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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O poder e influência podem transformar a mentira em verdade?

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Testemunhas de Jeová - parte 3

 

 

No seguimento da discussão entre mentira e verdade no que respeita ao que foi escrito pelos nossos antepassados, não só no que respeita à Bíblia mas também à própria História, não tendo vivido nesse tempo mas, sendo os factos relatados nos livros não temos, à partida, do que duvidar no que respeita à sua veracidade.

Aceitamos que o que está escrito é o que realmente aconteceu, a verdade.

 

 

Mas também sabemos que, muitas vezes, e quando estão em causa determinados interesses, com o poder e a influência certos, sobre as massas, é possível transformar uma mentira, numa verdade absoluta e inquestionável. Até deixar de o ser...

Da mesma forma, uma pura verdade sem qualquer apoio, depressa se esquece, se torna um mito, se torna difícil de acreditar...

Inclusão social e aprendizagem ao mesmo tempo!

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O espanhol está cada vez mais na moda, e tem vindo a substituir o francês e o alemão nas escolas portuguesas, nas preferências dos alunos quanto à aprendizagem de uma segunda língua estrangeira.

Para tal (no caso da minha filha foi uma grande influência) contribuíram as séries infantojuvenis Violetta e Soy Luna.

Mais recentemente, as várias séries espanholas que têm vindo a passar na Netflix e, como não poderia deixar de ser, lá em casa, a série colombiana La Reina del Flow.

 

Tal como acontece com o português e o inglês, também o espanhol não é igual em todas as regiões, e percebemos essa diferença entre o espanhol de Espanha, e o espanhol da Colômbia. Ainda no outro dia trocávamos impressões sobre isso, porque houve palavras que a minha filha aprendeu na aula, com um significado, e que na série tinham outro significado.

 

Por coincidência, no início deste segundo período, a turma da minha filha ganhou mais uma aluna, de nacionalidade colombiana!

Segundo me disse a minha filha, ela percebe o português mas fala, maioritariamente, espanhol.

Assim, mencionei à minha filha que poderia aproveitar a chegada desta nova aluna para desenvolver os seus dotes para a inclusão social e escolar, conversando com ela, ajudando-a a integrar-se na turma, a sentir-se bem recebida. 

Ao mesmo tempo, disse-lhe que era uma boa oportunidade, já que tem tanto jeito e gosta da língua, de ela aprender a falar ainda melhor espanhol, afinal, uma das melhores formas de aprender, é falar, e ouvir.

 

Parece que está a correr bem e têm, inclusive, um trabalho de grupo para fazer juntas.

Em português!

 

Ler um post pelo conteúdo ou pelo autor?

Imagem relacionada

 

 

Esta semana dei por mim, na área de leituras, a ler um post sobre um tema que me interessava e, de repente, percebi que estava a lê-lo, e nem me apercebi quem era o autor do mesmo!

 

Será que, quando vagueamos pela blogosfera, é o post em si que nos chama a atenção, independentemente de quem o escreveu? Ou terá o autor do post alguma influência, na hora de clicar, ou não, para ler na íntegra o seu conteúdo?

Reflexão do dia

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Que peso tem a família, nomeadamente a mais próxima (pais, avós, irmãos), no que respeita às decisões amorosas do familiar?

 

Será que, no momento em que avaliamos se a pessoa por quem estamos apaixonados e amamos, é a aquela com quem queremos partilhar a nossa vida, temos em conta o que a nossa família acha dessa pessoa?

 

A opinião da nossa família terá alguma influência na decisão que eventualmente tomarmos?

 

É possível uma união, seja ela qual for, sobreviver no meio de guerras entre familiares de ambos os lados, e desaprovação da relação por parte das famílias?

 

Devemos abdicar do amor, em prol da união da família, ou devemos lutar por este, ainda que se percam, pelo caminho, pessoas que julgámos que estariam sempre ao nosso lado, a apoiar a nossa felicidade? 

As "Violettas" deste mundo

 Y vuelvo a despertar En mi mundo Siendo lo que soy...

 

Gosto de ver a série, gosto da maior parte das músicas, e vibrei com o concerto no Meo Arena.

E tudo isto, graças à minha filha, que desde que a série começou, ficou fã, assim como milhares de crianças por esse mundo fora.

Sim, por vezes é necessário refrear um pouco a febre, pelo bem da minha carteira, da minha saude mental e do sucesso escolar dela! 

Mas é um facto que a Disney apostou forte, e transformou Violetta num verdadeiro caso de popularidade tal como o fez, outrora, com outros jovens, que se tornaram artistas de sucesso.

No entanto, na opinião da psicóloga Cristina Sá Carvalho, a influência destes fenómenos sobre as crianças não é muito saudável, dando como exemplo o fenómeno Hanna Montana que deu uma reviravolta na sua carreira e se transformou numa Miley Cyrus permanentemente envolvida em polémicas.

Defende Cristina Sá Carvalho que as crianças precisam de outro tipo de liderança, e de se identificarem com o pai e com a mãe, e não com as "Violettas" deste mundo, advertindo que “Um dia as Hannas Montanas transformam-se em Miley Cyrus”.

Eu não vejo as coisas por esse prisma.

Qual é o mal de as crianças se identificarem com os seus fãs, ainda que sejam imagens fabricadas, que podem não corresponder à realidade? 

Sempre assim foi! Só porque uma criança ou adolescente foi fã da Hanna Montana, não significa que agora vá andar por aí com a língua de fora e a mostrar o corpo. Só porque um rapaz é fã do Justin Bieber, não vai andar por aí a agir como ele. Não é por ter sido fã da Britney Spears vai cometer as mesmas loucuras que ela. 

Além disso, a influência pode ser positiva. E não tem necessariamente de interferir com o papel da família e dos progenitores. O facto de a minha filha gostar de cantar e dançar as músicas da Violetta, e entreter-se com isso, é benéfico. Faz uma coisa que gosta e ainda vai aprendendo espanhol! E na série também vai observando alguns princípios que já conhece e que aprendeu com os pais, mas que não lhe fazem mal nenhum ver, como o valor da amizade, a confiança, o quão errado é mentir ou esconder coisas dos pais e amigos, etc.

Por essa lógica, as crianças nunca deveriam acreditar no Pai Natal, porque um dia se transformará no nosso avô, nem na Fada dos Dentes, que um dia se transformará na nossa mãe, nem em nenhum outro artista ou personagem mundialmente famoso que, por um motivo ou outro, se transformou noutra pessoa!

E também é certo que, muitas vezes, é preferível identificarem-se mais com determinadas personagens, do que com certas mães e certos pais que conhecemos, e que nem assim merecem ser chamados. 

Goste-se ou não, estes fenómenos vão continuar a existir, e todos nós, crianças ou adultos, em algum momento da nossa vida, nos poderemos sentir identificados com as personagens que eles criam.

Por isso, que venham as "Violettas" deste mundo, porque chegará o dia em que as nossas crianças crescerão, e serão elas próprias, independentemente das modas que lhes impuserem! 

 

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