Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Absentia 2: o final trouxe mais perguntas que respostas!

Resultado de imagem para absentia alice

 

Terminou ontem a segunda temporada de Absentia.

Mas, se achávamos que o episódio de ontem ia esclarecer tudo o que não foi mostrado e explicado na primeira, bem como nos episódios anteriores desta segunda temporada, enganámo-nos.

O episódio final deixou-nos com mais perguntas, do que respostas, e a promessa de uma terceira temporada em que, quem sabe, elas poderão ser respondidas... ou não!

 

 

O que é certo é que, como tínhamos falado no post anterior, uma parte do nosso desejo concretizou-se: a Alice não era inocente, e estava envolvida naquelas experiências!

No entanto, achei que tentaram, ainda assim, minimizar a participação dela, com a desculpa de que ela não sabia em que é que o seu mentor estava a trabalhar, e que amava, realmente, o Nick e o Flynn.

 

 

Comigo, não colou!

Uma vítima deste tipo de esquemas não atira a sangue frio na única pessoa que a podia denunciar. Fica receosa, nervosa, perde o controlo, tenta fugir, mas não age daquele modo premeditado. Penso que ela sabia muito mais, e estava muito mais envolvida, do que deram a entender.

Confesso que, quando ela sugeriu o acampamento, pensei que fosse mostrar a sua verdadeira cara, e atacar o marido e o enteado, de alguma forma.

Agora, é mais uma que não poderá falar, já que está morta, e levou consigo os segredos.

Porque é que Julianne Gunnarsen a matou?

 

 

E terei sido só eu que achei demasiada coincidência a Alice ter uma suposta irmã de nome Laura? Não será Laura, Laurie? 

Aguarda-se a próxima temporada!

Está a chegar o final de Absentia...

Imagem relacionada

 

... e vai deixar saudades!

A segunda temporada está, sem dúvida alguma, muito melhor do que a primeira.

Com mais ritmo, mais mistério, mais acção, mais surpresas.

Deixámos aquela primeira temporada morta, em que quase adormecíamos a cada episódio, só despertando nos episódios finais, para entrar numa nova temporada que nos consegue manter alerta e intrigados.

Apesar de relacionadas, já que os acontecimentos que estão a ser vividos agora estão, de várias formas, ligados ao que aconteceu, no passado, com a Emily, estes novos episódios trouxeram uma lufada de ar fresco à série e foi, sem dúvida, uma aposta ganha da Stana Katic.

 

 

Em relação às personagens, temos uma Emily ainda mais dura, com a mesma determinação e instintos de sempre, mas ainda muito traumatizada com o que passou ao longo dos seis anos anteriores, com esse trauma a manifestar-se, muitas vezes, de forma descontrolada. 

A principal preocupação de Emily é voltar a ter uma relação com o filho, Flynn que, a determinado momento, poderá voltar a estar em perigo.

 

O Jack, irmão da Emily, tenta refazer a sua vida, voltando ao trabalho, agora como paramédico. E gera-se um conflito entre aquele que é o seu dever enquanto médido que um dia foi, os conhecimentos que tem como cirurgião e que podem fazer a diferença entre salvar ou deixar morrer uma vítima, e aquilo que, enquanto paramédico, lhe é permitido fazer.

A certa altura, ele salva a vida de uma pessoa, devido à sua intervenção atempada e precisa. Mas, quando pensa que o chefe o vai reconhecer e, quem sabe, promover, é supreendido com uma reprimenda e o aviso de que, se voltar a repetir, é despedido.

Isto gera uma enorme frustração nele, que vai ser atenuada com um novo romance.

 

Até a Alice deixa de ser a boa samaritana, compreensiva, esposa devotada. 

Após o aborto e sem qualquer apoio de Nick, ela vai virar as suas atenções para a sua própria realização pessoal, e envolver-se com outro homem, aquele que, provavelmente, seria o último com quem deveria ter uma relação.

 

Já Nick, continua com aquele papel enfadonho, frustrado no campo profissional e pessoal. 

 

A grande supresa para mim é a personagem Cal Isaac, que vai formar dupla com Emily, de volta ao FBI, na descoberta da verdade, e resolução do caso, sendo o único apoio que ela tem, a todos os níveis, sobretudo depois da morte do amante Tommy Gibbs.

 

 

Sobre a história, começamos com um atentado, passamos para uma série de assassinatos aparentemente relacionados, e com ligação ao atentado. Entre as vítimas dos homicídios, a mãe biológica de Emily.

Na família, enquanto o pai de Emily sofre um enfarto, Flynn faz terapia e o casamento de Nick e Alice desmorona-se.

Emily continua a debater-se com as memórias do passado, que podem ser a chave para o presente, sobetudo quando começam a surgir caras e nomes familiares.

Quem estará por detrás de tudo isto?

 

 

O último episódio é já na próxima terça-feira, e não faço a mínima ideia de como irá terminar a história.

Mas, assim numa reviravolta inesperada, gostava que fosse a Alice a grande vilã!

 

 

Alguém por aí acompanha a série?

Estão a gostar?

E palpites para o grande final, há?

A final da Eurovisão e a precisão das casas de apostas

Resultado de imagem para duncan laurence vence eurovisão 2019

 

 

É verdade que, no sábado, as atenções estavam, quase totalmente, viradas para a final do campeonato de futebol, e já com tudo a jeito para rumar ao Marquês, para celebrar a vitória do Benfica. Mas sábado foi, também, noite de final do Festival Eurovisão da Canção. E eu fui, certamente, das poucas que preferiu este concerto gratuito, no conforto da sua cama, a andar por aí a buzinar com cachecóis vermelhos, e enfiar-se na confusão/ multidão lisboeta.

 

 

Perguntava o meu marido: "mas quem é que se lembra de emitir o Festival da Canção no mesmo dia da final do campeonato?". Esquece-se de que esta final foi marcada muito antes.

E, além disso, não aconteceu precisamente o mesmo no ano em que Salvador Sobral venceu?! Era eu em casa, eufórica por a vitória ter calhado a Portugal, e o meu marido, no trabalho, a vibrar com a vitória do Benfica!

Este ano, era ele na sala a ver a festa benfiquista na TV, e eu, no quarto, com uma enorme dificuldade em manter os olhos abertos até ao final, a ver o desfile das canções, e em espera pelo resultado das votações.

 

 

 

 

Resultado de imagem para quadro classificação final eeurovisão 2019

 

 

Por falar em votações, foi impressão minha ou, desta vez, a distribuição dos pontos do televoto ocorreu de forma diferente? Tenho a ideia de que, nos anos anteriores, começavam pelo país que levou menos pontuação, e iam aumentando.

Este ano, foi dada aleatoriamente, o que levou a nervos a dobrar, com o rumo que a pontuação estava a levar!

E, engano-me, ou foi a primeira vez que, no televoto, houve uma canção com 0 pontos?

Enfim...

As casas de apostas davam, este ano, como vencedora, a canção holandesa.

Pois que vi a coisa muito mal parada, e pensei mesmo que as casas de apostas valem o que valem, e também falham. Pela votação dos júris de cada país, não chegava lá. 

Se a Macedónia do Norte estava a ser uma surpresa, em termos de votação, a Holanda estava a ficar muiti aquém das expectativas.

E aquele pódio a ser disputado pela Itália e pela Suécia... sem comentários.

Felizmente, o público conseguiu dar a volta à pontuação, e repôr a normalidade, confirmando que as casas de apostas são precisas, e acertam quase sempre!

 

 

 

 

Resultado de imagem para keiino spirit in the sky

 

Mas, falando das músicas finalistas, as minhas favoritas eram:

Holanda

Suiça

Noruega

Espanha

Reino Unido

Rússia

 

 

 

 

Resultado de imagem para islândia eurovision 2019

 

As que menos gostei

Islândia

Israel

Itália

Alemanha

San Marino

Dinamarca

Azerbeijão

República Checa

 

 

 

 

Resultado de imagem para serbia eurovision 2019

 

As que têm mais gritos

Macedónia do Norte

Sérvia

 

 

 

 

Resultado de imagem para estónia eurovision 2019

 

As que ainda me andam no ouvido, ainda que não sendo favoritas

Malta

Bielorrússia

Estónia

Chipre

 

 

 

Resultado de imagem para nana banana netta

 

Em termos de actuações extra concurso, não gostei muito nem da Madonna, nem dos concorrentes das edições anteriores. Esperava mais.

E o que dizer de "Nana Banana", o novo tema da Netta?! Acho que é mesmo como ela diz "I do what I wanna...", sem se preocupar com mais nada. 

Para mim, Netta só faz sentido com "Toy".

E apesar desta edição em Telavive, a música que continua a permancer na memória é o "Fuego", da Eleni Foureira!

 

 

Se bem que, no final da noite, estava eu com a minha filha a cantar:

 

"Ooh, ooh
All I know, all I know
Loving you is a losing game"

 

Continuar a ver o festival eurovisão da canção pode ser um jogo perdido, onde nem sempre vencem os melhores, ou aqueles que mais queríamos mas, ainda assim, parabéns Duncan Laurence!

 

 

 

A final do Festival da Canção

Resultado de imagem para final festival da canção 2019

 

 

Em primeiro lugar, penso que foi uma boa aposta descentralizar este tipo de eventos, e terem escolhido a Arena de Portimão para a grande final.

Igualmente, uma boa aposta nos apresentadores, com a Filomena Cautela mais do que habituada a estas lides, depois da grande prova da Eurovisão, em 2018, mas com o Vasco Palmeirim a não ficar atrás, e a Inês na parte mais descontraída, junto aos concorrentes.

 

A final, vimo-la "A Dois" mas, à excepção das actuações, e de alguns momentos mais divertidos com os apresentadores, era tal a "Inércia" que, para nós, foi uma verdadeira "Pugna" conseguir aguentar até ao momento da revelação, quem seria o nosso representante.

 

É preciso fazer o peixe render, manter o público em expectativa, e garantir as audiências pelo máximo de tempo possível, mas estar constantemente a recordar os tempos antigos, já enjoa. "Mar Doce" é bom mas, por vezes, sabe melhor um mar revolto.

 

Penso que, com o "Mundo a Mudar", há que mudar também a forma como se faz música em Portugal, nomeadamente, a que um festival deste género pede e, nesse aspecto, Conan Osíris foi um justo vencedor. E teve a sorte de os portugueses, não terem partido os "Telemóveis" mas, em vez disso, usarem-no para votar na sua música.

 

Salvador Sobral, não há ninguém "Igual a Ti", e dificilmente repetiremos o feito que conseguiste, mas esperemos que o nosso representante chegue à grande final, e numa boa posição. 

Não será o final "Perfeito", mas já nos deixará satisfeitos.

 

E porque não poderia deixar passar em branco, deixo-vos aqui a música da Isaura que, depois de O Jardim, decidiu apostar na música em português.

Também gostaram deste "Liga-Desliga"?

 

 

 

 

Imagem: http://www.escportugal.pt/

 

Quando um jogador desautoriza o seu treinador em pleno jogo

Resultado de imagem para kepa

 

 

Aconteceu no passado domingo, na final da Taça da Liga Inglesa, que se disputou entre o Chelsea e o Manchester City.

Por duas vezes assistido em campo, e já a terminar o tempo de prolongamento, o treinador do Chelsea, Maurizio Sarri, achou por bem substituir o guarda-redes Kepa, pelo seu colega de equipa, uma vez que, devido às queixas que foi apresentando, poderia não estar no seu melhor, para defender os penaltis.

Mas Kepa, achou que não havia necessidade. Que estava bem. Que podia continuar em jogo.

Só que o mostrou da pior forma, fazendo braço de ferro com o treinador, desautorizando este, fazendo birra e desrespeitando o seu colega que já tinha aquecido e estava pronto a entrar.

 

 

Duas pessoas estiveram mal nesta situação: jogador e treinador.

 

Kepa esteve mal porque, acima de tudo, deve respeito ao treinador. E se o treinador acha que ele deve ser substituído, por muito injusto que possa ser, só deve acatar essa decisão, ainda que não concorde com ela.

Esteve mal a partir do momento em que achou que só ele poderia defender a baliza do Chelsea, e que o seu colega poderia pôr em risco a vitória da equipa. Por muito que ele pense que "já que fiz até aqui, vou até ao fim" ou que se sentisse em plena forma física para continuar, ainda assim, não era motivo para fazer a birra que fez em pleno campo, e para a recusa veemente em sair e ser substituído.

Até poderia estar a fazê-lo pela equipa, mas a ideia que passou foi a de que só estava a pensar em si, e na sua vontade.

 

Sarri esteve mal porque, apesar das várias vezes em que pediu ao jogador para sair, sem que este o fizesse, não impôs a sua autoridade como treinador, mostrando que os jogadores podem fazer o que bem entendem, que ele não tem mão nem pulso firme para os comandar.

Em vez disso, reclamou, mostrou frustração, ameaçou abandonar o estádio, para depois voltar atrás e dar o dito pelo não dito e, mais tarde, desvalorizar o incidente, como se se tratasse apenas de uma mera falha na comunicação.

 

 

A verdade é que, por ironia do destino, o Chelsea acabou por perder a partida e a taça para o seu rival, devido a um penálti que Kepa não defendeu.

E agora, para castigo, como punição pela sua atitude, o Chelsea fez saber que o jovem guarda-redes irá doar uma semana de salários à fundação do clube.

 

 

Na minha opinião, um bom jogador não é apenas aquele que joga bem, que mostra bons resultados em campo e traz mais valias para a equipa, mas também aquele que, apesar do seu talento, tem também carácter, humildade, que sabe que está ali pela equipa e em equipa, e não para se mostrar a si próprio, que sabe o seu lugar e o seu papel, e quem é que comanda a equipa, que sabe acatar decisões, que não se deixa vislumbrar facilmente pela fama, pela imagem, pelos milhões que ganha, esquecendo tudo o resto.

E por vezes, é preciso chamá-los de volta a terra.

Penso que a melhor forma de punir Kepa pelo seu comportamento, mais do que perder ali meia dúzia de euros (que para ele é uma agulha no palheiro do ordenado que recebe), seria com a sua permanência no banco nos próximos jogos que a sua equipa disputasse.

Claro que, no futebol de competição a este nível, é mais provável que o clube, e o treinador por arrasto, estejam mais interessados naquilo que poderão ganhar (ou perder) com as possíveis fragilidades da equipa ou até mesmo derrotas, na ausência do seu melhor guarda-redes, do que em formar civicamente os jogadores. 

 

 

  • Blogs Portugal

  • BP