Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Expectativas para a final do Festival da Canção 2020

Resultado de imagem para final festival da canção 2020

 

É impressão minha ou, de ano para ano, vão aparecendo, no Festival da Canção, cada vez mais, canções diferentes, fora da caixa, irreverentes, daquelas que estranhamos sempre à primeira, mas talvez até entranhemos depois?

Houve muito pouco “Movimento” naquele palco, com a escolha a recair, sobretudo, em músicas calmas.

Só tivemos uma “Gerbera Amarela do Sul”, quando poderíamos ter toda uma variedade de flores, que dessem mais vida a esta festa.

Este ano, das canções selecionadas para a grande final, posso dizer que apenas uma me ficou no ouvido e gostei.

Depois, porque um festival não se faz só de gostos pessoais, mas de boa música daria, talvez, um “Passe partout” a mais duas ou três.

Enquanto a outras, diria apenas “Não Voltes Mais”, porque foram mesmo sem graça.

Claro que qualquer autor/ intérprete que tenha participado no festival da canção já se poderá sentir, de certa forma, “Abensonhado”, por ter feito parte deste icónico certame.

Mas, “Mais Real que o Amor” que temos pela música portuguesa, é o “Medo de Sentir” que nenhuma das canções apresentadas terá hipóteses de chegar longe, lá fora.

Por isso, “Diz Só” que será escolhida a melhor música a concurso, mesmo que não seja apurada para a grande final, em Roterdão.

Sobre o final da experiência social "Amigos Improváveis"

Sem Título.jpg

"Amigos Improváveis" era aquele programa que me fazia companhia todos os dias, quando chegava a casa do trabalho, para descomprimir.

Se havia um dia que não dava, sentia que faltava alguma coisa. Ficava ansiosa pelo próximo diário.

Apesar de ser mais um programa de televisão, em que muita coisa poderá ser editada, manipulada, e passar apenas o que dá audiências, ou aquilo que querem que seja visto, ainda assim superou, em muito, outras experiências sociais transmitidas na TV.

 

Estando a meio destas duas gerações, acabei por me identificar com ambas, em diferentes aspectos.

Representam, de certa forma, um pouco do que já fui e mudei, do que ainda sou, e do que poderei vir a ser, à medida que o tempo avança.

Não me importava de conviver com alguns daqueles "avós" tal como, ao mesmo tempo, não me importava de estar com alguns daqueles jovens.

 

No fundo, o que retiro desta experiência é que, independentemente da geração a que se pertence, o mais importante é haver humildade, respeito, entrega, compreensão, flexibilidade e capacidade de adaptação, de ambas as partes.

E, acima de tudo, colocar estereótipos de parte, superar preconceitos e não nos guiarmos, somente, pelas aparências. O carácter de uma pessoa vai muito além do que se vê por fora, e do que se aparenta ser.

 

Aprendi que se pode ensinar sem criticar negativamente, que se pode falar sem se ser inconveniente, que se pode ser sincero sem se ser indelicado, e que uma forma de estar diferente, perante uma mesma situação, pode fazer a diferença, entre se ouvir e interiorizar ou, simplesmente, rejeitar ou ignorar.

 

E que a honestidade, o ser-se como se é, vale muito mais do que fazer aquilo que é esperado de nós, do que agir apenas e só para agradar o outro, com o objectivo de marcar pontos.

 

Fica a curiosidade de saber, daqui por uns meses ou anos, quantas destas amizades improváveis, que se tornaram, em pouco mais de dois meses, amizades para a vida, irão perdurar ou manter-se. 

Rita Sanches foi eleita a "voz" de Portugal

82771339_3156101524404149_7829029479941931008_n.jp

 

Realizou-se ontem mais uma final do The Voice Portugal, que viu ser eleita vencedora, a concorrente Rita Sanches, do mentor António Zambujo que, assim, se estreia nestas lides com uma vitória!

Como é óbvio, no rescaldo desta surpresa (sim, acho que foi uma surpresa para a maioria de nós), há quem considere a Rita a justa vencedora, mas há ainda mais quem não tenha gostado, quem critique, quem tivesse outra preferência e, até, quem, à semelhança das edições anteriores, levante suspeitas sobre as votações.

 

 

82129223_3155884807759154_3248861868562841600_n.jp

 

Estavam 5 concorrentes a disputar a vitória: O Gabriel, a Joana, a Rita, a Carolina e o Sebastião.

Logo no início, quando mostraram o quadro das votações até ao momento, o Gabriel estava em último e, a primeira coisa que pensei foi "Impossível! A não ser que seja uma estratégia para votarem ainda mais nele."

Achei mesmo que ele seria o vencedor, quebrando assim o jejum à Aurea, que se fica quase sempre pelo segundo lugar, morrendo na praia. O que se confirmou, mais uma vez.

 

 

Sem Título.jpg

 

Gosto do Gabriel. Não achei que estivesse tão bem na final.

E confesso que as lágrimas, tanto dele, como da mentora, já enjoam um pouco e soam forçadas, propositadas.  Se assim o foi, creio que acabou por ter o efeito inverso. A Aurea já teve excelentes concorrentes e, não desfazendo o mérito e talento do Gabriel, achei exagerada a forma como a Aurea se referiu a ele.

 

 

Sem Título1.jpg

 

Era mais que certo que a Carolina se ia ficar pelos últimos lugares. Nunca reuniu muita preferência do público, ao contrário da Rita.

No entanto, a Carolina foi sempre a Carolina, do início ao fim. Posso não gostar do estilo dela, mas pelo menos tem um estilo, que já é meio caminho andado para o sucesso.

 

 

Sem Título5.jpg

 

Imaginei que o Sebastião não fosse, igualmente, longe. A Marisa já venceu duas vezes seguidas, não lhe dariam novamente a vitória. E o Sebastião também não tinha um grande apoio, em comparação com os restantes.

Ainda assim, na final, foi dos concorrentes que mais gostei de ouvir. Simplicidade, verdade, cumplicidade, humildade. 

Acredito que, com as mãos certas, ele poderá desabrochar e chegar longe, com o seu estilo muito próprio.

 

 

Sem Título3.jpg

 

Pensei que fosse a Joana a disputar o primeiro lugar com o Gabriel, embora acreditasse que se ficaria apenas pelo segundo lugar.

O público sempre a apoiou, mas achei que esse apoio não chegaria para vencer. 

Não conhecia a Joana antes do The Voice.

Daquilo que ela foi mostrando no programa, na minha opinião, a Joana tem uma bonita voz, mas para determinados géneros musicais, e algumas escolhas talvez a tenham prejudicado.

Na final, esteve excelente. Temi quando percebi que ela ia cantar Lady Gaga, mas venceu o desafio.

 

 

maxresdefault.jpg

 

A Rita Sanches pode ter uma boa voz, pode ter técnica, teve um enorme apoio do público, que lhe deu a vitória, mas a mim soou-me, muitas vezes, a uma voz igual a tantas outras, com nada de particular que a faça sobressair.

Um pãozinho sem sal que até é saudável e se deve comer, mas que não deixa aquela sensação de prazer, quando se saboreia.

 

Feitas as contas, e não falando de eventuais concorrentes que poderiam ter estado ali, e ficaram pelo caminho, dos 5, não havia nenhum que pudesse dizer ser o meu preferido, ou que se destacasse em grande escala como aconteceu com a Deolinda ou o Dennis Filipe, por exemplo.

Até mesmo o Fernando Daniel, embora não sendo o meu preferido nessa edição, conseguia reunir o consenso geral de que iria chegar longe. E está a dar provas disso.

 

Rita Sanches pode ter sido a vencedora do The Voice Portugal.

Pode ter sido eleita (de forma honesta ou duvidosa, só quem de direito saberá) a "voz" de Portugal.

Mas, à semelhança da Marvi (alguém mais ouviu falar dela?), não acredito que, no futuro, se oiça falar muito dela.

Vamos esperar para ver...

 

Parabéns a todos, vencedores e vencidos!

E que esta etapa seja apenas o começo para eles.

 

 

Imagens: The Voice Portugal

Absentia 2: o final trouxe mais perguntas que respostas!

Resultado de imagem para absentia alice

 

Terminou ontem a segunda temporada de Absentia.

Mas, se achávamos que o episódio de ontem ia esclarecer tudo o que não foi mostrado e explicado na primeira, bem como nos episódios anteriores desta segunda temporada, enganámo-nos.

O episódio final deixou-nos com mais perguntas, do que respostas, e a promessa de uma terceira temporada em que, quem sabe, elas poderão ser respondidas... ou não!

 

 

O que é certo é que, como tínhamos falado no post anterior, uma parte do nosso desejo concretizou-se: a Alice não era inocente, e estava envolvida naquelas experiências!

No entanto, achei que tentaram, ainda assim, minimizar a participação dela, com a desculpa de que ela não sabia em que é que o seu mentor estava a trabalhar, e que amava, realmente, o Nick e o Flynn.

 

 

Comigo, não colou!

Uma vítima deste tipo de esquemas não atira a sangue frio na única pessoa que a podia denunciar. Fica receosa, nervosa, perde o controlo, tenta fugir, mas não age daquele modo premeditado. Penso que ela sabia muito mais, e estava muito mais envolvida, do que deram a entender.

Confesso que, quando ela sugeriu o acampamento, pensei que fosse mostrar a sua verdadeira cara, e atacar o marido e o enteado, de alguma forma.

Agora, é mais uma que não poderá falar, já que está morta, e levou consigo os segredos.

Porque é que Julianne Gunnarsen a matou?

 

 

E terei sido só eu que achei demasiada coincidência a Alice ter uma suposta irmã de nome Laura? Não será Laura, Laurie? 

Aguarda-se a próxima temporada!

Está a chegar o final de Absentia...

Imagem relacionada

 

... e vai deixar saudades!

A segunda temporada está, sem dúvida alguma, muito melhor do que a primeira.

Com mais ritmo, mais mistério, mais acção, mais surpresas.

Deixámos aquela primeira temporada morta, em que quase adormecíamos a cada episódio, só despertando nos episódios finais, para entrar numa nova temporada que nos consegue manter alerta e intrigados.

Apesar de relacionadas, já que os acontecimentos que estão a ser vividos agora estão, de várias formas, ligados ao que aconteceu, no passado, com a Emily, estes novos episódios trouxeram uma lufada de ar fresco à série e foi, sem dúvida, uma aposta ganha da Stana Katic.

 

 

Em relação às personagens, temos uma Emily ainda mais dura, com a mesma determinação e instintos de sempre, mas ainda muito traumatizada com o que passou ao longo dos seis anos anteriores, com esse trauma a manifestar-se, muitas vezes, de forma descontrolada. 

A principal preocupação de Emily é voltar a ter uma relação com o filho, Flynn que, a determinado momento, poderá voltar a estar em perigo.

 

O Jack, irmão da Emily, tenta refazer a sua vida, voltando ao trabalho, agora como paramédico. E gera-se um conflito entre aquele que é o seu dever enquanto médido que um dia foi, os conhecimentos que tem como cirurgião e que podem fazer a diferença entre salvar ou deixar morrer uma vítima, e aquilo que, enquanto paramédico, lhe é permitido fazer.

A certa altura, ele salva a vida de uma pessoa, devido à sua intervenção atempada e precisa. Mas, quando pensa que o chefe o vai reconhecer e, quem sabe, promover, é supreendido com uma reprimenda e o aviso de que, se voltar a repetir, é despedido.

Isto gera uma enorme frustração nele, que vai ser atenuada com um novo romance.

 

Até a Alice deixa de ser a boa samaritana, compreensiva, esposa devotada. 

Após o aborto e sem qualquer apoio de Nick, ela vai virar as suas atenções para a sua própria realização pessoal, e envolver-se com outro homem, aquele que, provavelmente, seria o último com quem deveria ter uma relação.

 

Já Nick, continua com aquele papel enfadonho, frustrado no campo profissional e pessoal. 

 

A grande supresa para mim é a personagem Cal Isaac, que vai formar dupla com Emily, de volta ao FBI, na descoberta da verdade, e resolução do caso, sendo o único apoio que ela tem, a todos os níveis, sobretudo depois da morte do amante Tommy Gibbs.

 

 

Sobre a história, começamos com um atentado, passamos para uma série de assassinatos aparentemente relacionados, e com ligação ao atentado. Entre as vítimas dos homicídios, a mãe biológica de Emily.

Na família, enquanto o pai de Emily sofre um enfarto, Flynn faz terapia e o casamento de Nick e Alice desmorona-se.

Emily continua a debater-se com as memórias do passado, que podem ser a chave para o presente, sobetudo quando começam a surgir caras e nomes familiares.

Quem estará por detrás de tudo isto?

 

 

O último episódio é já na próxima terça-feira, e não faço a mínima ideia de como irá terminar a história.

Mas, assim numa reviravolta inesperada, gostava que fosse a Alice a grande vilã!

 

 

Alguém por aí acompanha a série?

Estão a gostar?

E palpites para o grande final, há?

  • Blogs Portugal

  • BP