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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Quando quem nos está a atender nos dá informações erradas

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Esta semana fomos à Worten comprar um portátil novo.

Não havia em loja o que pretendíamos, pelo que encomendámos, e fomos levantá-lo no dia seguinte, na loja.

Chegados a casa, ligámo-lo, e a minha filha foi experimentar o rato. Não encaixava.

Achámos estranho.

Fomos experimentar a pen. Também não dava. Tentámos várias, tanto eu, como a minha filha, como o meu marido. Não encaixavam.

 

 

Seria possível, num computador novo, não conseguirmos inserir nenhuma pen?

É que elas são todas iguais! 

 

 

Para não fazermos asneira, pegámos no pc e nas pen's, e voltámos à loja.

Atendeu-nos uma funcionária, que me explicou que, provavelmente, as nossas pen's não davam porque eram antigas, com uma definição qualquer que não dava para os novos pc's, e que tinham que ser pen's com outra definição qualquer.

 

 

Entretanto, chega o funcionário que nos tinha feito a encomenda, explico-lhe o problema, ele tira o pc das mãos da colega e diz que não tinha nada a ver.

Colocou a pen, e deu!

O que ele explicou foi que, como o pc é novo, custa mais de início a pen a entrar nas entradas de USB e, por isso, tinha que se dar um jeitinho. Apenas isso!

O que a colega estava a falar referia-se apenas à velocidade.

 

 

Ora, se o funcionário não tivesse chegado naquele momento, a colega estava a induzir-nos em erro, com informações que não resolveriam o problema e, provavelmente, nos iam levar a comprar novas pen's.

 

Ai, as reuniões de pais!

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Como as abomino cada vez mais!

 

O único motivo que ainda me faz querer ir a essas reuniões é o facto de a directora de turma ter alguma informação importante que, caso eu não compareça, me possa escapar ou dela ficar sem conhecimento.

 

Não é pela ficha da avaliação do período, que a esta altura já sei as notas.

 

Não é pelo facto de a professora ter algo a dizer sobre a minha filha, porque se houvesse algo de mau, teria contactado antes. E de bom, não é preciso uma reunião conjunta para o mencionar. 

 

Não é para tomar conhecimento das medidas de auxílio à aprendizagem que, no caso da minha filha, se resumem à educação física, e à atitude de ambas as partes: professor e aluna. Até porque uma das medidas, da parte do encarregado de educação, para a minha filha, era incentivá-la a fazer os TPC's. Ora, a educação física não os trazem! Só se eu a puser a fazer exercício em casa!

 

Não é pelo prazer de conviver com professora e pais, cada um com a sua ideia formada, as suas convicções, a sua forma de pensar. Uns a concordar com os métodos dos professores, outros a discordarem. Com a directora de turma numa posição ingrata, sem querer tomar partido de nenhum dos lados mas a tentar, contra as evidências, defender os seus colegas professores, sem ficar contra os pais.

 

Não é pelo tempo que perco nessas reuniões, muito dele desnecessário.

 

É mesmo pela informação relevante que possa vir a ser transmitida, e que poderia ser enviada aos pais por email.

 

Depois, confesso, não vou muito à bola com a directora de turma. 

Ela é simpática, amável, muito profissional enquanto professora, preocupada com os alunos no que se refere aos estudos, mas há ali qualquer coisa no meio de tudo isso, que me soa a falso. Pode ser impressão minha. Mas não vejo a hora de me livrar destas reuniões.

Omitir ou camuflar o que não convém

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Sabem aquelas informações que vêm nos contratos, em letras muito pequeninas por serem considerados meros detalhes sem importância, e que acabamos por nunca ler? E que, depois, quando vamos ver, até continham informação relevante que deveríamos saber antes de assinar os contratos?

 

Pois...

 

Mas isso não acontece só nessas situações.

Também quando andamos à procura de emprego, as empresas omitem muitas vezes determinadas informações, mostrando só as regalias e vantagens, gabando-se de ser diferentes da concorrência, para melhor.

Depois, quando os funcionários já lá estão, afinal as coisas não são bem como foram faladas.

Eu costumo dizer, cada vez mais, ao meu marido, que sou como S. Tomé - ver para crer. Desconfio sempre quando a oferta é boa demais para ser verdade.

Uma empresa a que foi chamado propôs-lhe o ordenado de "x", limpo. 

"Ah e tal, somos diferentes das outras. Pagamos mais. Aqui valorizamos os trabalhadores, não são só um número."

Em conversa com um colega, sobre o subídio de alimentação, esse colega ficou admirado por o meu marido receber o valor que recebia. 

"Aqui não. Aqui recebemos "x". Mal de nós."

 

E sim, parecia ser um ordenado razoavelmente melhor que o anterior, ainda que continue a ser uma exploração, dado o número de horas que trabalham. Mas exploração por exploração, que se receba um pouco mais.

Entretanto, o meu marido ficou a saber que, afinal, o ordenado que pagam não é o que lhe disseram, mas menos 10 euros. Não é por aí, mas quando se começa com mentiras, não é bom sinal.

E ficou a saber que, no valor pago mensalmente, já está incluído subsídio de Natal e de Férias, algo que também só soube pelos colegas.

 

Feitas as contas, descontando ao ordenado um montante regular, para perfazer os subsídios a que não terá direito, a dita empresa, que se gabava de ser diferente, e de pagar mais, acaba por pagar o mesmo que as outras!

A única vantagem, e poupança para o meu marido, é ficar ligeiramente mais perto de casa e, como tal, gastar menos dinheiro em gasolina e portagens.

Porque um blog também é isto

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Poder ajudar outras pessoas, poder partilhar experiências, trocar opiniões sobre algo.

Tenho escrito, desde que criei o blog, mais de 2000 textos.

Desses, há um em particular, publicado em 2012 que, ainda hoje, se mantém actual, e tem dado origem a diversos contactos, de diferentes leitores.

O post em causa é referente à Púrpura de Henoch Schönlein, uma doença ainda desconhecida da maioria das pessoas, tal como o era para mim, em 2012, ano em que a minha filha foi internada com essa doença e que, durante cerca de dois meses, virou as nossas vidas de pernas para o ar, e da qual só teve alta definitiva dois anos depois.

É um post com quase 6 anos, que já está lá muito para trás, no arquivo das publicações, mas ainda há dias recebi um email de uma mãe a querer saber mais, porque a sua filha tinha sido diagnosticada com esta doença.

Não é que eu possa ajudar muito, porque não haverá ninguém melhor que os médicos para informar e esclarecer dúvidas. 

A única coisa que posso fazer, é falar do caso da minha filha, que está longe de ser dos mais graves, porque não afectou o que mais poderia causar danos.

Mas, ainda assim, se com isso puder ajudar esses pais, já valeu a pena.

Porque um blog, mais do que para nós, é também para quem nos lê. E, para além das parvoíces, desabafos, reflexões, brincadeiras e tudo o mais, também é isto: partilha!

 

Aqui ficam os posts que escrevi sobre esta doença banal que atinge muitas crianças:

http://marta-omeucanto.blogs.sapo.pt/53896.html

http://marta-omeucanto.blogs.sapo.pt/53515.html?thread=1455115

http://marta-omeucanto.blogs.sapo.pt/60257.html

 

Bloqueio linguístico!

 

Sabem aqueles momentos em que, mesmo sabendo desenrascar-se, simplesmente bloqueiam?

Pois é isso que me costuma acontecer! E foi isso que aconteceu ainda há pouco, quando um casal de turistas veio ter comigo para me pedir uma informação.

E era tão simples :)

O casal vinha com um mapa na mão, e a senhora apontou para o mapa, indicando o local que procurava. Ficava uns metros mais abaixo de onde eu estava. Só tinha que lhes dizer que era só descer a rua. Só isso!

Mas, e lembrar-me como se dizia isso em inglês?! 

Depois do bloqueio inicial, lá me resolvi a dizer-lhes "just right there" e apontei para o fim da rua.

E só então, quando continuei o meu caminho, a expressão me veio à mente "you have to go down the street".

Que burra! Então não sabia dizer logo isso às pessoas?

 

Detesto que os turistas me venham pedir informações, e fujo deles como o diabo da cruz, porque meto na cabeça que não vou perceber nada do que dizem, e muito menos saber responder-lhes!

 

 

 

PS.: para me safar às respostas costumo utilizar a típica expressão "sorry, I don't speak english", embora uma vez, em Lisboa, me tenha aventurado com "I have no ideia, I'm not from here",o que até era verdade! 

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