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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A Fugitiva, de Jessica Barry

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E se, de repente, quando achávamos que a morte já era quase certa, percebêssemos que tínhamos sobrevivido?

Que havia uma hipótese, ainda que remota, de permanecer viva?

Mas que, para isso, teríamos que ser ágeis, apesar de feridos, manter a calma, apesar de estarmos completamente sós, num local que não conhecemos, e sem saber o que encontrar pela frente, rápidos, porque anda alguém atrás de nós, que não vai parar até nos ver mortos, e medir bem cada passo que dessemos, ainda que o cérebro estivesse, muitas vezes, prestes a ser traído?

Não arriscaríamos? Não lutaríamos? Não tentaríamos sobreviver?

 

 

Allison sabia que a morte era certa para si.

Mas existem muitas formas de morrer. E, tendo lutado para evitar a primeira, quase arriscou morrer daquela que não esperaria. Ainda assim, sobreviveu!

Agora, tem que sair dali o mais depressa possível, antes que a apanhem. Mas ferida, com poucos recursos e, a determinado momento, cheia de fome e sede, quase se rende ao inevitável.

Mas volta a ganhar forças para seguir, e fugir daqueles que a querem eliminar e que, naquele momento, já estão no seu encalço.

 

 

E se, de repente, quando achamos que já estamos a salvo, tivermos que enfrentar o assassino e caminhar em direcção à morte certa, para proteger a única pessoa que nos resta na vida?

 

Allison afastou-se da mãe após a morte o pai, culpabilizando-a por tal, e por não a terem incluído numa decisão e momento de despedida, do qual queria fazer parte.

Desde então, toda a sua vida mudou. Para pior.

E Allison também mudou, física e psicologicamente.

Mas algo dentro dela permaneceu intacto, e conseguiu vir ao de cima, levando-a a fazer aquilo que achava mais correcto.

Agora, e ao conhecer uma verdade que pode matar, ela terá que mudar o rumo do seu trajecto e, em vez de fugir, ela terá de ir ao encontro da pessoa que mais teme, para salvar a sua mãe.

Conseguirá ela chegar a tempo de evitar o pior?

Terá, alguma delas, ainda alguma hipótese de viver uma nova vida?

 

 

Maggie é a mãe, uma mulher que, naquele momento, apenas sabe que a sua filha teve um acidente de avião e que, provavelmente, está morta. Embora ela se recuse a acreditar, afinal, não foi encontrado o corpo.

Sobre a vida actual de Allison, nada sabe, e cada informação a faz sentir que não conhece, de todo, a pessoa em que a filha se transformou.

Mas há algo que ela sabe: não vai ficar parada, enquanto não perceber onde encaixam todas as peças do puzzle que lhe caiu nas mãos. 

Mesmo que todos pensem que ela está a enlouquecer, e a distorcer uma verdade que não quer aceitar, ela sabe que algo não bate certo, e que deve apenas seguir o seu instinto.

Mas é quando lhe são dadas as últimas peças, por alguém que ela nunca esperaria, que Maggie consegue perceber a dimensão do problema em que a filha se meteu (e em que ela acabou por se envolver) e que, provavelmente, também ela não sairá dele com vida.

 

 

 

SINOPSE

"Sobreviver a um acidente de avião é apenas o início para Allison. A vida que construiu para si - o noivo perfeito e o mundo luxuoso de ambos -desapareceu num ápice. Agora tem de correr, não só para fugir dos segredos sombrios do passado mas também para despistar o homem que a persegue a cada passo.No outro lado do país, a mãe de Allison desespera por notícias da filha, que se encontra desaparecida, dada como morta. Uma história de mistério, cativante e impossível de parar de ler."

Presente de Natal antecipado

Mesmo quando eu não quero, os livros parecem surgir à minha frente, como que a desafiar-me a comprá-los.

Já não bastava as newsletters da Wook e afins, até no facebook me deparo com as novidades literárias e, depois, fica difícil resistir à tentação.

Tenho uma lista de 48 livros a comprar. Há vários meses. 

 

De repente, vejo um anúncio a um livro novo, por mero acaso e percebo que é mesmo o meu estilo. E, por sorte, até descubro uma promoção que o coloca 4 euros mais barato. Junto-lhe outro que até está em conta mas, mesmo assim, ficava cerca de 1 euro mais barato, e pronto: está decidida a minha prenda de Natal antecipada, para mim própria!

 

O grande culpado foi este:

 

"Sobreviver a um acidente de avião é apenas o início para Allison. A vida que construiu para si - o noivo perfeito e o mundo luxuoso de ambos - desapareceu num ápice. Agora tem de correr, não só para fugir dos segredos sombrios do passado, mas também para despistar o homem que a persegue a cada passo. No outro lado do país, a mãe de Allison desespera por notícias da filha, que se encontra desaparecida, dada como morta.

Uma história de mistério, cativante e impossível de parar de ler."  

 

 

E este, veio por arrasto!

Bertrand.pt - Ganhei uma Vida Quando te Perdi

 

"Como é que se esquece alguém? Quando Alice decide esquecer Gustavo, depois de este a ter magoado, procura Artur, um homem sábio e misterioso que tem o dom de apagar, temporariamente, as memórias associadas a uma pessoa.
No entanto, Alice estava longe de imaginar as consequências que essa decisão iria trazer para a sua vida, principalmente depois de se apaixonar por Rodrigo.
Agora tinha mais uma difícil decisão em mãos: enfrentar o passado, ou viver este novo amor que, depois de ter apagado parte das suas memórias, poderia não passar de uma mera ilusão…"

 

 

A lista? Essa, continua com os mesmos 48 livros, porque retirei de lá um, mas acabei por acrescentar outro!

Nada a fazer!

O Farol Em Cada Um de Nós, de Gabriela Gonçalves Ferreira

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Por vezes, na vida, sentimos necessidade de nos aventurarmos, de sair da nossa zona de conforto, de ir em busca de coisas novas, de algo que sentimos falta e não encontramos na vida que levamos diariamente.

É aquela eterna insatisfação, aliada à vontade de querer sempre mais, de querer ir mais além, de querer saber o que há do outro lado, de rumar ao desconhecido, de nos desafiarmos.

 

 

Sejam elas acertadas ou não, são as escolhas que fazemos, o caminho que seguimos, as decisões que tomamos.

Nesses momentos, é importante saber que, independentemente de tudo, contamos com o apoio daqueles que amamos, da família, dos amigos.

Afinal, eles são o nosso farol, aquele que, mesmo à distância, nos guiará nessa aventura a que nos propusemos. Connosco, levamos tudo o que nos transmitiram, os valores, a educação, o carácter...

Sem esse apoio, iríamo-nos sentir perdidos, sem rumo, não só sem saber para onde ir mas, sobretudo, para onde voltar.

 

 

Sim porque, mais cedo ou mais tarde, vai chegar a hora em que iremos querer voltar às nossas raízes, ao nosso porto de abrigo, ao berço de onde partimos, no fundo, ao nosso lar.

E se, por vezes, a experiência não corre bem, outras há em que absorvemos, aprendemos, disfrutamos, usufruímos, assimilamos tudo aquilo que nos foi dado a conhecer.

Quando lá estamos, acabamos por deixar um pouco de nós e, quando voltamos, trazemos um pouco daquilo que experienciámos em cada parte do caminho e da aventura.

Voltamos mais ricos, não só pelas novas descobertas, mas porque passamos a ver com novos olhos aquilo que deixámos para trás, como se também aquele mundo, que sempre conhecemos fosse, agora, um novo mundo.

Então, percebemos que, por vezes, aquilo que procuramos está bem mais perto do que imaginamos. Por vezes, até mesmo dentro de nós. Mas, só nos afastando, conseguimos ver...

 

 

Adorei esta história da Gabriela, e penso mesmo que deveria ser uma história partilhada em sala de aula, com os alunos porque é uma história simples mas, ao mesmo tempo, com uma importante mensagem. E, de certa forma, fala de sonhos, de imaginação, de aventuras, algo que falta cada vez mais às crianças e jovens de hoje.

 

 

Sinopse

PT:

Um dia, alguém mostrou à menininha até onde viajar poderia levá-la.

Ela aprendeu o quão longe ela poderia chegar se ela simplesmente se deixasse ir.

 

EN:

One day someone showed to the little girl where travelling could take her. She learn ed how far she could go if she just went.

 

 

Autor: Gabriela Gonçalves Ferreira

Data de publicação: Abril de 2019

Número de páginas: 116

ISBN: 978-989-52-5311-1

Colecção: Palavras Soltas

Idioma: Pt/En

 

 

Não Me Deixes, de Gilly MacMillan

Wook.pt - Não Me Deixes

 

 

Num domingo como outro qualquer, Rachel e o seu filho, Ben, passeiam pelo bosque com o cão de ambos.

Quase na hora de irem embora, Ben pede para ir ao baloiço de corda. A mãe acede. Ben propõe ir à frente com o cão, já que conhece bem o caminho. A mãe fica relutante mas, achando que não haverá problema, deixa-o ir.

Quando ela chega lá, Ben não está.

Desapareceu. E ninguém sabe dele.

É o início do pesadelo...

 

 

A polícia em geral, e os investigadores, em particular, estão ainda muito ligados a estereótipos, no que se refere ao perfil de um criminoso.

Isso, e o facto de o tempo estar a passar, e haver pressão para se encontrar um culpado o quanto antes, podem levar a que se cometam erros que só prejudicam e empatam ainda mais a investigação, podendo até descredibilizar as entidades envolvidas.

 

 

Foi o que aconteceu nesta investigação, quando Jim decidiu ir atrás de uma pessoa que encaixava no perfil, e que até teria motivos para o fazer, apostando tudo nessa teoria, quando o verdadeiro culpado andava por aí.

E, por incrível que pareça, teve que ser a mãe, a pessoa que mais foi afectada, e cujo discernimento e raciocínio poderiam estar toldados pelas emoções resultantes de todos os acontecimentos, e julgamento público, a fazer aquilo que mais ninguém teve competência para fazer!

 

 

Mas não são só as entidades policiais a guiar-se por esses estereótipos.

Também as pessoas têm muito essa tendência e, nos dias que correm, é muito fácil acusar os outros, ter certezas (mesmo que totalmente descabidas) e julgar os outros por algo que provavelmente nem fizeram, nem são responsáveis. 

Quando se trata de crianças, os culpados são sempre os pais!

Neste caso, a mãe. Aquela mulher irresponsável que deixou o filho caminhar sozinho à sua frente por escassos minutos, num local no qual o miúdo até já estava habituado a andar, mostrando alguma confiança e dando alguma liberdade ao filho.

Como se nós, mães, tivessemos a obrigação de estar cada segundo da nossa existência preocupadas com o que possa acontecer aos nossos filhos e, como tal, andar sempre em cima deles. Que até andamos a maior parte do tempo! Mas não é saudável nem para nós, nem para eles.

O que é certo é que, basta um deslize, e acontecer alguma coisa, para sermos julgadas em praça pública. Ou, pior, sermos mesmo acusadas de crimes.

E, quando são as pessoas a julgar, a acusar, a querer fazer justiça ou manifestar aquilo que pensam, não só através de palavras, mas também de acções, ainda que seja apenas baseado em opiniões, sem provas, boa coisa não se pode esperar.

No caso de Rachel, ela vai sentir a perseguição na pele, tal como o ex-marido, que acaba numa cama de hospital em estado grave.

 

 

E, por vezes, a verdade passa por nós, e nem a vemos! 

Está ali escarrapachada à nossa frente, e não a percebemos.

Porquê?

Porque são pessoas confiáveis. Porque são pessoas inofensivas. Porque são boas... E, mais uma vez, estereótipos que nos são incutidos, e que vamos absorvendo e tomando como certos.

Mas é verdade é que até as pessoas menos suspeitas podem cometer os maiores crimes.

 

 

SINOPSE

"Viras-te por um segundo…E o teu filho desapareceu.
Rachel Jenner distraiu-se por breves momentos. E agora Ben, o seu filho de oito anos, desapareceu.
Mas o que aconteceu realmente naquela fatídica tarde?
Dividida entre a sua tragédia pessoal e uma opinião pública que se virou contra ela, Rachel não sabe em quem confiar. Será que as outras pessoas, por seu turno, podem confiar nela?
O tempo urge para que Ben seja encontrado com vida.
E TU, DE QUE LADO ESTÁS?"

O que fazer com o reembolso do IRS? Comprar livros!

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Ao longo dos últimos dias, foram várias as publicações que vi, com sugestões para aplicar o valor recebido do reembolso do IRS.

Desde pagar dívidas, a guardar para as férias que se aproximam, de fazer uma poupança a longo prazo, a guardar para livros e material escolar, são várias as hipóteses.

Eu, optei por utilizar uma pequena parte do meu reembolso para uma das coisas que mais gosto: livros! 

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