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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Escape Room x Saw

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Gostei dos filmes da saga Saw e, quando vi que o Escape Room ia dar na televisão, pus logo a gravar.

Vimo-lo no domingo.

A ideia era boa, mas à medida que vamos vendo o filme e, sobretudo, no final, perde qualquer credibilidade, arruinando-o.

 

 

Um grupo de pessoas é convidado, de uma forma curiosa e inédita, a participar no jogo, cujo prémio monetário acaba por ser um excelente incentivo.

Seja porque a sua vida é um falhanço total, por curiosidade, por paixão por este tipo de jogos, pelo dinheiro ou, simplesmente, porque alguém aconselhou a, por um dia, fazer algo arriscado, todos eles estão ali, sem saber ao certo o que os espera.

Percebemos, à partida, que algumas pessoas convidadas para o jogo têm uma inteligência acima da média. Outras, algumas fobias.

Todas estão ali para ganhar e, esperavam elas, para se divertir.

Mas, quando menos esperam, percebem que já estão a jogar e entram numa corrida contra o tempo, e contra todos os obstáculos e adversidades, para passar à fase seguinte.

 

 

E se, nas primeiras provas, os jogadores ainda acreditam que é tudo uma ilusão e que nada de mal lhes acontecerá, mais adiante, vão compreender que estão mesmo ali a lutar pela vida, e que aquele é um jogo macabro organizado por alguém que conhece tudo sobre eles e a sua vida, nomeadamente, o facto de todos eles serem sobreviventes únicos de diversos acidentes.

 

 

Cada prova, cada desafio, cada obstáculo, é um enigma para os fazer pensar e trabalhar em equipa, tal como nos filmes SAW.

Para além de, neste filme, os jogadores terem ido pelo seu próprio pé, de livre vontade, ao contrário do que acontecia em SAW, a pequena (grande) diferença, é que em SAW, pelo menos nos filmes iniciais, o objectivo era fazer com que aquelas pessoas tivessem noção dos erros que tinham cometido, e tivessem uma hipótese de se redimir sendo que, se tal se verificasse, poderiam sobreviver.

Em ESCAPE ROOM, pelo contrário, o jogo está feito para ninguém sobreviver, não havendo nenhum objectivo em concreto, a não ser o divertimento de quem a ele assiste.

 

 

Mas...

E se os jogadores se virarem contra o jogo, e contra as regras do mesmo, e fizerem as duas próprias regras?

Seria interessante, não seria? 

Só que, mais uma vez, conseguiram estragar esta nova premissa que prometia uma reviravolta, com um final que mais valia nunca ter acontecido.

 

 

 

Balanço de um fim de semana prolongado

E lá se foi um fim de semana prolongado, em que pouco se fez, e ainda menos se aproveitou.

Por entre compras de material escolar, arrumações e uma celebração do aniversário do meu pai diferente do habitual, com o meu sobrinho a recuperar de uma cirurgia, com o tempo a não ajudar à praia nem a grandes passeios, lá houve tempo para ver um filme, e para uma saída imprevista, que deu para desanuviar.

 

 

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Na quinta-feira, comprámos o material escolar para o novo ano lectivo, como sempre, sujeito à aprovação da D. Becas.

O resto do tempo foi aproveitado para descansar e estar com as bichanas.

 

Sexta-feira, dia de férias com o qual não estava a contar, fomos comprar as coisas que faltavam e, à tarde, tirar tudo o que era do ano passado, para colocar a jeito o que vai ser para este ano.

O mais difícil é tentar arranjar mais espaço de um lado, sem ocupar do outro, trocando o sítio das coisas, mas mantendo-as todas na mesma!

 

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Foi por entre arrumações, ao tocar sem querer na placa alisadora da minha filha, que ganhei de presente esta queimadura!

 

 

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No sábado, vimos o filme "Juntos Para Sempre 2", a continuação da história do cão Bailey, que agora terá como missão tomar conta da pequena CJ, privada de estar com os avós, por uma mãe que pouco ou nada quer saber da filha.

Até ao dia em que o destino o juntar definitivamente ao seu companheiro Ethan.

E, depois de uma cena ao género "E Se Fosse Consigo", demos um saltinho à Ericeira, onde esperámos em vão, por um fogo de artifício que chegou tarde, e acabámos por não ver.

Para finalizar, um domingo entre televisão e lides domésticas, com a promessa de uma semana de férias não muito melhor.

 

Ver filmes em DVD é algo ultrapassado?

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Talvez...

Mas, para mim, continua a ser intemporal, e diferente, sobretudo, quando falamos de filmes de animação.

Eu ainda tenho aquela espécie, cada vez mais rara, que é um leitor de DVD/CD, comprado há uns bons anos, quando o meu anterior avariou. Ainda funciona, apesar da porta partida.

Passam-se dias e até meses, em que ninguém lhe dá uso. Mas, quando nos apetece, lá pegamos num dos DVD's da colecção que a minha filha tem. E vêmo-lo!

 

 

Hoje em dia, tudo se saca da net, tudo está disponível num qualquer canal de tv ou plataforma de streaming. Mas não é a mesma coisa!

Falta a interactividade, os jogos, os quizz's, as músicas, que vêm com o DVD, de bónus.

Ainda me lembro das montagens que dava para fazer com as várias personagens, no DVD do Shrek, por exemplo. 

 

 

 

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Ontem, a minha filha foi recordar os momentos de infância com um DVD da Barbie. Já nem me lembrava de como as músicas desses filmes eram tão bonitas. E das mensagens que cada um deles transmitia. No final, lá estava o menu, com as várias opções à escolha: um botão para pentear o unicórnio, outro para ouvir a música principal, cantada pela artista, e por aí fora.

 

 

Por isso, enquanto durar, lá vai ficar o leitor, e a colecção de DVD's!

E por aí, ainda costumam ver filmes em DVD, ou já se deixaram disso?

 

O problema das legendas nas séries e filmes

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O problema da legendagem em filmes e séries, é que nem sempre corre bem, pelos mais variados motivos, e isso afecta a forma como visualizamos o filme ou série em questão tornando-se, muitas vezes, mais prejudicial, do que útil.

 

 

Por exemplo, em algumas séries e filmes da Netflix, existem partes em que as personagens falam, mas não existem quaisquer legendas. Para quem até percebe relativamente bem o idioma das mesmas, não há problema, vai acompanhando. Mas, para quem não domina o idioma, acaba por se perder, e não perceber o que foi dito.

 

 

Já noutros casos, as legendas existem, mas estão adiantadas, ou atrasadas, em relação à acção. Ou seja, quem está a ver, e a guiar-se pelas legendas, não vai conseguir identificar o que lê, com o que vê. Neste caso, para quem costume associar automaticamente aquilo que é dito no idioma original, com a respectiva tradução e legendagem, é preferível, ainda assim, cortar o som. 

O ideal, mas nem sempre possível, para quem compreenda o que é dito na versão original, seria também retirar as legendas, que só atrapalham. 

 

 

E por aí, já tiveram alguma situação parva com as legendas de algum filme ou série que viram?

 

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