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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Procurar trabalho estando a trabalhar

Resultado de imagem para procurar trabalho

 

Sem horário definido, podendo estar hoje num sítio, amanhã noutro, sem folgas e a trabalhar 10 a 12 horas por dia, é complicado arranjar um novo trabalho.

É quase como a pescadinha de rabo na boca.

A pessoa está farta daquele trabalho/ horário, e quer mudar. Por isso, candidata-se a outros trabalhos, uma vez que só poderá sair de onde está, com garantia de novo trabalho. Mas, como está a trabalhar e nunca sabe o seu horário, ou porque está a fazer as tais 10/12 horas, quando lhe marcam as entrevistas, ou não consegue confirmar, ou simplesmente não pode ir, anulando qualquer hipótese, o que a faz ter que se aguentar com o que tem. 

Ou, então, toma a atitude drástica de sair do actual trabalho, sem qualquer garantia, porque só assim terá tempo para poder procurar algo melhor. Mas terá que se mentalizar que, no final do mês, o ordenado habitual não estará lá, e a sua situação vai ficar pior do que estava, mesmo não recebendo o ordenado justo pelo trabalho que faz.

 

Sobre compreensão, tolerância e intransigência

 

Somos compreensivos quando aceitamos e entendemos determinada atitude, sentimento ou facto; intransigentes quando nos mostramos inflexíveis perante qualquer argumento ou explicação; e tolerantes quando, mesmo não aprovando determinados comportamentos ou acções, diferentes daqueles que adoptaríamos, não os condenamos como algo de errado, antes respeitando a diferença.

O problema é que, muitas vezes, somos intransigentes quando deveríamos ser tolerantes, tolerantes quando deveríamos ser compreensivos, e compreensivos quando deveríamos ser intransigentes.

É o mundo a girar ao contrário...e nós com ele!

Mau feitio

 

Sim, por vezes tenho!

Quando dou por mim, lá estou eu a reclamar por tudo e por nada. E não é que não tenha razão para o fazer. Muitas vezes tenho.

Quando dou por mim, lá estou eu a rejeitar à partida, sem margem para negociação possível, qualquer coisa que saia fora dos planos previstos.

Devia controlar mais esta impulsividade, esta inflexibilidade, esta intransigência...

Nem sempre estou bem-disposta e com paciência. Há momentos em que estou exausta e já irritada por variados motivos, e isso reflecte-se.

Volto a dizer, não é que não tenha razão. Mas essa razão deixa de ser válida quando nem me dou a mim própria tempo para pensar, e acabo por deixar aqueles que amo tristes, com as minhas decisões irredutíveis.

Se, e somente se, for possível, não prejudicar ninguém, não causar grandes transtornos, e fizer alguém feliz, talvez não seja má ideia ser mais condescendente, uma vez ou outra, para variar!

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