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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Da campanha de incentivo (imposição) à vacinação contra a Covid

SP vai receber 15 milhões de doses da vacina chinesa contra Covid-19 já no  fim de 2020, diz diretor do Butantan

 

Estas foram algumas das mensagens ditas a quem foi convocado para levar a vacina.

 

Ao meu tio:

"Ah e tal, se não levar a vacina, e vier a ser hospitalizado com Covid, terá que pagar tudo à sua conta."

 

À minha mãe:

"Ah e tal, se recusar a vacina, fica excluída da lista." 

 

Ao meu irmão:

"Eu não lhe disse nada mas é provável que, em caso de internamento, os médicos deem prioridade a quem foi vacinado."

 

Sem comentários...

Há uma grande diferença entre não querer ter filhos e não poder ter filhos

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Não querer ter filhos, implica uma escolha. Uma escolha feita livremente, que naquele momento é válida mas que, a qualquer momento, pode ser revertida.

Quantas mulheres não dizem, durante anos, que não querem ter filhos. Que ser mãe não faz parte dos planos. Que não estão reunidas condições para tal. Ou não sentem esse apelo da maternidade. Ou acham que não serão boas mães.

Ainda assim, de um momento para o outro, tudo pode mudar, e dar lugar ao desejo de ter um filho.

 

 

Não poder ter filhos, significa que essa liberdade e poder de escolha nos foi vetado. Que algo decidiu por nós, e só nos resta aceitar uma decisão que não temos qualquer forma de reverter.

 

 

Quando era mais nova, meti na cabeça que nunca iria ter filhos. Não era nada muito pensado. Era apenas aquela ideia de que não teria paciência para aturar bebés e crianças birrentas.

Depois, tive a minha filha, e jurei que nunca mais voltaria a ter filhos.

Primeiro, porque não queria passar novamente pela experiência do parto. Depois, porque à medida que a minha filha ia crescendo, achei que não queria passar por todos os receios, angústias e preocupações outra vez. Nem mudar fraldas, nem passar noites sem dormir e todas essas coisas que um bebé implica. Sobretudo agora, que a minha filha já vai para os 16 anos.

E, porque até hoje, não têm existido condições para voltar a ser mãe, tanto a nível financeiro, como psicológico.

Um filho implica disponibilidade, tempo, atenção, que estejamos lá para eles, e isso é, cada vez mais, algo difícil hoje em dia.

 

 

Por isso, não ter mais filhos tem sido, até à data, uma decisão minha.

Mas a idade vai avançando, os anos vão passando e sinto que, a qualquer momento, essa deixará de ser uma decisão minha, que posso mudar, se assim o desejar, e passará a ser uma realidade irreversível, de quem está a entrar na menopausa e, como tal, não poderá mais ter filhos, nem opção de escolha quanto a esse assunto.

Por muito que queiramos, ou não, ter filhos, é sempre difícil aceitar que estamos condenadas a um prazo de validade, que nunca sabemos quando chegará - para umas chega mais cedo que para outras - e que nos vai limitar em algo que deveria sempre ser uma hipótese a não descartar, até assim o entendermos.

 

 

Liberdade para amar

“Deixe o cavalo solto, se voltar ele é seu, se não voltar, nunca foi seu. Amar é acima de tudo respeitar a liberdade de cada um…”

 

 

A pior coisa que uma pessoa pode fazer é impor-se constantemente a outra. A determinada altura, essa imposição começa a limitar os movimentos da outra, que se sente sufocada e sem liberdade para escolher, decidir, agir e exprimir aquilo que pensa e sente.  

Essa pessoa acaba por, com essa atitude e de forma, muitas vezes, inconsciente, afastar de si as pessoas de quem queria estar próxima.

Inversamente, a partir do momento em que uma pessoa mostra a outra que está disponível, mas sem se impor, faz com que haja mais vontade, e liberdade, por parte da outra, para a procurar!