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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Alvin and The Chipmunks - The Road Chip

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Quem é que não conhece estes fantásticos esquilos, e as suas aventuras?

A 4 de Fevereiro deste ano estreou, em Portugal, o novo filme, intitulado "Alvin and The Chipmunks - The Road Chip" ou, mais conhecido em português, por "Alvin e os Esquilos - A Grande Aventura".

Devido a vários mal-entendidos, Alvin, Simon e Theodore ficam a pensar que Dave vai para Miami pedir a sua namorada em casamento, e livrar-se deles. Para evitar esse casamento, não perder Dave e ficar a salvo de ganhar um terrível meio-irmão, eles têm três dias, recheados peripécias!

 

 

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E, como é óbvio, não poderia faltar a esta nova aventura uma banda sonora à altura!

São várias as músicas cantadas pelos nossos amigos "Chipmunks" e "Chipettes", com a voz que já lhes é característica, e que nos mostram uma nova versão de algumas músicas conhecidas.

Da banda sonora deste filme fazem parte músicas como "Conga", um original de Gloria Estefan cheio de ritmo e que apela à dança, "Oh My Love" dos The Score, a bem conhecida música "Uptown Funk", de Mark Ronson ft. Bruno Mars, ou ainda "Geronimo", dos Sheppard, sendo que "Oh My Love" e "Geronimo" são cantadas na sua versão original, enquanto que as restantes, são interpretadas por Alvin e os seus companheiros esquilos.

Destaco ainda "Juicy Wiggle", num remix entre Redfoo e os esquilos.

Mas a música que mais me conquistou, que me fez ouvir uma vez, e outra, e outra, e gostar cada vez mais, foi "Home"! Pela melodia, pelo ritmo, pela mensagem...  

Porque todos os animais têm direito a ter um sítio a que possam chamar "casa" - o seu lar, e alguém a quem possam considerar família!

Porque esta música me faz pensar muito na nossa gata Tica, que estava sempre em casa pronta para nos receber, quando chegávamos do trabalho, de um dia passado fora em férias, de uma ida às compras.

Esta música foi escrita por Alana da Fonseca, Jordan Yaeger, Jason Gleed e Bryan Spitzer e é, sem dúvida, na minha opinião, a cereja no topo do bolo!  

 

Antiprogressista

 

É assim que eu ando!

Pelo menos no que diz respeito ao meu papel como mulher.

Sim, eu sei que, hoje em dia, todas (ou quase todas) as mulheres querem ser independentes, investir na sua carreira profissional e adiar ou, pelo menos, conjugar com tudo isto o papel de mãe e esposa. Eu própria sempre desejei não depender de ninguém e ter o meu próprio ordenado. Por isso, trabalho. E sou esposa, e mãe.

Mas ando numa fase em que não me importava que o tempo recuasse uns anos atrás, um tempo em que as mulheres nasciam, unica e exclusivamente, para estar em casa e cuidar do marido, dos filhos e do lar, enquanto os maridos trabalhavam para o sustento da família!

Sim, isto é um cenário muito retrógrado! E um atentado à luta de muitas mulheres! Concordo plenamente.

E sei que é só uma fase. Afinal, muitas mulheres que estão nessa situação, estão fartas de estar em casa e não fazer nada de útil (embora ser mãe e esposa a tempo integral tenha muita utilidade).  

Mas a verdade é que mesmo sendo independente, mesmo tendo o meu trabalho (onde às vezes me canso menos do que em casa) e ganhando o meu ordenado, tenho também o "trabalho duro" de que muitas mulheres fogem.

E, neste momento, não me parece assim tão duro nem tão insignificante. Na verdade, acho que me daria imenso prazer (pelo menos nos próximos meses).

Acordar, cuidar da minha filha, levá-la à escola, preparar as refeições, ir buscá-la à escola, ajudá-la nos trabalhos de casa, tratar da gata, estar em casa quando o marido chegasse e despedir-me dele quando saisse e, se ainda tivesse tempo livre e dinheiro, investir em algum curso que gostasse.

O único senão, é não ser um trabalho remunerado! O que é pena. É por isso que, com muita pena minha, tenho que continuar a exercer funções nestes dois serviços tão distintos. O segundo, como dona de casa, porque gosto, e não há forma de me descartar. O primeiro, como assistente administrativa, porque não posso viver do ar e preciso do dinheiro!

Rugas - mesmo na velhice, a amizade é o bem mais precioso!

 

Vi este filme na passada sexta-feira, na versão em espanhol (legendado em português) e achei-o espectacular!

Ao percebermos sobre o que o mesmo trata, poderíamos pensar que o filme seria dramático, triste, revoltante, comovente... E é!

Mas o que é mais incrível é que conseguiram mostrar tudo isso, de uma forma cómica, leve e descontraída.

Posso dizer que passei mais tempo a rir do que a chorar! A pronúncia espanhola também ajuda!

É por isso que considero este filme tão especial.

E pelo espírito de entreajuda, camaradagem e amizade que caracteriza os habitantes deste lar para idosos onde há uma abordagem especial à doença de Alzheimer.

Um filme que todas as famílias deveriam ver, e que até os mais novos vão adorar!

Pelos idosos de hoje, e pelos de amanhã, que poderemos ser nós.

 

Sinopse:

"Emílio e Miguel são dois amigos a dividir quarto num lar de terceira idade. Quando são diagnosticados a Emílio os primeiros sintomas de Alzheimer, Miguel percebe que terá de encontrar uma maneira de impedir que o transfiram para o segundo andar da instituição, para onde, supostamente, são deslocados os casos sem solução. Assim, ao mesmo tempo que um se vai perdendo nos labirintos da memória, confundindo a realidade com criações da sua mente envelhecida, o outro arranja um plano infalível que provará a todos que, mesmo na velhice, a amizade é o bem mais precioso."

 

 

Lar, doce lar!

 

A maior felicidade em tempos de crise?

Saber que tenho um lar à minha espera, para o qual posso voltar ao final de cada dia.

Que tenho uma cama limpa e quente onde dormir.

Que tenho uma casa simples mas aconchegante para me proteger do frio e da chuva.

Saber que nesse lar não falta comida para nos alimentar.

Saber que tenho uma família com quem partilhar estas pequenas felicidades! 

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