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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Festival Eurovisão da Canção: 2ª semifinal

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Decorreu ontem a segunda semifinal do Festival da Conceição e, mais uma vez, fizeram questão de mostrar que "A Vida Sem Acontecer" o festival da canção não seria a mesma coisa.

Pois eu continuo a achar que mais parecia estarmos todos, lá no estúdio e cá em casa, num velório, em que até os apresentadores estavam vestidos de preto.

"Não Vou Ficar" a ver isto até ao fim, pensei eu. Mas a curiosidade em saber se, desta vez, os meus palpites eram mais certeiros, fez-me aguentar.

E "Foi Por Um Triz" que não acertei no Top 5.

O grande favorito a nos representar na Holanda talvez não se imagine "Dancing In The Stars", até porque teria de estar sentado ao piano, mas seria uma boa aposta. Ou talvez não... Se virmos bem, a última música vencedora, "Arcade", tinha um estilo muito semelhante, e é provável que queiram algo diferente este ano.

Mas, diferente, não existe muito por cá.

Da Chick afirmou "I Got Music", e levou-nos de volta ao disco, mas depressa voltámos a ficar embalados pelo aroma a "Jasmim".

Ariana defendeu um "Mundo Melhor" mas, como já sabemos, isso é uma utopia.

Até à quarta música, nenhuma me agradou.

Felizmente, com a "Joana do Mar", deu-se um "Volte-Face" e, assim, as minhas favoritas eram a 5, a 6, a 7, a 8 e a 10.

Ficou uma delas de fora.

 

Anunciados os apurados para a grande final, e depois de recordarmos a Lúcia Moniz, e da homenagem a Paulo de Carvalho, na voz do filho, Agir, despedimo-nos todos, "Com Um Abraço", até ao próximo sábado.

Quais são as vossas apostas?

 

Festival Eurovisão da Canção 2021: 1ª semifinal

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O "Mundo" do festival da canção é mesmo algo que nunca iremos compreender bem. Nem mesmo se lessemos em "Livros" ou em qualquer outro escrito a ele dedicado, o que leva os jurados a escolher uma canção que nos represente.

Ainda assim "Cheguei Aqui" à sala e mudei para a RTP, com "Saudade" daqueles tempos em que uma pessoa se sentava com os pais e, juntos, à nossa maneira, avaliávamos e escolhíamos, atribuindo pontos a cada uma, as nossas favoritas.

Aliás, eu acho que saudade é mesmo a palavra de ordem, já que a RTP, e os organizadores do festival, parecem viver "Na Mais Profunda Saudade" dos festivais de outrora, sempre a recordar as mesmas imagens, as mesmas músicas, os mesmos acontecimentos de antigas edições, ano após ano.

Mas, mais uma vez, ficou "Claro como Água" que os concorrentes se limitaram a dar mais do mesmo - músicas sem sal, sem alegria, monótonas, numa semifinal já de si, dadas as circunstâncias, enfadonha.

Não foi um "Dia Lindo", e a noite pouco melhorou.

Não sei se teimam em seguir o mesmo caminho de sempre, porque sabem que, independentemente do tema, não chegam longe, ou só mesmo porque gostam de andar em "Contramão".

A meio do desfile, como uma primavera a querer dar sinais da sua chegada, ainda no reinado do inverno, tivemos um "Girassol" que, infelizmente, depressa murchou.

O primeiro artista a subir ao palco afirmava "Love is on my side". O que é certo é que, mesmo que não esteja, pelo menos a sorte no jogo bateu-lhe à porta, e foi um dos apurados, a par com outras 4 canções.

 

Se são as minhas preferidas?

Nem todas.

A primeira, dos The Black Mamba, é engraçadita, fica no ouvido, será um bom hit comercial, e a voz do Tatanka é o que mais se destaca, pela positiva. Não sei se chega. 

Já a Valéria, com aquele vozeirão, foi outra das felizes contempladas. Não sei se seria a minha escolha, mas compreendo a decisão.

 

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Gostei da Mema. Por ser diferente. Mas ficou pelo caminho. Paciência.

A Nadine, tal como a Irma e a Sara Afonso, podiam ter ficado em casa. Aliás, a música que mais me faz confusão ter sido apurada é mesmo a da Sara Afonso.

 

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O Miguel conseguiu ali chegar por mérito próprio, escolhido entre mais de 700 submissões, mas morreu na praia. Ou no campo, com o seu girassol. Ele também afirma que não é muito dado a estas coisas de aparecer em público. Mas podiam ter-lhe dado uma hipótese.

 

 

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Os Karetus, com o Romeu, fizeram lembrar o Conan, com os seus telemóveis. Não sendo uma das que mais gostei, disse logo à minha filha "esta vai ser escolhida!" E foi!

 

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Posto isto, gostei da Fábia, e da Ian, que me pareceu uma imitaçao da Sia, em termos de visual, mas tinha uma música que poderia chegar longe.

 

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Pois, não chegou. Talvez porque a moça venha da Rússia. Ou então, não quiseram arriscar que a Ian, numa próxima actuação, tivesse a criança em pleno palco.

 

Quem não tem problemas em exibir-se no palco é a Sónia Araújo que, mal chegou, ajeitou logo o seu vestido para ficar ali com a perna à mostra!

Este ano, as duplas habituais foram separadas, e calhou a ela ficar com o Jorge Gabriel. Confesso que não reparei muito na dinâmica entre os dois. 

Gostei de rever a Elisa. A Dora era desnecessária. Novamente o saudosismo dos organizadores...

Eu sei que o passado é a nossa história, e é importante. Mas chega a um momento em que é preciso olhar para o futuro, e deixar o passado onde ele pertence.

Aguardemos a próxima semifinal.

 

 

Expectativas para a final do Festival da Canção 2020

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É impressão minha ou, de ano para ano, vão aparecendo, no Festival da Canção, cada vez mais, canções diferentes, fora da caixa, irreverentes, daquelas que estranhamos sempre à primeira, mas talvez até entranhemos depois?

Houve muito pouco “Movimento” naquele palco, com a escolha a recair, sobretudo, em músicas calmas.

Só tivemos uma “Gerbera Amarela do Sul”, quando poderíamos ter toda uma variedade de flores, que dessem mais vida a esta festa.

Este ano, das canções selecionadas para a grande final, posso dizer que apenas uma me ficou no ouvido e gostei.

Depois, porque um festival não se faz só de gostos pessoais, mas de boa música daria, talvez, um “Passe partout” a mais duas ou três.

Enquanto a outras, diria apenas “Não Voltes Mais”, porque foram mesmo sem graça.

Claro que qualquer autor/ intérprete que tenha participado no festival da canção já se poderá sentir, de certa forma, “Abensonhado”, por ter feito parte deste icónico certame.

Mas, “Mais Real que o Amor” que temos pela música portuguesa, é o “Medo de Sentir” que nenhuma das canções apresentadas terá hipóteses de chegar longe, lá fora.

Por isso, “Diz Só” que será escolhida a melhor música a concurso, mesmo que não seja apurada para a grande final, em Roterdão.

A final do Festival da Canção

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Em primeiro lugar, penso que foi uma boa aposta descentralizar este tipo de eventos, e terem escolhido a Arena de Portimão para a grande final.

Igualmente, uma boa aposta nos apresentadores, com a Filomena Cautela mais do que habituada a estas lides, depois da grande prova da Eurovisão, em 2018, mas com o Vasco Palmeirim a não ficar atrás, e a Inês na parte mais descontraída, junto aos concorrentes.

 

A final, vimo-la "A Dois" mas, à excepção das actuações, e de alguns momentos mais divertidos com os apresentadores, era tal a "Inércia" que, para nós, foi uma verdadeira "Pugna" conseguir aguentar até ao momento da revelação, quem seria o nosso representante.

 

É preciso fazer o peixe render, manter o público em expectativa, e garantir as audiências pelo máximo de tempo possível, mas estar constantemente a recordar os tempos antigos, já enjoa. "Mar Doce" é bom mas, por vezes, sabe melhor um mar revolto.

 

Penso que, com o "Mundo a Mudar", há que mudar também a forma como se faz música em Portugal, nomeadamente, a que um festival deste género pede e, nesse aspecto, Conan Osíris foi um justo vencedor. E teve a sorte de os portugueses, não terem partido os "Telemóveis" mas, em vez disso, usarem-no para votar na sua música.

 

Salvador Sobral, não há ninguém "Igual a Ti", e dificilmente repetiremos o feito que conseguiste, mas esperemos que o nosso representante chegue à grande final, e numa boa posição. 

Não será o final "Perfeito", mas já nos deixará satisfeitos.

 

E porque não poderia deixar passar em branco, deixo-vos aqui a música da Isaura que, depois de O Jardim, decidiu apostar na música em português.

Também gostaram deste "Liga-Desliga"?

 

 

 

 

Imagem: http://www.escportugal.pt/

 

Foi assim a final do Festival da Canção

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Ontem assisti à final do Festival da Canção.

 

Uma coisa é certa: nunca haverá um “Amor Veloz” como o foi a canção do Salvador Sobral mas, ainda assim, penso que os compositores poderiam ter arriscado mais, “Sem Medo” do que pudesse acontecer.

Quanto mais alto o “Voo das Cegonhas”, que é como quem diz, a irreverência e a criatividade dos autores das músicas levassem a sua canção, melhor.

Com título ou “Sem Título”, Janeiro era um dos grandes favoritos à vitória mas parece que ele pediu à “Mensageira” dos resultados: “Anda Estragar-me Os Planos”, que eu fico satisfeito com o quarto lugar, afinal, “Para Sorrir Eu Não Preciso de Nada”.

Ou talvez precise, de um belo “Sunset”, de preferência numa praia com “Bandeira Azul”, mas isso para aqui não interessa nada de nada, “Patati Patata”!

Também se pensou que, “Só Por Ela”, conseguíssemos alcançar, quem sabe, uma possível boa posição junto dos restantes países, na grande final. Mas ficou-se pelo terceiro lugar. Não fiques triste, Peu! Haverá sempre alguém “Para Te Dar Abrigo” quando as coisas correrem menos bem.

Quanto à vitória, tivemos duas finalistas, que não empataram “Zero a Zero”, mas com 22 pontos, cada uma, e foi do público a decisão soberana. 

O número 13 trouxe sorte à escolhida.

Vamos lá ver até onde consegue chegar “O Jardim” da Isaura, com o colorido da Cláudia Pascoal, e se os votos conseguidos na Altice Arena, chegarão para regar todas as flores da Eurovisão, e fazê-lo brilhar, entre todas as restantes canções!

 

Imagem: Guimaraesdigital