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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A primeira gala do Just Duet

 

A Gisela que "tentou cantar" com o Martim, foi a mesma que cantou com a Beatriz?

É que, por momentos, pensei: "Meu deus, o que é que a Gisela está a fazer neste programa? Acha que está a dar um show mas só conseguiu parecer ridícula, a dar à perna e a tentar cantar, sem sucesso."

E, depois, canta com a Beatriz e não tem nada a ver! Aqui sim, cantou e encantou.

 

 

Será muito mau dizer que me surpreendi mais com o Agir a cantar, sobretudo a música da Adele, do que com os concorrentes?

Talvez o Bruno tenha algumas dificuldades técnicas, e não seja o melhor cantor do programa. Talvez a Patrícia tenha uma grande instrumento vocal e boa voz. Pessoalmente, não gosto muito de a ouvir cantar. Talbém não acho especial piada ao Bruno, mas o que é certo é que ele e o Agir, como dupla, foram "brutais"!

 

 

 

No tema Amar pelos Dois, a estrela foi a Débora! Dispensava o improviso do Paulo de Carvalho.

Gostei mais de o ouvir com a Sara. Ambas mereciam passar à fase seguinte. A Débora tem imensas qualidades, e adapta-se mais ao estilo do Paulo. A Sara tem outro estilo, que não encaixa tanto com o mentor, embora também dê tudo no palco. Adorei esta música do Agir, que não conhecia.

 

 

Sobre o Héber, não sou propriamente fã da voz dele nem da música que canta, e apesar de gostar da voz da Rebeca, e de até terem combinado, pareceu-me um dueto "sem sal".

Com o Ivo, deram uma de "Men in black". Funcionou melhor, embora também não ache piada à música.

 

Nesta gala, embora algumas saídas tenham sido injustas, porque os concorrentes têm qualidades, pareceu-me justa a votação dos jurados e público.

 

 

Imagens just-duet---o-dueto-perfeito

 

Sobre o Festival da Canção - A final

Foto de RTP - Festival da Canção.

Estava na expectativa para ver o Festival da Canção, até ao momento em que a Catarina e a Sílvia dizem que o voto do público só iria contar 50%, e que os restantes 50% seriam atribuídos por jurados em vários pontos do país. 

 

 

Foto de RTP - Festival da Canção.

A partir daí, percebi que nunca iria vencer a minha preferida, nem tão pouco uma das menos más. O programa já estava feito para isso não acontecer. Os responsáveis não iriam deixar os portugueses escolherem uma música, e tinham que encontrar uma forma de travar o poder do público. Conseguiram!

Nem me dei ao trabalho de ficar acordada até à uma da manhã, a assistir a um espetáculo dois em um, que para além da escolha da música representante de Portugal, ainda serviu para celebrar os 60 anos da estação.

Vi os resultados hoje.

Antes disso, já a minha filha me tinha perguntado um palpite, e respondi-lhe que talvez tivesse vencido o Salvador Sobral. Acertei. 

No entanto, quis perceber qual tinha sido a votação do público. Embora não tenham dado a pontuação máxima à minha favorita, e que pensei mesmo que seria a mais votada do público, continuo a achar mais justa a votação do público, do que a dos jurados.

 

 

 

Foto de RTP - Festival da Canção.

Está escolhida a música e não há nada a fazer. Agora é esperar que "Amar Pelos Dois" se transforme num "Amar por Todos", e consiga conquistar o maior número de votos, para ficarmos bem classificados. E quem sabe os restantes países não achem piada à forma singular como o Salvador interpreta a música.

Até porque uma coisa é certa: para uma música que não é festivaleira, já tem lugar garantido em Kiev! E provou a todos os que diziam que esta música até era bonita, mas não para um festival, que afinal até vai à Eurovisão!

 

 

Na minha opinião, continuo a preferir a música do Pedro Gonçalves ou até mesmo os Viva la Diva.

Sobre o Festival da Canção - 1ª semifinal

Foto de RTP - Festival da Canção.

 

Vi ontem a primeira semifinal do Festival da Canção, que passou no domingo na RTP.

Não gostei. Já tinha ouvido algumas críticas acerca desta gala, mas quis ver pessoalmente, e foi uma total desilusão.

 

Se é verdade que, há muitos anos atrás, o país parava para assistir a este evento (eu sou desse tempo), à semelhança do que acontecia com a eleição da Miss Portugal, actualmente as pessoas nem se cansam a ver que músicas nos vão representar, porque nunca passam de "mais do mesmo", e nunca nos levarão a lado nenhum.

 

 

 

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O Festival da Canção 2017 prometia ser inovador, diferente, uma "lufada de ar fresco" com estilos diferentes, jovens talentos com vozes fenomenais, alguns dos melhores compositores, um outro sistema de voto, e por aí fora.

Não o considerei inovador. Vi, sim, um espaço e iluminação a fazer lembrar os festivais de antigamente, para não falar da quantidade de memórias que foram buscar desses tempos, dois apresentadores que pareciam não estar minimamente à vontade no seu papel, com discursos forçados, e com a Sónia constantemente a cortar a palavra aos jurados, sempre que se prolongavam no discurso, e o Malato a falar tão devagar que mais parecia ter-se esquecido do guião, ou estar ali em convalescença. Só por aí, já se tornou uma gala enfadonha.

 

 

Mas o que estávamos ali a eleger era a música ideal para nos representar e, nesse sentido, o que mais contava seria as músicas apresentadas. Esse mérito cabia a compositores e intérpretes. E, também aí, na minha opinião e de uma forma geral, falharam.

Falharam os compostitores, quando aceitaram este convite como uma forma de promover as suas canções e o seu trabalho. Falharam ao compôr músicas que, segundo os próprios afirmam, não foram pensadas com o objectivo de ir ao Festival Eurovisão da Canção.

Falharam ao não aproveitar o potencial máximo das vozes dos intérpretes que escolheram, e ao criar músicas que em nada se adequavam às mesmas.

 

 

Falharam ao compôr o mesmo género de músicas que já estamos fartos de ver o ouvir neste tipo de concurso, e que sabemos que chegam lá fora, e são imediatamente eliminadas.

Queriam mostrar-nos um Festival da Canção inovador, e falharam totalmente.

Quem conseguiu acompanhar o mesmo sem mudar de canal, sem adormecer, sem se arrepender do tempo perdido, está de parabéns!

 

 

O que eu achei das músicas?

 

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Gosto da voz da Márcia, e a música, ouvindo várias vezes (várias mesmo), até entra no ouvido e consegue ser bonita. Para o Festival não era, de todo, uma boa canção. Nada de novo.

 

 

 

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Quando ouvi as Golden Slumbers, pensei: "esta dupla terá sucesso se cantar este género de músicas em inglês". Aqui sim, um género diferente, que gostei, mas que talvez não convença lá fora. Ainda assim, fiquei fã.

 

 

 

Foto de RTP - Festival da Canção.

 

O que dizer do Fernando Daniel - pessoalmente, acho a música horrível, e não me entra, de todo, no ouvido. No entanto, tendo em conta o género de música que costuma ser mais votada lá fora, pareceu-me uma boa candidata.

 

 

 

Deolinda Kinzimba

 

A Deolinda foi outra excelente voz, desperdiçada na música que lhe calhou. Tal como o tema de estreia da Deolinda, também este não soa bem, e é rapidamente esquecido.

 

 

 

Rui Drummond

 

A canção que o Rui Drumond levou é bonita, poderia facilmente passar nas rádios e fazer sucesso em Portugal, e ele tem uma grande voz mas, para nos representar lá fora não era a mais adequada.

 

 

 

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Finalmente, tivemos algo inovador nesta gala que estava a seguir o mesmo rumo, canção após canção - Lisa Garden! Inovou por ter trazido ritmo e inovou por se apresentar a cantar em inglês. Pessoalmente, não achei a música nada por aí além, e até mesmo em termos de interacção com os bailarinos, a Lisa poderia ter-se mexido mais (talvez o vestido não o permitisse). Mas já vi músicas piores serem bem pontuadas na Eurovisão, e seria uma aposta diferente!

 

 

 

Salvador Sobral

 

"Amar Pelos Dois" chegou-nos pela mão dos manos Sobral. Confesso que não conhecia o Salvador, e fiquei surpreendida com a forma como ele interpretou o tema. Adorei! Estou curiosa para ouvir as suas músicas. No entanto, não me pareceu também uma boa arma para levarmos a Kiev.

 

 

 

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Por último, os Viva La Diva. Gostei da música, embora não saiba se a Kika, sozinha, não estaria melhor. A mistura das vozes não me convenceu totalmente. É uma canção forte, que pode vir a ser escolhida na final. 

 

 

Pontos negativos:

Em quase todas as músicas, tive dificuldade para decifrar a letra das mesmas e, em muitas partes, parecia que estavam a cantar em inglês.

 

 

O júri

 

A falta de isenção de certos jurados que, segundo consta, andavam a promover os seus favoritos, nas redes sociais, durante o decorrer da gala.

 

 

Pontos positivos:

As Patrícias, que deram um toque diferente às músicas para as quais fizeram back vocals.

 

 

Imagens RTP - Festival da CançãoTVMaisNiT

Let's Dance - a estreia

Foto de Let's Dance - Vamos Dançar.

 

Estreou este sábado o novo concurso da TVI - Let's Dance - uma espécie de Operação Triunfo, mas dedicado à dança, a fazer lembrar o Achas Que Sabes Dançar!

Aliás, um dos concorrentes  - o Ivanoel - participou na última edição desse concurso.

Confesso que estava expectante, porque gosto deste género de programa e, de uma forma geral, não me desiludiu.

Posso afirmar que já tenho programa para ver aos sábados à noite!

 

 

Pontos positivos:

O facto de não haver muitos intervalos, para empatar

O facto de não se perder muito tempo com as votações e de o público também ter uma palavra, ainda que pequenina, a dizer

 

Pontos negativos:

A apresentadora parecia que estava com pressa para despachar as suas falas, e quase se atropelava e às palavras. Seria dos nervos pela estreia? 

 

 

 

Foto de Let's Dance - Vamos Dançar.

 

Sobre os jurados, confesso que simpatizo, desde o primeiro Achas que Sabes Dançar, com o César Augusto Moniz, e faz todo o sentido que ele ali esteja, embora pensasse que seria ele o "presidente do juri" e tivesse participação nas aulas aos concorrentes.

Compreendo também a escolha do Cifrão como jurado e professor, até porque ele tem dado uma grande ajuda na área da dança, noutros programas da estação.

Não percebo tão bem a escolha da Rita Pereira, e tão pouco a da Sofia Ribeiro, que irá substituir a primeira lá mais para a frente. Talvez seja mesmo para avaliar a presença em palco, e atitude.

 

 

 

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Sobre as actuações dos concorrentes, concordei com a apreciação geral dos jurados, e com a selecção dos 8 concorrentes a quem foi oferecida entrada directa na academia que, a certa altura, apelidaram de casa (a fazer lembrar a Casa dos Segredos).

 

Também para mim a melhor coreografia da noite foi a da Francisca e do Ivanoel. Para isso terá, talvez, ajudado, o estilo musical que dançaram.

Os pares, na minha opinião, mais fraquinhos foram a Ana e o Pedro, e a Inês e o Cesariny.

Por decisão dos jurados, foram a solo, para além da Ana e do Pedro, a Inês e o Cristóvão, que fez par com a Kateryna.

 

 

 

Foto de Let's Dance - Vamos Dançar.

 

E foi aqui que uma gala, que estava até então a primar por decisões acertadas e justas, estragou um bocadinho a minha opinião geral, com a decisão dos jurados de dar o seu voto de confiança à Inês. Nos solos, foi a mais fraquinha dos 4. Sempre pensei que escolhessem o Cristóvão. E confesso que, apesar de ser a mais nova e lhe faltar aprender ainda muito, a Ana fez um belíssimo solo, e merecia uma oportunidade. Neste caso, achei mais justa a votação do público.

Aliás, não é que eu tenha alguma coisa contra, porque se o programa não impõe esse tipo de regras, quem sou eu para o fazer. As oportunidades devem ser iguais para todos e o saber não ocupa lugar.

Mas, pergunto-me, o que vão para esta academia fazer pessoas que já estão há anos e anos na dança? Alguns deles são, inclusive, professores de dança e têm bastante experiência.

Será que esta academia é mesmo uma escola para os concorrentes aprenderem? É mais um meio de visibilidade para se tornarem conhecidos?

Ainda assim, Let's Dance, e que vença o melhor!

 

 

Imagens Let's Dance - Vamos Dançar

Boas vozes...mas ainda não temos A Voz!

Mais uma noite de Provas Cegas no The Voice Portugal, e continuamos sem ter alguém que se destaque.

 

 

A Inês foi uma boa surpresa, mas parece que agora este estilo virou moda aqui no The Voice, principalmente na cortina, e começo a ficar farta.

 

 

A Isis cativou com o seu estilo próprio e diferente do habitual. Não percebo porque só a Aurea virou a cadeira.

 

 

A Sofia e o seu contrabaixo, proporcionaram um belo momento, também ele diferente. Vamos ver do que ela é capaz daqui em diante.

 

 

A Natacha estava doente e, talvez por isso, não conseguiu dar o seu melhor. Eu gostei muito do timbre dela, da escolha da música, e da junção destes dois elementos. 

 

 

O David Gomes conseguiu transmitir emoção, sentimentos, e adorei ouvi-lo cantar. Mas quero ouvi-lo noutros registos.

 

 

O que dizer da Maria Bradshaw? Quando a Deolinda cantou este tema tão bem ou melhor que o original, é difícil gostarmos de ouvi-lo noutras pessoas, ainda que tenham dado o seu cunho pessoal. Que tem talento, não há dúvidas. Ficou em 4º lugar quando participou no Ídolos, depois de uma eliminação e resgate do júri pelo caminho. Eu não aprecio o estilo. E não acredito que chegue muito longe neste programa. Pode ser que me engane.

 

Não gostei de ouvir:

O Sérgio - acho que apesar de a mensagem ser bonita, a escolha da música não foi a melhor e não me parece que ele vá longe. Não gostei de o ouvir e não percebo como é que teve tantas cadeiras viradas.

A Sara - e não é por ser fado, porque já lá foi muito boa gente cantar fado, e cantou melhor que ela.

 

A Repetente:

A Laura Vargas já é nossa conhecida da edição passada. Na altura, ficou na equipa do Anselmo, e foi preterida na batalha com a Filipa Azevedo. Este ano, regressou, virou mais cadeiras e voltou a escolher o Anselmo (apesar de um comentário que se ouviu de alguém a dizer para ela não escolher quem não acreditou nela). Na minha opinião, e espero estar enganada, palpita-me que lhe vai acontecer o mesmo. Percebe-se que ela canta com o coração, e transmite isso para o público, mas não me parece que ela tenha talento que seja suficiente para avançar e chegar longe no programa.

 

Curiosidades:

Em duas semanas, é o segundo concorrente de Mafra que vai ao programa. E que eu não conheço. E que quando vou procurar mais informação, encontro em todos os sítios menos em Mafra!

 

O facto de a Marisa conhecer vários concorrentes pelos mais variados motivos: porque foi vizinho, porque foi patrão, porque foi colega, porque já cantou com ela, e por aí fora!

 

É suposto os jurados não saberem quem vai actuar e lhes aparecer pela frente. No entanto, algumas perguntas que fazem dão a entender que são propositadas para aquele concorrente em específico, o que leva a crer que já sabem ou têm uma ideia de quem são. Ou então é tudo uma grande coincidência, como por exemplo, no meio de 5 ou 6 concorrentes, perguntar justamente aquele que já participou num concurso, se já alguma vez participou em algo do género.

 

Pontos positivos:

A diversidade de estilos musicais que estão a levar ao programa nesta edição.

As cenas dos bastidores.

 

Pontos negativos:

Queridos jurados, mudem o disco porque já ninguém aguenta ouvir o mesmo disco riscado: "ah e tal, gostei muito de te ouvir", "ah e tal, não tenho nada a apontar", "ah e tal, foi por um bocadinho assim", "ah e tal, estou arrependido". É que uma vez ou duas ainda se compreende. Mas constantemente, é demais. E ninguém acredita. É preferível dizerem, ainda que suscitem comentários menos bons, a pura verdade: "não me convenceste", "este tipo de música não é o meu estilo", "prefiro outro tipo de talentos da minha equipa".

 

 

Imagens The Voice Portugal

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