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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Não Me Deixes, de Gilly MacMillan

Wook.pt - Não Me Deixes

 

 

Num domingo como outro qualquer, Rachel e o seu filho, Ben, passeiam pelo bosque com o cão de ambos.

Quase na hora de irem embora, Ben pede para ir ao baloiço de corda. A mãe acede. Ben propõe ir à frente com o cão, já que conhece bem o caminho. A mãe fica relutante mas, achando que não haverá problema, deixa-o ir.

Quando ela chega lá, Ben não está.

Desapareceu. E ninguém sabe dele.

É o início do pesadelo...

 

 

A polícia em geral, e os investigadores, em particular, estão ainda muito ligados a estereótipos, no que se refere ao perfil de um criminoso.

Isso, e o facto de o tempo estar a passar, e haver pressão para se encontrar um culpado o quanto antes, podem levar a que se cometam erros que só prejudicam e empatam ainda mais a investigação, podendo até descredibilizar as entidades envolvidas.

 

 

Foi o que aconteceu nesta investigação, quando Jim decidiu ir atrás de uma pessoa que encaixava no perfil, e que até teria motivos para o fazer, apostando tudo nessa teoria, quando o verdadeiro culpado andava por aí.

E, por incrível que pareça, teve que ser a mãe, a pessoa que mais foi afectada, e cujo discernimento e raciocínio poderiam estar toldados pelas emoções resultantes de todos os acontecimentos, e julgamento público, a fazer aquilo que mais ninguém teve competência para fazer!

 

 

Mas não são só as entidades policiais a guiar-se por esses estereótipos.

Também as pessoas têm muito essa tendência e, nos dias que correm, é muito fácil acusar os outros, ter certezas (mesmo que totalmente descabidas) e julgar os outros por algo que provavelmente nem fizeram, nem são responsáveis. 

Quando se trata de crianças, os culpados são sempre os pais!

Neste caso, a mãe. Aquela mulher irresponsável que deixou o filho caminhar sozinho à sua frente por escassos minutos, num local no qual o miúdo até já estava habituado a andar, mostrando alguma confiança e dando alguma liberdade ao filho.

Como se nós, mães, tivessemos a obrigação de estar cada segundo da nossa existência preocupadas com o que possa acontecer aos nossos filhos e, como tal, andar sempre em cima deles. Que até andamos a maior parte do tempo! Mas não é saudável nem para nós, nem para eles.

O que é certo é que, basta um deslize, e acontecer alguma coisa, para sermos julgadas em praça pública. Ou, pior, sermos mesmo acusadas de crimes.

E, quando são as pessoas a julgar, a acusar, a querer fazer justiça ou manifestar aquilo que pensam, não só através de palavras, mas também de acções, ainda que seja apenas baseado em opiniões, sem provas, boa coisa não se pode esperar.

No caso de Rachel, ela vai sentir a perseguição na pele, tal como o ex-marido, que acaba numa cama de hospital em estado grave.

 

 

E, por vezes, a verdade passa por nós, e nem a vemos! 

Está ali escarrapachada à nossa frente, e não a percebemos.

Porquê?

Porque são pessoas confiáveis. Porque são pessoas inofensivas. Porque são boas... E, mais uma vez, estereótipos que nos são incutidos, e que vamos absorvendo e tomando como certos.

Mas é verdade é que até as pessoas menos suspeitas podem cometer os maiores crimes.

 

 

SINOPSE

"Viras-te por um segundo…E o teu filho desapareceu.
Rachel Jenner distraiu-se por breves momentos. E agora Ben, o seu filho de oito anos, desapareceu.
Mas o que aconteceu realmente naquela fatídica tarde?
Dividida entre a sua tragédia pessoal e uma opinião pública que se virou contra ela, Rachel não sabe em quem confiar. Será que as outras pessoas, por seu turno, podem confiar nela?
O tempo urge para que Ben seja encontrado com vida.
E TU, DE QUE LADO ESTÁS?"

CTT Expresso no seu melhor!

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Fiz uma encomenda na Wook, que foi expedida na sexta-feira.

Deduzi que chegaria ontem mas, até à hora do almoço, não tinha chegado nada.

Ok, então talvez venha amanhã - pensei.

No entanto, ao consultar o site, vi que estava em distribuição em Mafra.

 

 

Quando vinha para o trabalho, a seguir ao almoço, estava o trânsito encalhado na rua. Entretanto, a carrinha andou. Não tinha nada escrito, mas conheci o homem que a conduzia. Trabalha para os CTT.

Pensei logo "deve ir agora lá deixar a encomenda". Fiquei descansada.

Mas, qual não é o meu espanto quando, por acaso, vou verificar se a encomenda já tinha sido recebida, e me aparece como "não entregue, destinatário ausente"!

Passei-me.

Estiveram pessoas em casa o dia todo. À hora que eles dizem que tentaram entregar, eu própria estava a sair de casa, e não apareceu ninguém.

 

 

Já não é a primeira vez que tenho problemas com estes funcionários dos CTT Expresso.

Antigamente, a moda era buzinar e ficar dentro da carrinha à espera que alguém adivinhasse que era para si, e aparecesse à porta.

Mas percebi que o problema, desta vez, era outro. Também repetido. Tentaram fazer a entrega na casa errada!

Quando o trânsito estava encalhado, e a carrinha parada, estavam a tentar entregar a encomenda, não na minha casa, mas numa outra, numa rua diferente, em que a única coisa comum é o número da porta.

Já por, pelo menos, duas vezes, fizeram isso e, por sorte, como quem lá mora até me conhece, fez o favor de ir até à minha casa entregar os avisos.

 

 

Mas isso não desculpa a incompetência.

Não desculpa o trabalho que dão às pessoas, por um serviço pelo qual são pagos para o prestar, mal feito.

Não desculpa a preocupação com a possibilidade de a encomenda ir parar às mãos erradas, ou ser devolvida ao remetente.

Não desculpa o tempo que se perde, a tentar resolver os erros deles.

 

 

Ontem mesmo fiz reclamação por escrito, já que ao telefone ninguém está disponível para atender (tal deve ser o número de reclamações).

Hoje, recebo email da Wook, a dizer que a encomenda está no posto de correios, e que me deveria dirigir lá para a levantar.

"Ah e tal, ainda estamos a recepcionar, é melhor voltar mais tarde."

Volto mais tarde, não encontram a encomenda. 

A colega pede para ver. Explico o que aconteceu. Diz que quanto aos CTT Expresso, tenho que fazer reclamação junto deles. Disse que já a tinha feito. 

"Ah e tal, então se calhar vieram aqui buscá-la, para fazer nova entrega, conforme pedido."

Boa! Mas, e se vão entregar novamente na morada errada?

Lá me disse então para ir à parte da distribuição, ver se sabiam alguma coisa.

 

 

Felizmente, ainda tinham lá a encomenda .

"Ah e tal, tenho aqui a encomenda, sim. Detetámos hoje que tinha havido um engano na morada!"

Até lhe disse a morada onde o dito tinha deixado, que ele confirmou.

Só não adivinho a sorte grande! 

 

Valham-me todos os santinhos

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Quando as pessoas até estão de bom humor, têm vontade, e se esforçam, até conseguem ajudar-nos.

Mas quando já estão de mau humor logo pela manhã, quando só lhes apetece dificultar e mandar as pessoas de volta para donde vieram para não terem trabalho, e complicam, não ajudam em nada, fazem-nos perder tempo, e dá vontade de, também nós, as mandarmos para um determinado sítio.

 

 

Fui fazer tratar de um assunto de trabalho hoje de manhã. Era simples, já tinha sido visto por outras colegas 2 ou 3 vezes, e só faltava aquilo que eu levava agora. Mas a funcionária de hoje, tinha que complicar, que arranjar problemas, que achar que aquilo não podia ser assim, e que não podia aceitar algo que é válido. Resultado: por insistência minha, ficou com cópia de tudo para mais tarde analisar e dizer alguma coisa, ou seja, vou ter que lá ir novamente.

 

 

Fui à escola da minha filha para entregar as facturas dos livros e material escolar, no âmbito da acção social escolar. 

Tinha uma pessoa à minha frente. Pediram-me para esperar, que iria logo a seguir a essa pessoa. Chamaram-na, mas ela estava à espera que lhe trouxessem as facturas. A funcionária, em vez de me mandar entrar, já que era eu a seguinte, achou que tínhamos todos que esperar que as facturas viessem, cumprindo a ordem de chegada.Só ao fim de 5 minutos, sem facturas à vista, me mandou entrar então a mim.

 

 

Sentei-me. A funcionária que me ia atender começou a queixar-se do calor, e da muita roupa que tinha vestida, e do cheiro a suor! 

Entreguei-lhe as facturas. Reclamou da do Continente, que não se via quase nada, que não se percebia, que não dava para entender onde estava o valor a pagar. Ainda lhe dei uma cópia, se quisesse juntar ao original, e indiquei-lh onde estava o valor pago, mas achou que aquilo não era explícito, e que na tesouraria não iriam aceitar, e blá, blá, blá.

Queria que fosse pedir uma segunda via, e voltasse lá depois. Disse-lhe para deixar estar, que a fortuna de 8 euros não valia todo esse trabalho e tempo perdido. Lá descobri uma outra factura que tinha na mala, e juntou.

Avisou-me logo que no final do ano tinha que entregar os livros. Fez a conta a meia dúzia de livros, para ver um valor que se aproximasse do que me vão reembolsar, e escolheu os livros que eu deveria entregar. 

 

 

Saio da escola e vou à papelaria que fica ali perto, para pedir a 2ª via da factura que tinha acabado de entregar na escola. Como não sabia a data certa, fez a pesquisa pelo nome. Não encontrou nada.

Disse-lhe que tinha sido em setembro, e pouco depois de as aulas começarem. Não aparecia nenhuma factura.

Perguntou-me se não teria sido em outubro. Disse que não, mas procurou na mesma. Nada.

Pelo número de contribuinte, o sistema não permite a busca.

Ah e tal, mas no e-factura está lá. Pois, está lá o valor total, mas não dá para ver a factura em si, nem imprimir.

Como já estava ali à imenso tempo, e ela não conseguia fazer nada, disse-lhe que passava lá noutro dia.

Ela ficou de ver com o marido, para ele lhe explicar como se faz isso - emitir uma 2ª via da factura que, afinal, confirmei depois, sempre era de setembro.

 

 

Haverá mais alguém interessado em me dificultar a vida hoje?!

 

A Caixa Geral de Depósitos no seu melhor!

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Antigamente, quando a caderneta da CGD chegava ao fim, a própria máquina dava uma caderneta nova.

Agora, temos que ir ao balcão e esperar uma eternidade para sermos atendidos.

 

Ao perguntar a um dos funcionários, o mesmo disse-me para tirar uma senha para Caixas e uma para Outros Serviços, e ver qual chamavam primeiro. 

Como fui chamada para Outros Serviços, aproveitei para perguntar como estava a situação da conta que eu nem sabia que ainda estava aberta, em meu nome e do meu ex marido.

A funcionária verificou que ainda estava aberta. Expliquei-lhe que eu tinha ido lá assinar em Agosto, e a colega depois enviara para a Malveira, onde o meu ex marido assinou há cerca de 2 semanas, e que depois seria devolvido a Mafra para cancelar.

Aqui em Mafra tinham cópia do envio para a Malveira, mas não sabiam de mais nada: nem se o documento estava ainda na Malveira, se vinha pelo caminho, ou se já tinha chegado cá.

"Ah e tal, se o seu ex marido lhe souber dizer com quem é que falou, para eu perguntar a essa colega. É que assim é difícil, tinha que perguntar a todos."

E ainda sugeriu, imaginem, assinar um novo documento!

 

"Desculpe lá, mas isso não tem cabimento nenhum. Assinámos os documentos há 8 anos, para cancelar a conta, e não o fizeram. Assinámos agora outro, e não sabem onde anda. Não andamos aqui a brincar."

 

Na Malveira não sabiam de nada.

Perguntei, só por curiosidade, o que acontecia se a conta continuasse aberta, e como procediam caso não conseguissem de todo contactar um dos titulares.

 

"Ah e tal, fica sempre aberta. Por vezes há campanhas em que a CGD vê que a conta não é movimentada, e encerra automaticamente. Neste caso, não nos responsabilizamos. Enviámos o documento para a Malveira."

 

Fiquei de falar com o meu ex marido, para ver se ele se lembrava da pessoa que o tinha atendido. Liguei à funcionária a dar as indicações.

Hoje, ligou-me ela, a dizer que o tal documento andava extraviado, mas já tinha aparecido e a conta foi, finalmente, cancelada! 

Se eu não perguntasse, e deixasse andar, daqui a uns anos estariam novamente a dizer-me que a conta ainda continuava aberta.

Pelo sim, pelo não, vou lá ao almoço buscar o comprovativo do encerramento, não vá o diabo tecê-las!

O que se passa com os motoristas da Mafrense?

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No sábado passado aguardávamos, na paragem, a chegada do autocarro. Quando o vejo surgir e entrar na rua, pareceu-me vir aos ziguezagues e pensei "isto promete"!

Começou com a cobrança dos bilhetes - é certo que o motorista é para conduzir mas, sendo obrigado a desempenhar outras funções, assim o deve fazer, incluindo contas. Apesar de eu lhe ter facilitado o trabalho, indicando-lhe o valor, o motorista ainda ficou a fazer contas, e deu-me um valor errado, que tive que corrigir, desculpando-se ele por não ser muito bom a matemática. Até aí, tudo bem.

Mas o resto do percurso, de cerca de 10 km, foi feito com várias travagens bruscas, em que numa delas pensei mesmo que tinha chocado com o carro da frente.

Numa paragem, apesar de a passageira ter tocado à campainha, não parou. Só depois de alertado pela mesma, parou mais à frente, pedindo desculpa.

Já a chegar à minha saída, esperei que passasse pela paregem anterior, para tocar à campainha. E não é que o motorista pára a meio das duas paragens, sem saber se eu tinha tocado para a de trás, ou para a da frente. Tive que lhe dizer que era para parar na próxima. Felizmente, saímos sãs e salvas desta viagem atribulada.

 

Mas já não é a primeira vez que apanhamos motoristas que parecem estar a dormir, e acordar quando vêem carros pela frente a curta distância, obrigando a travagens bruscas.

E, depois, há aqueles que têm experiência com determinados autocarros, e com outros nem tanto, e passam grande parte do tempo que deveria ser para os passageiros entrarem, a receber indicações dos colegas, e ainda vão pelo caminho a tentar perceber a mecânica daquele veículo específico.

 

Nunca tive problemas nas minhas viagens na Mafrense, mas começo a temer, depois destes episódios que ocorreram no espaço de uma semana.

Isto já para não falar dos problemas de alguns autocarros, que dificultam a vida, tanto aos motoristas, como aos passageiros. Numa das viagens para casa, o mesmo teve que abrir e fechar várias vezes a porta traseira e, inclusive, desligar o autocarro na estrada, e voltar a ligar, porque senão não arrancava.

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