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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A febre do Natal chegou a Mafra!

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Chegou, e bem alta.

Para mim, é um exagero.

Já não bastava as iluminações habituais, o mesmo presépio, árvore de natal e carrocel de sempre, as barraquinhas e a música natalícia durante mais de um mês, agora lembraram-se de encher a vila de presentes.

É presentes nas fachadas das lojas, das casas, nas árvores e sei lá mais onde. E que desperdício de papel, fita e caixas (se vier um daqueles vendavais típicos desta época, quero ver onde vão parar todos).

Mas, no meio de todo esse exagero, não posso deixar de destacar estes apontamentos natalícios, pela sua originalidade!

 

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Um boneco de neve feito de pneus

 

 

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Confesso que um trenó teria mais lógica, mas que este carocha está bonito, está

 

 

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Sim, poderiam dar cada um destes ursos a crianças que não têm um único brinquedo, mas que é uma decoração diferente, lá isso é

 

 

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O marco do correio para as cartas a enviar ao Pai Natal, embora não saiba bem qual o destino real das mesmas, e o que farão com elas

 

 

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Não está tão aperaltada como o carocha, mas não deixa de estar simples e elegante

 

 

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Embora considere exagerada a quantidade de embrulhos com que enfeitaram tudo, confesso que gosto desta ideia para os laços

 

PS.: Mesmo sem o saber, acabei por, com esta publicação, responder ao Desafio de Natal do José da Xã! Participem também 

Otite: esta velha conhecida fez-nos uma visita

Vector Illustration Of A Cute Girl Holding Her Ear - Arte vetorial de stock  e mais imagens de Dor de ouvido - iStock 

 

Há já muito tempo que a minha filha não tinha uma otite.

Nem falta fazia.

Ainda assim, agora que as coisas acalmaram relativamente à pandemia, ela decidiu que estava na hora de lhe fazer uma visita, em nome dos velhos tempos.

 

Veio de mansinho, no domingo à tarde, como uma dor de ouvido ligeira.

À noite, mal conseguia comer, com dores.

Fomos imediatamente à urgência.

Otite nos dois ouvidos (que um só era pouco após anos de ausência).

 

Após dois dias, as dores não dão sinais de melhorar.

Nem com paracetamol, nem com ibuprofeno.

Há dores e dores. Nenhuma é boa. Nem vale a pena comparar porque só quem as tem é que sabe o que custa.

Mas ela nunca esteve assim.

 

A febre vai e volta.

Já a surdez, é constante.

Ou berramos, para ela ouvir, ou comunicamos por mensagem escrita.

 

Hoje é o terceiro dia.

Já lá vão 5 comprimidos de antibiótico.

Tem aplicado compressas quentes, para ver se alivia.

E até Trifene tomou, em desespero.

Vamos ver se a dona otite começa a dar algumas tréguas à miúda.

Quando nos ligam da escola...

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...a informar que os nossos filhos estão com quase 39 graus de febre, e que talvez seja melhor ir buscá-los.

 

Ontem estava queixosa - doía-lhe a cabeça, o corpo, estava mal disposta. Não tinha febre.

Hoje de manhã, ainda lhe doía a cabeça. Não tinha febre. Tinha apresentação de um trabalho de português. Foi às aulas.

Já tinha decidido que não iria fazer educação física logo à tarde, e preenchido a justificação.

Agora ligam da escola, a dizer-me que está no posto médico, queixosa, e com quase 39 de febre, e que é melhor ir lá buscá-la.

Ela não é de faltar às aulas por qualquer coisa, mas agora terá mesmo que ser.

 

 

Hoje é Dia de Reis

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Termina hoje a época natalícia, com a comemoração do Dia de Reis. 

Parece que ainda ontem andávamos a ganhar coragem para enfeitar a árvore de natal, e já o fizemos, colocámos as prendas e já as abrimos, saímos de 2014 e entrámos em 2015, e agora chega ao fim o Natal.

Na verdade, já quase ninguém considera este dia como pertencendo ao Natal. Está a ficar cada vez mais esquecido, cada vez menos falado e celebrado, em comparação com a "febre" da noite e dia de Natal, ou a da passagem de ano e primeiro dia do ano.

Nem mesmo as crianças estão de férias nessa altura.

Mas cá em casa, vamos prolongar um bocadinho o espírito, que demorou a chegar, até ao fim da semana, que é quando temos tempo para arrumações. Até lá, a árvore vai continuar enfeitada e a brilhar! 

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Depois da Revista, o Livro das Pulseiras de Elásticos!

 

Algumas febres, com a mesma intensidade que vêm, também se vão. É o que está a acontecer com as pulseiras de elásticos.

A minha filha já raramente pega no material para fazer o que quer que seja. As lojas dos chineses já não têm nem uma terça parte da variedade de elásticos, teares e outras coisas que tinham.

Talvez por isso, tenham tido a ideia de lançar O Livro das Pulseiras de Elásticos. Está em pré-venda, com data de lançamento prevista para 15 de Julho.

Dizem que o referido livro irá garantir a diversão de miúdos e graúdos, nos seus tempos livres, nas viagens de autocarro, ou em qualquer outro lugar. Individualmente ou em grupo. Afinal, com dicas fabulosas, ideias originais e técnicas fantásticas, todos podem fazer pulseiras, colares, brincos e outros acessórios coloridos e cheios de estilo, em poucos minutos. As possibilidades são infindáveis. 

Mas, apesar de toda a publicidade e do boom que se sentiu há um tempo atrás, duvido que tenha a saída que se espera. A ver vamos...