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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Desapontada...

 

 

Sim, penso que será mesmo esse o termo certo.

Fomos ontem levantar o book da minha filha à agência e, como podem imaginar, estávamos ansiosos para ver o resultado.

O meu marido gostou! Diz que nem parece ela.

A Inês pareceu satisfeita. 

Já eu, senti-me defraudada, desapontada. Tem fotografias bonitas, é verdade. E é certo que não percebo muito de fotografia a nível profissional. Mas esperava mais.

Em primeiro lugar, o penteado que lhe fizeram não a favoreceu. Ela fica melhor com o cabelo liso, do que ondulado. Principalmente, porque ficou com um aspecto despenteado (com aquele efeito como se tivesse levado com humidade e vento).

Depois, no dia do casting, tinham-me dito que era melhor ir a mãe com ela, até para ajudar a mudar de roupa. Mas no dia da sessão, teve que se desenrascar sozinha, e como ninguém se deu ao trabalho de ajeitar nada, acabou por não dar o melhor aspecto.

Por último, as fotografias parecem-me "artificiais". Não me parece que tenham captado a Inês, a sua naturalidade, a sua descontração, o seu sorriso (não há uma única foto dela a sorrir). Parece-me tudo muito forçado.

Frisando mais uma vez que destes assuntos de books, fotografias e preferências de quem escolhe alguém para um trabalho não percebo muito, atrevo-me a dizer que eu, leiga nesses assuntos, tenho fotografias da Inês, tiradas por mim, que estão muito melhores que muitas destas da agência.

O meu problema com a comédia...

 

É que ela, raramente, me faz rir!

Sou um "bicho" raro e diferente dos restantes humanos que conheço, mas ponham-me a ver um filme ou algo banal que pelo meio até tem umas cenas engraçadas, e sou capaz de rir com gosto.

Ponham-me filmes de comédias à frente, ou artistas de stand up comedy e afins, e é ver-me ouvir e olhar para eles e pensar "onde é que está a piada?".

E não pensem que sou uma pessoa deprimida e triste com a vida, porque já me tenho rido muito com as coisas mais estapafúrdias, e isso faz-me imensamente feliz. Mas não gosto de ter que rir porque é suposto, principalmente, quando tudo parece exagerado e forçado.

Tive mais um exemplo disso quando assisti, no fim de semana, ao Money Drop, com o Eduardo Madeira e o António Raminhos. Conseguiram um feito maior que os antecessores, ao me arrancarem um ou dois sorrisos. Mas, enquanto toda a plateia ria a bandeiras despregadas, ao não conseguia perceber porque é que cada palavra ou gesto deles conseguia ter esse efeito nas pessoas, porque a mim não me dava vontade de rir. Só os conseguia achar ainda mais tolinhos, quem sabe a representar um papel pré definido (mas não muito bem desempenhado), e imaginava alguém com uma placa virada para a plateia o tempo todo com a palavra de ordem "RIR"!

 

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