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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Típico Agosto na zona oeste

Imagens de clipart Clip-art do tempo nublado

 

E depois de uns dias de calor anormal (seria assim tão anormal?) no mês de Julho, eis que chega o típico Agosto da zona oeste, a que já estamos mais que habituados:

- manhãs encobertas, com nevoeiro e chuviscos

- perto da hora de almoço as nuvens dissipam-se, e abrem espaço para o sol

- meio da tarde, as nuvens terminam o seu período de tréguas, e voltam a tapar o sol

- noites frias que convidam a ficar mesmo por casa

 

As temperaturas, essas não passam dos 24 graus, à hora de maior calor. Fora isso, contentamo-nos com uns míseros 18 graus.

E é isto, um pouco por toda a costa oeste.

 

Há quem goste. Há quem prefira assim.

Mas não me venham dizer que isto é verão!

Meus ricos dias quentinhos, por onde andam?

Bloqueada...

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O frio bloqueia-me!

Literalmente.

E quando estou minimamente confortável, basta mexer-me um bocadinho, para voltar a sentir frio novamente.

Por isso, é como se o frio me "prendesse" e obrigasse a permanecer o mais quieta possível. 

Evito levantar-me o mais possível. E, muitas vezes, isso é mau para mim e para a minha saúde.

 

Mas não é só o frio.

Por vezes, sei o que tenho a fazer. Sei o que quero escrever. Sei por onde devo começar.

Mas se, por um lado, o pensamento quer começar, o corpo e um outro lado da mente continuam ali, parados, à espera de um empurrão.

Como se se recusassem a fazer o que deveriam. Como um protesto. Ou simples preguiça e falta de vontade.

 

No entanto, porque a melhor forma de combater o frio é manter-me em acção, em movimento, em actividade, sempre que não preciso de estar sentada, faço por tornar o tempo útil.

E porque há coisas que não podem mesmo ser adiadas, seja porque há prazos, seja porque depois se desvanecem as ideias, lá acabo por fazer e escrever o que há para ser feito, e escrito.

Até ao próximo bloqueio temporário! 

Já posso arrumar definitivamente a roupa de verão?!

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Aqui na minha zona, o tempo muda a cada dia: ora está calor, ora arrefece, ora volta a subir a temperatura, para logo em seguida descer outra vez.

Sábado estava calor. Ontem, ao sol, ainda se andava bem de manga curta. 

Mas, na sexta, por exemplo, já vesti umas camisolas mais quentes, de lã.

Ainda durante a semana andei de sandálias nuns dias, e de botas, noutros.

E hoje?

Bem... Hoje vesti novamente uma camisola de lã, e trouxe um casaco de outono/ inverno, porque estava cheia de frio!

Será que já posso arrumar, definitivamente, a roupa de verão?!

 

 

Ainda não consegui mudar o "chip"

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Eu queria.

A sério que queria, mas ainda não consegui mudar o "chip", do inverno para o verão.

A sério que gostava de já andar por aí com roupas mais frescas.

De pôr as botas de parte e dar uso às sandálias.

Como tanta gente que vejo por aí.

Mas não consigo!

 

A sério que comprei uma garrafa de limonada, para beber nos dias de mais calor, com uns cubinhos de gelo. Mas, até agora, o que mais me tem apetecido é chá quente.

A sério que ainda ontem me atrevi a vestir algumas peças mais leves mas, tirando os escassos minutos em que estive num local abrigado e com o sol a aquecer, passei o tempo todo arrepiada.

 

Queria muito poder mudar o "chip".

Deixar de querer sentir-me aconchegada e quentinha, e a aproveitar qualquer raio de sol, ou manta, para aquecer, para sentir algum calor, e pedir sombra para refrescar.

Queria ter vontade de dar uns mergulhos na água fria do mar, mas só me sabe bem a água quente do duche.

Queria ter vontade de ligar uma ventoinha no frio, mas por aqui ainda se liga para aquecer a casa.

 

A sério que queria ter dias bons, de sol, de calor, apenas com uma suave brisa a correr, a fazer lembrar o verão que chega daqui a dias.

Mas o que há por aqui, são dias ventosos, ou encobertos, e cheios de nevoeiro, a fazer lembrar o inverno, que já há muito se despediu de nós, mas continua a marcar presença.

Frieiras: uma novidade lá por casa

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Nunca, em toda a minha vida, tive frieiras.

Conheço pessoas que sofrem com elas, mas lá por casa, apesar de sofrer imenso com o frio, de precisar de imensas camadas de roupa, de ter sempre os pés e mãos gelados (por conta da má circulação também), nunca as tive.

 

Este ano, já não me recordo bem quando, a minha filha apareceu com uma coisa estranha no dedo, que atribuímos a uma picada. Andou uns tempos assim, pôs gel para picadas. Coincidência ou não, acabou por passar e mais ninguém se lembrou disso.

Em Dezembro, voltou a aparecer. Mas, agora, a apanhar o dedo todo.

Inchado, vermelho, com alguma dor.

Uma colega dela disse-lhe que aquilo eram frieiras.

 

Solução caseira do meu pai: urinar em cima das frieiras - foi imediatamente recusada!

Solução farmacêutica, quando fui comprar uma pomada para o efeito: Systral - até agora não produziu grandes efeitos, e já começa a alastrar para outros dedos

Recomendação de um grupo do facebook: Akilhiver pomada para frieiras - comprei esta semana, vamos ver se resulta

Recomendação de uma conhecida: "Pó de Maio", que é como quem diz, esperar pelas temperaturas mais amenas, para passar, porque nada mais resulta!