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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Fomos visitar o Parque e o Palácio de Monserrate

Imagem relacionada

 

No passado domingo o meu marido quis ir passear até Sintra.

Não estava muito para aí virada, mas lá fomos. Estacionámos o carro a meio do percurso para os palácios, e fomos andando, à espera de visitar o mais próximo.

Calhou-nos o Parque e Palácio de Monserrate. Logo para começar, considerei as entradas um pouco caras, mas já se sabe que Sintra vive quase do turismo, e turismo em Portugal, infelizmente, não é para todos.

Começámos pelas cascatas, jardins, lagos, até que chegámos ao relvado com o Palácio ao fundo, no alto da colina.

Visto por fora, o Palácio de Monserrate fez-me lembrar um palácio indiano.

Entrámos, e ficámos encantados com a entrada e o corredor. E foi só. Tudo o resto foi uma total desilusão. Estava à espera de, à semelhança do Convento de Mafra, se vissem as diversas salas e aposentos adornados com as mobílias e acessórios da época. Mas, neste palácio, deparámo-nos com salas vazias, apenas com um painel a explicar o que havia antes naquelas divisões.

Na sala de música, apenas um piano, coberto. Numa outra sala, um espelho rachado e um vaso quebrado. Os quartos? Vazios. Algumas paredes e chão em mau estado de conservação.

A visita vale pelo exterior que, de facto, é magnífico. Mas tenho quase a certeza que muitas daquelas pessoas que ali foram visitar o Palácio ficaram com a mesma cara de desapontamento que nós.

 

Na hora de ir embora, ainda demos umas quantas voltas para tentar descobrir a saída, indo sempre parar ao palácio, até que demos com a cafetaria. E mais umas voltas, de novo, para encontrar a saída. Entre seguir uma senhora que por lá andava, e que não sabíamos se iria embora ou estaria a visitar o parque, e um carro que passou por nós, decidimo-nos pelo carro. No fim, percebemos que ambos os caminhos iam dar ao mesmo ponto - a saída!

 

O mais caricato de tudo isto é que, nem uma única vez, nos lembrámos de pegar no mapa que nos tinham dado, e que guardei na mala, para nos ajudar a sair dali!  

O que é ser bonita?

 

Todos sabemos que a beleza é algo mais que um corpo bem trabalhado e um rosto perfeito. Que cada pessoa é bonita à sua maneira, com as suas características próprias, e que as torna únicas. A beleza não se avalia apenas exteriormente. É, antes, a soma das partes, o conjunto como um todo: beleza exterior, carácter, personalidade, atitudes, maneira de ser e de estar. E é um conceito subjectivo porque, o que é bonito para determinadas pessoas, pode não ser para outras.

Mas, no que diz respeito à beleza exterior, Esther Honig, uma jornalista freelancer de Kansas City, nos EUA, decidiu desafiar 40 editores de imagem, fotógrafos e especialistas, que habitualmente trabalham com o Photoshop em várias partes do mundo, a porem-na bonita! Para isso, enviou uma fotografia dela, na qual surge sem maquilhagem, para que fizessem as devidas transformações. E podemos visualizar como o conceito de beleza foi exprimido por cada um deles, de forma tão diversa. O resultado foi este:

 

Fotografia original

 

Alteração da Argentina

 

Alteração da Alemanha

 

Vejam todas as fotos em 

http://mulher.sapo.pt/atualidade/noticias/artigo/jornalista-usa-forma-original-para-identificar-padroes-de-beleza-globais

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