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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Não É Bem Meu, de Catherine Bybee

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E se, de repente, nos deixassem um bebé à porta, com uma carta a expressar o desejo de que assumamos essa criança, e com toda a documentação legal tratada para que assim seja?

E se, de repente, essa mãe que abandonou o seu filho à nossa porta, nos conhecesse e soubesse segredos nossos, dos quais não deveria ter conhecimento?

E se essa mesma mãe, dali a uns tempos, se arrepender, e vier reivindicar o bebé de volta?

 

 

Quando alguém deixa um bebé à porta de uma mulher, que viu a sua vida destruída pelo facto de nunca poder ter filhos, para que ela possa ser mãe, o que deve essa mulher fazer?

Ficar com a criança, ou entregá-la às entidades competentes?

Tentar descobrir a mãe? E os motivos que a levaram a abandonar a criança e a escolher quem deveria ficar com ela? Ou ignorar?

 

 

E o pai da criança? Não terá uma palavra a dizer sobre tudo isto?

 

 

Katie está no hotel com a irmã da cunhada, quando batem à porta do quarto. Ao abrir, depara-se com um ovo, e um bebé lá dentro, junto com uma carta.

Nela, a mãe revela que não está preparada para ser mãe, e que sabe que Katie será a melhor mãe que a filha poderia desejar. Dá também a entender que o pai da criança não sabe da sua existência mas que esperava, um dia, vê-los aos dois, juntos, a cuidar da filha.

 

 

Katie não é uma mulher qualquer. É filha de um rico empresário. Está num dos hotéis do seu pai, com segurança apertada, que não deixaria qualquer um subir até à suite onde se encontrava.

E é, também, uma mulher que abdicou do único homem que amou, porque nunca lhe poderia dar os filhos que tanto desejava, tendo-o sabido após o aborto que sofreu, do filho de ambos.

 

 

Agora, numa fase de mudança, é-lhe dada a oportunidade de ser mãe. Mas a que preço?

Será uma brincadeira de mau gosto? Uma partida? Uma decisão tomada a quente, que a qualquer momento pode ser mudada?

Deve Katie apegar-se a Savannah, para depois sofrer ainda mais?

 

 

Enquanto tenta resolver a questão e fazer o que acha melhor, Katie terá que levar uma vida dupla, e esconder de todos o bebé, o que não será fácil, com a imprensa sempre à espera do seu próximo escândalo, o irmão prestes a regressar da lua de mel, e Dean, que não a tem debaixo de olho e não a deixará escapar com qualquer desculpa.

Até quando conseguirá ela esconder o segredo, enquanto tenta descobrir o segredo por detrás dele?

 

 

 

SINOPSE

"A deslumbrante Katelyn Morrison, também conhecida como «Katie», herdeira da cadeia de hotéis Morrison, parece ter tudo para ser feliz. Mas quando no casamento do irmão se confronta com Dean Prescott - o único homem que realmente amou - Katie percebe que alguma coisa falta na sua vida. Então, o destino traça o seu caminho quando alguém abandona à porta de sua casa, envolvida num cobertor, uma bebé adorável. Uma carta comovente da mãe acompanha a menina, chamada Savannah, e perturba Katie, que decide ficar com ela até descobrir a identidade dos pais.
Katie está ocupada com a criança e a última coisa de que precisa é de Dean... sobretudo quando a sua presença vem acordar sentimentos ela pensava já estarem esquecidos.
Dean sabe que Katie lhe está a mentir acerca da bebé e que não deve continuar a sofrer, mas não consegue ignorar a sua necessidade de proteger Katelyn, ou o seu desejo de estar perto dela. 
Com o mistério que envolve a criança-surpresa em vias de resolução, Katie e Dean ainda terão uma segunda oportunidade para serem felizes?"

Quando um livro desvenda o mistério nas primeiras páginas

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Já aqui confessei que sou muito curiosa e batoteira e, muitas vezes, espreito o final dos livros para saber como acabam as histórias, sem que isso me faça pô-lo de parte e deixar de o ler, por já saber de antemão como vai terminar.

Pelo contrário, na maioria das vezes aguça-me o apetite para ler tudo e perceber como chegou àquele culminar. Até porque, já me aconteceu, ao não seguir a história, não perceber muito bem, ou interpretar de forma errada as últimas cenas, e só na leitura que faço em seguida, encontro o sentido.  

 

 

Mas, e quando um livro desvenda, ele próprio, o mistério nas primeiras páginas?

 

 

Será que nos leva a perder o interesse na história?

Aconteceu-me com a minha última leitura e, confesso, coloquei de parte o livro por alguns dias, porque já sabia o segredo, e já tinha percebido onde a história iria chegar.

Ainda assim, retomei a leitura uns dias depois, e terminei-a com nota positiva. Claro que o principal já se sabia e, logo aí, não houve grande volta a dar, nem grandes surpresas, mas não dei por desperdiçado o tempo que lhe dediquei, ou o dinheiro que gastei, como pensei logo no início.

 

 

E por aí, já vos aconteceu?

Quando assim é, continuam a ler,  ou colocam de parte e passam ao próximo?

Comprar livros com ou sem autógrafo?

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Tenho um livro na minha lista de livros a comprar, que adicionei há pouco tempo, e não teve a sorte de ser um dos felizes contemplados da última encomenda.

Desde então, tenho visto imensas críticas positivas, tenho percebido que anda quase toda a gente a lê-lo, e fiquei ainda com mais vontade de o comprar.

No facebook, coincidência ou não, estou sempre a deparar-me com a publicação do autor, como sugestão de oferta para o Natal sendo que, se a encomenda for através do próprio, o livro vem autografado.

 

 

Até aqui, tudo bem.

Enviei mensagem a perguntar o valor do livro. Ficava em 16 euros, com portes de envio.

Na Wook, o mesmo livro está com desconto, a € 12,40 e portes grátis, mas com expedição de 5 dias.

No fim de semana fui ao Continente, e vi-o. O livro, claro! 

Ao mesmo preço que na Wook, mas ali mesmo na minha mão, pronto a levar.

 

 

E pensei: que se lixe o autógrafo!

Então ia pagar mais de 3 euros, só para ter um livro assinado pelo autor? Sim porque seria apenas uma assinatura. Com sorte, uma pequena mensagem igual a todas as outras que escreve, para quem lhe pede livros autografados.

Não faz sentido. 

A não ser que o livro não exista mesmo à venda, ou que o valor seja igual em ambos os casos, não me compensa. 

Penso que os únicos livros que tenho autografados são de autores que conheço pessoalmente. Ou com quem estive em algum momento, como o da Dorothy Koomson, que calhei encontrar na Feira do Livro e aproveitei a ocasião para ficar com o livro acabado de comprar autografado. E um que estava à venda já com o autógrafo da praxe, com direito a desconto.

 

 

À parte a questão dos autógrafos, chego à conclusão que, para nós, leitores, compensa mais comprar livros na loja do que directamente aos autores enquanto que, para os autores, só mesmo quem se deixe convencer que o autógrafo justifica a diferença do valor, porque se arriscam a não conseguir vender os livros, ao preço que pedem. Alguns por não terem a mesma margem de manobra que as grandes superfícies têm, e outros porque querem simplesmente lucrar mais, a nível particular, do que com a percentagem recebida pelas vendas em loja. 

 

 

E por aí, preferem os livros autografados, ou sem autógrafo? A diferença no valor também é um factor que vos influencia no momento de decidir?

Não Adormeças, de Liz Lawler

 

Por vezes, passamos por situações tão mirabolantes que custa a crer que sejam reais ou que, de facto, tenham acontecido.

Sobretudo, quando nada bate certo com aquilo que estamos a dizer.

É o que acontece a Alex que, num momento, está numa maca, aterrorizada, na presença de um louco que a ameaça e a leva a crer que a vai violar e, em seguida, acorda numa cama de hospital, sem qualquer indício de que algo de estranho se tenha passado.

Primeiro, os seus colegas pensam que pode ter sido algum traumatismo que lhe provocou esta confusão, afinal, foi encontrada inanimada, no parque de estacionamento do hospital, debaixo de uma árvore, com vários troncos caídos perto de si, numa noite de temporal, e a única coisa que tem é um alto na cabeça.

Depois, quando Alex insiste que alguém a atacou e está a matar outras mulheres, associam a um outro episódio, que se passou há um ano atrás, e ao facto de não ter sido totalmente superado, estando agora a gerar este comportamento.

Já a polícia, tem outra teoria – a de que ela sofre de Síndrome de Münchhausen.

 

O que fazer quando ninguém acredita em nós? Quando todos acham que estamos loucos? Quando nos consideram capazes dos piores crimes, como se fossemos assassinos em série?

Será Alex, de facto, uma assassina, ou haverá alguém responsável pela aparente loucura dela?

Apenas uma pessoa acredita que Alex diz a verdade. Mas será que pode pôr as mãos no fogo, sem se queimar?

 

"Não Adormeças" é um livro que se começa a ler, e só se consegue parar quando termina.

Só não consegui perceber o título. O título original, é precisamente o oposto "Don't Wake Up". Mas tanto um como o outro parecem não se ajustar à história em si.

Não adormeças porquê? Quando? Quando te drogam? Para saberes o que te vão fazer?

Não acordes porquê? Para não enfrentares a realidade? O assassino? Para que não se saiba que estás acordado e te magoem?

Não faz sentido.

O Boneco de Neve - o filme

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Um dia, por acaso, calhei abrir uma daquelas revistas do Lidl na página de entrevista, ao actor Michael Fassbender, que desconhecia.

No espaço de poucas semanas, também por mero acaso, já vi dois filmes com o actor! E fiquei a saber que até mora cá em Portugal.

 

O último filme que vi com este actor foi Boneco de Neve.

Nunca li o livro, mas sempre me chamou a atenção e, quando soube que ia dar o filme, pus a gravar e estava com uma grande expectativa para o ver.

Foi uma total desilusão.

 

O filme é aborrecido, sem grande acção, sem grande suspense. As cenas que deveriam ser mais chocantes, não provocam grande coisa.

O boneco de neve é um mero acessório.

Há momentos em que é fácil nos perdermos, por não captar a nossa atenção e nos virmos, de repente, com novas personagens introduzidas que não sabemos que papel, ou interligação com toda a história, têm.

 

Fiquei também chocada com o estado do actor Val Kilmer, e a dificuldade com que o mesmo falava (dizem que é devido ao cancro que tem, que ainda está a tratar).

 

Diz quem leu o livro, que o filme "assassinou" a história do mesmo. Que o livro é muito melhor, e nada tem a ver com o que transpuseram para o grande ecrã.

Quanto a isso, não posso falar, mas sei que o filme vai ser apagado das gravações, sem deixar saudades!

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