevista, na qual poderão conhecer melhor este projeto:

 

 

 

 

Quem são os Maria Sem Pecado?

Acima de tudo, um grupo de pessoas que ama a música de forma incondicional.

É exatamente esse amor que nos move e que, nos últimos anos, nos juntou em prol de um objetivo comum: fazer música, a nossa música, o melhor que sabemos.

 

 

Como surgiu este nome para a banda?

Decidimos desde o primeiro dia que o projeto iria ser falado exclusivamente em Português, o nome Maria cremos ter essa virtude, é quase a génese do típico nome genuinamente português.

De resto cometemos o grande Pecado de arriscar trazer algumas influências do puro rock que era feito há décadas que, para nós, não tem pecado nenhum, muito pelo contrário. Fascina-nos.

 

 

Qual foi o maior pecado que já cometeram, ou gostavam de cometer?

Acreditar vivamente que podemos chegar às pessoas, ao Manel, à Maria, ao João ou Joaquim e que, de alguma forma, podemos tocar-lhes. Foi e será sempre o nosso maior pecado.

 

 

Quais são as vossas principais referências a nível musical?

Todos os elementos têm influências distintas, que vão do rock ao funk, que passam pelo pop ou mesmo as raízes tradicionais da música portuguesa. É nessa diversidade que tentamos encontrar os nossos pontos de equilíbrio.

 

 

 

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“Simbiose” é o nome do vosso primeiro álbum. O que pode o público encontrar neste trabalho?

Neste primeiro trabalho podem encontrar a força das palavras com acordes frios e vorazes. É sem dúvida no nosso entender um álbum muito bem escrito com letras carregadas de sentimento e mensagens subliminares para cada um descobrir, acompanhados de melodias cantáveis e marcantes apontamentos de guitarra.

 

 

“Sombras” é o single de apresentação do álbum de estreia dos Maria Sem Pecado. Sobre o que nos fala esta música?

Sombras fala de amor, não há como negar isso, fala da obsessão pela figura de algo ou alguém, da dúvida do ter ou não ter, da esperança.

 

 

Se pudessem convidar alguém para colaborar convosco, quem escolheriam para uma “simbiose” perfeita?

O incontornável Rui Veloso. Não há como fugir. Não há como não ser fascinado pelo incrível músico, cantautor, guitarrista compositor sublime que acompanha gerações. Também porque seria um desafio tremendo.

 

 

 

 

 

Por onde vão andar os Maria Sem Pecado neste verão de 2019?

Nas segunda metade do ano vão poder ver e ouvir os MSP, esperamos, em várias cidades. Estamos também a preparar showcases de apresentação nas Fnacs.

O caminho faz-se caminhando e temos trabalhado muito com o intuito de chegar ao público.

 

 

De que forma é que o público vos pode acompanhar?

Podem-nos acompanhar na nossa página de Facebook ou Instagram, podem ouvir-nos e ter acesso ao nosso álbum em todas as plataformas digitais, e ver os nossos vídeos, através da nossa editora Farol Música.

 

 

Que objetivos gostariam de ver concretizados num futuro próximo, enquanto banda?

Consolidar o nosso trabalho junto do público, envolver cada vez mais pessoas na nossa simbiose e, claro, fazer o que mais gostamos, que é tocar ao vivo, cada vez mais.

Lá chegaremos com trabalho, amor e perseverança.

 

 

Muito obrigada!

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.

À Conversa com Sophia & Os Senhores Roubados

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Foi em 2017 que Sophia, Marco Cesário e José M. Afonso se juntaram, numa união entre a World Music e o Pop, que deu origem a uma sonoridade muito própria.

Assim nasceu Sophia & os Senhores Roubados e o álbum de título homónimo, que se estreiam agora, em 2019.

Fiquem a conhecê-los melhor na entrevista que se segue!

 

 

 

 

 

Quem são Sophia & Os Senhores Roubados?

Primeiro quero agradecer o interesse em conhecer e dar a conhecer o nosso trabalho.

Sophia & Os Senhores Roubados são Sophia Gaspar (eu) na voz, o José M. Afonso nas Guitarras, cavaquinhos, harmónica, kazoo, teclados e programações e Marco Cesário no Baixo, percussões, programações e guitarra acústica.

 

 

O que vos levou, aos três, a juntar-se neste projecto musical?

Nunca tínhamos tocado juntos mas, os 3, queríamos ter um projecto onde juntássemos o nosso gosto pela música, as nossas ideias e influências musicais e isso veio ao de cima logo na primeira vez que tocamos juntos. Todos sentimos que estávamos a construir algo especial.

 

 

Como surgiu este nome para a banda?

Foi intuitivo, o nosso local de ensaios e gravações é perto do Metro do Senhor Roubado e como vamos sempre buscar um dos elementos da banda ao metro, basicamente todos os dias falamos do Senhor Roubado. Portanto foi muito natural a escolha do nome Sophia & Os Senhores Roubados.

 

 

Quais são as vossas maiores influências, a nível musical?

Somos 3 músicos com estilos diferentes que se reencontram em alguns nomes de peso como os Beatles, Coldplay, U2, Florence and the Machine…

 

 

2019 é o ano de estreia de Sophia & Os Senhores Roubados, com um álbum homónimo. Como caracterizam o vosso estilo musical?

Eu venho do World Music e Os Senhores Roubados do POP, por isso mesmo o nosso estilo é a junção destes dois géneros musicais.

 

 

 

 

 

“Salvé Maravilha” foi o primeiro single a ser apresentado. Sobre o que fala esta música, em particular, e os vossos temas, em geral?

O “Salvé Maravilha”, assim como a maior parte dos nossos temas, fala de amor nas suas várias formas mas também temos algumas que falam simplesmente do dia-a-dia, de figuras que nos marcaram, da vida que passa a correr.

 

 

Se pudessem “roubar” um artista do panorama musical português para partilharem um tema, sobre quem recairia a vossa escolha?

O melhor escritor nacional de canções “out-of-the-Box”: Sérgio Godinho.

 

 

Que objectivos gostariam de ver concretizados ainda este ano?

Apenas queremos que a nossa música seja ouvida e apreciada.

 

 

De que forma é que o público vos pode acompanhar e seguir?

Podem seguir-nos através da nossa página do facebook:

https://www.facebook.com/sophiaeossenhoresroubados/

E do nosso Instagram:

https://www.instagram.com/sophiaeossenhoresroubados/

 

 

 

 

 

Muito obrigada!

Obrigada!

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também a imagem e os vídeos.

À Conversa com os Karmafly

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Karmafly é uma banda do Porto, nascida a partir da junção de várias influências musicais e culturais, com base no Soul, Hip-Hop e R’n’B.
BLANKET, o álbum de estreia, disponível desde o passado dia 31 de maio, resulta de toda essa fusão.

 

Para ficarem a conhecer melhor a banda e este primeiro trabalham que apresentam ao público, aqui fica a entrevista:

 

 

 

 

 

 

Quem são os Karmafly?

 Os Karmafly são a Soraia Neves, o João Ribeiro e o Ricardo de Barros.

 

 

De que forma é que a música vos juntou? Pode-se dizer que foi “karma”?!

Acho que sim! Pode se dizer que foi Karma.

Começou com uma mensagem do João para mim , mas precisávamos de mais uma pessoa, então, sem saber, estávamos a falar do mesmo guitarrista - o Ricardo.

 

 

Quais são as vossas principais referências a nível musical?

As nossas referências passam por vários estilos musicais. Cada um de nós tem o seu próprio estilo. As nossas referências passam por hip-hop, r&b, soul , inspirações de artistas como Erykah Badu, D’Angelo, FKJ, Tom Mish, New Max-Phalasolo, The Roots etc...

 

 

Já tinham participado noutros projetos musicais, ou os Karmafly são uma estreia para os três?

Sim, cada um de nós já tinha participado noutros projectos.

 

 

 

 

 

 

“Blanket” é o vosso primeiro álbum, editado em formato digital a 31 de maio. Que feedback têm recebido por parte do público que já teve oportunidade de o ouvir?

O Feedback tem sido muito bom muito positivo, estamos muito felizes pelas opiniões que temos recebido.

 

 

 

 

 

Sobre o que falam as vossas músicas?

As músicas falam muito sobre vivências, relações passadas, boas, outras nem tanto, que marcaram e permitiram que hoje escrevesse sobre isso.

 

 

De que forma pretendem diferenciar-se de outros projectos já existentes, e conquistar o vosso lugar no panorama musical?

Em primeiro lugar podemos dizer que este álbum não se foca num único estilo. Mostramos sempre quem somos nas músicas, o que é Karmafly, mas os estilos são muito variados . O que faz com que chegue a diferentes públicos.

Achamos ser importante essa diversidade na música.

 

 

Por onde vão andar os Karmafly a apresentar este álbum, nos próximos meses?

Temos o nosso primeiro concerto de lançamento no dia 5 de Julho no Porto, na fábrica de cerveja Nortada. Para além deste concerto estamos em negociações para ações de promoção.

 

 

De que forma é que o público vos pode ir acompanhando?

Podem acompanhar-nos no Facebook “Karmafly”, na nossa página de instagram “the.karmafly”.

Estamos também no Spotify, ITunes e YouTube.

Todo o nosso álbum está disponível nestas plataformas.

 

 

Quais são os objectivos que querem concretizar, a nível musical, ainda em 2019? E no futuro?

Para já, um dos primeiros é darmos um bom concerto. Agradar quem nos está a ouvir porque o passa-palavra é realmente importante nesta fase inicial.

Ouvir as nossas músicas nas rádios é também um grande objectivo a conseguir.

Um outro, e importante, são festivais, queremos Karmafly a tocar em eventos onde as pessoas vão propositadamente para ouvir música. Boa música!

 

 

Muito obrigada!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.

 

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