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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Segunda ronda de batalhas no The Voice Portugal

Foto de The Voice Portugal.

 

Mais uma ronda de batalhas, cheia de surpresas, uma grande "dança das cadeiras" e alguns comentários desnecessários da Catarina.

 

 

Começo já pela pior batalha da noite - a primeira a ser disputada, entre as concorrentes do Anselmo Ralph, Célia e Telma!

 

Foto de The Voice Portugal.

 

Eu já não tinha gostado de ouvir a Célia a cantar na prova cega. Ontem, ainda gostei menos. E não só não gostei de a ouvir, como não gostei da atitude dela, para com a Telma.

Não conheço a Célia, como se costuma dizer, de "outros carnavais", pelo que não sei se algum dia foi uma boa cantora e com talento. O que eu vejo é alguém desesperado por mostrar tudo o que acha que pode dar, mas o que sai cá para fora são gritos, desafinações constantes, mais gritos, e pouco mais.

Face a essa postura, a Telma tentou fazer-se ouvir, por entre os gritos, e correu bem em algumas partes. Depois, teve que gritar para ver se não ficava atrás da Célia.

Foi, dentro desta guerra de gritos, justa a escolha da Telma.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Ana Paula e Juliana, cada uma dentro do seu estilo, mostraram aquilo que sabem fazer. A Juliana, nesta batalha, convenceu-me mais que na prova cega. A música encaixava melhor na sua voz.

A voz da Ana Paula, no tom mais baixo, soava bem, mas quando subia, era um atentado aos ouvidos. Gostei muito da parte em que ela não cantou em estilo lírico, e aí fiquei positivamente surpreendida.

Eu teria escolhido, nesta batalha, a Juliana.

Felizmente, por enquanto, estão as duas salvas. Vamos ver o que reserva a próxima ronda à Juliana, tendo em conta que todas as cadeiras foram ocupadas, nesta ronda, por novos concorrentes, mandando para casa os que tinham sido salvos na primeira ronda de batalhas.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Frederico e Tomás - não gostei desta nova versão da música. Gosto que dêem um cunho pessoal, mas nem sempre, em exagero, fica bem. De qualquer forma, concordo com a Marisa, relativamente à dificuldade em escolher apenas um deles, tendo em conta a prestação de ambos.

Também neste caso, salvaram-se os dois. Resta saber se a Aurea manterá o Frederico na cadeira.

Já agora, deixem-se dessa história de "ah e tal, já estou arrependido(a) de vos ter juntado", porque sabem muito bem o que valem os concorrentes e, se os juntam, é porque sabem que vão dar luta e proporcionar uma boa batalha. Seria muito mais fácil juntar os melhores com os menos bons, mas não seria justo.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

João e Salomé - não vi nada de especial em nenhum dos dois, foi uma batalha fraquinha, a música não ficou boa nas vozes deles. Ainda assim, concordo com a escolha da Salomé.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

A Marta e a Raquel mostraram, mais uma vez, o seu lado rockeiro!

Gostei mais do timbre da Raquel. Preferi a atitude da Marta. 

Confesso que tenho curiosidade em ver a Marta, daqui em diante, em estilos diferentes e, talvez também por isso, a tenham escolhido a ela. Para ver o que tem para dar, além do que mostrou em trio, na edição anterior, e deste estilo a que parece ter aderido agora. Talvez por isso a Raquel tenha saído prejudicada, e não tanto pela sua prestação na batalha.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Afonso e Fábio - uma batalha muito fraquinha, que não deu para mostrar muito de cada um. Estava mesmo à vista que a Marisa ia escolher o Afonso! Porquê? Teorias minhas, de que ela não resiste a um menino bonito, mesmo que até nem cante nada de especial...

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Maria Luísa e Carolina - de uma forma geral, gostei mais de ouvir a Carolina, para além de que se mostrou mais confiante e segura.

A Maria Luísa tem uma voz muito bonita e, se conseguir vencer os nervos e a insegurança, pode ir bem longe. Penso que foi por se mostrar sempre tão receosa que não a salvaram. Talvez o percurso da Maria Luísa não passe por concursos deste género, mas por aprender nas melhores escolas, com profissionais, e controlar aquilo que a limita, que é apenas psicológico.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Simão e Joaquim - talvez a melhor batalha da noite, muito equiparados os dois, mas eu escolheria o Joaquim.

Felizmente, a Aurea teve a vida facilitada, porque o Mickael ficou com o Simão, enviando para casa o Paulo que, ao contrários dos restantes concorrentes na mesma posição que ele, nem sequer esperou pela chegada do Simão. Não merecia, é certo, mas este programa está recheado de injustiças. Não percebi se a atitude do Paulo se deveu a tristeza, ao querer sair dali depressa para não sofrer mais, ou alguma "azia"...

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Kátia e Cristiana - Outra das melhores batalhas na noite. A Kátia esteve melhor, mas a Cristiana surpreendeu-me mais ontem do que na prova cega. Ainda bem que a Marisa a salvou, porque esteve melhor que o João, concorrente a quem "roubou" a cadeira.

 

Assim, estão agora em risco, nas cadeiras do Tudo ou Nada - o Simão (no lugar do Paulo), a Juliana (no lugar da Mariana), o Frederico (no lugar da Maria), e a Cristiana (no lugar do João, que já tinha destronado a Diana Macário).

 

 

Imagens The Voice Portugal

Mais uma aventura hilariante!

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Acabámos de colocar as compras no carro, entrámos, e o meu marido começa a andar, ao mesmo tempo que abre os dois vidros. 

Íamos na boa mas, quando nos aproximamos da saída do parque, com mais claridade, olho para a janela, e deparo-me com "ela", a caminhar lentamente em direcção a mim.

 

Nos segundos seguintes, só me lembro de gritar e dizer ao meu marido, que ia a conduzir "mata-me isto", completamente histérica!

No início, o meu marido ainda pensou que era algum animal ferido ou outra coisa qualquer, só depois de eu falar é que ele percebeu tudo. Ao subir o vidro, "ela" recuou, permanecendo do lado de fora.

Fiquei a olhar para "ela" o tempo todo, até chegarmos a casa, e só dizia ao meu marido "não abras o vidro".

 

Quando, finalmente, estacionámos à porta de casa, o meu marido saiu primeiro, foi até ao meu lado e deu-lhe uma cacetada. Não morreu à primeira, nem à segunda, nem à terceira. Só à quarta é que ficou despedaçada, e foi nessa altura que me atrevi a sair do carro!

 

Alguém adivinha quem era "ela"?!

Até que ponto são os castigos eficazes na educação?

 

No outro dia, em conversa com uma amiga sobre os filhos e os castigos, dizia eu a respeito da minha filha:

"Por enquanto, está proibida de ir ao computador. mas, se não atinar, fica sem ver a Violetta.".

E perguntou-me ela: "Mas isso não a vai revoltar e ter o efeito inverso? Sabendo que já não tem nada a perder, não vai ficar sem vontade de se esforçar?".

Ao que eu lhe respondi: "Então, o que é suposto eu fazer? Nada? Deixar andar?".

Não me parece o melhor caminho. É nesta altura que temos que agir, para que as crianças e jovens percebam que não podem fazer tudo o que querem, e que cada acção tem a respectiva consequência, tanto para o bem como para o mal.

 

 

 

Educação não se dá à base das bofetadas, embore confesse que muitas vezes tiram-nos de tal maneira do sério que nos dá vontade de lhes dar uma. Também não se transmite com gritos porque, às tantas, estamos nós a gritar, eles a gritarem mais alto, nós a tentar fazer-nos ouvir, e acaba por ninguém se ouvir. Embora seja verdade que, por vezes, perdemos a estribeiras.

Assim sendo, resta-nos conversar com eles, explicar-lhes o motivo pelo qual estão a ser castigados, e de que forma podem, futuramente, evitar isso.

Claro que temos que tentar adequar o castigo à acção, sem exageros nem benevolências. E, acima de tudo, cumpri-lo. 

 

 

Até que ponto a táctita dos castigos deixa de ser eficaz? Não faço ideia! Nem sei se pode, realmente, ter um efeito inverso ao pretendido. Somos pais. Não somos donos da verdade, nem temos um manual de instruções para seguir.

Privá-los de algo que gostam pode ser uma boa opção. Podem até mostrar que não os afecta nem lhes faz diferença mas, na verdade, na maior parte das vezes, custa-lhes. E muito.

Claro que pode resultar nuns casos, e não resultar noutros. Mas há que, pelo menos, tentar! 

Coisas que só me acontecem a mim II

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Isto podia ser uma comédia, mas foi mesmo verdade!

Por mais que tente, não consigo perder esta fobia das aranhas.

Fui à sala levar qualquer coisa à minha filha, que estava sentada no sofá e, mesmo ao lado dela, vejo uma aranha. Castanha, gorda, com umas patas estranhas. 

Automaticamente, mando um grito e a minha filha salta do sofá, mais pelo susto que o meu grito lhe pregou do que pela aranha.

Para a matar, fui buscar um mata moscas, mas mudei de ideias. Era fraquinho e não iria conseguir matá-la em condições. Fui buscar uma pantufa. Mas a pantufa não era grande e isso significava ficar com a mão muito perto da bicha.

A minha filha pergunta-me: "queres que eu a mate?", ao que lhe respondo, armada em valente, que não.

Ficamos as duas a olhar para a aranha, a minha filha à espera que eu faça o serviço, e eu a ganhar coragem para o fazer.

Lá dou então uma pantufada na aranha, o que a faz rebolar pelas costas do sofá até ao assento. E eu, assustada, mandei mais um grito e um salto, que fez a minha filha fazer o mesmo!

Como vejo que a aranha não se mexe, vou empurrando com a pantufa do assento para o chão. E aí, finalmente, dei-lhe uma valente tareia, e com tanta força que a parti ao meio! 

Como é que aquela bandida terá ido ali parar, ou porque é que a nossa gata não a caçou, não sei. Mas ainda temo só de pensar que posso estar ali sentada, ou outra pessoa qualquer e, sem saber, com uma aranha por companhia!

 

 

Que bicho me mordeu?

 

 

Não sei que bicho era, mas que me picou, picou!

Disse-me o meu marido, que era um zangão. E, do pouco que vi, era realmente parecido com este - um zangão preto!

Só sei que estava a pegar na roupa que o meu marido tinha apanhado, para arrumar, e de repente deparo-me com um bicho preto colado no meu ombro.

Tendo eu pavor de tudo o que é bichos, comecei a gritar: ai, um bicho, tira-me daqui o bicho! Parecia uma histérica aos gritos. E foi nessa altura que senti a ferroada, vi a espuma branca no ombro e começou a arder. Os nervos deram-me, então, para chorar. Isto tudo aconteceu numa questão de segundos, mas pareceu uma eternidade.

O que vale é que o meu marido estava lá, sacudiu-o e matou-o, acalmou-me e tratou-me do ombro. E ele tem pavor a insectos!

Isto, sim, é o poder do amor! E espontâneo, fora dos ecrãs e sem apostas!

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