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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Músicas que mexem connosco sem explicação

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Há quem aprecie uma determinada música pela sua melodia. 

Há quem destaque a letra que contém.

E, quando se junta, a uma bela melodia, uma letra marcante e com significado, é quanto baste para se gostar desta ou daquela música.

Se não à primeira vez que se ouve, à segunda, ou à terceira.

 

 

Mas há uma diferença entre ouvir e gostar de uma música, ou ser atingido por ela, sem explicação aparente.

Há músicas que, mal ouvimos os primeiros acordes, ainda antes sequer de termos prestado atenção à letra, mexem connosco, e não sabemos bem porquê.

Como uma flecha, que nem nos apercebemos que vinha na nossa direcção e, quando vemos, já está espetada em nós. 

É o que me costuma acontecer,  com algumas das músicas que oiço pela primeira vez.

 

 

Numa das últimas entrevistas que fiz, dizia o Nicolau a propósito de uma das suas bandas favoritas "...não entendo nada das letras, mas inspiram-me e transmitem-me tanto que nem importa bem o que a letra diz. Eu tenho a minha própria interpretação e para mim o mais importante é o feeling que recebo da canção em si."

Subscrevo na íntegra.

Porque há músicas em que procuramos o sentido que o autor lhe quis dar, e outras em que somos levados a dar o nosso próprio sentido, em que interpretamos à nossa maneira, ou que nos fazem sentir algo que não era intenção da música fazer, mas foi assim que a recebemos.

Como aquelas sensações que temos, sem que nada aponte para elas. Uma espécie de "sexto sentido" sem qualquer base lógica mas que, ainda assim, não deixamos de ter ou sentir.

 

 

E por aí, já alguma vez vos aconteceu?

Costumam ser atingidos pelo cupido da música, ainda antes de perceberem sobre o que esta fala? Ou sentirem algo que nada tem a ver com o que a música quer transmitir?

 

Pedir desculpa por algo que se fez bem?

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Porque pedimos desculpa a alguém?

Em que situações faz sentido?

Apenas quando agimos de forma incorrecta, quando fazemos algo que não devemos, quando erramos, quando somos indelicados, rudes ou mal educados?

Apenas quando exageramos, criticamos, dizemos coisas que não devemos?

Quando somos agressivos? Quando prejudicamos alguém? Quando magoamos alguém?

 

 

Ou também pedimos desculpa por algo que está bem, que fizemos bem, que é correcto?

Porque é uma questão de educação?

Porque ajuda a apaziguar situações que, não sendo culpa nossa, foram mal geridas e interpretadas?

Só porque sim?

 

 

Será um pedido de desculpa sem razão para ele, uma forma de admissão de que estamos errados?

De que não tendo culpa, ainda assim a assumimos?

Será admitir, perante quem acusa que, mesmo não tendo, lhe damos razão?

 

 

É que, se na primeira situação, se compreende perfeitamente e se aceita um pedido de desculpa, na segunda, tenho alguma dificuldade em perceber porque é que, sabendo que o que foi feito é o correcto e o outra parte é que está errada, ainda assim se pede desculpa.

Do que é que a outra parte nos deve desculpar mesmo?

Alguém se oferece para interpretar estes sonhos?

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No último mês, já são três sonhos muito semelhantes, que envolvem forças da natureza, e que me "atacam" quase da mesma forma:

 

1º - Estou a passear, ao que parece, perto de uma falésia. Não consigo perceber se mais abaixo ou no cimo. Vem uma onda enorme, que me bate, levanta-me no ar a vários metros e, claro, em seguida caio no chão de pedra.

 

2º - No segundo sonho, sei que estou numa praia, até porque estou presa em areias movediças e, quanto mais tento escavar e mandar a areia para fora, mais areia cai onde estou, e mais me enterro. Mais uma vez, vem uma onda grande que me atira, literalmente, contra a falésia. Lembro-me de, no sonho, pensar, enquanto voava: pelo menos a areia em que estou envolvida deve amortecer a pancada.

 

3º - Desta vez não mete água. Estou a caminhar na rua que faço todos os dias para o trabalho, e no mesmo sítio onde já apanhei um valente susto, à custa da trovoada. No sonho, vejo o clarão e oiço o relâmpago, ao mesmo tempo que sou projectada no ar, para trás, caindo a uns metros, no chão.

 

Algo assim: 

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Eu sei que se tivesse algum poder especial, gostaria de voar. Mas não propriamente desta forma!

Alguém perito em interpretação de sonhos se oferece para me explicar o significado destes?

 

 

 

 

The Voice Portugal - a primeira gala

 

A primeira gala do The Voice Portugal 2016 iniciou com uma actuação dos quatro mentores, que interpretaram músicas de cada um deles.

Gostei de ouvir a Marisa a cantar o Anselmo, estranhei um pouco a Aurea a cantar em português, gostei de ouvir o Anselmo na música da Aurea, embora se tenha visto aflito em algumas partes, e confirmei que o Mickael não tem voz para cantar!

 

 

Os concorrentes escolhidos pelo público para voltar à competição:

 

 

Equipa do Anselmo:

 

Acertei na minha previsão, e foi a Cristina Afonso a escolhida para voltar à competição. Irá actuar na próxima gala.

Para esta primeira gala, o Anselmo juntou a Marta, a Laura e o Márcio. 

 

 

A Marta foi a primeira a pisar o palco, e encantou com a música escolhida e a sua actuação. É um dos trunfos do Anselmo, que mereceu passar directamente para as galas, e não desiludiu. Fiquei o resto da noite com a música na cabeça.

 

 

A Laura foi a segunda a actuar. Não me parece que tenha sido feliz na escolha da música, embora tenha mostrado a sua versatilidade. De qualquer forma, independentemente da música que levasse, penso que a decisão seria a mesma. Não queria estar na pele do Anselmo, e ter que mandar embora, pela segunda vez, a Laura. Mas ele não iria abdicar do trunfo Marta. Ainda assim, a Laura surpreendeu-me bastante pela positiva.

 

 

O Márcio foi o último desta equipa, e apostou numa música que eu desconhecia, dando largas ao sentimentalismo que, está mais que provado, pode dar bons frutos! Foi ele o escolhido do público para continuar em competição. No entanto, mereceu esse voto, pela interpretação que fez. Penso que é um forte candidato a estar na final, e que a decisão do Anselmo será entre ele e a Marta.

 

 

Equipa da Aurea:

 

Desta vez, falhei na minha previsão. Sabia que o David Gomes era o concorrente com mais apoiantes, mas apostei na Vera. Palpita-me que o David não se vai manter por lá muito tempo.

 

Gosto deste trio, embora não saiba até onde o programa lhes permitirá chegar. Gostei da actuação.

 

 

Já sabem que não gosto muito de ouvir o Bertílio, e penso que a escolha da música não foi a mais indicada. Pode até ter um timbre especial e diferente, mas não me agrada. Por mim era ele o eliminado, como veio a acontecer. A certa altura, até lhe vi expressões ao estilo Francisco Murta. Parece-me algo forçado.

 

 

Desde o início que consideram o Francisco um talento incrível e único, e possível finalista do programa. Confesso que, no início, considerei um exagero. Nesta gala, percebi que não. Ele não está ali a competir, a marcar presença, a tentar conquistar um voto. Ele está no palco a transmitir a mensagem que a música esconde, e a passar todo o sentimento para este lado. É como se estivesse num mundo só dele e da música. É natural, genuíno. Para mim será ele o concorrente finalista da equipa da Aurea!

 

 

Equipa da Marisa:

 

Aqui acertei na minha previsão, e foi a Marisa a mais votada! 

 

A Andrea foi a primeira e, a certa altura, perguntei-me se estava a ouvi-la a ela, ou à sua mentora! Parecem-me interpretar e estar em palco de forma muito semelhante. Uma escolha arriscada de música, mas em português, e que conquistou a sua mentora.

 

 

O Daniel será, para mim, o finalista da equipa da Marisa. Ele até canta bem, tem presença e talento. Mas se há coisa que eu não gosto é que ele "estrague" cada música que canta. Já o tinha feito da outra vez, com o tema do Shawn Mendes, e agora voltou a fazê-lo com o Purple Rain, do Prince.

 

Acho que era o concorrente mais fraco dos três, e acabou mesmo por ficar pelo caminho desta vez.

 

 

Equipa do Mickael:

 

Falhei a minha previsão. Tinha dito que voltava a Inês. Escolheram a Vera.

 

 

Não sei o que levou o Mickael a dar o passaporte directo para as galas à Juliana, mesmo sendo, como ele afirmou "o patinho feio da sua equipa". Sempre gostei de a ouvir cantar, mas não achei que merecesse esse passe, e isso ficou provado esta noite. Ou a escolha não foi a melhor, ou a Juliana não conseguiu interpretá-la como deveria. E isso valeu-lhe ficar por aqui no programa.

 

 

O Marcos tem vindo a evoluir ao longo das etapas, e mereceu seguir em frente.

 

O Fernando Daniel já nos habituou a grandes actuações, e sabíamos que seria o mais votado pelo público, assim como sabemos que será, sem dúvida, o finalista do Mickael e, quem sabe, vencedor desta edição.

 

 

Os concorrentes eliminados desta gala:

 

 

A minha previsão para a próxima gala:

Anselmo: penso que passarão a Alexandra e a Joana

Aurea: Jessica e David - sendo o David o mais votado pelo público, a Aurea ficará com a Jessica

Marisa: Maria Bradshaw e Miguel (mas tenho muitas dúvidas entre o Miguel e a Marisa)

Mickael: Vera e Fausto (com algumas dúvidas também entre Vera e Sérgio)

 

 

Imagens The Voice Portugal

 

 

Sobre as prioridades

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Isto das prioridades tem muito que se lhe diga.

No outro dia, em conversa com um funcionário público, dizia-me ele: 

 

"Não vem em lugar nenhum que as pessoas acompanhadas de crianças de colo tenham, necessariamente, que as trazer ao colo, tal como não diz na lei, que elas não podem vir acompanhadas de outras pessoas."

 

Nesse mesmo serviço, mas numa outra secção, e num dia diferente, com um funcionário diferente, um casal com um bebé pequeno num carrinho tentou exercer o direito de prioridade. O funcionário respondeu-lhe que não.

 

"Então mas a minha mulher está aqui com o bebé, tem prioridade." - dizia o homem

"Mas está aqui você com ela!" - respondeu o funcionário

 

O homem insistiu. O funcionário perguntou se não podiam esperar um bocadinho.

O homem disse que a mulher estava completamente estoirada.

O funcionário torna a responder: "então, ela que se sente lá fora a descansar enquanto espera!"

 

Como viram que não levavam a melhor, voltaram para a sala de espera. Durante todo o tempo em que esperaram a sua vez, e com várias cadeiras disponíveis, nem por um minuto a mulher se sentou! Mesmo "esgotada", como referia o marido, preferiu esperar de pé.

 

Não coloco em causa a prioridade dela, que a tinha. Mas dá que pensar...

 

 

 

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