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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Surreal...ou talvez não!

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No outro dia, passei por uma barbearia onde tinha um cartaz a anunciar um Workshop de Barbas!

Barbudos de Portugal, isto deve ser para vós!

Será assim tão complicado tratar uma barba?

 

 

Estava ontem em casa quando um indivíduo me bate à porta, a dizer que me tinham batido no muro de casa!

Ah e tal, a minha mulher estava à janela a estender roupa, e viu o carro a bater no muro. Tirámos a matrícula, se quiser apresentar queixa.

Vou lá fora ver, e tive pena do condutor, porque o carro, tendo em conta a quantidade de plástico caído no chão aos bocados, deve ter ficado em pior estado que o muro!

Quem é que consegue a proeza de bater ali naquela parte do muro? Deve ser à moda de um que bateu no carro do meu marido para se desviar de um gato. Ou então, deve ter sido das imperiais que bebeu na festa!

Expliquei ao senhor que eu não era a dona da casa, que teria que falar com o meu senhorio. E ainda lhe fiz o favor de ir chamar o dito.

Tudo isto, de pantufas nos pés!

 

 

McDonald's em dias especiais, cá por Mafra, é para esquecer!

Ontem, então, quase nem se conseguia entrar para fazer o pedido, nem sair com os tabuleiros. Conseguimos, felizmente, uma mesa na esplanada. O problema é que tivemos que comer rapidamente, porque nos arriscávamos a que voasse tudo pelo chão fora, tal era o vento!

Os caixotes do lixo, ontem, passaram fome porque tudo o que era lixo, no caminho entre a mesa e o mesmo, voava pelo caminho! 

A teoria da obsolescência programada

 

De certeza já se aperceberam, tal como eu, que determinados produtos que compramos actualmente não têm nem metada da durabilidade dos mais antigos.

Muitas vezes comentei com familiares que, hoje em dia, se fabricam, propositamente, produtos para durarem pouco, para que as pessoas se vejam obrigadas a comprar novos produtos ao fim de algum tempo.

Salvo algumas excepções, claro, se repararem, os produtos tendem a durar o mesmo tempo que oferecem de garantia. Findo esse prazo, é normal começarem a surgir problemas que terão de ser resolvidos à nossa custa. Isto quando não vêm com aquela conversa de "ah e tal, isso não vale a pena mandar arranjar, é melhor comprar novo"!

Acredita-se que é uma estratégia das empresas de programarem os seus produtos – ou o seu tempo de vida – para durar menos do que a tecnologia actual permite, levando o consumidor a comprar novos modelos. Isto é mais visível nos automóveis, electrodomésticos e produtos electrónicos.

No entanto, este fenómeno a que chamam de obsolescência programada, não é recente. Parece que já data dos anos 50, quando a explosão do consumo em massa mudou a forma de trabalhar de algumas empresas.

Há várias formas de esta absolescência acontecer: 

- o próprio consumidor considera que o produto que tem em casa já é velho, tendo em conta novos modelos que foram lançados

- quando as empresas diminuem a durabilidade dos seus produtos, forçando os consumidores a comprar o dobro ou o triplo do que comprariam 

- quando o arranjo dos produtos sai mais caro que a compra de um novo produto 

 

Esta situação provoca o aumento da produção de lixo, gera mais gastos de energia e matérias-primas, e emissão de poluentes.

Mas há quem defende que nada disto é real, e que o único motivo para que os produtos tenham menos durabilidade é o avanço da tecnologia e o progresso.

O que é certo é que a maior parte dos electrodomésticos que aqui tenho em casa, já duram há mais de 10 anos. E tenho quase a certeza de que, se for agora comprar novos, nem uma terça parte desse tempo devem durar!

 

 

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Coisas que me irritam numa ida à praia

Praia da Baleia ou Praia do Sul

 

1 - Mandarem-me areia para cima, sejam pessoas apenas a passar, ou crianças a correr ali à volta

 

2 - Não ter espaço para me deitar ou ter que ficar num pequeno espaço porque a praia está a abarrotar

 

3 - Crianças a bater com os pés na água, e a molhar toda a gente à volta que se está a tentar molhar com calma

 

4 - Pessoas que chegam depois de mim e decidem colocar o chapéu numa posição que me tapa o sol que estava a apanhar, ou pararem mesmo em frente a uma pessoa, a fazer sombra

 

5 - Pessoas que se aproveitam do facto de ter ido à água e deixado a toalha a tapar a mochila, para ocupar o espaço onde eu antes estava deitada

 

6 - Jogarem à bola, ou outra coisa qualquer, quase em cima de uma pessoa, e estar sujeita a levar com uma bola ou outro objecto em cima

 

7 - O mar estar mansinho quando o tempo está frio, ou a água gelada, e nos dias de calor e em que a temperatura da água até convida ao banho, o mar estar bravo e não poder molhar mais que os pés

 

8 - A água do mar estar poluída, ou cheia de limos, algas e afins

 

9 - A areia estar cheia de lixo, pedras, pedaços de canas e outras coisas do género

 

10 - Levar chapéu de sol e ter que andar a correr atrás dele porque voou com o vento

 

11 - A junção de vento com areia fininha - saio de lá parecida com um croquete, envolvida em pão ralado

 

12 - Estar deitada na toalha, vir uma onda maior que o esperado e molhar tolha, mochila e o que mais estiver naquela área

 

13 -  Ter que levar com fumo do tabaco de pessoas a fumar ao pé de mim

 

14 - Ter que andar calçada na areia, ou descalça a saltitar pela praia porque a areia escalda os pés

 

15 - Deitar-me em areia húmida - quando a maré é grande e molha todo o areal, e ainda não houve tempo para secar

 

Que me lembre, de momento, são estas as coisas que mais me irritam quando vou à praia. Alguém tem queixas parecidas que queira partilhar?

Pessoas em situação de carência não são menos que as outras

 

coisas para doar.jpg

Aqui em Mafra temos uma associação ou projecto de apoio social, que recebe donativos de vestuário, têxteis para o lar, acessórios e calçado, artigos para bebé, electrodomésticos, mobiliário, brinquedos e material didáctico, material informático (em estado de reutilização), produtos de higiene e limpeza, e bens alimentares, que se destinam aos residentes do concelho de Mafra, em situação de carência ou vulnerabilidade social.

O horário de funcionamento, não é muito flexível, nem alargado pelo que, normalmente, quando as pessoas vão ou vêm do trabalho, ou aos fins de semana e feriados, está fechada.

De qualquer forma, isso não é impedimento para ser solidário porque, mesmo estando a porta fechada, a entrada tem uns degraus e um espaço até à porta, onde podemos deixar lá as doações.

Assim fiz, no passado fim de semana, como é costume, mas fiquei indignada com o que vi: estavam meia dúzia de peças de roupa, simplesmente, espalhadas no degrau junto à porta. Como se fosse lixo.

Será que, à custa dos sacos serem pagos, a pessoa não quis desperdiçar um para colocar as roupas dentro? Será que não havia uma caixa onde pudesse ter posto a roupa? 

E, provavelmente, as pessoas que fazem isso são aquelas que mais exigem quando se trata da sua própria roupa. Mas, como é para os pobres, para os necessitados, para os coitadinhos que, como nada têm, qualquer coisa lhes serve, já não há problema em despejar a roupa no chão.

Pois as pessoas que, infelizmente, precisam e se vêm nessa situação não são menos que as outras. Podem não ter dinheiro, mas ainda têm dignidade. E o mínimo que merecem é respeito. Não são animais a quem qualquer trapo serve. 

Se querem doar, doem! Mas de igual para igual! Não de má vontade e com desprezo por quem não escolheu estar nessa situação, e tendo sempre em mente que um dia, quem sabe, podemos ser nós no mesmo lugar. E tenham o bom senso de, pelo menos, colocar os bens doados num saco, numa caixa, ou qualquer outra solução que os proteja, para que continuem a chegar em bom estado às mãos daqueles que irão utilizar!

Se sair à rua, tape o nariz!

 

Se não o fizer, arrisca-se a deitar cá para fora o pequeno almoço que acabou de tomar e que tão bem lhe soube! Isto, claro, para quem tem a sorte, ou o azar, de andar a pé.

É que os senhores da recolha do lixo, que zelam pela preservação do ambiente e da saúde pública, cada vez que vêm fazer o serviço, deixam pela estrada fora o rasto da sua passagem.

Resíduos que vão salpicando as ruas, líquido que escorre não sei de onde, e um cheiro nauseabundo que nos obriga a deixar de respirar, sob pena de nos sentirmos mal e cair para o lado.

Talvez não seja mal pensado começar a sair com uma mola de casa…just in case!

 

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