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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Não É Tarde Para Amar, de Monica Murphy

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Os opostos atraem-se e complementam-se, dizem os entendidos.

Owen e Chelsea são totalmente diferentes.

Ele é um jovem promissor no desporto e inteligente, que está prestes a deitar tudo a perder por conta das drogas, da vida boémia e promíscua que leva.

Ela é a rapariga tímida, metódica e estudiosa, que tem toda a sua vida organizada e pouco aproveita a vida, para além do trabalho e dos estudos.

 

Em comum, têm o facto de se sentirem sós no mundo. De não terem os pais que desejariam, e que lhes trazem mais problemas e vergonha que alegrias. De não saberem como mudar a sua vida. 

Ambos estudam e trabalham para pagar as contas, e por vezes o tempo que sobra não é muito.

 

 

Ela foi contratada para lhe dar explicações. Ele, está mais interessado noutras coisas, mas sabe que não pode estragar tudo desta vez.

Chelsea pode ser a motivação para ele mudar. Owen pode ser a pessoa certa para "desarrumar" a vida certinha de Chelsea. 

 

 

Apaixonados um pelo outro, será que conseguirão dar a volta a todos os problemas e segredos que escondem, e ser felizes? Ou será uma missão demasiado difícil para dois adolescentes?

 

 

Sobre o livro

Esta é o terceiro livro da autora, de uma espécie de trilogia em que, no primeiro livro, a história se centra em Fable, irmã de Owen, e no segundo livro em Drew, cunhado de Owen. Não sendo, de todo, necessário ler os livros anteriores para se perceber este, pelo que pude ver, o tema acaba por se repetir em todos eles. 

 

Já li vários livros de romance. E não consigo perceber porque é que alguns autores consideram a vulgaridade algo que vende e capta mais a atenção dos leitores.

Uma mesma cena pode ser descrita de variadas formas. Eu prefiro a subtileza à vulgaridade. E não é o que encontro neste livro.

 

Embora acredite que as pessoas possam atravessar fases complicadas, nas quais se perdem e, mais tarde, voltar a encontrar o rumo, mudando a sua vida, não me parece que as coisas sejam assim tão simples e rápidas como a história dá a entender.

 

 

SINOPSE

"Sem rumo. Isso resume tudo na minha vida. Suspenso da minha equipa de futebol da faculdade e forçado a diminuir o número de horas que trabalho num bar por causa das minhas más notas, não posso continuar a correr para o colo da minha irmã, Fable, e do seu marido, Drew, à procura de ajuda. Parece que não consigo encontrar o meu próprio caminho. Droga e sexo são tentações irresistíveis. Um tutor é a última coisa que eu quero agora, até vê-la.
Chelsea não é de todo o meu tipo. Ela é inteligente e muito tímida. Eu tenho certeza que ela é ainda uma virgem. Mas quando ela me olha de alto a baixo com aqueles penetrantes olhos azuis, eu fico completamente perdido. Mas de uma maneira diferente. Eu não vou negar que o corpo dela é de morrer, mas é a sua cabeça e o modo como ela parece desejar o amor - como se nunca tivesse sido amada - que me faz deseja-la mais do que a qualquer rapariga já conheci. Mas o que é que alguém aparentemente tão composta como ela pode ver num tipo sem rumo como eu?"

Tu Não Estás Sozinho

 

A depressão é uma doença, disfarçada de várias formas, levando as pessoas a nem sempre a identificar ou, até mesmo, a não acreditar que ela, de facto, exista.

 

Afinal, todos nós tivemos momentos em que não quisemos ir para a escola ou para o trabalho. Em que só nos apetecia ficar em casa, deitados na cama, ou refastelados no sofá, a ver televisão ou a ouvir música.

Todos tivemos fases em que gostávamos de ver um bom drama, daqueles que nos fizessem chorar. Ou ouvir aquela música triste, para acentuar ainda mais o drama.

E quem nunca fez de algumas situações da sua vida, verdadeiros dramas?

Quem nunca perdeu o interesse por determinadas actividades ou projectos que antes gostava?

Quem nunca se irritou, chorou, reclamou, explodiu, se sentiu apático, indiferente ou sem ânimo, sem muitas vezes perceber o que o levou a isso? 

Quem nunca esteve naqueles dias em que não quer ver nem falar com ninguém, e só quer que o deixem sossegado no seu canto, sozinho? 

 

É legítimo diagnosticar todas as pessoas, que vivem estas fases e momentos, com uma depressão? Andaremos todos nós deprimidos, várias vezes, ao longo da nossa vida?

 

 

Vi este livro à venda na Chiado e pareceu-me bastante interessante. 

Tanto que até mostrei ao meu marido, já que ele estava na área da educação social, e o tema era pertinente.

Ele leu-o em pouco mais de uma hora (o livro é pequeno), gostou muito e até escreveu sobre ele no blog.

 

Eu, li-o esta semana, e fiquei desapontada. 

Quando se aborda o tema da depressão, fica-se na expectactiva de algo mais grave ou, pelo menos, de uma ou mais causas que estejam na origem da depressão.

É certo que há casos de depressão que não chegam a extremos, e daí serem também mais difíceis de identificar por quem está de fora, pelo facto de os sinais se confundirem com algo banal. Também é certo que nem sempre existe uma causa concreta, que se possa apontar como responsável pelo desencadear da depressão. Pode ser um conjunto de factores, de situações.

 

Mas a verdade é que lemos este livro, e ficamos à toa, sem perceber muito bem o que acabámos de ler, e que motivo levou a autora a escrever este livro.

É quase como esperarmos grandes tempestades e temporais, e nos depararmos com uma chuva passageira, forte, mas sem razão para alarme, um trovão ou dois, e pouco mais. E isso acaba por não ser novidade, nem motivo para notícia.

 

A autora tem uma família presente e unida, que a ama e apoia. Mãe, pai, irmão, primos - todos eles são homenageados e elogiados neste livro.

Tem amigos que estão sempre com ela em todos os momentos.

É uma boa aluna, e consegue ter boas notas.

Não sofre de amores, nem de bullying, nem de distúrbios alimentares, nem de qualquer outra coisa que a pudesse afectar e despoletar uma depressão.

Então, porque é que foi assim diagnosticada, e devidamente medicada?

 

Para além de uma ou outra atitude menos correcta de alguns professores, não percebemos, pela leitura, nada em concreto que a leve a ficar ansiosa no que toca à escola, e mesmo a ter ataques de pânico. O que a leva a faltar às aulas?

 

Ao ler este livro, fiquei com a sensação de que parece faltar ali qualquer coisa, como um puzzle que não está completo não dando para ver bem a imagem, um enigma o qual, sem a respectiva chave, não se consegue decifrar.

 

Se o anterior "Também Acontece Contigo" pecava pelo exagero, este é exactamente o oposto.

Para mim, ficou muito aquém das expectativas. 

 

 

Sinopse

"Sim, tu aí, quero que saibas que existem muitas mais pessoas a passar pelo que tu passas ou até por pior, por isso, não tenhas vergonha de pedir ajuda porque o primeiro passo para ficares bem é admitires que estás mal. Não te afastes de quem mais amas pois eles vão ser o teu maior apoio. Mete na tua cabeça que não és inferior a ninguém, que se quiseres fazer algo tu vais conseguir porque tu és tão bom e capacitado como o teu vizinho ou amigo mais próximo e não deixes que ninguém te convença do contrário. Quando estás num sítio público para de pensar que todos te julgam por todo o que fazes, seja pela tua roupa, pelo que estás a comer ou a beber, sim eu sei que fazes isso, porque eu também faço mas na realidade provavelmente ninguém está realmente a dar-te atenção ou então podem estar a pensar a mesma coisa que tu. Já alguma vez te passou pela cabeça? Que quando olhas para alguém essa pessoa pode pensar que também a estás a julgar? Parece uma loucura não é?

E tu que conheces alguém que sofre de depressão ou está a passar por um mau bocado não o julgues, apoia essa pessoa. Não estou a dizer para lhe dares festinhas na cabeça mesmo se essa pessoa tiver feito algo errado porque não estou mas não julgues a sua condição pois é a última coisa que essa pessoa precisa.

Sê a sua âncora, o seu ponto de abrigo. Fala com ele mas dá-lhe espaço ao mesmo tempo só tenta fazer essa pessoa perceber que não está sozinha. Não o pressiones mas ajuda-o a enfrentar os seus medos, fazê-lo ver que consegue fazer tudo o que quiser, que não é inferior a ninguém, que ele é importante, que ele é forte. E mais uma vez eu digo fá-lo ver que não está sozinho!"

 

 

 Autor: Ana Beatriz

Data de publicação: Janeiro de 2018

Número de páginas: 94

ISBN: 978-989-52-1901-8

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Ficção

Idioma: Pt

Também acontece contigo?

 

Um filho deveria ser desejado. Nem sempre esperado mas, pelo menos, desejado.

Não sendo esperado nem, tão pouco desejado não deveria, ainda assim, sofrer na pele os erros dos pais, e servir de "saco de pancada" e descarregador de frustrações daqueles que o rodeiam, e que não estão satisfeitos com o seu nascimento e chegada ao seio familiar.

 

W. Paris não foi uma filha esperada, nem desejada. Mas veio ao mundo e foi, ao longo da sua vida, vítima de maus tratos, de negligência e, percebeu mais tarde, de "scapegoating", ou seja, foi desde sempre um bode expiatório de todos aqueles que lhe eram próximos, sobretudo, a sua família chegada - mãe, pai e irmão - e mais alargada - tios, primos.

 

"Tímida, envergonhada, calada, sossegada, introvertida, acanhada, insegura... Estas eram as palavras que W. Paris costumava ouvir em criança, quando as pessoas a caracterizavam."

Até aí, nada de mais. Eu própria também poderia ser caracterizada dessa forma. Mas W. Paris teve, para além da sua própria personalidade, vários motivos para acentuar ainda mais estas características.

 

O que mais me choca, é a forma como, na história de W. Paris, não houve uma única pessoa na família, ou entre os vizinhos, ou até mesmo amigos, que a ajudassem como ela precisava.

Sabemos que as pessoas não se querem meter em problemas que não lhes dizem respeito mas, na maior parte das vezes, acabam por meter-se por pura mexeriqueira, ou mesmo para prejudicar, ao invés de ajudar.

E há as que não se metem porque concordam e apoiam. Ou porque andam com a cabeça tão enterrada na areia que nem vêem o que se passa à sua volta.

 

E assim viveu durante cerca de 30 anos, a ser sistematicamente acusada de tudo e mais alguma coisa, criticada, rebaixada, neglicenciada, usada, maltratada, algo que se reflectiu, como seria de esperar, na sua autoestima, confiança e segurança.

Tal como no seu comportamento, agindo constantemente para agradar e ser aceite por todos, sem perceber que, por mais que fizesse, ou como quer que agisse, tal nunca aconteceria. Como é óbvio, também a afectou psicologicamente, contribuindo para a instabilidade que caracterizou a sua vida, não só a nível de relações, como a nível pessoal e profissional.

A mudança da aparência, da forma de vestir, o tão depressa engordar demais como emagrecer, bem como a falta de emprego e as dificuldades a ela inerentes, que a levaram a iniciar e a desistir de alguns cursos, e da universidade, são uma prova dessa instabilidade.

 

Ainda assim, neste tipo de ambiente e vida, com familiares que a desprezavam, houve duas ou três situações em que quase poderíamos pensar que os pais ou o irmão tinham algum pingo de sensatez, de amor, de compreensão. Claro que foram meros vislumbres passageiros, como aquele raio de sol que surge no meio de uma tempestade, mas logo se volta a esconder por entre as nuvens negras que sempre estão presentes.

 

Hoje, longe de todos os que, de alguma forma, lhe fizeram mal, mesmo não tendo consciência disso, W. Paris encontra-se no estrangeiro, a lutar pelo seu sonho de terminar os estudos em psicologia, e alcançar alguma paz e estabilidade.

 

 

Sobre a autora:

Sobre a forma como a autora contou a sua história, não sei se pela confusão que sempre foi a sua vida ou pela vontade de pôr tudo cá para fora de forma espontânea, acabou por misturar muitas coisas ao mesmo tempo, e falar de algumas situações num determinado ponto, para depois voltar a repetir o mesmo mais à frente, quando poderia ter estruturado por partes, por pessoas, por situações. É que, como leitora, acabei por me perder em algumas partes, e perguntar-me a que propósito vinham algumas coisas, no meio do que ela estava a contar.

 

Por outro lado, se no início da narrativa comecei por me solidarizar com a autora, por tudo o que passou, cheguei a um ponto em que o sentimento foi o inverso, em que me perguntei por que raio ela não fez nada, porque não mudou, porque não se afastou assim que percebeu aquilo que lhe fazia mal.

Senti que, a partir de um determinado momento, em que ela pôde assumir o comando e o controlo da sua vida, sem depender dos pais, deveria ter tentado escapar. Não repetir constantemente os mesmos erros. Lutar pela sua vida. Ao não fazê-lo, quando podia, senti que se estava a vitimizar por algo que agora só dependia dela.

E em que me questionei se todos à sua volta eram mesmo parvos, estúpidos, interesseiros, e cheios de ruindade, como ela nos faz crer, ou se não houve ali algum exagero. É que parece tudo tão surreal, para ser verdade. 

Não me cabe a mim julgar, nem condenar as suas decisões, as suas inacções,porque só quem passa por estas situações sabe em que estado está psicologicamente,os sentimentos que vão dentro de si e as poucas forças que tem para tentar sequer erguer-se.

Mas incomodou-me o acomodar dela à situação durante tanto tempo.

 

 

SINOPSE

"Quando ouvimos falar em narcisismo, lembramo-nos de pessoas extremamente vaidosas. Vem-nos à memória a imagem do Narciso a observar o seu reflexo na água. A realidade vai muito além disso. E o narcisismo em famílias consegue ser surreal de tão chocante que é.

A família narcisista ataca o membro mais fraco , principalmente um dos seus descendentes (filho/filha). A família narcisista faz a criança acreditar, desde a sua tenra idade, de que ela é incapacitada, de que tem de conquistar o amor dos pais, ou, até mesmo, de que tem de lhes agradecer pela vida que estes lhe deram. O narcisismo em famílias, também conhecido pelo termo scapegoating, consegue destruir a vida das suas vítimas, levando-as a perder a sua auto-estima e sanidade mental. E os maus tratos são tão subtis, tão enganadores, que a vítima consegue passar uma vida inteira sem entender o ambiente que a rodeia, vivendo numa realidade completamente distorcida."

 

 

Autor: W. Paris

Data de publicação: Fevereiro de 2018

Número de páginas: 388

ISBN:  978-989-52-1733-5

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Ficção

Idioma: Pt

Quando o livro e o filme não batem certo

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Já há vários anos que li o livro do Nicholas Sparks "Dei-te o Melhor de Mim" e, mais tarde, em 2014, assisti ao filme no cinema.

Este fim de semana, voltei a ver o filme, que tinha passado na TV e gravei.

 

E ao vê-lo novamente, vinham-me à memória de pedaços do livro, e dava por mim a pensar "então, mas esta não era a parte em que...", "então, mas esta cena não se tinha passado naquele sítio...", então mas não acontecia aquilo?".

Por curiosidade, fui ver as páginas do livro, e percebi que estava certa. O filme trocou algumas voltas ao livro, e eu já não me lembrava disso porque a versão que me ficou na mente, foi a original!

 

De qualquer forma, a emoção que senti ao vê-lo foi a mesma!

 

O Amor Não Morre

 

Era uma vez um menino que sonhava ser aviador...

Quis o destino, ao qual ele deu um empurrãozinho, que esse menino, já crescido, se alistasse na Força Aérea, como voluntário, escapando assim às vontades dos pais, e ao que tinham planeado para ele. 

Foi em Luanda que conheceu uma jovem de apenas 15 anos, por quem se apaixonou, e a quem acabou por pedir em casamento, dois anos depois.

Mas ela ainda era menor, e tinha o seu curso por finalizar, quando terminou a comissão de serviço do noivo, que o obrigou a voltar para Portugal. Separaram-se, até ao dia em que ele conseguiu permissão para voltar à base de Luanda.

E, assim, casaram, tiveram filhos e netos, e viveram felizes, até que a morte os separou...

 

Poderia resumir a história assim, mas ficaria por dizer muito mais!

 

O amor entre estas duas pessoas é daqueles amores que raramente se encontram, e que todos desejaríamos ter, mas nem sempre encontramos, e, quando encontramos, nem sempre estamos dispostos a ultrapassar tudo para não o deixar morrer.

Este casal foi presenteado com bons momentos e alegrias, mas também com várias dificuldades, que enfrentaram como puderam e acharam melhor, nunca desistindo, não deixando que nada se atravessasse na sua felicidade.

Nem um, nem outro, baixaram os braços, e encontraram sempre uma forma de cuidar do seu casamento, da sua relação, do seu amor, para que não morresse.

Nem tão pouco a distância entre os vários membros da família foi impedimento para estarem todos juntos.

O menino conseguiu, durante esse tempo, concretizar o seu sonho de ser aviador. Por vezes, os sonhos não morrem, nem são enterrados definitivamente. Apenas fazemos alguns desvios, que nos poderão ser mais úteis no momento, ou consoante as oportunidades que vão surgindo à nossa frente para, mais tarde, voltarmos a eles, ainda com mais garra.

 

Mas, a verdadeira prova de fogo, começou quando surgiram, sucessivamente, o diagnóstico de Doença de Parkinson, cancro da próstata, lesão da coluna dorsal, cancro do pulmão...

Um final de vida passado entre casa e hospitais, com internamentos, recuperações e recaídas, até à transferência para uma unidade de cuidados paliativos.

No entanto, nem assim, o amor esmoreceu. Pelo contrário, tornou-se cada vez mais forte. E nem a morte o conseguiu derrubar pois, como a própria autora diz "O Amor Não Morre porque, aqueles que partem e que amamos, continuam a viver dentro de nós!

 

 

Sinopse

"Baseado numa história verídica, este livro alia: paixão, amor, fraternidade e cumplicidade para além dos limites terrenos.
O leitor viverá momentos emocionantes, que lhe serão transmitidos através do relato intenso, dos sentimentos mais profundos da alma humana."

 

 

Autor: Berta Pinto Silva

Data de publicação: Janeiro de 2018

Número de páginas: 112

ISBN: 978-989-52-1950-6

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Romance

Idioma: Pt

 

 

Com o apoio de:

 

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