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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Rita Sanches foi eleita a "voz" de Portugal

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Realizou-se ontem mais uma final do The Voice Portugal, que viu ser eleita vencedora, a concorrente Rita Sanches, do mentor António Zambujo que, assim, se estreia nestas lides com uma vitória!

Como é óbvio, no rescaldo desta surpresa (sim, acho que foi uma surpresa para a maioria de nós), há quem considere a Rita a justa vencedora, mas há ainda mais quem não tenha gostado, quem critique, quem tivesse outra preferência e, até, quem, à semelhança das edições anteriores, levante suspeitas sobre as votações.

 

 

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Estavam 5 concorrentes a disputar a vitória: O Gabriel, a Joana, a Rita, a Carolina e o Sebastião.

Logo no início, quando mostraram o quadro das votações até ao momento, o Gabriel estava em último e, a primeira coisa que pensei foi "Impossível! A não ser que seja uma estratégia para votarem ainda mais nele."

Achei mesmo que ele seria o vencedor, quebrando assim o jejum à Aurea, que se fica quase sempre pelo segundo lugar, morrendo na praia. O que se confirmou, mais uma vez.

 

 

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Gosto do Gabriel. Não achei que estivesse tão bem na final.

E confesso que as lágrimas, tanto dele, como da mentora, já enjoam um pouco e soam forçadas, propositadas.  Se assim o foi, creio que acabou por ter o efeito inverso. A Aurea já teve excelentes concorrentes e, não desfazendo o mérito e talento do Gabriel, achei exagerada a forma como a Aurea se referiu a ele.

 

 

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Era mais que certo que a Carolina se ia ficar pelos últimos lugares. Nunca reuniu muita preferência do público, ao contrário da Rita.

No entanto, a Carolina foi sempre a Carolina, do início ao fim. Posso não gostar do estilo dela, mas pelo menos tem um estilo, que já é meio caminho andado para o sucesso.

 

 

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Imaginei que o Sebastião não fosse, igualmente, longe. A Marisa já venceu duas vezes seguidas, não lhe dariam novamente a vitória. E o Sebastião também não tinha um grande apoio, em comparação com os restantes.

Ainda assim, na final, foi dos concorrentes que mais gostei de ouvir. Simplicidade, verdade, cumplicidade, humildade. 

Acredito que, com as mãos certas, ele poderá desabrochar e chegar longe, com o seu estilo muito próprio.

 

 

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Pensei que fosse a Joana a disputar o primeiro lugar com o Gabriel, embora acreditasse que se ficaria apenas pelo segundo lugar.

O público sempre a apoiou, mas achei que esse apoio não chegaria para vencer. 

Não conhecia a Joana antes do The Voice.

Daquilo que ela foi mostrando no programa, na minha opinião, a Joana tem uma bonita voz, mas para determinados géneros musicais, e algumas escolhas talvez a tenham prejudicado.

Na final, esteve excelente. Temi quando percebi que ela ia cantar Lady Gaga, mas venceu o desafio.

 

 

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A Rita Sanches pode ter uma boa voz, pode ter técnica, teve um enorme apoio do público, que lhe deu a vitória, mas a mim soou-me, muitas vezes, a uma voz igual a tantas outras, com nada de particular que a faça sobressair.

Um pãozinho sem sal que até é saudável e se deve comer, mas que não deixa aquela sensação de prazer, quando se saboreia.

 

Feitas as contas, e não falando de eventuais concorrentes que poderiam ter estado ali, e ficaram pelo caminho, dos 5, não havia nenhum que pudesse dizer ser o meu preferido, ou que se destacasse em grande escala como aconteceu com a Deolinda ou o Dennis Filipe, por exemplo.

Até mesmo o Fernando Daniel, embora não sendo o meu preferido nessa edição, conseguia reunir o consenso geral de que iria chegar longe. E está a dar provas disso.

 

Rita Sanches pode ter sido a vencedora do The Voice Portugal.

Pode ter sido eleita (de forma honesta ou duvidosa, só quem de direito saberá) a "voz" de Portugal.

Mas, à semelhança da Marvi (alguém mais ouviu falar dela?), não acredito que, no futuro, se oiça falar muito dela.

Vamos esperar para ver...

 

Parabéns a todos, vencedores e vencidos!

E que esta etapa seja apenas o começo para eles.

 

 

Imagens: The Voice Portugal

Absentia 2: o final trouxe mais perguntas que respostas!

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Terminou ontem a segunda temporada de Absentia.

Mas, se achávamos que o episódio de ontem ia esclarecer tudo o que não foi mostrado e explicado na primeira, bem como nos episódios anteriores desta segunda temporada, enganámo-nos.

O episódio final deixou-nos com mais perguntas, do que respostas, e a promessa de uma terceira temporada em que, quem sabe, elas poderão ser respondidas... ou não!

 

 

O que é certo é que, como tínhamos falado no post anterior, uma parte do nosso desejo concretizou-se: a Alice não era inocente, e estava envolvida naquelas experiências!

No entanto, achei que tentaram, ainda assim, minimizar a participação dela, com a desculpa de que ela não sabia em que é que o seu mentor estava a trabalhar, e que amava, realmente, o Nick e o Flynn.

 

 

Comigo, não colou!

Uma vítima deste tipo de esquemas não atira a sangue frio na única pessoa que a podia denunciar. Fica receosa, nervosa, perde o controlo, tenta fugir, mas não age daquele modo premeditado. Penso que ela sabia muito mais, e estava muito mais envolvida, do que deram a entender.

Confesso que, quando ela sugeriu o acampamento, pensei que fosse mostrar a sua verdadeira cara, e atacar o marido e o enteado, de alguma forma.

Agora, é mais uma que não poderá falar, já que está morta, e levou consigo os segredos.

Porque é que Julianne Gunnarsen a matou?

 

 

E terei sido só eu que achei demasiada coincidência a Alice ter uma suposta irmã de nome Laura? Não será Laura, Laurie? 

Aguarda-se a próxima temporada!

Está a chegar o final de Absentia...

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... e vai deixar saudades!

A segunda temporada está, sem dúvida alguma, muito melhor do que a primeira.

Com mais ritmo, mais mistério, mais acção, mais surpresas.

Deixámos aquela primeira temporada morta, em que quase adormecíamos a cada episódio, só despertando nos episódios finais, para entrar numa nova temporada que nos consegue manter alerta e intrigados.

Apesar de relacionadas, já que os acontecimentos que estão a ser vividos agora estão, de várias formas, ligados ao que aconteceu, no passado, com a Emily, estes novos episódios trouxeram uma lufada de ar fresco à série e foi, sem dúvida, uma aposta ganha da Stana Katic.

 

 

Em relação às personagens, temos uma Emily ainda mais dura, com a mesma determinação e instintos de sempre, mas ainda muito traumatizada com o que passou ao longo dos seis anos anteriores, com esse trauma a manifestar-se, muitas vezes, de forma descontrolada. 

A principal preocupação de Emily é voltar a ter uma relação com o filho, Flynn que, a determinado momento, poderá voltar a estar em perigo.

 

O Jack, irmão da Emily, tenta refazer a sua vida, voltando ao trabalho, agora como paramédico. E gera-se um conflito entre aquele que é o seu dever enquanto médido que um dia foi, os conhecimentos que tem como cirurgião e que podem fazer a diferença entre salvar ou deixar morrer uma vítima, e aquilo que, enquanto paramédico, lhe é permitido fazer.

A certa altura, ele salva a vida de uma pessoa, devido à sua intervenção atempada e precisa. Mas, quando pensa que o chefe o vai reconhecer e, quem sabe, promover, é supreendido com uma reprimenda e o aviso de que, se voltar a repetir, é despedido.

Isto gera uma enorme frustração nele, que vai ser atenuada com um novo romance.

 

Até a Alice deixa de ser a boa samaritana, compreensiva, esposa devotada. 

Após o aborto e sem qualquer apoio de Nick, ela vai virar as suas atenções para a sua própria realização pessoal, e envolver-se com outro homem, aquele que, provavelmente, seria o último com quem deveria ter uma relação.

 

Já Nick, continua com aquele papel enfadonho, frustrado no campo profissional e pessoal. 

 

A grande supresa para mim é a personagem Cal Isaac, que vai formar dupla com Emily, de volta ao FBI, na descoberta da verdade, e resolução do caso, sendo o único apoio que ela tem, a todos os níveis, sobretudo depois da morte do amante Tommy Gibbs.

 

 

Sobre a história, começamos com um atentado, passamos para uma série de assassinatos aparentemente relacionados, e com ligação ao atentado. Entre as vítimas dos homicídios, a mãe biológica de Emily.

Na família, enquanto o pai de Emily sofre um enfarto, Flynn faz terapia e o casamento de Nick e Alice desmorona-se.

Emily continua a debater-se com as memórias do passado, que podem ser a chave para o presente, sobetudo quando começam a surgir caras e nomes familiares.

Quem estará por detrás de tudo isto?

 

 

O último episódio é já na próxima terça-feira, e não faço a mínima ideia de como irá terminar a história.

Mas, assim numa reviravolta inesperada, gostava que fosse a Alice a grande vilã!

 

 

Alguém por aí acompanha a série?

Estão a gostar?

E palpites para o grande final, há?

A final da Eurovisão e a precisão das casas de apostas

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É verdade que, no sábado, as atenções estavam, quase totalmente, viradas para a final do campeonato de futebol, e já com tudo a jeito para rumar ao Marquês, para celebrar a vitória do Benfica. Mas sábado foi, também, noite de final do Festival Eurovisão da Canção. E eu fui, certamente, das poucas que preferiu este concerto gratuito, no conforto da sua cama, a andar por aí a buzinar com cachecóis vermelhos, e enfiar-se na confusão/ multidão lisboeta.

 

 

Perguntava o meu marido: "mas quem é que se lembra de emitir o Festival da Canção no mesmo dia da final do campeonato?". Esquece-se de que esta final foi marcada muito antes.

E, além disso, não aconteceu precisamente o mesmo no ano em que Salvador Sobral venceu?! Era eu em casa, eufórica por a vitória ter calhado a Portugal, e o meu marido, no trabalho, a vibrar com a vitória do Benfica!

Este ano, era ele na sala a ver a festa benfiquista na TV, e eu, no quarto, com uma enorme dificuldade em manter os olhos abertos até ao final, a ver o desfile das canções, e em espera pelo resultado das votações.

 

 

 

 

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Por falar em votações, foi impressão minha ou, desta vez, a distribuição dos pontos do televoto ocorreu de forma diferente? Tenho a ideia de que, nos anos anteriores, começavam pelo país que levou menos pontuação, e iam aumentando.

Este ano, foi dada aleatoriamente, o que levou a nervos a dobrar, com o rumo que a pontuação estava a levar!

E, engano-me, ou foi a primeira vez que, no televoto, houve uma canção com 0 pontos?

Enfim...

As casas de apostas davam, este ano, como vencedora, a canção holandesa.

Pois que vi a coisa muito mal parada, e pensei mesmo que as casas de apostas valem o que valem, e também falham. Pela votação dos júris de cada país, não chegava lá. 

Se a Macedónia do Norte estava a ser uma surpresa, em termos de votação, a Holanda estava a ficar muiti aquém das expectativas.

E aquele pódio a ser disputado pela Itália e pela Suécia... sem comentários.

Felizmente, o público conseguiu dar a volta à pontuação, e repôr a normalidade, confirmando que as casas de apostas são precisas, e acertam quase sempre!

 

 

 

 

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Mas, falando das músicas finalistas, as minhas favoritas eram:

Holanda

Suiça

Noruega

Espanha

Reino Unido

Rússia

 

 

 

 

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As que menos gostei

Islândia

Israel

Itália

Alemanha

San Marino

Dinamarca

Azerbeijão

República Checa

 

 

 

 

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As que têm mais gritos

Macedónia do Norte

Sérvia

 

 

 

 

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As que ainda me andam no ouvido, ainda que não sendo favoritas

Malta

Bielorrússia

Estónia

Chipre

 

 

 

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Em termos de actuações extra concurso, não gostei muito nem da Madonna, nem dos concorrentes das edições anteriores. Esperava mais.

E o que dizer de "Nana Banana", o novo tema da Netta?! Acho que é mesmo como ela diz "I do what I wanna...", sem se preocupar com mais nada. 

Para mim, Netta só faz sentido com "Toy".

E apesar desta edição em Telavive, a música que continua a permancer na memória é o "Fuego", da Eleni Foureira!

 

 

Se bem que, no final da noite, estava eu com a minha filha a cantar:

 

"Ooh, ooh
All I know, all I know
Loving you is a losing game"

 

Continuar a ver o festival eurovisão da canção pode ser um jogo perdido, onde nem sempre vencem os melhores, ou aqueles que mais queríamos mas, ainda assim, parabéns Duncan Laurence!

 

 

 

A final do Festival da Canção

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Em primeiro lugar, penso que foi uma boa aposta descentralizar este tipo de eventos, e terem escolhido a Arena de Portimão para a grande final.

Igualmente, uma boa aposta nos apresentadores, com a Filomena Cautela mais do que habituada a estas lides, depois da grande prova da Eurovisão, em 2018, mas com o Vasco Palmeirim a não ficar atrás, e a Inês na parte mais descontraída, junto aos concorrentes.

 

A final, vimo-la "A Dois" mas, à excepção das actuações, e de alguns momentos mais divertidos com os apresentadores, era tal a "Inércia" que, para nós, foi uma verdadeira "Pugna" conseguir aguentar até ao momento da revelação, quem seria o nosso representante.

 

É preciso fazer o peixe render, manter o público em expectativa, e garantir as audiências pelo máximo de tempo possível, mas estar constantemente a recordar os tempos antigos, já enjoa. "Mar Doce" é bom mas, por vezes, sabe melhor um mar revolto.

 

Penso que, com o "Mundo a Mudar", há que mudar também a forma como se faz música em Portugal, nomeadamente, a que um festival deste género pede e, nesse aspecto, Conan Osíris foi um justo vencedor. E teve a sorte de os portugueses, não terem partido os "Telemóveis" mas, em vez disso, usarem-no para votar na sua música.

 

Salvador Sobral, não há ninguém "Igual a Ti", e dificilmente repetiremos o feito que conseguiste, mas esperemos que o nosso representante chegue à grande final, e numa boa posição. 

Não será o final "Perfeito", mas já nos deixará satisfeitos.

 

E porque não poderia deixar passar em branco, deixo-vos aqui a música da Isaura que, depois de O Jardim, decidiu apostar na música em português.

Também gostaram deste "Liga-Desliga"?

 

 

 

 

Imagem: http://www.escportugal.pt/

 

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