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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Para que serve mesmo a avaliação intercalar?

Mulher é confusa e pensando com sinal de interrogação | Vetor Premium

 

Desde que tenho a minha filha a estudar, e que implementaram esta forma de avaliação intercalar, a meio de cada período, sempre a considerámos uma espécie de vislumbre do que poderão vir a ser as notas de final de período, com os devidos acertos, tanto pela positiva, como pela negativa.

 

Porque ainda falta o resto do período, e tudo pode mudar.

Assim, não me surpreenderia que um "Satisfaz", virasse negativa. Ou um "Insatisfaz" se tornasse positiva.

Mas que um "Bom", a meio do período, somado a um teste de 13, se torne uma negativa, no final do período, já é mais difícil de aceitar.

 

Ah e tal, não liguem muito à avaliação qualitativa, porque a quantitativa é que conta. 

Pois... Então, porque é que fez questão de diferenciar a primeira, entre "Insatisfaz" para uns, "Bom" para outros, e até um "Excelente", para o preferido do professor?

 

Todas as outras notas foram atribuídas com fundamento, e lógica.

E esta, baseou-se em quê?

Por que critérios se guiará, para fazer as suas avaliações?

Enganou-se na intercalar? Ou enganou-se agora?

E, se não se enganou em nenhuma, qual será a justificação para um aluno "bom", ao fim de um mês, e com um teste positivo, se transformar num aluno com avaliação negativa?

Bipolaridade do professor?

 

 

Quando as pessoas não têm opinião própria

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Hoje em dia, quase toda a gente tem uma opinião a dar, qualquer que seja o assunto.

Umas mais informadas ou fundamentadas que outras, é certo. Mas as pessoas gostam de mostrar o seu ponto de vista e, se em muitos casos, nem sequer lhes é pedido, ou não serve para nada, noutros, as opiniões são bem vindas.

Não vem mal ao mundo em partilhar e trocar opiniões, e até pode ser enriquecedor, ou gerar boas conversas e debates.

Mas, para isso, é preciso que as pessoas apresentem aquela que é, de facto, a sua opinião.

 

E o que se vê, por vezes, é que as pessoas nem sempre têm opinião e, como tal, vão atrás das opiniões alheias, consoante a sua conveniência. Hoje, até são da mesma opinião que fulano x mas, amanhã, se for preciso, já são da opinião de fulano y que, por acaso, até é contrária à do x!

Ou, pior, mudam de opinião sem qualquer critério, só porque sim. Porque é melhor ir atrás da maioria. Ou porque é mais cool ser do contra.

 

São opiniões que, na prática, não valem nada porque, na verdade, as pessoas que as pronunciam não têm sequer uma opinião formada.

Já em relação àqueles que, realmente, mostram a sua opinião, esta acaba por gerar, muitas vezes, em vez de discussões saudáveis, verdadeiros pesadelos para quem as pronuncia.

Porque quem está do lado de lá, nem sempre está preparado para ouvir opiniões contrárias à sua. E, a única forma de evitar dissabores, é manter-se calado, ou concordar com os outros.

 

Por isso, para quem está no lugar do ouvinte diria que há que respeitar todas as opiniões, ainda que contrárias à sua. Se fosse para todos pensarmos da mesma forma, e termos o mesmo ponto de vista, tinham-nos feito robots, e programavam-nos para tal.

Para quem está no lugar de opinante, que dê a sua opinião, se de facto tiver alguma, ou mantenha-se calado, se não a tiver, em vez de estar a roubar as dos outros. 

 

 

Reflexão do dia

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As críticas incomodam mais a pessoa a quem são dirigidas, quando têm um fundo de verdade?

 

Ninguém gosta de ser criticado, menos ainda se não há motivos para isso.

Mas, será que, se a crítica for infundada, é mais facilmente ignorada e esquecida, do que se, de facto, em nossa plena consciência, percebermos que até tem a sua razão?

Ou, independentemente de haver motivo para as críticas, elas são sempre mal recebidas?